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Justiça determina que Estado normalize atendimento na maternidade de CZS

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A juíza Evelin Bueno determinou que o Estado reestabeleça o serviço de atendimento médico especializado em tempo integral no Hospital da Mulher e da Criança, em Cruzeiro do Sul, principalmente, durante os plantões noturnos e de finais de semana, sob pena de multa de R$ 50 mil diária.

O Ministério Público Estadual (MPE) ingressou com uma ação civil pública, com pedido de liminar, contra o Estado do Acre em consequência da falta de atendimento médico, especialmente nos finais de semana, na maternidade de Cruzeiro do Sul, a única na região do Juruá.

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A ação foi ajuizada pelos promotores Wendy Takao e Alekine Lopes, que constataram a falta de médicos plantonistas na unidade. Antes, o problema já havia sido denunciado à polícia por abandono de função e prevaricação. De acordo com eles, os médicos ginecologistas e obstetras estão descumprindo a escala, sem justificativa.

No dia 13 de maio deste ano, o MPE encaminhou ofício à Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) recomendando adoção de medidas administrativas e enfatizando a necessidade de instauração de sindicância ou processo administrativo disciplinar para responsabilizar os médicos que não estavam cumprindo a escala de plantão elaborada pela Secretaria.

Da redação ac24horas
com informações do MPE/AC

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