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Após 20 anos de trabalho, família realiza sonho de viajar pelo mundo em Motorhome

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Quem nunca teve aquele desejo de sair por aí com a família viajando pelo mundo? No caso de João Maria de Brito, sua esposa Aiala e o filho Vinicius, a história vai além da vontade. Há três anos, a família começou a se preparar para largar a rotina dura de mais de 20 anos de trabalho com comércio e tornar o sonho de sair pelo mundo afora realidade.

A principal necessidade de quem opta por uma viagem sem dia para terminar, e onde se vai morar. O videomaker do ac24horas Kennedy Santos esteve com a família e foi conhecer a estrutura do Motorhome que vai ser a casa dos Britos após o início da viagem.

Assista e sinta um pouquinho da emoção que a família vai sentir. O retorno não tem data, mas uma coisa é certa: os três terão muitas histórias para contar.

Assista ao vídeo:

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Mãe de 5 filhos faz apelo para trabalhar após ser roubada duas vezes em 15 dias no Camelódromo

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Lineide Menezes, 40 anos, é o que se pode chamar de “mulher virada”. Separada, sustenta os cinco filhos sozinha. “Vendo cosméticos, trabalho com pensão, peça íntima, semijoias e coloco crédito para telefone. Faço de tudo um pouco e não tenho medo do trabalho”, diz Lineide.

Ocorre que o já era uma vida difícil, ficou muito pior. É que em um período de 15 dias, a pensão, que ela aluga no Centro Comercial Aziz Abucater, conhecido como Camelódromo, foi alvo de criminosos duas vezes. “A primeira vez levaram tudo eu que tinha, um prejuízo de mais ou menos 8 mil reais. Eu dei um jeito e peguei toalhas, lençóis, panela e fiquei vendendo para ganhar comissão. Os bandidos vieram de novo e levaram tudo que tinha na pensão”, afirma.

Lineide, que há mais de 13 anos trabalha na região do Camelódromo, conta que não tem coragem de voltar para a pensão e nem dinheiro para pagar o aluguel do local. A trabalhadora teme que por falta de um ponto de trabalho, os filhos comecem a passar fome. “Eu preciso de um ponto para trabalhar. Eu estou tentando vender umas poucas coisas pelos menos para comer, mas em qualquer lugar que eu me sento vem o “rapa” e me expulsa. Eu faço um apelo para que me consigam um local para trabalhar. Não deixem que meus cinco filhos passem fome mesmo eu tendo coragem de trabalhar todos os dias da minha vida”, afirma.

Lineide registrou um boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia, mas até agora seus produtos roubados não foram encontrados.

A reportagem tentou entrar em contato com a prefeitura para saber se há algo que possa ser feito no caso do apelo de Lineide, mas ainda não obteve resposta.

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Gladson diz que deverá assumir a presidência do PP no lugar de Mailza e clima esquenta na sigla

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O governador Gladson Cameli, (Progressistas) declarou em coletiva de imprensa nesta quarta-feira, 25, em frente ao quartel da Polícia Militar, que durante reunião com o presidente nacional do Partido Progressistas, ministro Ciro Nogueira, nesta semana, foi entregue a nova composição da executiva estadual da sigla no Acre.

De acordo com o chefe do executivo acreano, no documento entregue a Nogueira, ele deverá assumir a presidência no lugar da senadora Mailza Gomes – postulante a única vaga ao Senado da República. “Tá entregue! Eu sou o novo presidente”, declarou.

Em relação à escolha do candidato que deverá compor a chapa majoritária ao senado da República nas eleições deste ano, Gladson manteve sua preferência pelo deputado federal, Alan Rick, pré-candidato à vaga pelo União Brasil. “Está mantido, mas isso passará por uma análise. Tudo está caminhando para isso”, encerrou.

 

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Aeronáutica indica falha no motor de helicóptero que caiu no interior do Acre

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A informação do piloto Rodrigo Castro, do helicóptero que caiu no dia 8 de maio em Cruzeiro do Sul, de que o motor da aeronave parou durante o voo, ganha força com informações preliminares do Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos – Sipaer da Aeronáutica do Brasil.

Os dados indicam uma possível falha no motor da aeronave, mas ainda não se trata do relatório final das causas do acidente feito a partir da perícia feita no helicóptero dois dias depois da queda por militares do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos – CENIPA da Aeronáutica do Brasil.

