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Não espere um mamão com mel

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Por tudo o que se está vendo do final melancólico do atual governo petista é uma lição para ser tirada pelo governador eleito Gladson Cameli de como não se deve administrar um Estado. Os desafios do Cameli (foto) não serão poucos, a começar por pegar uma máquina estatal quebrada economicamente, vítima de um projeto econômico que não deu certo e do aparelhamento político em todos os seus órgãos. O primeiro teste do novo governador será resistir aos pedidos de espaço de dirigentes partidários para dar cargos aos seus afilhados políticos. Se resistir a esta pressão que virá como avalanche terá dado um passo no sentido de fazer um governo em que só tenha lugar para quem for competente. Se entupir o governo de amigos estará trilhando o mesmo caminho da velha política. Tem que diminuir o tamanho do paquiderme estatal, não há outro rumo para ter condições financeiras de fazer investimentos. A questão não foi ganhar a eleição. A questão é ganhar e ser um bom gestor. O Gladson Cameli não espere chegar ao governo e pegar no menu um mamão com mel. Pegará carne de pescoço. E a partir do momento em que mostrar á população como recebeu o governo, terá que pegar o abacaxi e passar a descascá-lo. Quem casa com a viúva cria os filhos, diz o ditado. Dois pontos, ele terá de atacar de imediato com medidas de choque: o capenga sistema de saúde e na segurança a violência que assusta os moradores da capital e municípios do interior. Não tem a vara de condão para operar milagres a um curto prazo, mas prometeu solução na campanha e em cima de tudo o que prometeu será cobrado. A quem entra tem sempre o crédito de confiança dos 100 dias. Depois disso será cobrado. Estarei os cobradores, por certo.   

SOBRE O ENEM
Qual é a relevância intelectual ou para o futuro profissional de um aluno saber qual é a “linguagem secreta dois gays”, questão que caiu na última prova do ENEM?  Nenhuma!

OUÇA OS ANTIGOS
A Rádio Difusora Acreana está sucateada. É um patrimônio das comunicações, no Acre, merece ser revitalizado. Não sei quem será o novo Diretor. Mas vai a sugestão: ouçam os radialistas antigos. Ninguém melhor do que eles conhecem a casa e por certo terão boas sugestões.

FALANDO EM RÁDIO
Quando se comemora o “Dia do Radialista” não pode se esquecer de nomes como Natal de Brito, Nivaldo Paiva, Mota de Oliveira, Estevão Bimbi, José Lopes, Zezinho Melo, Raimundo Fernandes, Rei do Brega, Cícero Moreira, compadre Lico, Nilda Dantas, coronel Chicão, Ilson Nascimento, João Nascimento, M.  Costa, Eurico, entre outros. Fizeram a bela história da Rádio Difusora Acreana.

VOTOS DE SAÚDE
Meus votos de restabelecimento ao amigo Maurício Hohenberger. Fé sempre!

NUNCA TINHA VISTO
Mais de 40 anos de jornalismo e aprendendo. Acompanhei como jornalista do governo Wanderley Dantas até o atual, mas nenhum governador do período saiu tão desgastado entre os seus aliados e ocupantes de cargos de confiança, como está saindo o nosso governador.

O MAIS DESGASTADO
O Orleir e o Romildo Magalhães saíram desgastados por atrasar os últimos meses dos salários dos servidores. Mas o atual governador vive um drama mais doloroso, mesmo não atrasando um dia os salários dos funcionários: está saindo queimado com os ocupantes de cargos comissionados, com um governo mal avaliado e uma fragorosa derrota política na conta.

OS DEMITIDOS NÃO ENTENDEM
Os mais de 400 ocupantes de cargos de confiança que foram demitidos nos últimos dias não vão entender jamais que ou o governador demitia, cortava gratificações, ou não pagaria a folha de dezembro e o 13º salário. Eles tinham nas suas contabilidades ficarem até dezembro.

UM EXEMPLO
Fui ontem a uma repartição falar com um amigo e na entrada fui parado por três senhoras se queixando com palavras nada amenas endereçadas ao governador pelo corte de gratificações que recebiam há anos, e todas elogiando o Binho e o Jorge Viana. Pode ser dada a explicação que for dada a este pessoal que não vai acatar nem compreender o momento econômico.

MÁQUINA INCHADA
Este momento econômico cruel e de baixa popularidade do governo atual pelas demissões antecipadas de comissionados, serviu por outro lado como exemplo ao governador eleito Gladson Cameli de que, não vai resolver os problemas do Acre inchando a máquina estatal.

SOUBE PELA IRMÃ
Quem deverá estar hoje com sua demissão no Diário Oficial é o ex-líder do governo na Assembléia Legislativa e atual subsecretário de Comunicação, Astério Moreira. Soube ontem pela manhã pela secretária de Turismo e irmã, Raquel Moreira, da sua demissão hoje.

