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Com aliança ampliada, Bocalom é favorito 

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DIZER QUE a eleição de segundo turno é uma nova eleição, é mera figura de retórica. Aplica-se apenas ao fato de ter que se ir votar novamente. Conta e conta muito, a vantagem obtida por um candidato que venceu o primeiro turno liderando com folgada margem de votos. É o caso do candidato a prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PP), que chega ao turno final com 47 mil votos de diferença sobre a candidata adversária, prefeita Socorro Neri (PSB). A tendência natural de quem votou no Bocalom é repetir este voto. Foram votos de escolha final, de convicção, difíceis de serem mudados. A este nicho deve ser somado que Bocalom é quem ganhará mais aliados. O senador Márcio Bittar (MDB) foi o primeiro a se manifestar, prometendo o seu apoio. Já conversou com o PL da ex-deputada federal Antonia Lúcia; com o pastor Manuel Marcos, do REPUBLICANOS, e com o ex-candidato do MDB, deputado Roberto Duarte (MDB), para formarem na aliança. Bittar promete que irá moldar uma frente única em torno do candidato do PP à PMRB. O PSDB e o PSL devem anunciar esta semana sua adesão a candidatura de Bocalom (PP). Por todo este quadro, não demais se colocar a candidatura do Tião Bocalom (PP), como a favorita para vencer o último turno. Porque são assim que os números se apresentam.

UMA MISSÃO DIFÍCIL

A CANDIDATA Socorro Neri (PSB) terá uma missão mais árdua de vencer o segundo turno do que ter chegado nele. Além da diferença ampla de 47 mil votos a favor do seu adversário, não terá muito campo para ampliar o número de partidos aliados que já teve no turno inicial. A maioria deve se juntar ao candidato Bocalom (PP). E conspira contra ela que, teremos apenas 12 dias de campanha até o dia da votação. Um quadro nada animador.

MUITO A ARRUMAR

E, na campanha da prefeita Socorro Neri (PSB) se terá muita coisa a ser melhorada, do que para se comemorar. A sua coordenação política fracassou, o seu programa eleitoral foi ruim, e a sua campanha foi padrão, sem emoção da militância.

NÃO SE FALA DE DESASTRE

E NÃO ESTAMOS falando de uma candidata que foi um desastre como prefeita da capital. Estamos falando de uma gestora sem mácula, e que deixou as finanças municipais saneadas. O que pesa contra ela é que, não se preparou politicamente para disputar um novo mandato. Não foi uma candidatura planejada com antecedência. Faltou à Socorro Neri (PSB) este foco.

NADA DIFERENTE

ENTÃO, não há nada diferente a ser pincelado para o segundo turno. Teremos um Tião Bocalom (PP) com 47 mil votos de vantagem, que precisam ser tirados pela candidata Socorro Neri. Em tese, o Bocalom teria que perder dois mil votos por dia.

O GRANDE DERROTADO

NÃO HÁ COMO ESCAMOTEAR, o grande derrotado da eleição municipal foi o grupo do vice-governador Major Rocha (PP) e da sua irmã e deputada federal Mara Rocha (PSDB). O seu candidato à PMRB, Minoru Kinpara (PSDB) acabou em terceiro lugar, e não conseguiu eleger o irmão Pang Rocha (PSDB) a vereador. É uma lição para uma reflexão. A de que ninguém é dono de votos.

POLÍTICA SE FAZ JUNTANDO

ESTA BRIGA com o governador Gladson foi desfavorável ao grupo dos Rochas, que perdeu todo os espaços no governo, e só lhe restou o papel de franco atirador. Precisa pensar novas estratégias se não quiser chegar em 2022 de mero coadjuvante. 

LUA DE FEL

NA POLÍTICA se repactua, mas não vejo horizonte propício para que volte a lua de mel; que virou lua de fel, entre o governador Gladson e seu vice Rocha, a briga foi para o campo do pessoal.

