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Proporção de mortes por Covid-19 no Acre foi maior que a do Brasil

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Há mais de vinte dias seguidos não há registro de mortes por Covid-19 no Acre e poucos casos vem sendo registrados até esta segunda-feira, 30 de maio. No entanto, essa calmaria pandêmica nem sempre foi assim: em 2021, o Acre apresentou 78 mortes por Covid-19 a cada grupo de 100 mil habitantes, maior que a proporção registrada em nível nacional naquele ano, de 76 óbitos/100.000hab.

Esses dados constam do Anuário Estatístico do Brasil (AEB) 2021, lançado pelo IBGE nesta segunda.

A publicação, que está em seu 81º volume, traz uma visão geral da realidade do país em seus aspectos territoriais, ambientais, demográficos e socioeconômicos. O anuário apresenta resultados de levantamentos, estudos e pesquisas que foram realizados tanto pelo Instituto quanto por instituições parceiras.

O Anuário Estatístico é uma obra com rigor técnico, qualidade editorial, feito e alimentado por muitas mãos, segundo o IBGE. A cada edição são revistos os dados, são propostas inovações, são feitos um glossário de termos e um índice remissivo. É uma publicação que trabalha com tabelas, gráficos e textos e que traz os dados do IBGE e de outros órgãos que integram o Sistema Estatístico Nacional.

Entre as instituições parceiras estão, por exemplo, a Indústria Brasileira de Árvores, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Até o domingo (29) o Acre registrou 327.325 notificações de contaminação pela Covid-19, sendo que 202.330 casos foram descartados e 20 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública. Pelo menos 122.930 pessoas já receberam alta médica da doença, sendo que 2 seguiam internadas.

Acre

Ney Amorim agradece fidelidade e epoio de Gladson na campanha

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O candidato ao Senado Ney Amorim (Podemos) ressaltou nessa reta final de campanha, a apenas dois dias para o pleito eleitoral, a sinceridade e o compromisso do governador Gladson Cameli (Progressistas).

Para Ney, uma das maiores provas disso é que durante uma agenda da tarde dessa quinta-feira, 29, em Manoel Urbano, com a presença de milhares de apoiadores, Gladson pegou uma bandeira em que estava estampada a foto de Ney Amorim e passou a vibrar em meio a apoiadores.

Esse foi um dos maiores momentos de felicidade pela composição da chapa majoritária Gladson-Ney que vem unida desde o início da campanha.

“Não há outro candidato. O meu candidato é o Ney Amorim. É dele que eu vou precisar no Senado para continuarmos fazendo a mudança que o Acre precisa”, afirmou Cameli.

Ney garante estar recebendo novas adesões, sobretudo, de grandes lideranças e candidatos a deputado estadual e federal, que há poucos dias ainda eram aliados de outros adversários.

“As pessoas estão entendendo que este é o momento da união. De que o governador tem que ter um senador que seja seu aliado em Brasília, o senador que faz parte da sua composição. E este senador é o Ney Amorim”, destaca a candidata a vice de Gladson Cameli, Mailza Gomes. Ney Amorim segue em campanha, ao lado do governador Gladson Cameli com novas carreatas por Rio Branco, nesta sexta-feira, 30.

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Acre

MPAC fiscalizará condutas ilegais durante as eleições 2022

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por intermédio do Grupo de Apoio à Atividade Eleitoral (GT-Eleitoral) estará presente nas eleições 2022, realizando a fiscalização de irregularidades e crimes eleitorais.

O grupo, coordenado pelo promotor de Justiça Teotônio Rodrigues Júnior, é formado por promotores eleitorais titulares e auxiliares, além de servidores do MPAC, que atuarão para inibir e evitar práticas ilegais, por parte de candidatos, eleitores, partidos, mesários e fiscais, garantindo a lisura do pleito.

A fiscalização estará presente em todos os municípios do estado, inclusive nos de difícil acesso, e atuará tanto no dia da votação quanto na véspera. Na capital, sete equipes serão disponibilizadas em diferentes pontos de votação.

