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Pesquisa Badra: Gladson aparece com 44%, Jenilson 14%, Mara e Petecão com 10%

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O Instituto Badra Comunicação divulgou nesta sexta-feira, 10, uma nova pesquisa que mostra a intenção de votos para o governo do Estado nas eleições 2022 – que ocorre em outubro deste ano.

No cenário estimulado —quando os entrevistados recebem uma lista de nomes para escolher, o governador e pré-candidato à reeleição, Gladson Cameli (Progressistas) aparece com 44,7% disparado na primeira colocação. Em segundo está o deputado estadual Jenilson Leite (PSB) com 14,8%, seguido pela deputada federal Mara Rocha (MDB) com 10,1%. Na quarta colocação vem o senador Sérgio Petecão (PSD) na cola de Rocha com 10%. Em quinto aparece o pecuarista Jorge Moura com 2,7% e Nilson Euclides (PSOL) com 0,7. Brancos e nulos somam 10,5% e não sabem ou não responderam marcou 6.6%.

Em um outro levantamento – na espontânea – quando o entrevistador não cita os candidatos, o governador Gladson Cameli segue na liderança com 37,9%. Em segundo, vem a deputada federal Mara Rocha (MDB) com 6,6%, seguido do deputado estadual Jenilson Leite (PSB) com 6,2% e em terceiro o ex-senador Jorge Viana (PT) com 4,1%. O senador Sérgio Petecão (PSD) vem na quinta colocação com 3,6% e Marcus Alexandre do PT com 1,8%. Brancos e nulos somam 12,9% e não sabem 24,5%.

O instituto também avaliou o índice de rejeição dos candidatos ao governo. Nesse quesito, o senador Sérgio Petecão lidera com folga com 33,4%, seguido do governador Gladson Cameli com 17,9%, Mara Rocha 9,5%, Jorge Moura 7,7%, Nilson Euclides 7,2% e o deputado estadual Jenilson Leite, o menos rejeitado, soma apenas 4,6%.

A pesquisa da Badra ouviu 1.056 pessoas entre os dias 27 a 29 de Maio. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Eleitoral do Acre com o número BR-03966/2022.

Acre 01

Ao TSE, Ney Amorim informa que ficou “pobre” três vezes mais que em 2018

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O ex-deputado Ney Amorim é o 7º a pedir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registro de sua candidatura ao Senado pelo Podemos.

Ao TSE, ele declarou que seu patrimônio atual é constituído por dois itens (casa e ações) no valor de R$450 mil, valor três vezes menor que o apresentado em 2018, quando postulou também uma vaga no Senado pelo PT.

Naquela eleição, Ney dizia ter R$ 1.264.478,49 em bens distribuídos por nove itens, incluindo cinco terrenos, carro, ações e dinheiro em conta bancária.

Em 2010, quando começou a carreira de deputado estadual pelo PT, Ney disse à Justiça ter R$170.600 mil e em 2014, mais uma vez com uma vaga na Assembleia Legislativa do Acre, seu patrimônio era de R$ 329 mil.

Ou seja, os bens de Ney Amorim variaram muito em doze anos de vida política, mas, segundo os números informados ao TSE, o candidato ficou 3 vezes mais pobre entre 2018 e 2022.

Ney Amorim quer ser candidato na coligação “Avançar para fazer mais”, que reúne Podemos, PP, PDT, Patriota, Solidariedade, Federação Cidadania (PSDB/Cidadania), PMN, DC e PMB.

Seus suplentes são o advogado Rui Óscar e o servidor público estadual, Renan Biths.

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Acre 01

TSE divulga página de conta de candidatos e partidos e Acre têm 448 candidatos no geral

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O Tribunal Superior Eleitoral divulgou neste sábado, 13, a página de divulgação de candidaturas e as contas eleitorais de cada candidato e partidos políticos.

A ferramenta é por onde o cidadão pode acompanhar o andamento do pedido de registro de candidaturas e os gastos de candidatos e partidos. De acordo com o calendário eleitoral, 12 de setembro, 20 dias antes da data do primeiro turno, é o prazo final para que todos os pedidos de registro de candidatura – e eventuais recursos decorrentes do processo – tenham sido devidamente processados, analisados e julgados pelos tribunais eleitorais competentes.

