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A política não deve ser a arte da sujeira: respeitem a Eliane

Esperava não ter que me posicionar sobre a sujeira na política. Esperava que a campanha para a prefeitura de Rio Branco acabasse num grande debate de idéias entre os candidatos. Mas ficou só na ilusão. Os ataques feitos na rede social à candidata a prefeita, deputada Eliane Sinhasique (PMDB), são do mais baixo nível possível. Merece não só meu repúdio, mas o repúdio de todos. Você pode não concordar politicamente com nada do que defende a Eliane, mas jamais atacar a sua honra como mulher e mãe de família. Não estamos em países em que ser mulher é ser de categoria inferior. O caso não é de política, mas de polícia, aonde o autor da barbárie tem de ser denunciado, para posterior punição pela justiça. Mesmo o seu adversário político, prefeito Marcus Alexandre (PT), quando Eliane era a vereadora mais crítica da sua administração, sempre manteve com ela uma relação de respeito. Vejo o episódio como um ato isolado insano. Seria o primeiro aqui a estar criticando e condenando o Marcus, se tivesse tido a mínima ingerência no triste caso. Não tem nenhuma. Zero! O autor é funcionário de uma repartição do governo, mas, pelo que consta não é filiado ao PT. E o ataque foi uma decisão pessoal e por ela deverá pagar. Vamos todos repudiar bem alto o ataque, mas não misturemos caso policial com caso político. Lamentável, lamentável, muito lamentável tudo isso. A política não deve ser nunca a arte da sujeira. Nosso respeito à mulher e mãe, Eliane Sinhasique.


Votar a favor é referendar ilegalidades
Nesta segunda-feira deverá começar o julgamento do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB) no plenário da Câmara Federal, que poderá redundar na sua cassação e a perda dos seus direitos políticos. Da bancada do Acre, o deputado federal Léo de Brito foi quem mais esteve envolvido na campanha pela cassação de Cunha, que se tornou, por causa do impeachment, inimigo visceral dos petistas. A posição do Léo tem que ser esta mesmo. Não tem que ser criticada. Ilógico seria votar pela permanência do parlamentar, com uma extensa lista de acusações de ilegalidades, é réu no STF, e a sua permanência atenta contra a política limpa. Dificilmente, Cunha escapará da cassação, porque do STF não escapará. Vamos ver como votarão os deputados federais do Acre da oposição; Flaviano Melo (PMDB), Major Rocha (PSDB), Jéssica Sales (PMDB) e Alan Rick (PRB). São votos que devem ser bem acompanhados.


A cara do “gargamel”
Um comentário na rede social me chamou a atenção. Fui conferir e não é que o candidato a prefeito de Plácido de Castro, Gedeon Barros (PSDB), é mesmo a cara do “Gargamel”, aquela figura do desenho animado que vivia a perseguir os Smurfs!. Piada sem nenhum demérito.


Campanha afinada
Deixando o humor de lado, o candidato a prefeito de Plácido de Castro, Gedeon Barros (PSDB), está conseguindo o que é difícil numa campanha majoritária: levar a candidatura num mesmo diapasão de crescimento do início à reta final. Só uma zebra grande poderá lhe derrotar.


Campanha curta a favorece
Claro que a unidade da oposição, com o candidato a prefeito Manoel Prete (PSDB), deixou o jogo mais equilibrado pela prefeitura de Brasiléia. Mas a vantagem é da Fernanda Hassem (PT), porque foi a vereadora mais votada, sempre esteve no campo e tem a memória eleitoral.


É altamente favorecida
Para quem já é uma política atuante, sempre na mídia, como a vereadora Fernanda Hassem (PT), uma campanha de tiro curto como esta lhe é altamente favorável. Seu adversário, Manoel Prete (PSDB) estava fora da política e terá pouco tempo para pulverizar o seu nome.


Uma disputa de canibais
A coligação PT- PSB tem seis vereadores : Graça da Baixada, Ismael, Rose Costa, Antonio Lira, professor Roger e Artêmio Costa. E os pesos-pesados Rodrigo Forneck, André Mansour, Jackson Ramos, Mamede Dankar, Socorro Lima, Lidiane Cabral e outros medianos.


Quem mais vai eleger
É até barbada se dizer que a coligação PT-PSB é quem mais elegerá vereadores na Capital.


Contra os trancos e barrancos
Contra a candidatura do Tião Flores (PSB) a prefeito de Epitaciolândia, a cúpula petista jogou pesado para que renunciasse, queria favorecer o candidato Marcos Fernandes (PT). Tião segurou o tranco e é hoje apontado até pelos adversários, como muito bem cotado na disputa.


Emplacará o tri
Marcos Fernandes (PT) é a terceira vez que disputa a prefeitura de Epitaciolândia. Nas duas anteriores perdeu por pouco. Poeta, Marcos, se perder esta, se dedique à fazer poemas.


Bisando a infantilidade
O Gladson Cameli (PP) seria senador porque tinha caído na graça do povo. Mas a propaganda infantil, tosca, da candidata Perpétua Almeida (PCdoB), na televisão, ridicularizando o Cameli, como “Riquinho”, só lhe afundou. A campanha da Eliane Sinhasique (PMDB) repete o erro.


