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Brasil perde para seleção do Camarões, mas avança em primeiro e pegará a Coreia do Sul

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O Brasil perdeu por 1 a 0 para Camarões nesta sexta-feira (2), com gol de Aboubakar, pela última rodada do Grupo G da Copa do Mundo, mas assegurou a primeira colocação da chave. Agora, a seleção enfrenta a Coreia do Sul nas oitavas de final, na próxima segunda-feira (5), às 16h (Brasília).

No outro jogo, a Suíça venceu a Sérvia por 3 a 2 e ficou com a segunda posição por conta do saldo de gols. Os suíços enfrentarão Portugal, o primeiro colocado do Grupo H. Depois das três rodadas, a disposição do Grupo G ficou com: Brasil, com seis pontos, Suíça, com seis, Camarões com quatro e Sérvia com um.

Embora tenha assegurado a primeira colocação do grupo, Tite terá uma grande preocupação no setor da lateral-esquerda. O titular Alex Sandro está com o quadril lesionado, e o reserva Alex Telles machucou o joelho direito nesta sexta. Marquinhos foi o substituto.

O jogo

O jogo começou estudado, com Camarões apertando o Brasil em cima, e os reservas de Tite tentando escapadas rápidas, principalmente pela direita. A primeira boa chance do jogo foi da seleção brasileira, aos 13 minutos, em uma invertida de Fred para Martinelli. O volante lança na área o camisa 26, que cabeceia sozinho para uma linda defesa de Epassy.

Aos 21, foi a vez de Fred arriscar de dentro da área, depois de cruzamento de Alex Telles e ajeitada de Gabriel Jesus. O volante girou batendo, mas a bola desviou e foi a escanteio. Pelo alto, o Brasil tentou outras vezes, mas foi em descidas rápidas que levou mais perigo. O sistema camaronês, entretanto, parou os brasileiros com muitas faltas, que não levaram perigo.

No fim do primeiro tempo, aos 46, Martinelli fez linda jogada, entrou na área, mas finalizou novamente nas mãos do goleiro. No escanteio, Rodrygo acertou a rede pelo lado de fora em jogada ensaiada. A melhor chance de Camarões foi o último ato da primeira etapa, quando Mbeumo cabeceou livre, para o chão, e obrigou Ederson a fazer grande defesa – a primeira de um goleiro brasileiro na Copa.

Sem alterações para o segundo tempo, quem voltou melhor foi Camarões, que conseguiu chegar com perigo logo aos cinco minutos. O atacante Aboubakar recebeu livre na área e finalizou perto do gol, mas para fora. O Brasil respondeu rapidamente, uma vez com Martinelli e outra com Antony, mas ambos pararam em Epassy.

Na sequência, Alex Telles sentiu lesão no joelho direito e precisou ser substituído. O outro lateral-esquerdo da seleção é Alex Sandro, que também está lesionado, então Tite colocou Marquinhos. Na mesma leva de alterações, o comandante brasileiro colocou Bruno Guimarães e Everton Ribeiro e, posteriormente, Pedro. Fred, Rodrygo e Jesus saíram. Telles chorou demais no banco de reservas.

O Brasil melhorou, mas demorou a criar uma chance efetiva de gol. Em chute de fora da área, Camarões assustou novamente, mas Ederson, seguro, agarrou. Depois de muito rondar a área camaronesa, o Brasil foi surpreendido nos acréscimos do segundo tempo. Aos 46 minutos, o atacante Aboubakar recebeu cruzamento certeiro e cabeceou sem chance para Ederson.

O Brasil se lançou novamente ao ataque em busca do gol e teve a oportunidade do empate. Marquinhos ajeitou de peito, dentro da área, para Bruno Guimarães, mas o volante finalizou por cima do gol. Um gol da Suíça mandaria o Brasil para a segunda colocação do grupo, mas isso não aconteceu. Brasil garantido na primeira posição.

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Inscrições para creches e escolas de educação infantil da capital terminam nesta terça-feira

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A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Seme), comunica aos pais e responsáveis que pretendem concorrer às vagas nas creches para os seus filhos que as inscrições para concorrer ao sorteio se encerram nesta terça-feira (7), com o horário final até as 18h.