O QUE CUSTAVA?
Eu entendo a encruzilhada econômica difícil na qual se encontra o governo do Acre. Entendo que não resta alternativa de se não cortar cargos atrasa os salários dos servidores do quadro. Mas por qual razão não chamar o Astério Moreira e o comunicar. Seria mais leal e elegante. Assim agem os amigos. Ou não?

CAPITANIAS POLÍTICAS
Um deputado da FPA fez ontem uma observação com a qual concordo. A de que o governador cometeu um erro primário de gestão e de política ao incentivar secretários serem candidatos. “Os secretários vendiam nas obras apenas seus nomes e esqueciam o nome do governador”, observou.

OUTRO LADO DA MOEDA
Vou acrescentar outro lado a esta moeda: esta estratégia causou descontentamento na base parlamentar do governo na ALEAC, fiel em todas as votações, mas que em represália à falta de reconhecimento, na campanha seus deputados pediam votos apenas para suas reeleições.

FINAL DEPRIMENTE
No último mês de campanha era comum deputado da FPA e candidatos sem mandato me mostrarem santinhos que tinham apenas seus nomes e sem as candidaturas majoritárias. Registrei este tipo de comportamento várias vezes na coluna. Sobrou para os majoritários.

UMA LADAINHA LADEIRA ABAIXO
Nos últimos trinta dias da campanha virou uma debandada ladeira abaixo de candidatos que abandonaram as candidaturas do Marcus Alexandre (PT) ao governo e o senador Jorge Viana (PT) ao Senado. Cansei de ouvir: “vão pedir votos para os secretários que são candidatos”.

CORTE NA VERBA DA MÍDIA
Haverá um corte de 50% no valor da verba destinada à mídia a partir de janeiro. Foi o que me contou ontem desolado um dono de órgão de comunicação. Fez as contas e acha que o pagamento mensal no próximo governo será inferior aos que estão recebendo no atual.

OUTRO CORTE LINEAR
Outra informação a que a coluna teve acesso é que na reforma administrativa programada para o futuro governo enviar à Assembléia Legislativa logo após a sua posse, haverá uma redução pela metade dos cargos comissionados, fusões de secretarias e fim de estatais.

PODE IR SE ACOSTUMANDO
A legião que se encontra esperando receber um cargo de confiança por conta de bonificação da campanha pode ir diminuindo as expectativas porque não haverá espaço para todo mundo.

MOSTRANDO RESULTADOS
O trabalho da PM e Polícia Civil no combate à criminalidade tem tido resultados positivos, é o que mostram as prisões de quadrilhas, apreensão de armas e recuperação de carros roubados.

NÃO PODE SIMPLESMENTE FAZER UMA RUPTURA
Os que comandarão no próximo governo o sistema de segurança pública não podem fazer uma ruptura com as ações que estão sendo postas em campo, mas aproveitar as práticas que deram certo, aperfeiçoar e descartar o que se mostrou ineficaz no embate com os bandidos.

PRIORIDADE PARA VALER
O que a população espera do próximo governador é que a segurança pública não seja apenas prioridade na campanha eleitoral, mas que sejam dadas reais condições para os policiais civis e militares fazerem um combate mais eficaz contra a bandidagem, porque as cobranças virão.

DANIEL ZEN FICA
Não há hipótese do deputado Daniel Zen (PT) perder o seu mandato ainda que os votos do ex-candidato a deputado estadual Nil Figueiredo (PT), preso por suposta corrupção eleitoral, venha a ter a sua votação anulada em caso de condenação. Descartada, pois, a degola do Zen.

BOM PARA A DEMOCRACIA
A permanência do deputado Daniel Zen (PT), no próximo ano como oposição ao então governador Gladson Cameli é boa para a democracia e a certeza que teremos embates inteligentes no plenário da ALEAC. Zen é uma das gratas surpresas desta legislatura.

NÃO É
O que como jornalista eu espero para 2019, na Assembléia Legislativa, é que haja uma oposição ativa porque isso é bom para quem governa. Um governante não pode ficar adstrito aos que lhe batem palmas e desejam saúde ao mais leve bocejo. Imprensa é fiscalização.

PERÍODO MUITO RUIM
Os últimos vinte anos foram péssimos para a imprensa acreana, porque a maioria dos seus órgãos funcionou como um puxadinho do governo na área de comunicação. Não pode se repetir. Na parte que me toca na coluna, este não será um espaço atrelado ao próximo governo, como não foi ao atual.

CORPO MOLE
O que se nota na Assembléia Legislativa é um corpo mole da maioria dos deputados. Poucos comparecem e quando comparecem e se trata de votar projetos de interesse do governador somem do plenário. Principalmente, projetos que tragam conseqüências ao futuro governo.

PODEM ANOTAR
Na próxima legislatura a oposição vai caber num fusca. Podem anotar: apenas os deputados Daniel Zen (PT), Jonas Lima (PT), Edvaldo Magalhães (PT) e Jenilson Lopes (PCdoB) estarão na bancada da oposição. Falo de oposição na plenitude, não na base da meia boca e do muro.