DESASTRE VERMELHO

OUTRO DESASTRE na eleição municipal em Rio Branco, que é o maior colégio eleitoral do estado, foi o do PT. Seu candidato a prefeito, deputado Daniel Zen (PT), teve meros 7 mil votos. E não conseguiu eleger um único vereador. No poder, até a coruja tem olhos pequenos. Fora do poder, os olhos da coruja são enormes.

O PODER É AFRODISÍACO

OUVI a frase do título acima do saudoso ex-deputado Hermelindo Brasileiro (PDS). No poder, todos queriam se juntar á mesa do banquete do PT, chegaram a eleger postes. Fora do poder, figuras que ocuparam cargos importantes no governo petista, se afastaram e passaram a cuspir no prato que comeram.

NENHUM IMPORTANTE

O PT ficou com quatro prefeituras, nada que possa ser visto como importante, como base para a eleição de 2022. Assis Brasil, Mâncio Lima, Brasiléia e Xapuri, são pequenos colégios eleitorais.

AO NICOLAU, O QUE É DO NICOLAU

AO GOVERNADOR Gladson Cameli deve se dar o mérito de ter vencido no segundo colégio eleitoral do Acre, Cruzeiro do Sul. Mas não se pode deixar de comentar neste contexto o papel do deputado Nicolau Júnior (PP), que foi o grande engenheiro da aliança de partidos que apoiaram o candidato Zequinha (PP).

ERA O ESPERADO

A VITÓRIA da prefeita Fernanda Hassem (PT), em Brasiléia, deve ser debitada à sua boa avaliação como gestora, estar no poder, e ser política. Não pode ser considerada como uma vitória do PT, mas como conquista pessoal. O resto é figuração.

DERROTA

O SOLIDARIEDADE pode ser incluído na lista dos derrotados desta eleição municipal. Não elegeu um prefeito. Sua derrota mais emblemática foi para prefeitura de Senador Guiomard.

NÃO ERA O QUE ESPERAVA

O MDB teve um resultado abaixo do que esperava a sua direção. Elegeu prefeito de apenas uma cidade com peso eleitoral, o Mazinho Serafim (MDB), em Sena Madureira; o restante onde venceu foi em colégios eleitorais pequenos: Santa Rosa, Porto Walter, Manuel Urbano e Acrelândia. E não foi bem nos dois maiores polos eleitorais: Cruzeiro do Sul e Rio Branco.

CAÇAMBADA ESPERADA

O PREFEITO Mazinho SERAFIM deu uma caçambada de votos no deputado Gerlen Diniz (PP), mas isso já era jogo decidido.

BALÃO FURADO

COMENTEI neste BLOG de que, a candidatura do sargento Adonis (PSL), era como um balão furado, e que iria se esvaziar na reta final, com a arrancada dos grupos do PP e MDB, e foi o que aconteceu. A sua candidatura acabou esmagada em CZS. Mas saiu maior do que entrou, por ter tido uma votação razoável.

TRIPUDIAR NÃO É VIRTUDE

A POLÍTICA tem sempre o dia seguinte, e esse é imponderável. Por isso, foi um fato negativo e emocional, discursos de políticos influentes do Juruá tripudiando sobre a derrota do grupo do ex-prefeito Vagner Sales. Tripudiar sobre derrotados não é uma virtude, mas uma atitude arrogante, que pode custar um preço em eleições futuras.

ALAN RICK PODE COMEMORAR

O DEPUTADO FEDERAL ALAN RICK (DEM) pode comemorar. Pegou um partido em frangalhos, com quatro vereadores, e saiu da eleição municipal com 18 vereadores eleitos, 1 prefeito, e com 17 diretórios com as contas aprovadas. Sem falar que faz um mandato positivo. E não fez o Abdias da Farmácia (DEM) prefeito de Tarauacá, porque o Gladson não entrou na sua campanha, como tinha sido acertado com o DEM.