Diretos na campanha
O casal, Márcio e Márcia Bittar, estão direto na campanha do filho João Paulo (PSDB) para vereador de Rio Branco. E não há dúvida de que conseguirão eleger o filho bem votado.


O vídeo castiga a falta de inteligência
Se você comparasse a atuação do então deputado federal Gladson Cameli (PP) e a da deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB), a comunista estava furos acima. Não exploraram. Sinhasique bisa a infantilidade, usando até a mesma tática do tolo quadro do “Riquinho”.


O cenário do juruá
Perguntei ontem a um amigo deputado, sobre o quadro do Juruá. Traçou o retrato: Ilderlei Cordeiro (PMDB) ganha em Cruzeiro do Sul; o Isac Lima (PT), em Mâncio Lima e o Zezinho Barbary (PMDB), em Porto Valter. Em Rodrigues Alves está embolado e, o Aldemir Lopes, se reelege prefeito de Marechal Taumaturgo. Só um ponto fora da curva modifica a análise.


O vento sopra a favor
No município de Manuel Urbano o vento continua a soprar a favor do candidato a prefeito Tanízio de Sá (PMDB). Tanízio é de uma família tradicional da região do Purus.


A qualificação é essencial
A primeira coisa que procuro ver num candidato a vereador é sua qualificação. A política deve ser exercida por pessoas cultas. Que me perdoem as incultas. Por isso, vejo como positiva a entrada na política de uma jovem como a Jéssica Monteiro (PMDB), concludente do Curso de Medicina, candidata a vereadora.  Precisamos de mulheres na política, mas preparadas!


Um PT sem arrogância
O prefeito Marcus Alexandre (PT) está mostrando às alas radicais do seu partido na campanha para a prefeitura de Rio Branco que, a era da arrogância, da petulância, do pisar nos parceiros, é coisa do passado. E que acabou o tempo do somos os “ungidos”, os “puros”, que “ninguém presta” do lado adversário, isso deve ser jogado no lixo. Não há mais lugar para o radicalismo.


Nunca deu certo
Quando se começa a partir para o ataque pessoal, como está acontecendo contra o candidato a prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim (PMDB), por parte dos seus adversários, é um claro sinal de desespero político. A lógica é que somente se bate no oponente que lidera.


Sempre perde
O candidato a prefeito que começa a partir para desmoralizar seu oponente costuma perder.


Melhor candidato
Até na opinião dos adversários, com o vereador Mirabor Leite (PMDB) na cabeça da chapa que disputa a prefeitura com a Teka Torquato (PP), seria mais forte. É que Mirabor seria neste caso o candidato com mais cara de oposição ao prefeito Rodrigo Damasceno (PT).


Mais destacados
Entre os partidos nanicos, os que conseguiram montar uma coligação forte foram o PDT e o PMRB, que têm duas vagas garantidas. Elzinha Mendonça, Sandra Asfury, Bety Pinheiro, Sandro, Junior Brana, Manuel Marcos, estão entre os nomes mais destacados da aliança.


Questão de DNA
Um dirigente do PCdoB tem uma explicação para o fator de todo o apoio da cúpula partidária estar voltado para eleger Eduardo Farias (PCdoB) vereador de Rio Branco: “ele tem DNA partidário e precisamos corrigir a distorção de não conseguirmos lhe reeleger deputado”.


Dupla filiação
A jornalista Lula Melo (PV), que vinha fazendo uma campanha alegre para vereadora da Capital, foi vetada no TRE-AC por dupla filiação. Foi um erro amador dos encarregados das filiações pelo PV, porque bastava ter tirado uma certidão antes do pedido de registro.


Nem uma ruela
O candidato a vereador pelo PSC, Evandro Cordeiro, reclama que nada do que foi lhe prometido pela direção do PR, com qual o PSC está coligado, lhe foi dado. O que tem conseguido de propaganda eleitoral é com amigos, mas garante que será eleito.


Contabilidade do PP
Na contabilidade do PP está eleger os prefeitos de Capixaba, Feijó, Senador Guiomard e Bujari


Apostando na periferia
O candidato a prefeito de Rio Branco, Raimundo Vaz (PR), joga todas as suas fichas em vir com uma boa votação da periferia para levar a disputa ao segundo turno, entre ele e o prefeito Marcus Alexandre (PT). Acredita piamente que joga Eliane Sinhasique (PMDB) ao terceiro lugar.


A religião e a política
O Padre e o Pastor evangélico têm o direito da livre escolha, como cidadãos, do seu candidato a prefeito, a vereador, governador, deputado e senador. Mas no momento que passa a exercer uma ação política é passível de críticas, porque assim é na democracia. Não tem essa de “ungido de Deus” para não ser criticado. A política é profana, não é uma Catedral, um Templo Evangélico. Assim como os ministros religiosos podem emitir as suas opiniões políticas, agindo como se fossem cabos-eleitorais, quem não concorda com eles pode exercer o poder da crítica. Que história é essa porque é Padre ou Pastor evangélico não pode ser contestado? Que conversa é essa? Quem não quiser ser retrucado fique restrito ao ministério da evangelização.


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