TRAÍDOS PELA EMOÇÃO
Tenho colegas da imprensa que trabalham no sistema de comunicação do governo que são excelentes profissionais. Alguns foram traídos pela emoção e se transformaram em militantes políticos para serem agradáveis ao poder. Só que o poder não é eterno. Esqueceram o detalhe.

FALANDO EM IMPRENSA
Tenho também muitos colegas que na campanha se transformaram de jornalistas em cabos-eleitorais do candidato vencedor. Diria a estes que não esperem pegar cargos relevantes no próximo governo, pois, pelo que fui informado a ASSECOM será um departamento enxuto e ligado ao Gabinete Civil.

MARASMO DE FIM DE MANDATO.
A Assembléia Legislativa vive um marasmo de fim de mandato. Poucos deputados no plenário e o restante sem a mínima vontade de dar quorum para votar projetos enviados pelo governo. Não sei pelo andar da carruagem se o governador conseguirá aprovar a sua prestação de contas. Há um sentimento grande de descontentamento com ele por parte dos deputados da FPA que perderam a eleição. São os suspiros finais de uma base governista esfacelada na última disputa. E o prenúncio do fim da FPA, uma aliança de partidos que depois de 20 anos perde o poder. Mas nada de novo, na política a renovação é inevitável. O povo coloca e o povo tira. A festa acabou. Fim da farra. E que venham os novos protagonistas.

Blog do Crica

Comendo mingau quente pela beirada

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DEVE SER levada a sério a possibilidade do deputado Jenilson Leite (PSB), vir a disputar o governo do estado, na eleição do próximo ano. 

A sua movimentação em todos os municípios, com reuniões, conversas, buscando aglutinação, é um indicativo de que está empenhado em construir alianças para a concretização de sua candidatura.  Some-se a isso o fato do seu nome não encontrar resistências na aliança dos partidos de esquerda, na qual é integrado. 

Quer se apresentar como o nome novo, cingindo ao meio a polarização entre as candidaturas do senador Sérgio Petecão (PSD) e do Gladson Cameli (PP) ao governo.  

O que deve mesmo balizar a sua decisão final serão as pesquisas eleitorais do próximo ano. E, enquanto seu lobo não vem, vai comendo até lá o mingau quente pelas beiradas.

LAMENTÁVEL E ASSUSTADOR

500 mil mortes por omissão do governo federal, que tratou a Covid-19, como uma “gripezinha”. O número é como se toda a população de Rio Branco tivesse morrido.

SALDO DO NEGACIONISMO

É O SALDO trágico do negacionismo da ciência.

CAVALO SEM SELA

A GRANDE oportunidade da secretária de Educação, Socorro Neri, sair do PSB, para o PP, por cima, foi antes da eleição municipal. Seria a candidata do PP a mais um mandato na PMRB, e o Bocalom não seria candidato. Era o cavalo selado. O cavalo de hoje de mudança é sem sela.

GRANDE PROTAGONISTA

TIVESSE a Socorro Neri entrado no PP para disputar a PMRB, como defendia o governador Gladson, poderia ter ganho a eleição e ser protagonista na disputa do próximo ano. Como secretária, em 2022, será só uma eleitora.

MARCANDO POSIÇÃO

O GOVERNO marcou posição com a sua ação na vacinação contra a Covid-19. Uma faixa no posto de imunização em frente ao Palácio Rio Branco, registrava ser a atividade a cargo da secretaria estadual de Saúde.

PEDIDO ENCAMINHADO

O deputado André da Farmácia, destronado do REPUBLICANOS, buscou no senador Márcio Bittar (MDB), um emissário para tentar se filiar ao MDB.

NINGUÉM VÁ SE ADMIRAR

NÃO É PARA ninguém se admirar se o senador Márcio Bittar (MDB), no próximo ano, aparecer filiado no mesmo partido em que o presidente Jair Bolsonaro se filiar.

GRANDE DESAFIO

O GRANDE desafio administrativo do governo Cameli não é nem a questão de recursos em caixa e os previstos, mas conseguir licitar as obras carimbadas em um tempo hábil.

CHAPA DE GENTE GRANDE

O PP poderá ter uma chapa para disputar vagas na Assembleia Legislativa, com nomes de peso como os deputados José Bestene, Gerlen Diniz, Whendy Lima, Nicolau Junior, e o vereador da capital, Rutênio.

SEM MUITA PREOCUPAÇÃO

O GRUPO do ex-prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales, não está muito preocupado em definir urgente a sua aliança para 2022. Sabe que o governador Gladson Cameli ou o senador Sérgio Petecão, na formação de suas chapas ao governo, vão bater na sua porta cedo ou tarde.

DNA DO ALAN

A RECUPERAÇÃO do Hospital João Câncio, em Sena Madureira, tem um DNA único: acontece por ação exclusiva do deputado federal Alan Rick (DEM), que destinou verbas de emendas parlamentares, e lutou pela obra.

