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Fumantes já são 13% da população de Rio Branco, diz estudo

PARIS - JANUARY 31: An unidentified man smokes a cigarette in the street outside his office on January 31, 2007 in Paris, France. France introduces a smoking ban in public places from February 1, 2007. Bars, restaurants, hotels and night clubs will follow from January 1, 2008. (Photo by Pascal Le Segretain/Getty Images)
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O número de fumantes não para de crescer em Rio Branco. Em 2014, 9,7% dos moradores da capital fumava. Em 2017, houve um forte esforço para reduzir o tabagismo no Estado mas pouco resolveu pois em 2020 o uso do cigarro era de 11,5% da população. Em 2021, esse número subiu para 13%.

Ao menos 53 mil pessoas fumam na capital do Acre. Milhares de outros são fumantes passivos no trabalho ou em casa.

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O tabagismo e a exposição passiva ao tabaco são importantes fatores de risco para o desenvolvimento de uma série de doenças crônicas, tais como câncer, doenças pulmonares e doenças cardiovasculares, de modo que o uso do tabaco continua sendo líder global entre as causas de mortes evitáveis

A condição de fumante passivo no domicílio foi atribuída a todo indivíduo não fumante que informou que pelo menos um dos moradores do domicílio tem o hábito de fumar dentro de casa. A condição de fumante passivo no trabalho foi atribuída a não fumantes que informaram que pelo menos uma pessoa possui o hábito de fumar no seu ambiente de trabalho.

A frequência de adultos que fumam variou entre 4,0% em Aracaju e 14,5% em Campo Grande. As maiores frequências de fumantes foram encontradas, entre homens, em Campo Grande (22,2%), no Distrito Federal (17,7%) e em Curitiba (14,9%) e, entre mulheres, em São Paulo (9,7%), Rio Branco (9,6%) e Florianópolis (8,7%). As menores frequências de fumantes, no sexo masculino, ocorreram em Aracaju (6,1%), Belém (6,9%) e Macapá (7,5%) e, no sexo feminino, em São Luís (1,5%), Teresina (1,6%) e Aracaju (2,3%).

Os dados são da Vigitel, pesquisa realizada anualmente pelo Ministério da Saúde. Além de estar associado às doenças crônicas não transmissíveis, o tabagismo também contribui para o desenvolvimento de outras enfermidades, tais como tuberculose, infecções respiratórias, úlcera gastrintestinal, impotência sexual, infertilidade em mulheres e homens, osteoporose, catarata, entre outras.

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