MAIS DO QUE NATURAL

PERGUNTEI ontem a um importante petista como será o partido no segundo turno. Resposta: -votar no Bocalom de nariz tapado.

FRASE MARCANTE

“NA POLÍTICA, dinheiro na mão é vendaval, e não solução”. Frase da política mineira.

Blog do Crica

A teia de aranha do Senado

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O GOVERNADOR GLADSON CAMELI se move numa teia de aranha para a escolha de quem será o candidato ao Senado, que vai compor a sua chapa para a reeleição, no próximo ano. Tem que se esgueirar com muita habilidade e prudência para não ser enredado nesta teia.

 A recondução da senadora Mailza Gomes (PP) para a presidência do PP; com carta branca da direção nacional, e com um complemento inesperado, o do nome do prefeito Tião Bocalom (PP) de seu vice, é a mesma composição que brecou na eleição municipal, o governador Gladson de levar o partido para apoiar a candidatura da ex-prefeita Socorro Neri a mais um mandato na PMRB. Traduzindo para o popular: sem o comando partidário, fica difícil, do Gladson levar o PP para apoiar uma outra candidatura a senador, que não seja a da senadora Mailza. Só que, a coisa não é tão simples assim na formatação de uma chapa majoritária. 

Nesta teia tem a candidatura da professora Márcia Bittar (sem partido), ancorada no apoio do MDB, PTB, PSL, e REPUBLICANOS, e como suporte o apoio do ex-marido e senador Márcio Bittar (MDB), que tem carreado fartos recursos extras ao estado. Há ainda as candidaturas de dois aliados fiéis no parlamento federal, que são o deputado federal Alan Rick (DEM) e a deputada federal Vanda Milani (PROS).

 A equação para sair desta teia não é de fácil solução para o governador Gladson Cameli, e por um motivo forte: quatro candidatos aliados para uma única vaga de Senado. Solução? É assunto para Sherlock Holmes.

JV PARA O SENADO

CONVERSEI ontem com um cardeal petista sobre a discussão da participação da sigla na chapa majoritária. Disse ser consenso no PT ter o Jorge Viana ao Senado.

FORA DE COGITAÇÃO

CONSIDEROU que o assunto pode até ser discutido no âmbito dos partidos da esquerda, mas não vê como o Jorge Viana abrir mão para a candidatura do advogado Sanderson Moura a senador.

NOME SIMPÁTICO

DENTRO da composição dos partidos de esquerda, há uma simpatia grande, pela candidatura do deputado Jenilson Leite (PP) para disputar o governo em 2022.

NÃO PASSA PELA VONTADE

NÃO PASSA pela boa vontade ou má vontade do governador Gladson Cameli atender as pautas dos grevistas da Saúde e da Educação. Qualquer ato vai passar pelo teto da Lei de Responsabilidade Fiscal.

OUTRO COMPONENTE

HÁ ainda um outro componente neste cenário. O governo não pode praticar nenhum ato que possa configurar não pagar a folha em dias. Complicada a situação do governo.

EXTREMAMENTE JUSTAS

QUANTO o que reivindicam os profissionais da Saúde e os professores estaduais, são pautas extremamente justas. Não estão fazendo greve por política, mas por direitos.

SEM MELINDRES

VOLTO a insistir que não será nenhuma diminuição de valor a secretaria municipal de Saúde, pedir o engajamento de quadros do estado, que ceda profissionais para ajudar a acelerar a vacinação na capital.

GANHA A POPULAÇÃO

QUEM GANHARIA com a medida seria a população, que seria mais rapidamente vacinada, e assim, se evitaria que mais óbitos possam vir a acontecer pela não imunização.

VEM MESMO COM A JÉSSICA

UMA BOA FONTE DO MDB disse ontem ao BLOG que, caso a deputada federal Jéssica Sales (MDB) apresente o seu nome como opção para vice na chapa do governador Gladson, o partido vai sim referendar a sua indicação.

