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Vice-governadora Nazaré Araújo poderá desistir de pré-candidatura ao governo do Acre

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Até aqui, a doce e bela vice- governadora Nazaré Araújo (foto) tem se comportado no cargo de maneira exemplar, assumindo por várias vezes o governo sem criar um problema de descontinuidade na gestão do titular Tião Viana. Vamos jogar com a realidade: será muito improvável que consiga decolar a sua pré-candidatura para ser a candidata ao governo pela FPA. Até porque a divulgação dos seus atos é incipiente. A coluna tem informações de que não estaria mais propensa em colocar seu nome novamente na chapa da FPA como vice. Uma pena! Isso lhe deixa poucos espaços políticos como opção. Ser primeira suplente numa das chapas do Senado? Sair candidata a uma vaga no parlamento? Ou abandonar a vida política? São os caminhos que restam para a vice-governadora. Num cenário político em que se catam como agulha no palheiro, figuras íntegras no meio político, a pior das opções seria sair de cena, porque neste contexto se estaria queimando um dos melhores quadros  de dentro do PT.

Nem dentro de casa
A maioria de dirigentes regionais do PMDB com os quais já conversei a respeito, não crê que o ex-prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales, venha a ser candidato ao Senado. O argumento é que: não seria simpático ele, a mulher e a filha sendo candidatos numa mesma eleição.

Pensa diferente
O ex-prefeito Vagner Sales pensa diferente e na semana passada teve uma série de reuniões com dirigentes nacionais do PMBD, uma delas com o senador Valdir Raupp, e retornou com a garantia de apoio à sua candidatura. Falou que, não vê impedimento algum em ter familiares candidatos a deputado estadual e deputado federal. E que não recuará neste ponto.

Não falou com a aldeia
Mas até a semana passada não tinha dito aos caciques regionais do PMDB que será candidato a senador. Foi pelo menos o que me disse o presidente do PMDB, deputado federal Flaviano Melo. Mas isso é o de menos, se quiser disputar o Senado não haverá como lhe brecar.

Uma colocação política
Os que são contra e atacam o ex-prefeito Tião Bocalon (DEM) argumentam que os votos para governador e prefeito não são seus. Voto, de fato, não tem dono, mas o Bocalon teve o mérito de liso e sem um pau para dar no gato ter conseguido votações expressivas. Os votos podem não serem seus, mas foram conquistados pela confiança que o candidato inspirou. Em qualquer cenário dentro da oposição o Bocalon será sempre uma das peças mais importantes. A oposição não está em condições nem deixar o Zé das Couves de fora, quanto mais o Bocalon.

Uma surra mosntruosa
Quando o Tião Bocalon não foi candidato à PMRB, a oposição pegou a maior surra de votos da sua história política, na Capital. Política não se analisa com o fígado, mas sim com a razão..

Mostrou fragilidade
O deputado federal Major Rocha (PSDB), enquanto não retornar à presidência do partido ficará numa situação incômoda. Não era nem para estar buscando apoio para sua volta. Só o fato de ser o único parlamentar federal  tucanos, no Acre, era para isso nem acontecer.

Deu resposta, temos de reconhecer
A cidade está violenta, isso é um dado concreto, mas não se pode dizer que não está havendo um combate direto da Polícia Civil e da PM e com resultados. Prisões têm sido feitas, quadrilhas desmontadas, armas e drogas apreendidas. Falta só a presença mais perene nas ruas.

Fronteira porosa
O Acre é uma fronteira limítrofe com os países produtores de cocaína, Bolívia e Peru, e o governo federal não exerce o seu papel de através das Forças Armadas, de montar postos para dificultar a entrada de drogas e armas. E não há como as forças estaduais cumprir o papel.

Roda viva
Enquanto esta omissão federal perdurar os policiais civis e os policiais militares vão continuar apreendendo drogas, armas; e aparecendo mais, numa espécie de moto-contínuo da violência. O Exército deveria ter postos fixos na saída e entrada das rotas do tráfico, velhas conhecidas.

Nos braços do PT
Os próprios dirigentes do PSB têm confessado que não está sendo fácil formar uma chapa para deputado estadual, ninguém quer entrar numa chapa apenas para competir. E coligação com um partido menor é mais difícil ainda. A tendência será o PSB fazer uma aliança com o PT.

