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Tchê anuncia ex-assessor como adjunto, mas governo nomeia Edivan

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A nomeação do médico veterinário Edivan Maciel para o cargo de Secretário Adjunto de Produção e Agronegócio (Seprod) pelo governo do estado nesta quinta-feira, 26, pegou muita gente de surpresa.


Ocorre que o titular da pasta, o deputado Luis Tchê (PDT), já havia anunciado em diversas reuniões, inclusive com a equipe técnica, o nome de Evilando Achaad como a pessoa que iria assumir o segundo posto de maior importância dentro da secretaria. O anúncio foi confirmado por mais de um servidor da Seprod que presenciou o anúncio de Achaad como adjunto.


A nomeação de Edivan, que foi secretário de produção em duas oportunidades na gestão passada, e nunca escondeu o desejo de permanecer no cargo no segundo mandato do governador Gladson Cameli, foi apontada por servidores como primeiro atrito político de Tchê à frente da produção acreana com o Palácio Rio Branco. Um outro fator que teria sido determinante para que Achaad não fosse nomeado seria o fato da nova equipe da Agência de Negócios do Acre (Anac), que foi presidida por Achaad até o final do ano passado, ter encontrado inconsistências em sua gestão.

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“Não há nenhum problema político, Edivan foi uma escolha minha”, diz Tchê


O Secretário de Produção Luis Tchê foi procurado pelo ac24horas. À reportagem, o gestor negou qualquer problema com o governador e esclareceu que a volta de Edivan Maciel à Seprod foi uma escolha sua.


“Quando cheguei aqui a ideia era trazer o meu pessoal, mas decidi fazer uma gestão que aliasse a política com a parte técnica. Conversei com a Federação da Agricultura e com outros setores e a intenção em convidar o Edivan é reparar um erro que foi feito com ele que chegou a ser isolado, mesmo sendo um quadro muito qualificado tecnicamente”, afirmou.


Tchê disse ainda que a escolha de Edivan tem também como objetivo não entrar em confronto com os servidores da casa. “Não adianta vir aqui e confrontar os servidores, quem vai perder é o produtor rural. Hoje, metade dos cargos da secretaria é dos servidores. A decisão pelo Edivan foi minha, até porque o governador me deu total autonomia”, diz.


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