NENHUMA DÚVIDA

NÃO TENHO nenhuma dúvida de que o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, estará no palanque do senador Sérgio Petecão (PSD), independente, de qualquer cenário.

NADA MAIS NATURAL

E, NADA será mais natural caso isso venha a acontecer, afinal, o senador Sérgio Petecão (PSD) foi o cabo-eleitoral número um da campanha de Tião Bocalom para a PMRB.

PAUTAS DO BOLSONARO

NA CAMPANHA, o Bolsonaro prometeu acabar com os aumentos abusivos dos combustíveis e gás de cozinha. Os preços dos combustíveis dispararam, e novo aumento no preço da botija de gás foi anunciado ontem. Aguentem!

OTIMISMO POLÍTICO

O SENADOR Márcio Bittar (MDB) esbanja otimismo quando fala na eleição do próximo ano ao governo. “O Gladson vai se reeleger governador no primeiro turno”.

DESGRAÇA PARA O ACRE

MÁRCIO BITTAR foi duro ontem no programa “Boa Conversa,” no ac 24 horas, com os governos petistas, que na sua visão levaram o estado ao caos econômico e população para a miséria. Além de impedir o desenvolvimento, fomentaram o atraso, atacou.

LEVA QUEM SE VIABILIZAR

SOBRE quem será o candidato a senador na chapa do governador Gladson, Márcio Bittar acentuou que, será o nome que se “viabilizar” nas pesquisas, e o que mais somar apoios.

ESCOLHIDA PELO BOLSONARO

DURANTE a entrevista, Bittar enfatizou ainda ser a Márcia Bittar, não só a sua candidata ao Senado, mas do presidente Bolsonaro, por quem foi convidada a se candidatar. Será candidata pelo partido do Bolsonaro.

ADEUS AO MDB?

CHAMOU atenção nas suas declarações uma fala em que pode ter sido um sinal claro de que, os seus dias de filiado ao MDB podem estar contados. “Se o Bolsonaro me convidar para ingressar no seu partido, não terei como recusar”, pontuou Márcio Bittar (MDB). Adeus prévio ao MDB?

MOSCA AZUL

UM AMIGO político que acompanhou a FPA desde a sua fundação, comentou ontem numa conversa com o BLOG, não ter dúvida de que o deputado Jenilson Leite (PSB) quer disputar o governo. “Foi picado pela mosca azul”, brincou.

FRASE MARCANTE

“Aquilo que desesperadamente procuramos pode ser aquilo que já possuímos”. (Harvey Cox).

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Blog do Crica

Nem tudo são flores na esquerda

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A ENTREVISTA muito lúcida do advogado Sanderson Moura foto – ao ac24horas mostrou que, a unidade da esquerda para disputar a eleição do próximo ano vai depender da posição do PT. É que, há uma predisposição petista de ter o ex-senador Jorge Viana como candidato ao Senado. O que choca com o PSOL, que não abre mão da candidatura do advogado a senador. A tese defendida por Sanderson na entrevista foi a de que, a esquerda não pode chegar na eleição de 2022 com o velho discurso da hegemonia do PT, sem apresentar novas caras. Deixou claro nas entrelinhas da sua fala que a chapa ideal para ele seria Jorge Viana (PT) para o governo, o qual considera ter sido um excelente gestor quando ocupou o Palácio Rio Branco, e ele para o Senado. Ainda há um componente nesta equação, o deputado Jenilson Leite (PSB), que analisa vir a disputar o governo. Por tudo isso pode se dizer que, nem tudo são flores para a esquerda chegar na disputa eleitoral do próximo ano de forma unida. Carta na mesa.

EXTREMAMENTE QUALIFICADO

DEIXANDO o problema dos partidos de esquerda de lado, não se pode negar ter o Sanderson Moura feito na entrevista uma leitura política muito pertinente, sem mostrar sectarismo. É um quadro extremamente qualificado posto no jogo para a disputa do Senado. TEM QUE TER PROJETO

O DEPUTADO Edvaldo Magalhães (PCdoB) disse recentemente com muita propriedade, que a esquerda tem de mostrar um projeto de governo. Está certo, não pode chegar em 2022 e dizer que vão para a eleição só porque não gostam do Gladson. Seria pregar o óbvio.

