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Para petistas, MDB rompeu com Gladson por “sobrevivência” e pela “fragilidade” do senador

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Os governistas do Acre estão em êxtase com a ruptura do MDB com o pré-candidato do PP ao governo do Estado, senador Gladson Cameli, anunciada nesta quinta-feira, 01, no começo da noite. Assistem de camarote a desordem na oposição.

O líder do PT na Câmara de Vereadores de Rio Branco, Rodrigo Forneck, personagem importante da roda política de Marcus Viana, pré-candidato do Partido dos Trabalhadores a chefe do Palácio Rio Branco, não tem dúvida de que falta à oposição, organização e projeto minimamente coeso.

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“Os recentes acontecimentos entre eles, (vazamento de áudios, manifestações públicas dos partidos e lideranças) demonstram claramente a ausência de união da oposição e o foco central na disputa do poder pelo poder. Já estão disputando até internamente! Com isso, somos levados a acreditar que, além do foco central na disputa pelo poder, eles não dispõem de um projeto real de administração e desenvolvimento do Estado. Nos debates rotineiros do parlamento municipal já havia percebido isso pois eles pouco têm a falar deles próprios e sempre focam na gente”, diz Forneck.

O secretário de Organização Partidária do PT, Cesário Campelo Braga, acha que o MDB tomou tal decisão na busca pela sobrevivência política.

Para o petista, Gladson é quem mais perde nesse racha. “O MDB é o segundo maior partido do Acre. Com prefeituras, deputados e vereadores. É cedo para avaliações. O MDB observou fragilidades na condução que Gladson vem fazendo do processo e abriu diálogo para construção de outras vias. Isso só vai obrigar o PT e a FPA a trabalhar de forma ainda mais sólida a unidade”, acredita.

“A movimentação do MDB é de pura sobrevivência! No Juruá vai garantir tranquilidade para o Vagner Vão construir outra via pra governo. Na eleição de Estadual vai garantir a posição dele de eleger os dois deputados. Assegura um Segundo Turno pra governo e abre margem pra negociar mais caro ainda o apoio. Eles não estão focando na eleição estadual (governo) Já deram ela por perdida, mesmo com Gladson”, diz.

Assim que anunciou o rompimento com Gladson, o MDB abriu conversas com o Coronel Ulysses, também pré-candidato da oposição ao governo do Estado. Os medebistas sugerem indicar o vice do Coronel, o que deve ser decidido ou não durante uma reunião nesta sexta-feira, 02.

O MDB também não descarta lançar candidato próprio ao governo do Acre. Nesse cenário, o vereador Roberto Duarte é o nome mais cotado internamente no partido.

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