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Perpétua culpa governador Gladson pelo Acre ter elevado nível de pobreza

Foto: reprodução/divulgação
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A ex-deputada federal do Acre Perpétua Almeida, atual diretora da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – ABDI, culpou o governador do Acre Gladson Cameli e gestores municipais pelo aumento da pobreza e extrema pobreza no estado, que foi confirmada por dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE com base em levantamento divulgado hoje (25) pelo ac24horas.

De acordo com Perpétua, o presidente Lula tem somado esforços para diminuir o problema da fome em todo Brasil, mas cabe ao estado e às prefeituras trazer o resultado dos investimentos para a mesa da população acreana. “Em todos os estados a pobreza diminuiu já no primeiro ano de governo Lula. No Acre, comandado pelo governador Gladson, a fome aumentou. Lula não pode ser presidente da República, governador e prefeito. Cada um cuide de sua responsabilidade”, disse Almeida.

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A ex-deputada ainda pontuou que o Governo Federal tem feito mais investimentos no Acre do que em muitos outros estados, o que, para ela, corrobora que o problema da fome no estado é em consequência das más gestões dos recursos. “O governo de Gladson Cameli do Acre precisa fazer a parte dele e cuidar dos mais pobres”, afirmou Perpétua.

O Acre foi o único estado do Brasil em que a pobreza cresceu de 2022 para 2023, enquanto em 25 estados e no Distrito Federal a taxa registrou queda atingindo seu menor nível desde o início da série histórica em 2012. O índice nacional passou de aproximadamente 32% em 2022 para 27,5% no ano seguinte, segundo o Instituto Jones dos Santos Neves, do Espírito Santo. As informações têm como base o levantamento sobre rendimentos, divulgado semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE.

Na contramão do crescimento econômico do restante do país, a pobreza aumentou no Acre de 51,1% em 2022 para 51,55% em 2023. É considerada em situação de pobreza uma pessoa que vive com até R$ 664 por mês.

Ao avaliar o índice de extrema pobreza, ou seja, que vivem com menos de R$ 208,00 por mês, o estudo do IBGE demonstrou que o maior indicador também foi o do Acre, onde as estatísticas mostram que 13,2% da população se encaixava no perfil em 2023. Maranhão (12,2%) e Ceará (9,4%) estão em segundo e terceiro lugar entre os estados que tiveram os piores números, respectivamente.

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