MANDATO PRESENTE

NESTES pouco mais de cinco meses de mandato, o vereador Arnaldo Barros (PODEMOS) tem se mostrado sempre presente a todas as manifestações populares.

DIREITA SEGMENTADA

A MOTOCIATA com milhares de motos em São Paulo, mostrou que o presidente Bolsonaro conseguiu trazer para a política a extrema direita, que vivia escondida no país. E, que pode até perder a eleição, mas é parada dura.

ÚNICO ADVERSÁRIO

AS PESQUISAS estão mostrando que, o presidente Bolsonaro terá no ex-presidente Lula o adversário mais ferrenho na disputa da reeleição. Lula continua forte.

VAI CONTINUAR

AINDA QUE o Bolsonaro venha a perder a eleição, o mantra do bolsonarismo deve sobreviver, como o peronismo na Argentina e o chavismo na Venezuela.

FAZER UMA PARCERIA

NÃO CUSTA nada para a prefeitura e o governo unirem esforços para acelerar a vacinação das faixas etárias na capital. Não se trata de competição, mas de salvar vidas.

NENHUM DÉMERITO

NÃO SE TRATARIA de nenhum demérito a secretaria municipal de Saúde pedir ao governo que reforce as equipes que estão atuando na vacinação na capital.

EXEMPLO NA GESTÃO

A REATIVAÇÃO do projeto da BONAL, com a sua fábrica de beneficiamento de palmito de pupunha, há 15 anos parada, foi um ponto para o governo. É exemplo de gestão do secretário de Industria, Ciência e Tecnologia (SEICT), Anderson Lima, que foi quem tocou o projeto.

DIFÍCIL DE ENTENDER

COM A VISIBILIDADE e a boa votação que teve na recente disputa da prefeitura de Rio Branco, a prefeita Socorro Neri, por certo disputaria com chance um mandato de deputada. Este cavalo pode não passar mais selado.

LEGISLAÇÃO ELEITORAL

VAI haver mudança na legislação eleitoral? O “Distritão” será aprovado? Ficará tudo como está? De acordo como ficar, é que as forças políticas se acomodarão.

QUANDO OUTUBRO CHEGAR

O CONGRESSO tem até outubro para mudar ou não as atuais regras eleitorais, que hoje proíbem as coligações proporcionais. O “Distritão” favorece quem tem mandato e base política sólida. Seriam eleitos os mais votados.

NÃO CHEGARIA AONDE CHEGOU

O GOVERNADOR Cameli tem repetido nas entrevistas, que os seus adversários não o subestimem. Para quem foi deputado federal, senador, e agora governador, em eleições emendadas, de fato, não é para subestimar.

JANELA PARTIDÁRIA

COM A ABERTURA da janela partidária no início do próximo ano, é que vai se ter noção de como ficarão as composições de troca de partidos entre os deputados. Até lá, só ilação.

SEM ALTERNATIVA

OS DEPUTADOS estaduais eleitos por partidos pequenos já fizeram as contas e vão ter que procurar partidos grandes para se abrigarem, e disputarem a reeleição.

CHAPAS PRONTAS

O SENADOR Petecão (PSD) comemora ter praticamente montadas as suas chapas de deputado estadual e deputado federal. Para estadual, o PSD não aceitou ninguém com mandato, o que tornou fácil as adesões.

OLHO NO PDT

O DEPUTADO PEDRO LONGO (PV), uma boa surpresa na condução da liderança do governo na ALEAC, não deve se filiar ao PP, como noticiado, ele está de olho no PDT.

PESADÊLO DOS PARTIDOS

O PESADÊLO dos partidos nesta pré-campanha é conseguir mulheres qualificadas como candidatas a deputada, que não entrem nas chapas só para preencher a cota estabelecidas em lei. Poucas aceitam.

