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Gladson demite Junqueira e nomeia Edivan Maciel para Sepa

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Em uma edição extra do Diário Oficial do Estado do Acre publicada neste feriado de tiradentes, 21, o governador Gladson Cameli resolveu exonerar Nenê Junqueira do cargo de secretário de Produção e Agronegócio para nomear novamente o médico veterinário Edivan Maciel, que já comandou a pasta entre novembro de 2019 e março de 2021.

O ac24horas apurou que a mudança faz parte de uma estratégia do governo de recompor o apoio da cúpula do agronegócio que andava afastada da gestão visando as eleições de 2022.

Edivan afirmou ao ac24horas por telefone que seria candidato a deputado federal pelo PSL, mas veio o convite do governador e ele resolveu retornar ao comando da Sepa. “Eu ia apresentar meu nome como candidato a federal, mas o governador me chamou para uma conversa, pediu que eu voltasse e eu me sinto honrado em retornar ao cargo”, disse.

Apesar de Nenê aparecer como exonerado sem ser a pedido, ele poderá ser nomeado como diretor em alguma secretaria do governo. Esse realinhamento não passou pelo crivo do fiador de Junqueira no governo, o senador Márcio Bittar (União Brasil). Nos bastidores, a informação que circula é que Junqueira havia entregue a carta de demissão para ser candidato, mas havia desistido, porém o governador já havia apalavrado o retorno de Maciel.

A vinda de Edivan teria sido patrocinada também pela cúpula da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Acre (Faeac), presidida pelo pecuarista Assuero Veronez, que havia sinalizado em recentemente em apoiar uma chapa puro-sangue do agronegócio nas eleições capitaneadas pelas pecuaristas Fernando Zamora e Jorge Moura

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Boi, banana e mandioca geraram valor de produção de R$ 2,5 bilhões em agosto no Acre

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As estimativas de safras divulgadas pela Conab e IBGE neste mês de agosto, mostram que o Valor Bruto da Produção (VBP) do Acre estimado é de R$2.549.091.137,00, maior que cinco Estados: Paraíba, Rio Grande do Norte, Distrito Federal, Roraima e Amapá.

No País, o VBP é de R$ 1,220 trilhão (um trilhão e duzentos e vinte bilhões), 0,3% acima do obtido em 2021, que foi de R$ 1,217 trilhão. As lavouras tiveram um acréscimo de valor de 3,0% e a pecuária, contração de -5,5%.

Para o Acre neste período, são destaques a criação de boi, que chega a R$ 1.567 bilhão de VBP; a banana com R$625 milhões, e a mandioca com R$ 461 milhões.

Aliás, esse valor faz põe a mandioca produzida no Acre a 3ª com maior VBP na Amazônia. No País, o decréscimo do faturamento da soja devido à queda de produção e a retração das principais atividades da pecuária são os principais fatores afetando negativamente o VBP deste ano. Somadas, as reduções de faturamento da soja e da pecuária resultam em um decréscimo de R$ 64,0 bilhões a preços de 2022.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (15) pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.

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Quase 100 mil eleitores acreanos não são obrigados a votar em 2022

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Ao menos 98.935 eleitores acreanos não estão obrigados a votar nestas eleições. São jovens entre 16 e 17 anos, idosos acima de 70 anos e pessoas não alfabetizadas.

Os adolescentes somam 12.769 aptos a votar, mas não são obrigados a fazê-lo. Além deles, são 49.707 analfabetos e 36.397 com idade superior a 70 anos.

O voto é obrigatório para eleitoras e eleitores alfabetizados, com idades entre 18 e 70 anos.

“O alistamento eleitoral e o voto são facultativos para maiores de 16 anos e menores de 18 anos; maiores de 70 anos; e analfabetos”, informa o Tribunal Superior Eleitoral.

O Acre tem 588.433 aptos ao exercício do voto em 2022. Assim, 16,6% dos eleitores não estão obrigados ao voto.

Um em cada sete eleitores brasileiros não é obrigado a comparecer às urnas em 2022, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O percentual de voto facultativo, que vinha caindo nas últimas eleições. De acordo com a Constituição, o voto é opcional para esse grupo. Estes cidadãos não precisam se registrar e, caso o façam, seu voto não é obrigatório.

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Pros retira candidatura e decide apoiar Lula, que iguala maior coligação da história

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A nova executiva nacional do Pros (Partido Republicano da Ordem Social) se reuniu nesta segunda-feira (15) e decidiu, por unanimidade, retirar a candidatura presidencial do coach motivacional Pablo Marçal e apoiar Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Caso isso se confirme, o petista chegará a dez partidos em seu entorno, igualando o recorde histórico de Dilma Rousseff em 2010. Conseguirá também aumentar em alguns segundos seu tempo de propaganda no rádio e na TV, que já é o maior.