O TSE informa que no Acre foram pedidos até agora 448 pedidos de registro de candidaturas, sem contar os candidatos à vice-governador e dois suplentes de cada candidato ao Senado. Os candidatos no Acre estão divididos entre 310 postulantes à uma vaga das 24 vagas na Assembleia Legislativa, 124 candidatos às nove cadeiras a que o estado tem direito na Câmara Federal, 7 candidatos à uma vaga ao Senado e outros 7 candidatos ao governo.

Beyruth e Alan Rick ainda não pediram registro de candidatura

O pré-candidato pelo PSDB ao senado, o médico Carlos Beyruth, de acordo com a página do TSE, ainda não pediu registro de sua candidatura. Beyruth integra a lista de inelegíveis encaminhada pelo TCU à Justiça Eleitoral. Ao ac24horas, o médico garantiu ter recebido de seu advogado a garantia de que sua candidatura seria válida e prometeu recorrer em caso de entendimento diverso.

Quem também ainda não consta que tenha pedido registro da candidatura é o pré-candidato Alan Rick do União Brasil.

Constam na página do TSE, com pedido de registro de candidaturas ao senado, Ney Amorim (Podemos), Dimas Sandas (Agir), Dra. Vanda Milani (PROS), Dr. Jenilson Leite (PSB), Márcia Bittar (PL), Nazareth Araújo (PT) e Sanderson Moura (PSOL). Ao governo, todos os candidatos já pediram registro de suas candidaturas.

Apesar de não constar o nome na relação do TSE, Beyruth e Alan Rick podem ser candidatos, já que o prazo para o registro de candidaturas só termina na próxima segunda-feira, 15.

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Segunda é a data-limite para apresentar pedidos de registros de candidaturas para as Eleições

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Termina nesta segunda-feira (15) o prazo para os partidos políticos, as federações e as coligações requererem o registro de candidatas e candidatos a presidente e a vice-presidente da República, governadores e vice-governadores, senadores e respectivos suplentes, deputados federais e deputados estaduais ou distritais. A determinação está prevista no calendário eleitoral de 2022 e reflete as disposições da Lei nº 9.504/1997, a Lei das Eleições, e da Resolução TSE nº 23.609/2021.

O prazo se encerra às 8h, para as candidaturas apresentadas pela internet, e às 19h, para a entrega de mídias com a documentação necessária diretamente no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – no caso dos candidatos a presidente – ou nos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) – nos demais casos.

Cada agremiação poderá apresentar apenas uma candidata ou um candidato a presidente e vice, governador e vice, e a senador, com os respectivos suplentes. Para as candidaturas a deputados federais, estaduais e distritais, cada sigla poderá indicar candidatos no número de todas as cadeiras a serem ocupadas, mais uma. Vale lembrar que a legislação eleitoral prevê que, no mínimo, 30% dessas candidaturas às eleições proporcionais deverão ser preenchidas por mulheres.

O processo de registro de candidatura é regulamentado pela Resolução TSE nº 23.609/2019. Segundo a norma, o pedido de registro precisa ser acompanhado da ata da convenção e da respectiva lista de participantes, que deverão ter sido inseridos no sistema CANDex e enviados via internet, ou arquivos digitais gerados pelo sistema entregues à Justiça Eleitoral (JE) pessoalmente em um pen drive até o dia seguinte da realização do evento.

O CANDex é um sistema desenvolvido pela JE exclusivamente para o registro de atas de convenções partidárias e de pedidos de registro de candidaturas. A ferramenta pode ser baixada no Portal do TSE.

No CANDex, deverão ser inseridos os dados biográficos dos candidatos bem como informações sobre o partido e a coligação que integram. Ao iniciar o processo de registro, o sistema gera os formulários de Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP), Requerimento de Registro de Candidatura (RRC) e Requerimento de Registro de Candidatura Individual (RRCI). Os formulários deverão ser preenchidos, impressos, assinados e mantidos pelos respectivos subscritores, e poderão ser requeridos pela JE para conferência da veracidade.

