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Artistas do Circo Broadway padecem há mais de um ano parados no Acre

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O circo é uma fonte inesgotável de boas histórias, quase sempre cheias de gargalhadas e boas recordações. Mas nesse período de pandemia, não tem sido bem assim. Principalmente para os artistas do Circo Broadway, que está no Acre há mais de um ano parado por conta da pandemia.

O vídeo que o ac24horas vai mostrar, em mais um trabalho produzido por Kennedy Santos, constata uma realidade de crise pouco vista na história recente dos artistas circenses do Brasil.

O videomaker conversou com artistas e mães de famílias que dependem 100% do que faturavam em apresentações que o circo fazia pelo Brasil inteiro.

Em situação precária, vendo tudo que conseguiu construir em mais de 100 anos de história da família na arte, o proprietário do Circo Broadway clama por atenção.

São caminhões, carretas e toda estrutura de ferro que segura as lonas dos palcos de shows se estragando ao relento, pegando sol e chuva.

Veja o vídeo:

video

Destaque 2

Aluno soldado da PM do Acre denuncia afogamento e ameaças de morte em curso de formação

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O aluno soldado do 5º pelotão do Curso de Formação de Soldados (CFSD) da Polícia Militar do Estado do Acre, João Paulo de Oliveira Silva Bortolozo, de 30 anos, é mais um a denunciar ao ac24horas supostas agressões físicas, afogamento, estrangulamento e ameaças de morte sofridas durante o treinamento realizado nas dependências do Centro Integrado de Ensino e Pesquisa em Segurança Pública (Cieps), em Rio Branco.

Além desta, outras denúncias já foram divulgadas contra um possível excesso no modo de operação aplicado na formação dos alunos. Segundo João Paulo, mesmo sem seu desligamento ter sido publicado na edição do Diário Oficial do Estado (DOE), na manhã do dia 18 de setembro, após quatro dias de exercícios intensos – atividade de praxe da instituição – o jovem alega ter começado a sofrer tentativa de intimidação por parte dos instrutores. Na ocasião, eles teriam avisado  João Paulo de que o mesmo iria desistir do curso.

“Eles pediram para mim sair que eu não ia aguentar. Aí viram que não conseguiram me tirar no cansaço, aí me levaram para correr uma marcha de 11 km com uma mochila nas costas, eu corri esses 11km. Quando terminou a corrida no BOPE, eles me colocaram para fazer mais exercício e eu nada de desistir. Um deles [instrutor] disse que iria fazer eu desistir. Ele, três caras e uma mulher, me pegaram e me levaram para dentro do mato, aí pediram para assinar a folha de desligamento, mas, eu falei que não”, contou.

João Paulo disse que o que era para ser um sonho, começou a virar pesadelo. Após sua negativa em desistir, o aluno conta que os militares, que ele prefere não revelar os nomes, tentaram lhe afogar em um rio. “O cara me deu uma gravata e pulou comigo dentro do igarapé, me afogando. Quando eu ‘tava’ para morrer mesmo, eu gritei que iria assinar. Aí me tiraram de dentro d’água. Quando me tiraram, eu não quis assinar mais. Falei que não ia mais assinar o documento de jeito nenhum, aí foi na hora que o cara me deu um soco no meio dos peitos, bem no estômago, nas costas e uma mãozada no meio da minha cara. Eu me arriei no chão, aí mesmo assim não ia assinar, aí falaram que iam me jogar na água de novo, me agarrei nos paus, fiquei segurando, e eles me puxando, me puxando. Até que eles conseguiram me soltar, aí quando eu vi que ia para dentro da água de novo, aí resolvi assinar”, revelou.

Após a suposta tentativa de homicídio, o aluno contou que devido aos acontecimentos teve convulsão e precisou ser atendido por uma equipe médica presente no local. O atendimento demorou mais de uma hora. “Fiquei todo torto, tipo epilepsia, aí desmaiei. Só lembro que acordei dentro da ambulância, nem médico tinha, tinha dois policiais enfermeiros. Passei mais de hora ruim dentro da Samu, com oxigênio, monte de coisa, aí esperaram eu melhorar o dia todinho”, relembrou.

Bortolozo citou ainda que durante os dias de treinamento sofreu algumas ameaças de morte. “Eles me ameaçavam também durante as instruções, diziam que poderia acontecer algo comigo na minha volta para casa às 22 horas, que eu poderia pegar um tiro na estrada e ninguém saberia quem foi”.

