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Acre chega à metade de outubro com 10.617 focos de queimadas, segundo pior índice da história

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Apenas em 2005, o ano e um das maiores tragédias ambientais do estado, quando milhares de hectares pegaram fogo dentro da Reserva Extrativista Chico Mendes, o Acre teve mais queimadas do que em 2022.

Neste ano, já são 10.617 focos de queimadas, um volume 25% maior que o registrado no ano passado até 15 de outubro. O Acre é sexto colocado no ranking do fogo em 2022, atrás de Pará, Mato Grosso, Amazonas, Maranhão e Tocantins.

As informações são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), considerados os dados do satélite de referência adotado pelo órgão, o AQUA Tarde, da Agência Espacial Americana (Nasa), e disponibilizados pelo Programa Queimadas.

Setembro já tinha alcançado a pior média da história do Acre, com 6.693 focos de queimadas. Em termos comparativos, setembro de 2021 teve 3.982 focos de queimadas. No ano mais crítico da série histórica do Inpe, que foi 2005, setembro teve 6.092 focos de calor.

Os municípios que lideram o ranking acreano do fogo são Feijó e Tarauacá, com 2.322 e 1.527 focos de queimadas no ano. Na sequência estão Sena Madureira (1.094), Rio Branco (989) e Cruzeiro do Sul (659). Feijó há vários anos consta na lista dos 1º municípios brasileiros que mais queimam.

Já entre as Unidades de Conservação federais no Acre, a Resex Chico Mendes é a mais afetada pelo fogo, com 896 focos de queimadas. Em seguida vêm a Resex do Alto Juruá, com 199 focos; o Parque Nacional da Serra do Divisor, com 99 focos; a Resex do Alto Tarauacá, com 97 focos; e a Resex do Riozinho da Liberdade, com 80 focos.

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Vereadora registra Boletim de Ocorrência e pede medida protetiva contra colega de parlamento

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A vereadora de Bujari Eliane Rosita (Progressistas) esteve na manhã desta segunda-feira, 30, na delegacia do município, onde registrou uma queixa-crime contra o também vereador Gilvan de Souza (PCdoB). De acordo com Eliane, Gilvan ameaçou agredi-la fisicamente, tendo que ser contido por outro parlamentar. Gilvan teria dito que se Eliane fosse homem iria “quebrar” a vereadora na porrada. O ac24horas divulgou o caso no último domingo, dia 29.

As agressões verbais e a tentativa de agressão física teriam ocorrido em uma sessão extraordinária na última sexta-feira, dia 27.

Eliane afirmou que não foi a primeira vez que o vereador age de maneira violenta. “Na primeira vez que fui igualmente agredida pelo mesmo vereador, fiz a denúncia, mas entramos em acordo, porque na ocasião o mesmo se mostrou arrependido , e como tenho consideração pela família do mesmo, resolvi aceitar o acordo. No entanto, o mesmo já agrediu a nossa assessora jurídica, a senhora Danyelle, que também registrou um BO. Tenho testemunhas que o mesmo passou longas horas antes da sessão em um bar da cidade ingerindo bebida alcoólica”, disse.

A vereadora foi recebida pelo delegado do município Bruno Coelho e fez o registro da queixa. “Estou aqui na delegacia, fiz um boletim e pedi uma medida protetiva. Agora é esperar o que a justiça vai fazer nesse caso. Eu não vou me calar diante dessas agressões, já é a segunda vez que sofro agressão dentro da casa que é minha”, diz Eliane.

Eliane esteve acompanhada na delegacia de representantes da Secretaria Estadual Adjunta da Mulher e do Conselho Estadual das Mulheres. Na tarde desta segunda-feira, 31, a vereadora vai registrar outra queixa, desta vez na Delegacia da Mulher em Rio Branco.

O delegado de Bujari afirmou que o inquérito já foi instaurado. “Vamos averiguar se as possíveis ameaças foram em decorrência de gênero da vítima por ser mulher, já que não é a primeira notícia crime que é registrada na delegacia em desfavor deste vereador. Iremos aprofundar as investigações em gravidade dos fatos, já que todas as mulheres que registram queixa, pela sua vulnerabilidade, procuramos ser mais céleres e em poucos dias, acredito, finalizaremos as investigações e enviaremos o procedimento ao judiciário”, disse Bruno Coelho.

O ac24horas procurou o vereador Gilvan de Souza, mas o mesmo não se manifestou. O espaço segue aberto para a devida manifestação, caso tenha interesse.