ADAGA SOB A CABEÇA

O GOVERNADOR do Maranhão, Flávio Dino, deixou o PCdoB pelo PSB. Sabe que, se mantidas as atuais regras eleitorais a tendência da sigla comunista é a de sumir.

NÃO SÓ O PCdoB

SE nada mudar na legislação, não só o PCdoB, é natural que outros pequenos partidos venham também ser engolidos pelas exigências da Cláusula de Barreira.

DESAGUADOURO DOS DESPEJADOS

O PDT deve ser um dos desaguadouros para os deputados que estão sendo convidados a sair de seus partidos, ou porque acham que as suas siglas não farão legenda.

PERDERAM A MAJESTADE

A TOMADA do PODEMOS pelo ex-deputado Ney Amorim foi como um convite expresso, para os irmãos Railson e Raimundinho da Saúde, que comandavam a sigla, a tomarem o caminho da rua. E, é o que estão fazendo.

É BOM NÃO SE ASSANHAR

É BOM a direção regional do PSDB ir se afastando da aliança que apoiará a reeleição do presidente Jair Bolsonaro, no estado. Os tucanos terão candidato próprio a presidente, e não vão contemporizar qualquer desvio.

COBRAR DE QUEM ERROU

O GOVERNADOR Gladson tem de perder a mania de prometer corrigir erros de seus secretários, como na pintura de azul do reservatório de água da 6 de Agosto, e não colocarem em funcionamento um tomógrafo encaixotado no Hospital do Juruá, dizendo que pagará as despesas do próprio bolso. Tem de cobrar de quem errou.

MUITO MAIS ADIANTADO

COM A JUNÇÃO de esforços de equipes de saúde do estado e município, a vacinação avançou muito. Isso era para ter acontecido antes, e não se estaria hoje em pouco mais de 25% da população vacinada. 

FRASE MARCANTE

“É melhor ser dono de uma moeda do que escravo de duas.” (Ditado grego)

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Blog do Crica

As mulheres do Senado

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QUE ME LEMBRE, no Acre, será a primeira vez que três mulheres estarão sendo candidatas a um mandato no Senado. Isso é muito bom, porque a um tempo não muito distante, era raro os partidos conseguirem ter mulheres disputando cargos majoritários, como o Senado.

Nem tanto por omissão, mas porque estes espaços eram territórios dominados pelos candidatos homens.  Quem primeiro quebrou este ciclo, se elegendo senadora pelo estado, foi a médica Laélia Alcântara (MDB).  Depois veio a ambientalista Marina Silva (PT). Então, quando se vê a senadora Mailza Gomes (PP), buscando mais um mandato; a deputada federal Vanda Milani (PROS), com a candidatura posta para a única vaga do Senado, e a professora Márcia Bittar (sem partido), entrando no jogo na busca de ser senadora, é para dar um viva às mulheres.

A lembrar que, o eleitorado acreano é majoritariamente feminino. O mais importante de tudo é que, são três mulheres com a qualificação. Com isso, ganha a política e o eleitorado, com mais opção de voto. 

APOIO CERTO

NÃO ARRISCO dizer se a prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, deixará o PT. Mas arrisco que, para deputado federal não apoiará ninguém do PT, nada mais natural que venha apoiar a Federal, o namorado Israel Milani.

SALDO MÓRBIDO DA “GRIPEZINHA”

O BRASIL já beira as 500 mil mortes pela Covid-19. É o trágico saldo mórbido da “gripezinha,” cantada pelo presidente Bolsonaro. E, há que aplauda o negacionismo.

COLOCAÇÃO LÚCIDA

O DEPUTADO Edvaldo Magalhães (PCdoB) é um político centrado. Considera que o governador Gladson não se encontrou ainda no foco da gestão, mas que acertou ao ficar ao lado da ciência no combate à pandemia, fugindo do negacionismo do Bolsonaro. Magalhães não é radical.

MEU PIRÃO PRIMEIRO

A SECRETÁRIA de Educação, Socorro Neri, conseguiu a  demissão dos antigos ocupantes de cargos de confiança na pasta, e substituiu por nomes da sua gestão na PMRB.

MAIS PRESTIGIADA

A SOCORRO NERI está entre os secretários estaduais com maior prestígio junto ao governador Gladson Cameli.

SEM OPÇÃO DO EQUILÍBRIO

A RECENTE pesquisa do instituto Paraná mostrou Lula e Bolsonaro empatados tecnicamente. E não será outro o cenário da próxima eleição, que terá como protagonistas, os radicais membros das seitas bolsonarista e lulista.

BATEU COM A COLUNA

NA PRIMEIRA reunião dos partidos de esquerda, acontecida esta semana na capital, o PT pôs na mesa do debate, o nome do Jorge Viana de opção ao Senado. Bate com que o BLOG publicou, que não disputará o governo.

