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Ministério Público pede investigação sobre suposta prática de tortura dentro de presídio

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O Ministério Público do Estado do Acre diante de depoimentos e imagens está solicitando que seja realizada uma investigação sobre uma suposta sessão de tortura realizada dentro do pavilhão D do presídio Francisco de Oliveira Conde, na capital acreana.

Adenúncia se baseia no relato de detentos que pediram a presença de um promotor de justiça, que foi até o local e registrou o fato em diversas fotos. Vários detentos apresentam marcas de tiros de bala de borracha. De acordo com os reeducandos, as agressões teriam acontecido na última terça-feira, 22, quando policiais que fazem parte do GEPOE, que é o grupo especial de atuação da polícia penal teria chegado atirando durante banho de sol sem nenhum motivo aparente.

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O promotor Tales Tranim esteve no pavilhão na quinta-feira da semana passada onde registrou em fotos as marcas da suposta tortura praticada pelos policiais penais.

“Eu gosto de deixar claro que o GRPOE é necessário para intervenções para retirar ilícitos de dentro do presídio. O que o MP não concorda é com intervenções truculentas que causem esse tipo de coisa. Essa possível tortura será apurada”, diz Tranin.

O promotor oficializou o caso promotoria que investiga a atividade policial e também a promotoria dos direitos humanos do MPAC.

O IAPEN foi procurado pela reportagem ainda na manhã desta segunda-feira, 29 mas ainda não se pronunciou sobre o caso.

 

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