Segundo a Divisão de Tecnologia da Informação da Secretaria Municipal de Educação DTI/SEME, a parcial de inscrições para participação no sorteio das vagas nas escolas municipais de através do formulário on-line no link https://forms.gle/mZ6CGuJz1cVHdG2g9 , até às 12h desta terça-feira (7) mostra 4.750 inscrições on-line.

A vaga, em caso de procura maior do que a oferta em uma determinada escola, é feita por meio de sorteio.

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Preço do diesel terá redução de R$ 0,40 a partir desta quarta-feira (8), diz Petrobras

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O preço do diesel vendido pela Petrobras às distribuidoras de combustíveis terá uma queda de R$ 0,40 a partir de amanhã (8), anunciou hoje (7), no Rio de Janeiro, a estatal. Em termos percentuais, a redução é de 8,8%.

Com a variação de preço, o valor do litro do diesel comprado pelas distribuidoras, chamado de diesel A, vai cair de R$ 4,50 para R$ 4,10, segundo a Petrobras.

O diesel comprado por motoristas nos postos de combustíveis é resultado de uma mistura de 90% desse diesel A, vendido pela Petrobras, com 10% de biodiesel.

A empresa estima que a parcela do preço cobrado por ela no valor final pago pelos motoristas passará a ser de R$ 3,69 por litro.

O valor de venda às distribuidoras tem como principal balizador a busca pelo equilíbrio dos preços da Petrobras aos mercados nacional e internacional, argumenta a estatal.

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No Acre, morador com saneamento básico tem renda 3,5 vezes maior que os que não tem

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No Acre, a renda mensal das pessoas cuja moradia é assistida pelo saneamento básico é cerca de R$2.460,00 superior aos moradores que não tem o serviço. Enquanto as com saneamento tem renda de R$3.208,75, os que não tem ganham R$745,60 – três vezes e meio a menos, segundo o dashboard Painel do Saneamento, do Instituto Trata Brasil (acesse aqui https://www.painelsaneamento.org.br/localidade?id=12).

A frieza dos números do Trata Brasil retrata um universo paralelo entre os que tem e os que não tem saneamento básico no Acre -e não somente pela renda com também por questões como a escolaridade: enquanto os que tem saneamento estudaram em média 9,7 anos, os sem saneamento ficaram apenas 5,99 anos na educação formal -um abismo de três anos que fazem importante diferença ao longo da vida.

Com dados de 2020, o Trata Brasil diz que mais de 88% dos habitantes do Acre não tinham acesso ao sistema de tratamento de esgoto – e outros 52,8% estavam sem acesso à água tratada.

As informações disponíveis no Painel Saneamento Brasil são, segundo ITB, dados oficiais trabalhados pelas consultorias que contribuem com o projeto. “O Instituto Trata Brasil e seus consultores apenas reproduzem as bases de dados oficiais, nacionalmente utilizadas e reconhecidas (SNIS, IBGE, dataSUS). Para as informações novas e que envolvem cálculos, o Painel Saneamento Brasil oferece notas técnicas que detalham e dão transparência às metodologias adotadas”, diz o ITB.

Na Amazônia a precariedado no saneamento básico não é um drama só dos acreanos. Lançado em novembro de 2022, o estudo “Benefícios Econômicos e Sociais da Expansão do Saneamento no Brasil” feito pelo Trata Brasil, em parceria com a consultoria EX ANTE, realiza um balanço da evolução do setor dos serviços básicos entre 2005 e 2020, mostrando que apesar dos avanços no período, a universalização ainda está distante do desejado em vários estados e capitais. Entre as regiões do país, a Norte apresenta as maiores dificuldades em levar o acesso pleno de água e esgotamento sanitário para os habitantes.

Segundo o estudo, a região tinha os piores indicadores de saneamento básico no Brasil. Em 2020, 9 em cada 10 habitantes ainda não tinham coleta de esgoto em suas residências e quase metade da água potável produzida era desperdiçada.

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O antigo problema da gestão das fronteiras no Acre: o que esperar do novo governo federal?

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A problemática das fronteiras nacionais não é uma excepcionalidade do Acre, estado onde a falta de controle dos limites com os países vizinhos acarreta enormes transtornos e ameaças à população, que não de hoje tem reivindicado uma maior fiscalização dos pontos de entrada e saída do país na região. Contudo, muito pouco ou nada tem sido feito nesse sentido, nas últimas décadas, pelo governo federal, que é o responsável por esse trabalho.