 

FRASE MARCANTE

“As idéias devem ser recebidas como hóspedes, cordialmente, mas com a condição de não tiranizarem o dono da casa”. (Alberto Moravia)

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Blog do Crica

Ninguém vai meter a cabeça agora

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NÃO ESPEREM no decorrer deste ano uma batida de martelo final por parte do governador Gladson Cameli e do senador Sérgio Petecão (PSD), os dois principais personagens que devem disputar o governo em 2022, sobre quem serão os candidatos das suas chapas para Vice e para o Senado. Vai ficar para o próximo ano. No caso do governador, terá que desatar o nó de ter quatro candidatos a senador do seu grupo político, para uma única vaga em disputa. E ver como vai conduzir as discussões com o MDB, que quer indicar o Vice da sua chapa. Já o Petecão, vai esperar a sobra do que vier de algum descontente por não ser o escolhido de candidato a senador pelo governador Gladson. Ao empurrarem a discussão sobre as composições de suas chapas para 2022, agem com sabedoria e prudência. 2021 é ano para se se buscar aliados, formação de chapa majoritária é para 2022. Até lá, vão continuar as discussões periféricas.

LUZ NO FIM DO TÚNEL
DIRIGENTES DO MDB viram no recuo do secretário Alysson Bestene de não se filiar no PSL, a mão do governador Gladson Cameli, para não dar como fato consumado a sua indicação para vice. Acham os emedebistas que, assim, fica aberto o caminho para a sigla discutir um nome seu para vice na chapa de Cameli.

NOME DO PARTIDO
O BLOG apurou ontem que, o nome que o MDB deve apresentar no próximo ano para vice do Gladson, quando as discussões forem abertas, é o da deputada federal Jéssica Sales (MDB). Só não querem antecipar o debate.

DADO COMO CERTA
É DADO COMO certa a reaproximação do governador Gladson com o grupo do ex-prefeito Vagner Sales, com o qual deve manter uma conversa final de recomposição.

LULA NA FRENTE
MAIS UMA pesquisa de opinião pública coloca o Lula na frente do Bolsonaro na corrida presidencial, a da XP IPESP. Lula aparece com 32%, contra 28% do presidente.

NINGUÉM GANHOU A ELEIÇÃO
A pequena diferença entre Lula e Bolsonaro, na verdade um empate técnico, mostra que o PT não está morto, mesmo alvo de escândalos e estando fora do poder.

SEM NOME ALTERNATIVO
EM TODAS as pesquisas que saíram este ano ficou caracterizada a ausência de um nome alternativo forte, para ameaçar as posições de Lula e do Bolsonaro.

O TEMPO VOA
NÃO ESPEREM ver o nome do prefeito Tião Bocalon em qualquer bandalheira. Mas só isso não é suficiente para deslanchar a sua administração, ele tem que ser mais humilde, dialogar com o povo, e fazer o feijão com arroz.

MUITO DESGASTE
O PREFEITO Tião Bocalon acumulou um desgaste muito grande, em pouco tempo de prefeitura de Rio Branco.

GARANTIDO EM LEI
SOBRE a greve dos professores, muito coesa na categoria, o deputado Daniel Zen (PT) argumenta que, o que o governo está apresentando como proposta, já está garantido em lei e são obrigações da Secretaria de Educação, e como tal têm que ser cumpridas.

BELO DE UM ABACAXI
A SECRETÁRIA de Educação, Socorro Neri, navega como pode nas discussões com os professores, mas o seu poder de decisão tem limites, ela esbarra na lei e nas finanças estaduais. Ganhou, ao assumir, um abacaxi de Tarauacá.

NÃO FECHOU AS PORTAS
A SECRETÁRIA Socorro Neri tem pontos ao seu favor: não fechou as portas do diálogo e não defendeu o corte de pontos dos grevistas. Diálogo sempre, é o caminho certo.

