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Aumento no preço de mercadorias foi o maior dos últimos meses

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A inflação de Rio Branco nesse mês de setembro é a maior dos últimos 12 meses. A informação foi dada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesse sábado, 9, após a  Petrobras reajustar os preços de alguns combustíveis.

Apesar de os acreanos nada terem a ver com o nível dos reservatórios no Sul e Sudeste do País, a bandeira de escassez hídrica foi o que mais pesou em seu bolso.

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“O resultado do grupo  habitação (3,49%) foi influenciado principalmente pela alta da  energia elétrica residencial (6,09%), esta exerceu o maior peso individual para o  índice deste mês com 0,40 ponto percentual”, informou o IBGE ao detalhar o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Em setembro, passou a valer a bandeira Escassez  Hídrica, que acrescenta R$ 14,20 na conta de luz a cada 100 kWh consumidos. Em  agosto, a bandeira vigente era a vermelha patamar 2, na qual o acréscimo é menor  (de R$ 9,492 para os mesmos 100 kWh).

O grupo dos Transportes (2,07%) acelerou em relação a agosto, quando variou  0,77%. A maior contribuição (0,16 p.p.) veio de automóvel novo, que subiu 3,57%,  seguido de passagem aérea (22,04%) e Combustíveis de veículos (1,26%), com  impactos de 0,12 p.p. e 0,09 p.p. respectivamente.

No grupo alimentação e bebidas a alta de 1,17% em setembro ficou acima da  registrada no mês anterior (0,75%). Os produtos para alimentação no domicílio subiram 1,46%, frente ao resultado de 0,84% no mês anterior.

No lado das altas,  destacam-se o frango inteiro (6,45%), que contribuiu com 0,07 p.p. no índice de  setembro, do leite longa vida (4,55%), do café moído (7,47%) e do frango em  pedaços (7,19%).

Além disso, também foram verificadas altas nos preços da Batata doce (26,88%), da abacate (20,76%), do limão (11,61%) e do açaí (emulsão) (10,35%).  Por outro lado, houve recuo nos preços da melancia (-3,34%), do banana prata (-2,08%) e do arroz (-0,43%).

Os preços das carnes (-0,76%) também  recuaram em setembro, já são 3 meses consecutivos de baixa, mas, o acumulado do  ano ainda é de 13,46% e se considerarmos os últimos 12 meses o valor acumulativo  é ainda maior, 34,56%.

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