VAI FICAR NISSO

O PRINCIPAL apelo que o ex-senador Jorge Viana (PT) tem recebido nas suas andanças e reuniões, é que dispute o governo. Vai ficar nisso, o seu foco mesmo é o Senado.

GRANDE TORCIDA

O EX-SENADOR JORGE VIANA é cauteloso nas declarações, mas não é preciso entender muito de política, para vislumbrar que ele torce para que se confirme as cinco candidaturas postas até aqui ao Senado, dividindo os votos no grupo palaciano, para correr por fora.

OLHAR OTIMISTA

PARA quem acompanha as eleições no Acre há bastante tempo, basta dar uma olhada na chapa do PSL para a Câmara Federal, para ver que não será fácil eleger um deputado. Não há nomes de forte densidade eleitoral.

ELEIÇÃO É ELEIÇÃO

PODE SER que os nomes da chapa do PSL venham a surpreender e obter votação expressiva, e elejam um deputado federal, política nem sempre segue a lógica.

AO PÉ DA LETRA

A CANDIDATA ao Senado, Márcia Bittar, tem seguido ao pé da letra o mantra de que, para cargo majoritário tem que se viabilizar, aglutinar, por isso caiu em campo para buscar aliados. Márcia, terá como certo o PTB-PSL-MDB-REPUBLICANOS, no seu palanque no próximo ano.

PASSAR CHUVA

SEM DISCUTIR a qualificação profissional do Coronel Ulysses Araújo, mas a sua nomeação para Diretor na Secretaria de Segurança, não vai acrescentar nada, pelo pouco tempo que vai ficar. Como candidato a deputado federal, terá de deixar o cargo em abril do próximo ano.

NÃO GOSTOU NEM UM POUCO

POLÍTICO próximo ao governador Gladson Cameli contou que, ele não gostou nem um pouco de não ver ninguém do seu grupo no desenho do comando regional do PP.

FORA O DESENHO

ESPERAVA ver alguém do seu grupo pelo menos na vice-presidência, e acabou vendo o fortalecimento do prefeito Bocalon, que abiscoitou a vice-presidência, e apoiará o senador Sérgio Petecão (PSD), na eleição a governador.

GRUPO FORTALECIDO

O GRUPO que mais se fortaleceu dentro do PP, foi o da senadora Mailza Gomes (PP), que foi guindada novamente à presidência, e com carta branca para 2022.

NOME PALATÁVEL

O QUE SE OBSERVA dentro do PSD, é que o nome do professor Minoru Kinpara é altamente palatável, sem restrições, para ser candidato ao Senado pelo partido.

ASSUNTO PARA 202

MAS, este é um assunto que o senador Sérgio Petecão (PSD) deixou para bater o martelo dentro do seu grupo, nas discussões de 2022. Até lá, o PSD não toca no assunto vice e senador, na chapa do Petecão para governador.

JUSTIÇA DERRUBARIA

O VETO parcial do governador Gladson ao projeto aprovado na ALEAC, para contratar médicos formados no exterior, tem sentido jurídico. Por diversas vezes a justiça federal derrubou contratações de médicos sem CRM.

SERÁ JUDICIALIZADO

O BLOG tem a informação de que, mesmo que o governador Gladson sancione o projeto na parte central, que autoriza a contratação de médicos formados no exterior com passagem em programas do governo federal, ainda assim o CRM vai para a justiça contestar.

DEPENDE DELA

PERGUNTEI ontem a um Cardeal expressivo do MDB, se o partido encamparia a opção da deputada federal Jéssica Sales (MDB), de vice na chapa do governador Gladson Cameli. Resposta pragmática. “Depende dela, se quiser, o partido estará fechado com ela”, pontuou ao BLOG.

PANOS PARA MANGAS

A QUESTÃO da escolha do vice e do candidato a senador   dará muito pano para as mangas ao Gladson, até resolver. Não haverá solução que não passe por nenhum dos postulantes às duas indicações, de não sair magoado.

DISPUTA SEM FAVORITO

A DISPUTA entre o Gladson Cameli e o Sérgio Petecão, para o governo, não tem amplo favorito. Estar no poder, não é decisivo numa candidatura majoritária. O Gladson era oposição e derrotou o Marcus Alexandre, o candidato do governo do PT. A Socorro Neri, apoiada pelo governo, e no cargo de prefeita, não conseguiu novo mandato. Eleição majoritária costuma se decidir na empatia dos candidatos com o povão. E, com um dado: o Gladson e o Petecão, se mexem bem no contato corpo a corpo.

CONTINUA TUCANA

A DEPUTADA FEDERAL Mara Rocha (PSDB) continua filiada ao partido, e nada impede de mais na frente se recompor com a direção nacional, e continuar na sigla. Em política, o impossível de hoje, é o possível amanhã.

