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No Acre, mulheres casadas faturam até R$ 10 mil fazendo programa

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“Não faço por prazer e sim por necessidade”, disse uma das entrevistadas pelo videomaker Kennedy Santos, que essa semana conversou com garotas de programa de Rio Branco.


Vaidosas, desinibidas e profissionais, elas escolheram garantir a vida seguindo carreira na prostituição, mas revelam que a dificuldade financeira é um dos motivos que fizeram tomar esta decisão.


Mesmo com o olhar crítico da sociedade, Mayla, que tem 24 anos, revela que há muito tempo deixou de se importar com a opinião das pessoas e disse que chega a faturar até R$ 10 mil reais ao mês com seus serviços.

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“Não ligo nenhum pouco para o que pensam ou falam de mim, o que fazemos não é algo para prejudicar ninguém” explicou a acompanhante que a 3 anos mora no Acre.


A reportagem contou com o depoimento de 4 garotas de programa e da especialista em Relacionamentos e Sexualidade, Preta Costa, que tem um canal no YouTube com vídeos abordando o assunto relacionado.


Acompanhe a entrevista:


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