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Asfalto é retirado de ruas do Parque Palheiral e gera revolta de moradores

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Os moradores da rua Cisne e rua Águia, no conjunto Parque do Palheiral, bairro Novo Horizonte, estão revoltados com um serviço iniciado pela prefeitura de Rio Branco em 2021. Segundo eles, uma equipe da gestão retirou o asfalto da via pública e dois anos depois ainda não solucionaram a situação.

O ac24horas foi ao local nesta terça-feira, 24 e ouviu o morador Elisandro Ferreira das Neves, onde ele contou que há 7 anos mora no local e que no início o bairro era asfaltado, mas sem a devida manutenção. Entretanto, a rua acabou sendo destruída quando em 2021, uma equipe da prefeitura retirou o asfalto – ocasionando problemas na estrutura de algumas residências. “Eles ficaram de dar uma resposta e até hoje o povo está aguardando”, declarou Neves.

Já Benaci de Araújo Souza, 55 anos, disse que reside no bairro há mais de 30 anos e que a rua sempre foi difícil para os moradores, porém, com a retirada da camada asfáltica pela atual gestão municipal, a situação piorou. “Até hoje não veio ninguém com a promessa de que iria ajudar”, comentou.

A mulher revelou que os moradores estão arcando com recursos para melhorar a estrutura da via pública.

Resposta da prefeitura

A reportagem do ac24horas buscou contato com o secretário de infraestrutura, Cid Rodrigues, que garantiu que a gestão deverá realizar as obras de recapeamento asfáltico nas ruas mencionadas nos próximos dias. “Não vamos levar máquinas pesadas para a região”, comentou.

Com participação de Whidy Melo

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Funcionários do Shopping se revoltam ao serem obrigados a pagar estacionamento

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Funcionários das lojas que ficam no Via Verde Shopping procuraram o ac24horas nesta segunda-feira, 23, para denunciar o que chamam de absurdo por parte da administração do local. É que exatamente nesta segunda-feira, os funcionários, que tinham direito de estacionar suas motos e carros de forma gratuita, passaram a ter que pagar para estacionar seus veículos enquanto trabalham.

Uma funcionária de uma loja que prefere não ser identificada reclamou da decisão da administração do shopping. “Estamos todos revoltados, pois a partir de hoje estamos sendo obrigados a pagar o estacionamento. O que mais nos revolta é que não tem segurança alguma. No antigo estacionamento, podíamos deixar capacete, bolsa e tínhamos segurança. Agora, vamos ter que enfrentar também a falta de estrutura e nossos veículos vão ficar o dia todo expostos ao sol e à chuva. Pensamos em fazer uma manifestação, mas todos nós temos medo de retaliação e de sermos demitidos”, diz.

De acordo com a funcionária, a cobrança será de R$ 30 para motos e R$ 90 para veículos por mês.

A reportagem do ac24horas procurou a administração do Via Verde Shopping que confirmou a cobrança do estacionamento e disse que o antigo local onde eram estacionados as motos e carros dos funcionários não é adequado. “O Via Verde Shopping esclarece que a guarda de veículos é um serviço oferecido pelo estacionamento do empreendimento, a fim de garantir comodidade e segurança, com uma tabela de custos específicos de acordo com o usuário e a finalidade de utilização. No caso dos funcionários de loja, anteriormente eles guardavam os veículos na Doca, um local de carga e descarga de mercadorias, finalidade distinta da qual o local foi projetado”, disse a administração via assessoria de imprensa.

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Nível do Rio Acre sobe mais de 2 metros em 48 horas na Capital

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As constantes chuvas dos últimos dias provocaram o aumento no nível do Rio Acre na capital acreana.

Na manhã desta quinta-feira, 19, o manancial mede 9,86 metros. O nível é dois metros maior do que o registrado na manhã de terça-feira, que era de 7,48 metros.

O aumento de forma abrupta é provocado pela quantidade de chuvas registradas na capital acreana e nas cabeceiras do Rio Acre que acaba influenciando no nível na capital acreana.

Neste mês de janeiro, em 18 dias, já choveu 161,7mm dos 289,5mm esperados para todo o mês, o que representa 56% do total.

Apesar do nível ter aumentado de forma rápida, a situação ainda é tranquila em relação à possibilidade de enchente, já que a cota de alerta é de 13,5m e a cota de transbordamento é de 14 metros na capital acreana.

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