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Membros do Comando invadem casa na Cidade do Povo e executam detento com 12 tiros

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O detento monitorado por tornozeleira, Felipe Ramon, foi executado com 12 tiros na madrugada desta sexta-feira (3) dentro de uma casa localizada na rua Manoel Teixeira, na quadra 12, casa 10, no Conjunto Habitacional Cidade do Povo, em Rio Branco.

De acordo com informações da polícia repassadas a reportagem do ac24horas, Felipe estava dormindo com uma escopeta debaixo do travesseiro, quando três homens, membros da facção Comando Vermelho, em posse de armas de fogo, quebraram a porta, invadiram a residência e efetuaram vários tiros contra a vítima, que foi atingido com 12 projeteis, na região da cabeça, peito, costas e braços. Após a ação ,os criminosos fugiram do local tomando rumo ignorado.

Moradores acionaram a ambulância do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas quando os paramédicos chegaram ao local, nada pode fazer pelo detento que já se encontrava morto.

A área foi isolada pela Polícia Militar para os trabalhos dos peritos em criminalística, em seguida os policiais colheram informações a respeito dos autores do crime e fizeram rondas na região em busca de prendê-los, mas ninguém foi encontrado.

O corpo de Felipe foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavérico. O caso segue sob investigação dos agentes de Polícia Civil da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Segundo a Polícia, Felipe ganhou a liberdade condicional há 4 meses e é filho de uma Agente de Polícia Civil do município de Plácido de Castro. A Polícia acredita que a motivação do crime é guerra entre facções, pela disputa de território e domínio do tráfico de drogas.

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Acre 01

STF decide que comercialização de alvará de táxi e transferência a herdeiros é inconstitucional

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Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) deve pôr a fim a duas práticas antigas que ocorrem em todo o Brasil e já é uma tradição no Acre que é a livre comercialização de autorizações de serviço de táxi e a sua transferência aos sucessores legítimos do taxista, em caso de falecimento, pelo tempo remanescente do prazo de outorga.

Para o ministro Luiz Fux, relator da ação, os dispositivos transformaram em “mercadoria” as outorgas de serviço de táxi.  Para o relator, a transferência do direito à exploração do serviço aos sucessores, mesmo que pelo tempo remanescente do prazo da outorga, com anuência do poder público municipal e atendimento dos requisitos fixados para o serviço, implica tratamento preferencial, não extensível a outros setores econômicos e sociais. 

A regra, segundo ele, impõe séria restrição à liberdade de profissão e à livre iniciativa de terceiros, pois não há qualquer indicação e uma especial vulnerabilidade a ser suprida pelo Estado comparativamente a outros segmentos econômicos e sociais.

Segundo ele, ainda que tenha sido motivada por nobres intenções, a norma gerou desvios indesejáveis, ao transformar a outorga em bem patrimonial. Essa situação, a seu ver, não se coaduna com a precariedade que usualmente caracteriza as autorizações.

Quanto à livre comercialização das outorgas, o presidente do STF destacou que ela permite aos detentores auferir proveitos desproporcionais na venda a terceiros, contribuindo para a concentração de mercado e gerando “incentivos perversos” para a obtenção das autorizações, não com a finalidade de prestação de um serviço de qualidade, mas para a mera especulação econômica.

Na decisão, o entendimento é que o sobrepreço na comercialização da outorga dificulta o acesso à exploração do serviço por interessados com menor poder aquisitivo, o que contribui para que motoristas não autorizatários sejam submetidos a condições mais precárias de trabalho, ao alugar veículos e operar como auxiliares dos detentores das outorgas.

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Acre 01

Família chora ao ser comunicada da morte de parente de 36 anos no Into de Rio Branco

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O videomaker do ac24horas, Whidy Melo, captou na noite deste sábado, 16, a reação da família do pedreiro Célio, 36 anos, que faleceu no Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into), unidade escolhida como referência para tratamento da covid-19.

No vídeo, é possível constatar a desolação da família ao saber que Célio faleceu em decorrência do vírus. Ele não tinha nenhuma comorbidade.

Desolada, a família não quis gravar com o ac24horas, mas autorizou a filmagem de longe. Eles pediram à população acreana responsabilidade social para evitar o aumento no número de mortos e de casos em decorrência da doença.

Neste sábado, 06, o Acre registrou mais de 500 casos em decorrência da doença e ultrapassou 60 mil casos em decorrência da doença. O Acre vive um colapso com a superlotação das unidades em decorrência da doença.

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Acre 01

Após quase um mês de cheia, Rio Acre sai da cota de transbordamento em Rio Branco

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

Quase um mês depois de deixar mais de 10 bairros atingidos pela alegação neste mês de fevereiro, o Rio Acre saiu da cota de transbordamento neste sábado (27). Confirme última medição realizada pelo Corpo de Bombeiros, por volta das 9 horas, o manancial registrava 13,84 metros. A cota de transbordamento é de 14 metros em Rio Branco.

Entretanto, o nível do Rio Acre ainda está acima da cota de alerta, que é de 13,50 metros na capital acreana. Até o momento, 78 pessoas continuam desabrigadas na cidade.

Cerca de 2.740 famílias foram atingidas pela enchente na Capital. Quase 20 mil pessoas no total foram afetadas pela cheia. Destas, 600 tiveram de ser realizadas para outros locais fora de risco.

A Defesa Civil Municipal alerta que ainda há previsões de muita chuva na capital do Acre, o que deve fazer com que o Rio Acre possa elevar novamente o nível das águas.

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Acre 01

Rio Acre continua em vazante e não há novos desabrigados na Capital

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Nesta segunda-feira, 22, o nível do Rio Acre permanece em vazante. Na medição realizada às 6 horas da manhã, a cota era de 15,31 metros, o que significa 49 centímetros a menos do que o maior nível alcançado nesta enchente quando o Rio Acre chegou a 15,80 metros.

Em razão da subida, o número de desabrigados e desalojados não teve alteração nas últimas 24 horas. Aproximadamente 630 moradores de diversos bairros na capital acreana estão atingidos pela cheia, sendo que 68 famílias estão nos abrigos montados pela prefeitura e outras 132 foram levadas para casa de familiares.

Mesmo com a redução do nível do rio, a Defesa Civil continua trabalhando com a previsão de nova cheia. “Infelizmente ainda é essa a nossa expectativa, já que temos um volume muito grande vindo dos municípios. Em Assis Brasil o rio baixou dois metros e essa água vai chegar aqui. A boa notícia é que o Riozinho do Rola teve uma vazante de meio metro e não tivemos impacto em Rio Branco”, afirma Major Falcão da Defesa Civil Municipal.

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