DESFALQUE NA LEGENDA

A DEPUTADA Meire Serafim (MDB) causará uma lacuna na legenda do MDB, a se confirmar a saída do partido. Foi a mais votada parlamentar na última eleição à ALEAC.

ANCORADO EM PAU QUE DÁ SOMBRA

O PREFEITO Mazinho Serafim, que deve deixar o MDB e ser candidato a deputado federal pelo PSD, terá o apoio certo de dois prefeitos: Tanízio de Sá (Manuel Urbano), e Tamir de Sá (Santa Rosa). E pode ter ao seu lado, o prefeito Olavinho, de Acrelândia.

FRASE MARCANTE

“O dinheiro só se torna útil quando você se livra dele.” (Evelyn Waugh).

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Pequenos partidos querem deputados fora

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UM FATO político que está mexendo com os deputados estaduais, é a decisão dos partidos pelos quais foram eleitos, de pedir para que deixem suas siglas, porque não terão legenda para disputar a reeleição. É que, como forma de atrair candidatos para formar uma chapa completa para a ALEAC, já que estão vetadas as coligações proporcionais, não querem ninguém de mandato em suas chapas. 

O REPUBLICANOS já avisou ao deputado André da Farmácia (REPUBLICANOS), que não terá vaga no partido para buscar a reeleição e que, deve sair. O mesmo aconteceu com o PTB, que deu o mesmo tipo de aviso para o deputado Marcos Cavalcante (PTB). 

O deputado Pedro Longo (PV), se antecipou e estuda convites para se candidatar por outros partidos. O deputado Wendy Lima (PSL) deve se abrigar no PP. O PSD do senador Sérgio Petecão é outro que fechou a porta para a entrada de deputados na sua chapa para a ALEAC. 

O quadro que se vislumbra é de que os deputados que estão sendo intimados a deixar os seus partidos, se juntem todos numa mesma chapa, para procurar se salvar. O PP e o PDT são os partidos mais visados.

PONTOS A CONSIDERAR

NINGUÉM é imune, nem pode ser, seja grande ou micro o produtor, a sofrer uma fiscalização pelo MAPA e IDAF. A lei é igual para todos. O que pode ser contestado é o aparato com o Exército nas ações realizadas. E, somente.

NOME NO JOGO

DAVID HALL, pelo CIDADANIA, será mais um candidato a governador, na eleição do próximo ano. Vai se somar às candidaturas do Gladson, Petecão, e do Jenilson Leite.

O RESTO É COM O ELEITOR

O PSL conseguiu montar uma chapa com doze nomes para deputado federal. Quase todos passaram pelas urnas sem sucesso. Cada eleição é uma eleição. Mas, o PSL conseguiu um feito pelo qual os partidos grandes lutam para montar a sua chapa para Federal. O resto é com o eleitor.

SERIA JOGAR FOLHA

O GOVERNADOR Gladson está conseguindo fazer bem a travessia da pandemia. Pelo menos, não foi omisso nas ações de combate ao Covid. Querer imitar o Bolsonaro, abolindo o uso de máscaras, será toldar este trabalho.

PROCURAR OUTRO TERREIRO

O DEPUTADO Marcos Cavalcante (PTB) foi convidado pela direção do PTB a procurar outra sigla para disputar a reeleição. O PTB não vai aceitar nenhum parlamentar na sua chapa que vai disputar vagas na ALEAC.

LADO NA POLÍTICA

O LEITOR tem o direito de gostar ou não do trabalho político do ex-senador Jorge Viana (PT) e do senador Márcio Bittar (MDB). Mas ambos têm algo em comum e positivo na política: ter lado e defender suas convicções.

GRANDE INTERROGAÇÃO

O Gladson dá como certo ter os prefeitos Isaac Lima (PT), Fernanda Hassem (PT) e Jerry (PT), no seu palanque, na eleição do próximo ano. O deputado Leo de Brito (PT) nega a debandada, e diz ser balela. Aguardar 2022.

CALADO POR RESPOSTA

ATÉ O MOMENTO, os prefeitos petistas acima citados, não se pronunciaram a respeito da especulação.

BEM ANCORADO

O SECRETÁRIO do Meio Ambiente, Israel Milani, vai para a disputa de deputado federal ancorado numa chapa com apoio de vários prefeitos, e da candidatura da mãe ao Senado, deputada federal Vanda Milani (PROS). Não deve entrar para fazer número, mas para disputar com chance.

ALIANÇA AMPLA

PTB-REPUBLICANOS-PROS-PSL-MDB-SOLIDARIEDADE e PP, devem compor a aliança que vai apoiar o governador Gladson na sua campanha de reeleição, no próximo ano.

CENÁRIO PROVÁVEL

A OPOSIÇÃO não vai pôr nas reuniões que vão se seguir este ano, no debate sobre a eleição de 2022, os nomes para governador, vice e senador. Mas, não deve fugir do provável cenário: Jenilson Leite (PSB) governador, e Jorge Viana (PT) para o Senado. Não vejo outra luz no túnel.