Ministério Público deve entrar no caso

Após a ocorrência dos fatos, João Paulo resolveu procurar a delegacia de Polícia Civil para registrar Boletim de Ocorrência sobre o caso. Em seguida, fez o exame de corpo e delito.

O aluno soldado destacou que prestou denúncia formal na Defensoria Pública e na Secretaria de Direitos Humanos. Ele foi informado que a defensoria deverá encaminhar a ocorrência ao Ministério Público do Estado do Acre (MP-AC). “Eu quero que a justiça seja feita e que eles se responsabilizem pelo que fizeram comigo. Era um sonho ser policial, estudei por meses. Eu perdi meus direitos em um emprego que estava há 7 anos, agora estou desempregado. Tenho família e não sei o que fazer. Caso eu volte para o curso, não sei o que pode acontecer comigo lá dentro. Eles podem fazer pior”.

Em virtude de todos os fatos vivenciados pelo militar, ele alega que procurou um psicólogo, pois estava com dificuldades para dormir. “Devo passar agora por um acompanhamento. Me acordo no meio da noite sonhando com o que aconteceu”, comentou.

A reportagem procurou a assessoria do Comando da Polícia Militar, que informou que deve se pronunciar sobre o caso no decorrer do dia por meio de nota.

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Destaque 2

Gestão de Bocalom cede equipamentos para ajudar produtores da zona rural de Acrelândia

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O secretário municipal de agricultura familiar e desenvolvimento econômico, Eracides Caetano, da gestão de Tião Bocalom (Progressistas) firmou um termo de cooperação técnica cedendo uma grade aradora e uma grade niveladora para o município de Acrelândia, interior do Acre. A cessão foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (24).

No termo, prevê que as duas máquinas serão destinadas, exclusivamente, para atender os produtores rurais do município de Acrelândia, no plantio de milho, visando a implementação de ações que contribuam para o desenvolvimento da cadeia produtiva na localidade.

As máquinas ficarão no município que o atual prefeito foi ex-prefeito por quatro meses, ou seja, 120 dias, a cessão dos equipamentos resultou em críticas.

O vereador Emerson Jarude (MDB) usou as redes sociais nesta sexta-feira, 24, para criticar a decisão do secretário e do prefeito, Tião Bocalom, em ceder as máquinas ao município vizinho.

“Bocalom está destinando máquinas públicas do município de Rio Branco para atender o plantio de milho em Acrelândia. Enquanto isso, muitos dos nossos produtores rurais rio-branquenses seguem sem assistência. É o prefeito de Rio Branco cuidando de Acrelândia”, escreveu nas redes.

“Vou solicitar o termo de cooperação técnica para analisar. Diante do extrato publicado no diário não consigo enxergar interesse público para o nosso município nessa medida. Não havendo, encaminharemos um pedido de investigação para o Ministério Público”, acrescentou.

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Acre

Critério da Aliança para Senado vai definir candidato a vice e apoio para federal

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O PACTO entre os deputados federais Jéssica Sales (MDB), Alan Rick (DEM) e a senadora Mailza Gomes (PP), foi bem além que uma carta de princípios para regular as ações de cada um dos personagens, na disputa do Senado. 

O BLOG tem a informação que foi firmado um acordo entre os três políticos que, as pesquisas devem definir quais serão os candidatos a senador e vice. 

O melhor avaliado seria o candidato ao Senado o segundo colocado o vice, e o terceiro sairia a deputado federal com o apoio de todos os integrantes do pacto. Foi definido ainda que todos respeitarão o que for decidido. O deputado federal Alan Rick (DEM) explicou ontem ao BLOG que o grupo espera já no início do próximo ano chegar com esta decisão até ao governador Gladson Cameli. 

Segundo Alan, a iniciativa teve o aval do governador, que prometeu acatá-la. A medida, segundo ele, tem o objetivo de distensionar o debate sobre as escolhas dos candidatos a senador e a vice na chapa do governador. 

Será uma novela de muitos capítulos. A palavra fica com o protagonista da novela, o governador Gladson Cameli.

NÃO ENTRAM NO JOGO

A CANDIDATA ao Senado, Márcia Bittar (sem partido) e a deputada federal Vanda Milani (PROS) não aderiram ao pacto, que se fechado com sucesso, os exclui. Mas, Márcia e Vanda, segundo já declararam, disputarão o Senado em qualquer que sejam o cenário, e vão brigar por fora por uma indicação para ocupar a vaga de senador na chapa do governador Gladson. Estamos longe de uma definição.