O piloto, que saiu da aeronave logo depois do acidente com o técnico em enfermagem, João Gomes, disse a moradores do Crôa que o ajudaram a chegar até a cidade e a profissionais de saúde do Hospital do Juruá, que já estava bem próximo a Cruzeiro do Sul e já via a cidade quando o motor parou. Contou que então fez uma manobra que aprendeu nos cursos para “salvar a vida de todos”. Rodrigo tem 13 anos de experiência e relatou que esta foi a primeira situação desta natureza que enfrentou.

No histórico da ocorrência consta que o helicóptero estava aproximadamente 20 milhas náuticas de Cruzeiro do Sul quando motor perdeu potência. A aeronave caiu em uma área de mata com 7 pessoas e ninguém morreu.

“Os dados aqui disponibilizados são preliminares e visam a transparência das informações que temos até o momento. Por isso, não contêm as análises das informações coletadas, nem os fatores contribuintes, e estão sujeitas a modificações conforme o andamento dos trabalhos de investigação”, pontua o relatório da Sipaer.

A perícia no local do acidente foi feita com apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas – Ciopaer da Polícia Militar do Acre. Os militares, um major, um capitão e um sargento da Aeronáutica, estudaram o cenário, entraram e pegaram em peças da aeronave e tiraram fotos.

O objetivo da perícia é indicar as causas e prevenir novos acidentes. O processo compreende a reunião e a análise de informações e conclusões, incluindo a identificação dos fatores contribuintes para a ocorrência, visando a formulação de recomendações sobre a segurança.

O helicóptero de propriedade da empresa FlyOne, com sede no Rio de Janeiro, segue tombado na região de floresta próximo ao Rio Crôa em Cruzeiro do Sul. A empresa foi contratada pelo Distrito Sanitário Espacial Indígena do Alto Juruá- Dsei, em janeiro deste ano, para o transporte de indígenas que necessitarem de tratamento de saúde, das terras indígenas para Cruzeiro do Sul.

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Socorro culpa pandemia por crise no transporte público e nega acordo de R$ 2,5 milhões

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Com a presença de poucos vereadores, foi realizada na tarde desta terça-feira, 24, a ex-prefeita de Rio Branco Socorro Neri, foi ouvida na CPI do Transporte Público da Câmara de Vereadores e negou a existência de quaisquer irregularidades no sistema durante sua gestão.

No início da reunião, Neri teve que dar explicações acerca das condições de operação das empresas e que tipo de fiscalização ou notificação foi feita às empresas que operam naquele momento na capital. O vereador Fábio Araújo (PDT) também questionou a ex-secretária de educação se havia fiscalização sobre o ano da frota de veículos que rodava na capital. Neri, alegou que a responsabilidade era da RBtrans. “Todas as informações que tínhamos era que a RBtrans estava fazendo suas atribuições”, comentou.

Questionada sobre o subsídio que a gestão do PSB deveria conceder às empresas de ônibus de pouco mais de R$ 2,5 milhões de reais em razão da crise da pandemia da Covid-19, Socorro negou que houve direcionamento de verbas às empresas e justificou as dificuldades financeiras dos empresários em custear o sistema. “O grande problema do transporte público no país é seu direcionamento. Essa garantia dos direitos constitucionais passou a ser responsabilidade dos municípios que compõem a estrutura mais frágil do governo. As empresas vinham apresentando dificuldades financeiras em razão de não entrarem recursos e novos modais de transporte. Não havia interesse em majorar o serviço. Diante das dificuldades, a prefeitura entendeu que a para a melhora dos serviços, o município entendeu que pudesse fazer uma subvenção”, ressaltou.

A gestora ressaltou que a pandemia do Covid-19 aumentou as dificuldades enfrentadas pelas empresas, impossibilitando até a rescisão de contrato junto às empresas de ônibus. “Até hoje podemos dizer que estamos saindo dessa situação, mas naquele momento havia, de fato, uma preocupação muito grande por parte de todos que compõem o sistema de que o serviço pudesse ser regularizado à medida em que havia expectativa de que as atividades voltassem a ser presenciais e o sistema de transporte público pudesse ser fortalecido”, destacou.

Neri explicou que a razão pela qual não enviou o projeto para a Câmara de Vereadores foi em razão de uma análise junto aos órgãos de controle – em especial, o Tribunal de Justiça para a regularização do PL.

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