Tomou o lugar do PCdoB
O PSB é hoje o partido mais prestigiado pelo PT, tomando o lugar que o PCdoB ocupava desde que a FPA foi formada. E se o prefeito Marcus Alexandre for candidato ao governo, o PSB passará a ocupar a prefeitura da Capital, com a vice-prefeita Socorro Nery (PSB).

As regras podem mudar
Qualquer raciocínio feito em cima da atual legislação eleitoral, que permite coligações proporcionais é passível de mudança. Se passar, por exemplo, o Distritão, em que se elegem os mais votados, todos os partidos teriam que ter chapas próprias à ALEAC e á Câmara Federal.

Bom para os partidos
Um partido que não entra na eleição com a chapa própria ficará sempre como mera sigla de aluguel, um puxadinho, ganhando os restos que caem da mesa do poder. E eternos nanicos.

Em qualquer situação
Em qualquer situação da legislação eleitoral, seja na regra atual ou no Distritão, o PCdoB sairá com chapa pura para deputado estadual e o Edvaldo Magalhães será um nome forte á ALEAC.

Nau à deriva
Até o fechamento da coluna o PSDB, no Acre, continuava uma nau à deriva, sem presidente.

Velha tecla
No programa “Tribuna Livre”, exibido pela TV-RIO BRANCO, o presidente do DEM, Tião Bocalon, voltou a defender a necessidade da oposição ter dois candidatos ao governo. Acha que a oposição não pode ficar a mercê do PP e do PMDB na montagem da chapa majoritária.

Não tenho nem dúvida
É uma tolice os dirigentes de partidos da oposição e seus carregadores de bandeira ficarem escalando o ex-prefeito Tião Bocalon (DEM), ora como candidato a deputado federal e ora como candidato a deputado estadual. É bobagem querer  lhe isolar para não disputar o Senado.

Homem de convicções
Tenho acompanhado as posições políticas do Tião Bocalon (DEM) ao longo das últimas campanhas e nem situações adversas o fizeram recuar de candidaturas majoritárias.

Único nome
O único candidato a senador que tem de ter uma vaga garantida na chapa da oposição é o senador Sérgio Petecão (PSD), porque tem mandato, e ninguém mais que ele tem direito a uma candidatura à reeleição. É a lógica!

Tudo é prematuro
Todas as considerações, mexidas das pedras no tabuleiro da oposição só serão definitivas na metade do próximo ano, quando se terá um quadro mais claro do potencial das candidaturas.

Vôos mais altos
Manuel Marcos, Roberto Duarte, N.Lima , Célio Gadelha e Jackson Ramos são os vereadores que até aqui manifestaram a intenção de serem candidatos a deputado na eleição de 2018.

Não pode ser negado
Ninguém é obrigado a gostar das posições ideológicas e do partido dela, o PT, mas não há como se negar que, a deputada Leila Galvão (PT) tem cobrado muito na ALEAC, soluções para os problemas dos municípios do Alto Acre. Neste aspecto tem tido uma atuação irretocável.

Nomes da FPA
Perpétua Almeida, Luiz Tchê, Sibá Machado, Silvia, Léo de Brito, Raimundo Angelim, César Messias, Jamil Asfury, Jesus Sérgio e Eber Machado, são alguns dos nomes da FPA para a disputa de vagas para a Câmara federal, no próximo ano.

Pela oposição
Jéssica Sales, Alan Rick, Flaviano Melo, Luiz Gonzaga, Antonia Lúcia, Rudiley Estrela, Nelson Sales, Wânia Pinheiro , Maurício Hoenberger  e Marivaldo Melo são os que até aqui se declararam como candidatos a deputado federal por partidos da oposição.

Pior do que podia acontecer
Não estariam afinadas as relações entre o prefeito de Assis Brasil, Zum, e seu vice Zé do Posto. Brigar com o vice é o mesmo que se separar da mulher e dormir na mesma cama. Não dá certo. O pior que pode acontecer a um prefeito e ter o seu vice como um adversário.

Vai complicar a vida
O presidente da Câmara Municipal de Brasiléia, Rogério Pontes (PMDB), precisa saber que o seu cargo não lhe dá imunidade para crimes comuns. Acusado de supostamente bater em ex-mulher, agredir um rapaz por ciúmes, pode prejudicar sua carreia com uma condenação penal. E se condenado nada impedirá que o seu suplente peça sua vaga na comissão de ética. Quem ocupa um mandato público não pode jamais ter o comportamento que o vereador vem tendo.

 

 

 

 

 

 

 

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