SEM CULPA NO CARTÓRIO
DADOS mostram Rio Branco com mais de 15% dos que tomaram a primeira dose da vacina, não tendo voltado para tomar a segunda dose. Não cabe neste contexto, criticar o secretário municipal de Saúde, Frank Lima.

PELO MENOS MONTOU
AO dar uma olhada nos nomes da chapa de deputado federal do PSL, nota-se que, se não é uma chapa dos sonhos, pelo menos o partido foi o primeiro a montar.

DIFICULDADES SÉRIAS
EXISTEM partidos grandes com sérias dificuldades de encontrar nomes que aceitem ser candidato a deputado federal, na eleição do próximo ano. Não será fácil.

NÃO ESTÁ PARADO
O EX-SENADOR Jorge Viana (PT) tem feito visitas a bairros da capital, conversando sobre política. Fora do poder, o petista está naquela de, se não tem cão, caça com o gato.

SIBÁ ANIMADO
A VOLTA do Lula para a disputa presidencial animou o ex-deputado federal Sibá Machado (PT) a ser candidato em 2022. Sibá é PT de DNA, com prestígio na direção nacional, principalmente, com a ala mais ideológica.

EXPERT EM CHAPAS
O PRESIDENTE DO PDT, Luiz Tchê, trabalha para o partido ter chapas competitivas para a ALEAC e Câmara Federal. Tchê é expert em montar chapas para conquistar vagas.

HOMEM DO EMPRESARIADO
O ex-presidente do BASA, Marivaldo Melo, é quem tem ajudado o senador Sérgio Petecão (PSD), a buscar apoio junto ao empresariado, para sua candidatura ao governo.

DÊDA CERTO
O EX-PREFEITO Dêda está correto em esperar como ficarão as composições de chapas para filiar seu grupo. Não vai jogar a esposa e deputada Maria Antonia, numa chapa em que só ela tenha votos, e não se reeleja.

TENDÊNCIA NATURAL
A TENDÊNCIA natural, mantida a proibição de coligações proporcionais, é de que boa parte dos deputados estaduais se juntem num só partido, pela dificuldade em formar chapas próprias. Como aconteceu como PEN.

NEM UM PIO
A EX-PREFEITA de Brasiléia, Leila Galvão (MDB), não deu nem um pio sobre seu futuro político, se será candidata ou não no próximo ano. Não está errada, é muito cedo.

FRASE MARCANTE
“Guarda uma semente na terra que a terra te dará uma flor”. (Gibran Kahilil).

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Blog do Crica

Uma disputa embolada sem favorito 

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PODEREMOS ter na eleição do próximo ano uma das disputas mais emboladas para o Senado, com seis candidaturas, sem um pré-favorito: Alan Rick (DEM), Vanda Milani (PRO), Márcia Bittar (partido a definir), Mailza Gomes (PP), Sanderson Moura (PSOL) e Jorge Viana (PT). 

O problema maior fica por conta do grupo do governador Gladson Cameli, que tem quatro dos seis candidatos sendo seus aliados.

 É incerto, pois, como este assunto será resolvido pelo governador, para conseguir apenas uma candidatura de consenso para integrar a sua chapa. Não há por parte de nenhum deles a inclinação até agora para recuar. Com os seis nomes postos na mesa vai ganhar o eleitor, que terá uma gama grande de opções para votar. 

É prematuro apontar um nome que entrará na disputa da única vaga do Senado, ostentando a capa do favoritismo. Isso será definido na campanha. Jogo feito.

FATO INDISCUTÍVEL

PODE-SE criticar o Gladson em outras facetas da sua administração, mas não se pode deixar de reconhecer que, ele foi incisivo em suas ações de combate da pandemia do Covid, e não seguiu os negacionistas.

TEVE VONTADE POLÍTICA

PODE-SE se falar que veio muito recurso do governo federal. Mas, em outros estados, muitos governadores usaram mal a verba, o que não ocorreu no Acre. Se o Gladson não foi perfeito, também não foi um omisso.