No pedido de registro de candidatura, deve ser informado o nome para constar na urna eletrônica. É possível incluir o nome fonético de candidatas e candidatos, para uso de recursos de acessibilidade da urna. Também devem ser apresentadas: relação de bens, fotografia recente nas especificações da Resolução do TSE, certidões criminais e prova de alfabetização, entre outros dados.

O requerimento passa a tramitar, então, no Processo Judicial Eletrônico (PJe), sob a classe Registro de Candidatura (RCand). Nesse momento, um magistrado do TSE – ou, se for o caso, de um TRE – é indicado como relator do processo.

Com a autuação, os dados são encaminhados automaticamente à Receita Federal para fornecimento, em até três dias úteis, do número do registro do candidato no CNPJ. Esse número autoriza os postulantes a promover a arrecadação de recursos e a realizar as despesas necessárias à campanha eleitoral.

Depois de verificados os dados dos processos, a Secretaria Judiciária do respectivo tribunal eleitoral publica imediatamente no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) o edital contendo os pedidos de registro para ciência dos interessados. A partir disso, abrem-se os seguintes prazos: dois dias para que o candidato escolhido em convenção requeira individualmente o registro, caso o partido político ou a coligação não o tenha requerido, e cinco dias para a impugnação dos pedidos. É importante lembrar que não são permitidas candidaturas avulsas.

Qualquer candidato, partido político, federação, coligação ou o Ministério Público pode impugnar o pedido de registro de candidatura em petição fundamentada. A impugnação exige representação processual e será peticionada diretamente no PJe. Constatada qualquer falha, omissão ou ausência de documentos necessários à instrução do requerimento, a sigla, a federação, a coligação ou o candidato será intimado para que a situação seja resolvida no prazo de três dias.

Encerrada a data-limite para impugnação ou, se for o caso, para contestação, a Secretaria Judiciária enviará as informações necessárias para que o relator do processo aprecie o pedido de registro.

De acordo com o calendário Eleitoral, 12 de setembro, 20 dias antes da data do primeiro turno, é o prazo final para que todos os pedidos de registro de candidatura – e eventuais recursos decorrentes do processo – tenham sido devidamente processados, analisados e julgados pelos tribunais eleitorais competentes.

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Para evitar interferência no sinal do satélite, 5G só chega a Rio Branco depois das eleições

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A implantação do 5G em Rio Branco deve atrasar mais um mês, segundo o Gaispi, o comitê gestor da 5ª geração de internet da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Assim, a data provável da chegada do 5G na capital do Acre passa a ser 28 de outubro ao invés de 29 de setembro. Questões variadas levaram à decisão: “O Gaispi deliberou, com base em informações logísticas da EAF, recomendar ao Conselho Diretor da Anatel a postergação da disponibilização da faixa de 3,5 GHz para até 28 de outubro nas 15 demais capitais Tal medida se mostra necessária para permitir a conclusão das ações de desocupação da faixa e mitigação de eventuais interferências na recepção das estações do Serviço Fixo por Satélite (FSS). Permanece a possibilidade de antecipação, mesmo nessas 15 cidades, desde que adotadas as medidas necessárias por parte da EAF”, diz o comunicado da Anatel.

Ainda segunda a Agência, quem recebe as transmissões da TV aberta pela antena parabólica precisa adaptar o equipamento para evitar eventuais interferências -e os inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) que recebem sinal da TV aberta por parabólica podem solicitar o kit gratuito para a adaptação do equipamento à Siga Antenado, nome fantasia da EAF.

“É fundamental que seja realizado agendamento para a instalação dos novos equipamentos. Mais informações estão disponíveis no site da Siga Antenado. Também está disponível o telefone 0800-729-2404”, pede a Anatel.

O novo prazo abrange as cidades de Recife, Fortaleza, Natal, Aracaju, Maceió, Teresina, São Luís, Campo Grande, Cuiabá, Porto Velho, Macapá, Boa Vista, Manaus e Belém. Curitiba, Goiânia e Salvador estão desde ontem, 12 de agosto, com o sinal 5G, que começou por Brasília, Belo Horizonte, João Pessoa, Porto Alegre e São Paulo.

No último dia 5 de agosto, o prefeito Tião Bocalom comemorava por ser Rio Branco a primeira cidade da Amazônia a sancionar a lei do 5G.

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