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Tentativa de assalto rendeu lucros para picolezeiro que virou refém

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Logo cedo pela manhã dessa sexta-feira (11) o picolezeiro Assis Ferreira Souza, 63 anos, compareceu à casa lotérica “Trevo da Sorte” para apanhar o carrinho de picolé que ficou retido na tentativa de assalto ocorrida ontem (10).

Assis que trabalha vendendo picolé nas proximidades do Estádio José de Melo, foi um dos primeiros reféns libertados durante a tentativa. Ele relatou que os assaltantes foram “educados” e “pacíficos”.

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Picolezeiro_in1“Eles anunciaram o assalto quando eu tava na porta da lotérica. Mandaram eu entrar com carrinho. Colocaram os reféns de um lado, pegaram os picolés, chuparam e ainda me pagaram. Minutos depois, pedi autorização para sair porque eu tinha que trabalhar. Eles liberaram e o carrinho ficou lá dentro”, relatou.

Questionado sobre o clima de tensão que passou, o picolezeiro disse que não sentiu medo. “Não tive medo, afinal, eu não devia nada a eles e nem eles a mim. Só fiquei meio nervoso quando eles quebraram a porta. Daí, eu pedi pra sair, eles liberaram e ainda me pediram desculpas”, respondeu.

Ele comentou ainda que o dono da Sorveteria exigiu o pagamento do prejuízo no valor estimado de R$ 150,00 reais. “Foi um prejuízo que não tenho condições de pagar. Falei ao dono da sorveteria que o carro ficou no assalto e não tinha como pega-lo. Eles me mandaram pagar sob ameaça de irem à delegacia. Eu respondi que poderiam ir na justiça porque nem eu ia pagar e nem os sorvetes iriam endurecer”, relatou mostrando os produtos descongelados.

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