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“Não queremos substituir a polícia e sim uma parceria”

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A procuradora-geral de Justiça Patrícia de Amorim Rêgo disse que não há lugar mais apropriado para discutir a PEC 37 do que o Parlamento, por isso, sugeriu que o ato público fosse realizado na Assembleia Legislativa. Para a chefe do MP/AC, é preciso fazer um debate com a sociedade sobre o tema e esclarecer sobre os prejuízos da PEC para a população. “Hoje, no Brasil, muitos órgãos investigam as infrações penais, mas com a aprovação da PEC ficarão impedidos de investigar. Não estamos aqui para fazer defesa das nossas prerrogativas porque essa proposta não afeta apenas o Ministério Público, mas várias instituições. Não queremos substituir a polícia, mas trabalhar em parceria. Não podemos trabalhar isoladamente enquanto o crime se organiza. Temos que nos unir”, ressaltou.

Patrícia Rêgo declarou também que o momento requer do Ministério Público reflexão e autocrítica. “Devemos pensar sobre os limites de atuação da instituição, mas a pauta em discussão proposta nessa PEC é outra, que no nosso sentir, depõe contra a sociedade e enfraquece a República Brasileira”, disse.

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