Conecte-se agora

MPAC expede recomendação sobre medidas para reprimir violência contra mulher

Publicado

em

Depois da morte da servidora da Fundação Hospitalar e do anunciou de que cresceram os caos de violência doméstica, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 13ª Promotoria de Justiça Criminal, expediu recomendação ao poder público sobre a adoção de medidas que visem reprimir o aumento de violência doméstica e familiar no período de isolamento social.

Assinado pelas promotoras Dulce Helena de Freitas Franco e Diana Soraia Tabalipa Pimentel, o documento é dirigido às secretarias de estado de Segurança Pública e de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres.

Ao Corpo de Bombeiros e polícias Civil e Militar, as promotoras pedem que, além da manutenção do funcionamento dos serviços presenciais de urgência e emergência, sejam intensificados os meios de atendimento telefônicos e virtuais.

Aos gestores da Secretaria de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres, elas pedem que se dê prioridade aos serviços de prevenção e resposta à violência doméstica e familiar, prezando pelo seu funcionamento regular.

Também a recomendação ressalta a necessidade de a secretaria garantir o fornecimento dos insumos necessários para higiene pessoal das mulheres, limpeza de instalações físicas, proteção individual das mulheres e colaboradores, bem como equipamentos mínimos para monitoramento dos sinais e sintomas da Covid-19.

Para especialistas, há possibilidade maior do aumento de casos de violência doméstica em contextos de emergência. O Acre lidera o ranking nacional nesse tipo de violência, sendo os autores, na maior parte dos casos, cônjuges, ex-cônjuges ou namorados. Segundo o governo do estado, em março foram registradas 573 ocorrências desse tipo.

Anúncios

Cotidiano

Inscrições para oficina de cenas teatrais estão abertas à comunidade de Tarauacá

Publicado

em

A oficina ‘Produção de Cenas em Cenários Amazônicos’ está com inscrições abertas até o meio-dia do próximo dia 3. Para participar, os candidatos devem acessar o formulário online que está disponível no perfil @cenasteatrais, no Instagram, para manifestar interesse por uma das 15 vagas gratuitas.

As aulas são presenciais e ocorrem nos dias 8, 9 e 10 de fevereiro, das 14h às 18h, no auditório do Sinteac de Tarauacá. Formada em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Acre (Ufac), a atriz Melânia Brasil é a responsável pela execução do projeto.

A proposta é democratizar o acesso à cultura e investir na formação técnica de artistas experientes e iniciantes, a partir do estudo de interpretação, figurino, criação de cenários, objetos cênicos, sonoplastia e aspectos representativos do teatro acreano.

“Pretendia realizar a oficina no Teatro José Potyguara, que foi construído em 1933 e é o mais antigo do estado. Porém, o prédio está fechado”, lamenta a artista que nasceu em Sena Madureira, mas mora em Rio Branco há oito anos.

“Decidi focar em Tarauacá para estimular a comunidade a valorizar e ocupar o patrimônio cultural dedicado à memória e à arte. Sou fascinada pela ideia de usar esses espaços públicos para fazer teatro e contar a história do nosso povo. Fazer do nosso jeito”, explica a artista.

O projeto é financiado pelo edital da Lei Emergencial de Cultura Aldir Blanc, que é gerido pelo governo por meio da Fundação Elias Mansour (FEM).

Continuar lendo

Cotidiano

Novo prazo: municípios têm até 31 de janeiro para aderir ao Programa Tempo de Aprender

Publicado

em

As Secretarias de Educação de todo o país interessadas em aderir ao Programa Tempo de Aprender do Ministério da Educação (MEC) têm novo prazo para preencher o termo de adesão. Em caso de interesse, o gestor municipal tem até o dia 31 de janeiro para preencher o formulário de adesão na página do programa.

Esta não é a primeira vez que o MEC prorroga o prazo de adesão. Os municípios enxergam como positiva a flexibilidade e dilatação de prazos estabelecidos para os programas federais de educação, principalmente, em razão das particularidades que os gestores municipais estão tendo de enfrentar em razão da pandemia do coronavírus (Covid-19). Além disso, a entidade reforça que é uma oportunidade para os novos secretários de educação tomarem conhecimento da iniciativa e, se tiverem interesse, realizarem a adesão do Município.

De acordo com informações do MEC, cerca de 80% das secretarias municipais e estaduais, ou seja, 4.437, já aderiram ao programa. Entretanto, a CNM alerta que antes de realizar o preenchimento de formulário eletrônico, o secretário de educação precisa atualizar as informações no sistema PDDE Interativo, plataforma do MEC utilizada para o repasse de recursos e apoio à gestão escolar. A entidade lembra que sem esse procedimento a adesão não será concluída.