O Pros passa por uma disputa interna de poder que já envolveu várias decisões judiciais que ora colocam uma ala no comando, ora outra.

Na última, o ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Ricardo Lewandowski concedeu liminar, no último dia 5, devolvendo o comando do partido ao seu fundador, Eurípedes Jr. A decisão foi referendada pelo plenário do TSE, por 4 votos a 3.

Até então, o presidente era Marcus Holanda, que havia bancado a candidatura presidencial de Marçal.

O coach disse, em nota distribuída por sua assessoria, que haverá uma renúncia coletiva dos candidatos do Pros caso o partido “retire sua postulação e se curve ao PT”.

“Os 911 candidatos que vieram ao meu convite sairão do partido, isso inviabilizará todas as nominatas homologadas na convenção e será a última eleição do Pros”, disse Marçal.

Caso não haja reviravolta no comando do partido por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), a Justiça Eleitoral deve ratificar a retirada da candidatura de Marçal e o apoio da sigla a Lula.

A campanha começa oficialmente nesta terça-feira (16).

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Petrobras anuncia redução de R$ 0,18 no litro da gasolina

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A Petrobras anunciou hoje uma queda de 4,9% no preço da gasolina em suas distribuidoras. De acordo com a estatal, o preço cairá de R$ 3,71 para R$ 3,53 por litro, uma redução de R$ 0,18 por litro. O novo valor vale a partir de amanhã e não afeta os demais combustíveis.

Com a nova redução, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,70, em média, para R$ 2,57 por litro vendido na bomba, ao considerar a mistura de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro. A estatal estima uma economia de R$ 0,13 por litro nas bombas.

Essa é a terceira vez que a Petrobras reduz o preço da gasolina desde que Caio Mário Paes de Andrade assumiu o comando da empresa em junho. A petroleira havia diminuído os preços da gasolina nos dias 20 e 29 de julho.

O alto valor dos combustíveis tem sido há meses um problema para o presidente Jair Bolsonaro (PL), que busca a reeleição. O chefe do Executivo fez consecutivas mudanças no comando da estatal e foi acusado de interferir politicamente.

Bolsonaro também criticou o lucro da petroleira e chegou a usar termos como “estupro” e “absurdo” ao falar sobre os ganhos recordes da Petrobras, mas omitiu que a União é a acionista controladora e dona da maior fatia das ações da Petrobras.

“Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, informa a companhia.

Redução no preço do diesel

Na semana passada, a Petrobras também anunciou uma nova redução no preço do diesel para as distribuidoras: o valor passou para R$ 5,19 por litro, uma economia de R$ 0,22.

De acordo com a Petrobras, considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a comercialização do combustível comercializado nos postos, o preço para o consumidor final passará de R$ 4,87, em média, para R$ 4,67 a cada litro vendido na bomba.

De acordo com a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), haveria espaço para uma queda de preços de R$ 0,60 do combustível, já que o preço médio interno do diesel está 13% acima do mercado internacional.

Mudança na política de reajustes

As reduções nos valores dos combustíveis ocorrem após a Petrobras mudar a dinâmica de reajuste dos combustíveis no mês passado. Na ocasião, a estatal informou que o conselho de administração e o conselho fiscal da companhia passarão a supervisionar a execução da política de preços.

Para isso, a diretoria executiva da estatal —que é responsável por determinar os reajustes dos combustíveis— deverá informar os dois conselhos, a cada três meses, sobre a evolução dos preços do diesel, da gasolina e do gás no Brasil, além da participação da Petrobras em cada mercado.

Segundo especialistas do mercado de petróleo, a mudança aumenta a pressão do governo federal sobre as decisões de preços.

Redução do ICMS nos estados

Desde julho, os estados estão reduzindo a alíquota do ICMS sobre os combustíveis em atendimento à lei aprovada no Congresso e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro que limita a porcentagem do imposto sobre esses produtos e serviços, que passaram a ser considerados essenciais.

Além dos combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo são impactados pela redução da alíquota.

O movimento foi uma tentativa do governo de frear a escalada de preços no Brasil, principalmente a dos combustíveis. No início deste mês, integrantes do Centrão chegaram a avaliar que Bolsonaro pode perder as eleições se o governo não conseguir baixar o preço dos combustíveis e passaram a fazer pressão para que alguma medida fosse tomada.

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