HENRIQUE AFONSO

É, o nome mais falado para disputar a eleição de 2022 para deputado federal, pelo grupo que elegeu o prefeito Zequinha a prefeito de Cruzeiro do Sul.

NICHOS DIFERENTES

A PRINCIPAL disputa para deputado federal no Juruá vai se dar entre o nome a ser apoiado pelo deputado Nicolau Junior (PP) e prefeito Zequinha (PP), e o grupo do ex-prefeito Vagner Sales, com a deputada federal Jéssica Sales (MDB). Ambos possuem nichos eleitorais distintos.

NÃO É INGÊNUO

O Gladson pode até acenar para ter o apoio do prefeito Tião Bocalom à sua reeleição. Mas, não é ingênuo: sabe que o Bocalom vai em 2022 de Sérgio Petecão (PSD).

BARRA PESADA

TENHO ouvido de vários dirigentes políticos que está sendo uma barra montar chapas próprias completas para a Câmara Federal e ALEAC. Principalmente, achar mulheres candidatas para fechar a cota fixada em lei.

GANHOU A POPULAÇÃO

POSITIVA, a luta do vereador Emerson Jarude (MDB), para que a prefeitura ampliasse o volume de vacinação, que estava a passos lentos. E, a secretária municipal de Saúde, ao acatar a proposta, fugiu do sectarismo do debate inócuo, montando um mutirão de imunização, para sábado e domingo. Ganhou o povo e a saúde pública.

PODE PEDIR VOTOS

TENHO ACOMPANHADO o trabalho do deputado federal Alan Rick (DEM), é pelo que se tem lido de suas ações, faz o segundo mandato tão ativo quanto o primeiro. O que o credencia a pedir votos, para a reeleição ou Senado.

CAMINHO TRAÇADO

O PREFEITO DE SENA MADUREIRA, Mazinho Serafim, deve mesmo deixar o MDB para ser candidato a deputado federal pelo PSD. O mesmo deve acontecer com a sua mulher, deputada Meire Serafim (MDB), indo para o PSD.

ELEIÇÃO DOS EXTREMOS

EXTREMA esquerda com o Lula (PT), e extrema direita com o Bolsonaro. Não há ainda nenhum sinal que, um nome alternativo ao presidente, quebrará a polarização.

BESTENE CALADO

O SILÊNCIO do deputado José Bestene (PP), um nome influente dentro do PP, sobre a eleição do próximo ano, faz sentido. Experiente, sabe que a decisão de fato sobre as composições majoritárias, só acontecerá em 2022.

MUITO ATUANTES

NESTES primeiros seis meses de mandato pode-se destacar como tendo boa atuação na Câmara Municipal de Rio Branco, os vereadores Emerson Jarude (MDB), Michele Melo (PDT), Arnaldo Barros (PODEMOS), Adailton Cruz (PSB) e Fábio Araújo (PDT). Todos eles, ativos.

CANDIDATURA SOLO

PELO QUE TENHO ACOMPANHADO, só por um ponto fora da curva, o grupo da oposição, principalmente, o PT, não deve abrir mão da candidatura do Jorge Viana (PT) a senador, para apoiar Sanderson Moura (PSOL). Pelo visto, o preparado Sanderson, terá de sair em carreira solo.

QUANDO MARÇO CHEGAR

QUANDO março de 2022 chegar, que é o mês para as desincompatibilizações de cargos de confiança, se terá uma noção de quem fica ou deixa o governo para ser candidato. O quadro só ficará claro completamente, quando abrir a janela eleitoral para troca de partidos.

FRASE MARCANTE

“O início de um hábito é como um fio invisível, mas a cada vez que o repetimos, o ato reforça o fio”. (Sweet Marden).

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Blog do Crica

A teia de aranha do Senado

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O GOVERNADOR GLADSON CAMELI se move numa teia de aranha para a escolha de quem será o candidato ao Senado, que vai compor a sua chapa para a reeleição, no próximo ano. Tem que se esgueirar com muita habilidade e prudência para não ser enredado nesta teia.

 A recondução da senadora Mailza Gomes (PP) para a presidência do PP; com carta branca da direção nacional, e com um complemento inesperado, o do nome do prefeito Tião Bocalom (PP) de seu vice, é a mesma composição que brecou na eleição municipal, o governador Gladson de levar o partido para apoiar a candidatura da ex-prefeita Socorro Neri a mais um mandato na PMRB. Traduzindo para o popular: sem o comando partidário, fica difícil, do Gladson levar o PP para apoiar uma outra candidatura a senador, que não seja a da senadora Mailza. Só que, a coisa não é tão simples assim na formatação de uma chapa majoritária. 

Nesta teia tem a candidatura da professora Márcia Bittar (sem partido), ancorada no apoio do MDB, PTB, PSL, e REPUBLICANOS, e como suporte o apoio do ex-marido e senador Márcio Bittar (MDB), que tem carreado fartos recursos extras ao estado. Há ainda as candidaturas de dois aliados fiéis no parlamento federal, que são o deputado federal Alan Rick (DEM) e a deputada federal Vanda Milani (PROS).