Realizado virtualmente e com foco na alfabetização – da pré-escola ao 1º e 2º ano do ensino fundamental das redes públicas de ensino – o Tempo de Aprender é destinado a professores, coordenadores pedagógicos e diretores escolares. Trata-se de uma Política de Estado voltada à alfabetização que se estrutura nos eixos de apoio pedagógico; aprimoramento das avaliações; formação continuada; e valorização de profissionais da alfabetização.

Continuar lendo

Cotidiano

Mapa mostra maior parte do Acre sem serviço de acolhimento de crianças e adolescentes

Publicado

em

A maioria dos municípios do Acre não possuem serviço de acolhimento de crianças e adolescentes. Nos municípios onde há esse serviço, o acolhimento é institucional ou familiar. A informação está sugerida no mapa produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado na última quinta-feira (21).

A nota técnica “Filhos cuidados pelo Estado: o que nos informa o relatório do Ipea sobre o reordenamento dos serviços de acolhimento de crianças e adolescentes” não traz detalhes por Estado ou município mas apresenta uma mostra da situação no País.

A análise da trajetória desses serviços em outro relatório mostra que a implementação das ações de reordenamento permitiu alcançar significativa cobertura da oferta.

Em 2018, 2.010 municípios (36,1%) contavam com algum serviço de acolhimento de crianças e adolescentes, os quais cobriam 80,3% da população brasileira. Os perfis de oferta encontrados foram os mais variados. A maior parte dos municípios (1.488) prestava apenas o serviço de acolhimento institucional (SAI). Alguns (167 municípios) prestavam apenas o serviço de acolhimento familiar (SAF).

Outros 132 municípios não possuíam oferta própria, mas estavam vinculados a alguma oferta realizada em caráter regional (que atende a um conjunto de municípios contíguos). Embora menos frequente, foi possível ainda encontrar municípios com mais de um tipo de serviço ofertado.

Na média nacional, o Ipea observa uma recente trajetória de crescimento do total de meninas entre os acolhidos (50,3%), sendo que, em 2018, elas superaram o total de meninos (49,6%) nos serviços de acolhimento para crianças e adolescentes.

Isso ocorreu sobretudo pela maior ampliação relativa de adolescentes do sexo feminino, que, desde 2016, já são maioria para a faixa etária de 12 a 15 anos. Sugere-se estar em curso uma inflexão nas estatísticas dessa população que, em anos anteriores, trazia a presença majoritária de adolescentes do sexo masculino. Embora os dados disponíveis não permitam entender as razões para o aumento relativo das meninas acolhidas, cabe atentar para a eventual necessidade de adequação dos serviços para atendimento de um público majoritariamente feminino.

Continuar lendo

Cotidiano

Grupo de vereadores visita hospital regional de Brasileia e pede intervenção do governo

Publicado

em

Insustentável. Esta é a definição das condições encontradas por um grupo de vereadores de Epitaciolândia após uma visita ao Hospital Regional do Alto Acre durante a sexta-feira, 22.

De acordo com o relato dos vereadores, foi constatado que uma das necessidades mais urgentes da unidade de saúde é a contratação de profissionais de saúde, como técnico de enfermagem, enfermeiros, médicos e maqueiros para atender a demanda do hospital.

Os vereadores também denunciam a falta de ambulância para atender os municípios de Brasileia e Epitaciolândia.

O Hospital Regional de Brasileia, apesar de não ter leitos de UTI, é a unidade referência para o tratamento da Covid-19 no Alto Acre. A unidade está completamente lotada e os vereadores retratam que não há aparelho de tomografia e o sistema de refrigeração onde ficam os pacientes infectados não funciona.

“Encontramos uma sala com todos os equipamentos necessários para abrir mais vagas. Basta que o governo adquira monitores e contrate mais profissionais para proporcionar mais leitos. Não tem onde colocar mais gente na unidade de saúde”, conta o vereador Messias Lopes (PT).

Além de Lopes, estiveram presentes na visita ao Hospital Regional os vereadores Preta (Progressistas), Pantico da Água (Solidariedade), Seliene (Podemos) e Zé Maria (PSL). Os parlamentares decidiram como encaminhamento a realização de uma reunião na próxima semana com os vereadores de Brasileia para a produção de um documento conjunto apontando os principais problemas da unidade de saúde que será entregue ao governo do estado com pedido urgente de providências.

Continuar lendo

Bombando

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required

Recomendados da Web

Mais lidas