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Deputado diz que fila da morte foi institucionalizada no Acre

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O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) disse nesta quarta-feira (20) que o Acre vive um momento novo -uma marca preocupante no contexto da pandemia da Covid-19. Ele referia-se ao colapso instalado na saúde do Acre, especialmente em centros como Cruzeiro do Sul, onde não há mais vagas de leito de UTI.

“Ao final da tarde, os relatórios indicavam que o Estado bateu a marca dos 2.000 casos e em Rio Branco há estrangulamento de leitos”, disse Edvaldo.

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Ele lembrou o agravante da situação em Tarauacá, que tem como referencia o Hospital Regional do Juruá -além disso há os casos crescentes em Marechal Thaumaturgo.

“Medidas são necessárias. As adotadas até este momento não estão achatando a curva e estamos com estrangulamento no sistema de saúde”, alertou. “Não seria o caso de termos um avião em Tarauacá para prestar socorro?”, propôs.

Ele refez o apelo de muitos parlamentares para que Nicolau Júnior convoque reunião remota com os deputados estaduais com base no Envira/Taruaucá/Juruá, bancada federal e outras autoridades para debaterem a situação naquela região.

“Quando a UTI fica lotada o profissional de saúde escolhe quem vai morrer primeiro”, disse o parlamentar do PC do B. “A fila da morte ficou institucionalizada a partir de ontem, terça-feira, Juruá”.

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