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MPAC destaca grupo para fiscalizar ações de assistência a famílias desabrigadas

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Em janeiro deste ano, antes que as primeiras previsões de enchentes fossem divulgadas, o Ministério Público do Acre anunciou a reinstalação do Grupo Especial de Apoio e Atuação para Prevenção e Resposta a Emergências ou Estado de Calamidade devido à ocorrência de Desastres (GPRD).


De forma preventiva, o procurador-geral de Justiça, Danilo Lovisaro, assinou a portaria que designa promotores de Justiça para atuar de forma coordenada em todas as regiões do estado.

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O GPRD é uma força-tarefa do MP acreano que atua em situações de emergência causadas por fenômenos climáticos, fiscalizando as ações de socorro e assistência à população atingida, bem como no apoio às ações do poder público.


Na última sexta-feira, 23, Danilo Lovisaro convidou representantes do governo estadual e da Prefeitura de Rio Branco para uma reunião no MPAC. Na oportunidade, explicou que o objetivo era alinhar ações e conhecer as providências tomadas no atendimento às vítimas.


“Nós realizamos uma reunião na parte da manhã com representantes do Estado e outra na parte da tarde com a Prefeitura para ter o prognóstico e verificar as providências no auxílio às famílias atingidas. Essas informações são importantes para orientar o trabalho do Ministério Público do Acre”, explicou.



O MPAC está preparado para montar um gabinete de crise no Parque de Exposições, como no ano passado. O local deve receber o maior número de famílias desabrigadas na Capital.


Interior do estado

Assim que as primeiras famílias ficaram desabrigadas no Alto Acre, o MPAC passou a monitorar os abrigos e atuar junto à Defesa Civil para acompanhar de perto as ações de resgate, bem como as informações relacionadas ao nível dos rios e igarapés.


O mesmo trabalho, que tem à frente o promotor de Justiça Luis Henrique Rolim, coordenador do GPRD, acontece em Rio Branco, onde centenas de pessoas estão desalojadas e desabrigadas. As equipes se dividem entre os abrigos públicos para fiscalizar o atendimento às vítimas.



No último sábado, 24, em Tarauacá, membros do MPAC estiveram com a Defesa Civil para debater estratégias diante da situação de emergência. Até a data da reunião, não havia pessoas desabrigadas no município.

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Em Cruzeiro do Sul, onde não há, até o momento, previsão de enchente para os próximos dias, o MPAC também se reunirá com a Defesa Civil.



Segundo o MPAC, o monitoramento ocorre em todas as regionais do estado.


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