A ação conjunta contará com o auxílio das forças de segurança pública e Justiça Eleitoral, vistoriando ocorrências como compra de voto, derrame de propaganda eleitoral, boca de urna, transporte irregular de eleitores, entre outras.

Além da ação presencial, o grupo recebe denúncias de irregularidades e crimes eleitorais, por meio de canais que podem ser acessados no endereço eletrônico www.mpac.mp.br/democraciaconfirma.

As denúncias podem ser também direcionadas ao Ministério Público Eleitoral (MPE), através do site www.mpf.mp.br/pge.

Com informações da assessoria do MPAC.

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Acre

STF manda que transporte coletivo seja normal nas eleições

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O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o transporte público urbano seja mantido em níveis normais no domingo das eleições. A medida liminar, deferida parcialmente na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1013, proíbe que os municípios que já ofereciam o serviço gratuitamente, aos domingos ou no dia das eleições, interrompam a gratuidade.

A ação apresentada pela Rede Sustentabilidade pediu que, nos dias das eleições, o serviço de transporte público de passageiros fosse gratuito em todo o Brasil e em frequência maior ou igual à dos dias úteis.

Na decisão, o ministro observou que se trata de boa ideia de política pública e com coerência com o texto constitucional. Ele, porém, rejeitou a gratuidade universal porque a medida só pode ser efetivada por meio de lei e com previsão orçamentária específica.

Barroso ressaltou que o empobrecimento da população, como decorrência da pandemia da covid-19 e do aumento da inflação, acentua ainda mais as dificuldades das pessoas pobres para custear seu deslocamento até as seções eleitorais. Idealmente, caberia ao poder público arcar com essas despesas. Contudo, sem que haja lei e previsão orçamentária prévia, ele considerou inviável impor universalmente essa obrigação, especialmente a poucos dias da eleição.

O ministro destacou que os valores necessários para a adoção da política de gratuidade do transporte público no dia das eleições não são conhecidos nem foram considerados pelos municípios ou pela Justiça Eleitoral. “Seria irrazoável determinar esse ônus inesperado ao poder público às vésperas do dia das eleições”, afirmou.

Mesmo sem poder determinar, no momento, a execução da medida, Barroso considerou altamente recomendável que todos os municípios que tiverem condições de oferecer o transporte público gratuitamente no dia das eleições o façam desde já.

Por outro lado, para o ministro, não há razão para que municípios que, nas últimas eleições, já ofereciam gratuidade no dia do pleito interrompam essa prática. “Representaria grave retrocesso social afastar a aplicação de um mecanismo de garantia da plenitude da soberania popular justamente quando o custo do transporte se impõe mais gravemente à população como um obstáculo ao voto”, afirmou.

Da mesma forma, ele considerou que os gestores de sistemas de transporte público de passageiros são obrigados a manter seu funcionamento em níveis normais, na quantidade e na frequência necessárias ao deslocamento dos eleitores de suas residências até as seções eleitorais. (STF)

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Acre

PM vai colocar efetivo de mais de mil policiais nas ruas na eleição

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No próximo domingo, 2, dia das eleições, uma das preocupações da organização é em relação à segurança.

De acordo com a Polícia Militar, só de PM’s serão mais de 1,2 mil profissionais que estarão nas ruas dos municípios acreanos para ajudar a garantir a segurança do pleito eleitoral.

No interior, 706 policiais reforçam o policiamento no domingo. Já na capital e região metropolitana, onde também são considerados os municípios de Porto Acre e Bujari, são mais de 500 militares, totalizando 1.215 policiais. A PM ressalta que o número de policiais não contabiliza o chamado Ostensivo Geral que será mantido de forma normal.

Além da PM, a Polícia Federal atua nas Eleições e tropas das Forças Armadas devem atuar em 20 dos 22 municípios acreanos no próximo domingo.

A atuação das forças de segurança visam garantir eleições tranquilas, coibir a compra de votos, a propaganda de boca de urna e o cumprimento da Lei Seca no período em que é proibida a comercialização de bebidas alcoólicas.

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