O estado do Acre é mais um enfrenta uma série de dificuldades para lidar o avanço da criminalidade em pontos específicos das suas fronteiras, especialmente com a Bolívia, e apesar de algumas medidas recentes do governo do estado, como a criação do Grupo Especial de Operações de Fronteira (Gefron), os registros de homicídios ligados à atuação de facções que agem nos dois países continuam a crescer tendo o tráfico de drogas como combustível.

Brasiléia, localizada em um centro urbano que reúne a também acreana Epitaciolândia e a boliviana Cobija, capital do departamento de Pando, é a cidade mais afetada pela violência contra a vida depois da capital, Rio Branco. Em 2022, de acordo com o Informativo de Mortes Violentas Intencionais (MVI) no estado, produzido pelo Ministério Público (MP), foram registrados 22 homicídios na localidade de cerca de 26 mil habitantes.

Em comparação com a capital, que registrou 95 assassinatos em 2022, o número de homicídios em Brasiléia é alarmante, considerando que Rio Branco tem quase 20 vezes mais habitantes que a cidade fronteiriça. Quase a totalidade desses crimes são atribuídos a uma guerra entre organizações criminosas que não respeitam a fronteira em agem nos dois países, tanto para matar quanto para roubar.

Outra situação grave de insegurança pública relacionada à fronteira do Acre com a Bolívia ocorreu no fim do ano passado, quando uma onda de roubos contra proprietários rurais foi registrada na região rural de Acrelândia. Para conter o ímpeto dos bandidos, a Secretaria de Segurança Pública do Acre (Sejusp) teve que agir com vigor, chegando a instalar uma barreira policial na passagem para o lado boliviano em Plácido de Castro.

Com uma proporção menor de homicídios, Cruzeiro do Sul, a segunda maior cidade do Acre, localizada na região de fronteira com o Peru, também viu a criminalidade crescer muitos na última década em razão de suas florestas e rios serem rota do narcotráfico internacional. Antes uma cidade tranquila, a chamada capital do Juruá passou a conviver com uma frequência de assaltos e crimes violentos contra a vida.

Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que criará um grande agrupamento da Polícia Federal para agir mais fortemente na proteção da Amazônia e no combate ao narcotráfico nas fronteiras. Também prometeu, durante o mandato, fortalecer o Ministério da Segurança Pública para sua missão de cuidar mais fortemente das fronteiras e dos biomas.

Entretanto, na primeira reunião entre secretários de Segurança Pública de todo o país, realizada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública no último dia 26 de janeiro, apesar de o ministro Flávio Dino, ter destacado a importância de estados e União trabalharem juntos, tendo em vista os desafios a serem enfrentados, nada se falou sobre segurança nas fronteiras, de acordo com o release divulgado pela assessoria do Ministério.

A reportagem fez alguns questionamentos ao novo secretário de Justiça e Segurança Pública do Acre, o coronel José Américo Gaia, sobre a sua participação nesse encontro e ainda sobre as discussões que ocorrem em torno da pauta neste começo do ano, assim como as expectativas para com as políticas do governo Lula para a área. Ele, no entanto, não havia respondido até o fechamento deste material.

Segundo o presidente do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (Idesf), Luciano Barros, um dos motivos das dificuldades que os estados enfrentam na gestão das suas fronteiras é a falta de investimentos e de uma atenção especial para essas regiões do país, que em razão da falta de desenvolvimento deixam a população vulnerável a ser arregimentada pelo crime.

“Faltam políticas públicas, investimentos e um olhar específico para essas fronteiras. O Brasil lutou muito para conquistar essas terras, mas precisa desenvolvê-las. Os atores do crime organizado não encontram grande resistência, são sistemas evoluídos, que conseguem encontrar mão de obra muito fácil e trazer essas pessoas para a contravenção. É preciso uma visão de longo prazo e o Brasil tem essa possibilidade”, ele avalia.

Dados do Idesf apontam que a taxa de homicídio nos 588 municípios da faixa de fronteira brasileira chega a ser até 4 vezes a média nacional, fato que revela como as atividades ilícitas, com destaque para o contrabando de armas e drogas, contribuem para a expansão da atuação de milícias e de outras facções criminosas. Infelizmente, algumas cidades acreanas vivem na pela essa realidade.

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