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O dilema do PT

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O PT, que mandou e desmandou no Acre por cerca de 20 anos, aparentemente vive um verdadeiro dilema. Principalmente os remanescentes que são ideológicos até a medula: Votar no adversário tradicional da Florestania, Tião Bocalom, ou na prefeita Socorro Neri, parceira política da eleição de 2016 e 2018, mas que largou os companheiros a própria sorte?

Pouco importa para onde vão os votos do PT. A eleição está praticamente definida e o desempenho do partido nas urnas no 1º turno foi pífio na capital. A soma dos fatores não altera o produto.

Particularmente acredito que a maioria dos petistas anula o voto, vota em branco ou se abstém. Porém, alguns estão com gosto de sangue na boca e querem cravar no “Boca” por pura vingança. Também por via das dúvidas: Vai que a Socorro Neri ganha, sabe-se lá, coisas sobrenaturais acontecem.

Quando o PT diz que os filiados votarão de acordo com suas convicções é só discurso. Segundo as “convicções”, que fundamentam o PT, nenhum dos dois merece os votos. Nem Bocalom, muito menos Socorro Neri.

Para completar, com a onda do antipetismo quebrando na praia o dilema do PT não é escolher entre Bocalom e Socorro Neri. O buraco é mais embaixo. A questão é que o presidente do partido, Cesário Braga, não quer contar, passa por 2022. Por enquanto, ele vai comendo sardinha e arrotando caviar com a eleição dos quatro prefeitos petistas. Três do Alto Acre e um do Juruá. (Até rimou).

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