 A equação para sair desta teia não é de fácil solução para o governador Gladson Cameli, e por um motivo forte: quatro candidatos aliados para uma única vaga de Senado. Solução? É assunto para Sherlock Holmes.

JV PARA O SENADO

CONVERSEI ontem com um cardeal petista sobre a discussão da participação da sigla na chapa majoritária. Disse ser consenso no PT ter o Jorge Viana ao Senado.

FORA DE COGITAÇÃO

CONSIDEROU que o assunto pode até ser discutido no âmbito dos partidos da esquerda, mas não vê como o Jorge Viana abrir mão para a candidatura do advogado Sanderson Moura a senador.

NOME SIMPÁTICO

DENTRO da composição dos partidos de esquerda, há uma simpatia grande, pela candidatura do deputado Jenilson Leite (PP) para disputar o governo em 2022.

NÃO PASSA PELA VONTADE

NÃO PASSA pela boa vontade ou má vontade do governador Gladson Cameli atender as pautas dos grevistas da Saúde e da Educação. Qualquer ato vai passar pelo teto da Lei de Responsabilidade Fiscal.

OUTRO COMPONENTE

HÁ ainda um outro componente neste cenário. O governo não pode praticar nenhum ato que possa configurar não pagar a folha em dias. Complicada a situação do governo.

EXTREMAMENTE JUSTAS

QUANTO o que reivindicam os profissionais da Saúde e os professores estaduais, são pautas extremamente justas. Não estão fazendo greve por política, mas por direitos.

SEM MELINDRES

VOLTO a insistir que não será nenhuma diminuição de valor a secretaria municipal de Saúde, pedir o engajamento de quadros do estado, que ceda profissionais para ajudar a acelerar a vacinação na capital.

GANHA A POPULAÇÃO

QUEM GANHARIA com a medida seria a população, que seria mais rapidamente vacinada, e assim, se evitaria que mais óbitos possam vir a acontecer pela não imunização.

VEM MESMO COM A JÉSSICA

UMA BOA FONTE DO MDB disse ontem ao BLOG que, caso a deputada federal Jéssica Sales (MDB) apresente o seu nome como opção para vice na chapa do governador Gladson, o partido vai sim referendar a sua indicação.

NENHUMA DÚVIDA

NÃO TENHO nenhuma dúvida de que o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, estará no palanque do senador Sérgio Petecão (PSD), independente, de qualquer cenário.

NADA MAIS NATURAL

E, NADA será mais natural caso isso venha a acontecer, afinal, o senador Sérgio Petecão (PSD) foi o cabo-eleitoral número um da campanha de Tião Bocalom para a PMRB.

PAUTAS DO BOLSONARO

NA CAMPANHA, o Bolsonaro prometeu acabar com os aumentos abusivos dos combustíveis e gás de cozinha. Os preços dos combustíveis dispararam, e novo aumento no preço da botija de gás foi anunciado ontem. Aguentem!

OTIMISMO POLÍTICO

O SENADOR Márcio Bittar (MDB) esbanja otimismo quando fala na eleição do próximo ano ao governo. “O Gladson vai se reeleger governador no primeiro turno”.

DESGRAÇA PARA O ACRE

MÁRCIO BITTAR foi duro ontem no programa “Boa Conversa,” no ac 24 horas, com os governos petistas, que na sua visão levaram o estado ao caos econômico e população para a miséria. Além de impedir o desenvolvimento, fomentaram o atraso, atacou.

LEVA QUEM SE VIABILIZAR

SOBRE quem será o candidato a senador na chapa do governador Gladson, Márcio Bittar acentuou que, será o nome que se “viabilizar” nas pesquisas, e o que mais somar apoios.

ESCOLHIDA PELO BOLSONARO

DURANTE a entrevista, Bittar enfatizou ainda ser a Márcia Bittar, não só a sua candidata ao Senado, mas do presidente Bolsonaro, por quem foi convidada a se candidatar. Será candidata pelo partido do Bolsonaro.

ADEUS AO MDB?

CHAMOU atenção nas suas declarações uma fala em que pode ter sido um sinal claro de que, os seus dias de filiado ao MDB podem estar contados. “Se o Bolsonaro me convidar para ingressar no seu partido, não terei como recusar”, pontuou Márcio Bittar (MDB). Adeus prévio ao MDB?

MOSCA AZUL

UM AMIGO político que acompanhou a FPA desde a sua fundação, comentou ontem numa conversa com o BLOG, não ter dúvida de que o deputado Jenilson Leite (PSB) quer disputar o governo. “Foi picado pela mosca azul”, brincou.

FRASE MARCANTE

“Aquilo que desesperadamente procuramos pode ser aquilo que já possuímos”. (Harvey Cox).

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