Menu

Acre produziu 1.310 toneladas de polpa de açaí em 2013

Receba notícias do Acre gratuitamente no WhatsApp do ac24horas.​

Produto em pó poderá ser prodizido em breve por industria chineza na ZPE 

Muita gente sabe que o açaí é uma fruta rica em proteínas, fibras, vitaminas, além de uma boa quantidade de fósforo, ferro, cálcio e vários outros nutrientes. O que pouca gente sabe é que o açaí “solteiro”, nativo das florestas acreanas, é o que apresenta a maior quantidade dessas substâncias. Tanto, que o açaí local já começa a atrair investidores, que pensam em exportar para alguns mercados da Ásia e Oceania.

Anúncio

O secretário de Desenvolvimento Florestal, da Indústria, do Comércio e dos Serviços Sustentáveis (Sedens), Edvaldo Magalhães, recebeu a visita do empresário britânico, Robert Paterson, diretor da empresa Nu Fruits China, pertencente ao grupo Super Fruits Global, um dos maiores do mundo, neste ramo.

O interesse da empresa é se instalar na ZPE do Acre para produzir açaí em pó liofilizado, técnica desenvolvida pela NASA, e exportar para a China, Japão, Hong Kong, Tailândia, Nova Zelândia e Austrália.

“Até o ano passado não era permitido à comercialização do açaí na China, muita gente consumia, mas era produto comprado no comércio ilegal. Depois de muita luta conseguimos aprovação do produto no comércio chinês e agora queremos ser os pioneiros no comércio asiático”, explicou Robert Paterson.

Transformar a poupa do açaí em pó, não é novidade. Algumas empresas já desenvolveram essa técnica há alguns anos, e vendem o produto tanto em pó, como em cápsulas, concentrado e em barras.

Para os desenvolvedores da técnica, o açaí em pó tem vida mais longa nas prateleiras, é de fácil manuseio e de transporte, além de poder ser consumido de diversas formas, o que atrai maior número de consumidores. É esta nova técnica, que deverá se instalar em breve na ZPE acreana.

Segundo os consultores da empresa, somente este ano o Acre produziu 1310 toneladas de polpas de açaí, e que a maioria foi vendida para os mercados do sudeste brasileiro: Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

O projeto para construção e instalação da empresa, custa em torno de R$ 5 milhões. A ideia é que depois de aprovado pelo Ministério da Indústria e Comercio Exterior (MDIC), cerca de cinco meses depois a indústria já esteja pronta, para aproveitar a próxima safra.

Siga o ac24horas no Google Notícias e seja o primeiro a saber tudo que acontece no Acre

Seguir no Google

Veja também

Newsletter

Fique por dentro do que acontece no Acre

Receba em primeira mão as notícias mais importantes do estado direto no seu e-mail. Política, economia, segurança e tudo que impacta a vida dos acreanos.