NINGUÉM ENTENDE O BOLSONARO

A CAMPANHA do presidente Jair Bolsonaro de acabar com o uso de máscaras para evitar a infecção pelo Covid, vai contra todas as recomendações médicas mundiais.

E TEM GENTE QUE APLAUDE

E, o mais grave é que, os seus seguidores o aplaudem.

OUTRO CONTEXTO

O ARGUMENTO que, nos EUA acabou a recomendação do uso de máscaras, não pode ser usado no Brasil. Lá, boa parte do povo foi vacinada e o número de casos caiu.

NÃO É PARA CURTO PRAZO

FOI POSITIVA a largada da construção do Anel Viário, em Brasiléia, pelo governador Gladson. Mas, esta não será uma obra de conclusão curta, vai entrar por todo 2022.

15 DE CARA NOVA

OS recursos estão garantidos. O governo deveria correr para acelerar o início do projeto de revitalização da orla do 15, que mudará a cara de um dos bairros mais tradicionais da capital. O projeto é da deputada federal Vanda Milani (PROS), que alocou a verba para a obra.

CAMPO DA ESPECULAÇÃO

ATÉ O RESTANTE deste ano, tudo o que se falar sobre candidaturas ao Senado e do espaço de vice no grupo do governador Gladson, ficará no campo da especulação.

O JOGO É PARA 2022

NEM o portão do estádio onde se dará a disputa da escolha dos candidatos ao Senado e de vice, na chapa do Gladson, foi aberto. O jogo só começa no próximo ano.

OPÇÃO POLÍTICA

O Jenilson Leite (PSB) é um bom deputado, e teria uma reeleição bastante favorável. Mas, disputar o governo é uma decisão que deve ser pensada, ele entra de zebra.

PURGATÓRIO DOS SEM MANDATOS

SE ELEITO governador, aleluia! Mas caso não ganhe, ficará um bom tempo no purgatório dos políticos sem mandato. Teria que esperar 2024 para, se quiser, disputar a PMRB.

QUASE CERTA

A POLARIZAÇÃO na ponta entre as candidaturas ao governo do Gladson Cameli e do Sérgio Petecão, é quase certa. Não será fácil a outro candidato quebrar este polo.

ELEIÇÃO DURA

E, não tenham dúvida que, será uma disputa muito dura.

COISAS DO MDB

O MDB está assim: o grupo do Flaviano Melo (MDB) e do Márcio Bittar (MDB), fechou com a reeleição do Gladson. O do prefeito Mazinho, com o senador Petecão (PSD), e o grupo do Vagner Sales (MDB), ainda não definiu o rumo.

NINGUÉM LEVA INTEIRO

NENHUM candidato ao governo levará o MDB inteiro para o seu palanque, na eleição do próximo ano.

PROJETO SOCIAL

O projeto “Passaporte para a Vitória,” do lateral direito do Flamengo, Léo Moura, vai ter dois núcleos no Acre, atendendo em média 300 crianças. Emenda do deputado federal Alan Rick (DEM) vai bancar viabilidade da ação.

NOMES DE PESO

O JURUÁ vem com três nomes de peso para deputado estadual, em 2022, todos eles com ampla chance de conseguir a reeleição: Luiz Gonzaga (PSDB), Nicolau Junior (PP) e Antônia Sales (MDB).

PANORAMA INDEFINIDO

A GRANDE expectativa da classe política, principalmente, os deputados federais, é de como ficará a legislação eleitoral. Se mantidas as regras, sem coligação proporcional, forçará os partidos a terem chapa própria.

APOSTA NA PULVERIZAÇÃO

O PT aposta na pulverização dos votos do grupo do governador, com vários nomes ao Senado, para inflar a candidatura do Jorge Viana (PT), com a esquerda unida.

FRASE MARCANTE

“Não arriscar nada é arriscar tudo”. (Césare Cantú)

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