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Ministro garante contratação de 358 médicos formados na Bolívia e no Peru

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, garantiu ontem ao governador Sebastião Viana e a parlamentares da bancada federal e estadual do Acre que até o dia cinco de novembro vai dar oportunidade aos médicos acreanos formados nos países fronteiriços da Bolívia e do Peru participarem do programa Mais Médicos no Acre.

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Segundo o governador, com essa decisão, que deve ser tomada em portaria a ser assinada pelo Ministério após a aprovação da medida provisória do Mais Médico, o Acre poderá contar com mais 358 médicos formados e com registro nos dois países vizinhos, além dos 60 que já foram credenciados e os que já se encontravam trabalhando no estado.

Para a secretária de Saúde, Suely Melo, a oferta de mais médicos garantida pelo ministro Padilha eleva de 1,3 para 1,5 o percentual de médicos por mil habitantes do Acre. O que será muito positivo, pois ampliará o acesso da população às unidades de saúde e fortalecerá os serviços oferecidos na atenção básica do estado, trazendo um grande alento para toda a sociedade acreana.

“O ministro da Saúde assumiu o compromisso de garantir a 358 médicos do Acre formados na Bolívia e no Peru o direito de exercer a medicina e de salvar vidas. Os médicos pediram esse apoio e nós estamos dando”, afirmou Sebastião.

Acompanhado do senador Aníbal Diniz (PT-AC), da deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB-AC) e dos deputados estaduais Eduardo Farias (PCdoB) e Jamil Asfury (PEN), o governador destacou que o Acre tratará os médicos formados nos países vizinhos “de maneira muito fraterna e muito solidária” para que eles desenvolvam seu trabalho junto à população do estado “com absoluta segurança e sensibilidade”.

Suely Melo destacou que uma atenção básica na saúde mais fortalecida implica numa população mais saudável e num menor impacto econômico na média e alta complexidade, que implicam numa saúde mais cara. “Por exemplo, com um médico na atenção básica capaz de controlar a diabetes de um paciente, reduziremos o risco desse paciente entrar com AVC numa UTI, onde a diária custa três mil reais”, diz.

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