AVAL ZERO

A INFORMAÇÃO de boa fonte é que Márcia Bittar (sem partido) e a deputada federal Vanda Milani (PROS), não vão aceitar colocar os seus nomes no pacto anunciado.

LONGE DE UMA SOLUÇÃO

O QUE se pode dizer de todas essas variantes da disputa do Senado é que, por mais que seja tentado, por mais fórmulas que se apresentem, o grupo palaciano não terá uma única candidatura a senador na eleição de 2022.

MEXIDA QUE VAI SACUDIR

A PRÓXIMA semana vai entrar com um anúncio de uma troca partidária que vai dar uma mexida completa no quadro político, com influência na disputa do Senado.

OUTRA MEXIDA IMPORTANTE

OUTRA mexida importante na próxima semana vai ocorrer em uma das pastas mais importantes do governo, com uma troca que até aqui não se imaginava que pudesse vir a ocorrer. Fato normal na gestão pública.

FONTE SE PRESERVA

COMO as fontes de informação das duas mudanças pediram para manter sigilo até a véspera do anúncio, o BLOG vai manter em anonimato o nome do santo e do milagre.

CANTO DO RINGUE

O MDB no entorno do deputado federal Flaviano Melo (MDB) pressiona o para que o governador Gladson indique o Flaviano como o seu vice. O grupo não tem voto, mas é quem toma as decisões dentro do MDB.

AUTORIZAÇÃO DADA

O DEPUTADO FEDERAL Flaviano Melo (MDB), que tinha declarado que estava fora deste debate e disputaria a reeleição, refluiu e deu aval à iniciativa sobre seu nome.

RASTEIRA NA JÉSSICA

CASO o grupo consiga emplacar o deputado federal Flaviano Melo (MDB) de vice, seria uma espécie de rasteira na candidatura da deputada federal Jéssica Sales (MDB) ao Senado, porque ficaria uma chapa puro-sangue do MDB. E, naturalmente, despertaria reação nos aliados.

BASTIDORES DA TABA

O SENADOR Márcio Bittar (MDB), segundo boa fonte, apoiaria neste caso a indicação do MDB, que em contrapartida anunciaria o nome de Márcia Bittar (sem partido), como candidata a senadora pelo partido. São cenários em ebulição nos bastidores da política da taba.

FAZ PARTE DA POLÍTICA

O PREFEITO Tião Bocalom aceitar indicações de vereadores (desde que qualificadas) para ocupar cargos na PMRB, para a formação de uma base de apoio na Câmara Municipal de Rio Branco, faz parte da política.

PÁ DE CAL

A VOLTA das coligações proporcionais foi tirada do pacote da reforma eleitoral pelo Senado, o que já era o esperado. Os partidos corram agora para formar chapas próprias a deputado federal e deputado estadual.

CAFÉ NO BULE

SEM AS COLIGAÇÕES proporcionais o partido para eleger deputado federal ou deputado estadual, tem que se organizar, só vai eleger quem tiver café no bule.

VOLTO BISAR

COMO A ONDA DE RECLAMAÇÕES contra o péssimo atendimento nos transportes coletivos a cada dia toma corpo (as críticas pipocam nas rádios), volto a bisar que, ou o Bocalom atua firme por mais ônibus, ou vai afundar.

SEM MEDO DE CRÍTICAS

O SENADOR Márcio Bittar (MDB) vai ser o Relator da privatização dos Correios, uma matéria polêmica bombardeada pela esquerda. Bittar é fiel às pautas do Planalto, não importando que lhe rendam críticas.

FRASE MARCANTE

“Quanto mais envelheço, mais sinto necessidade do trabalho. Ele se torna, pouco a pouco, o maior dos prazeres e substitui as ilusões da vida”. Voltaire.

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Destaque 2

Feijó está entre os dez municípios de intensa exploração madeireira na Amazônia

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

Com 13.037 hectares explorados, o município de Feijó ocupa a 9ª posição entre os 10 onde há mais retirada de madeira na Amazônia entre agosto de 2019 e julho de 2020.

Aripuanã, no Mato Grosso, explorou 30.666 e tem a liderança nesse ranking. Já Paragominas (PA), cortou 12.879 hectares e é o 10º mais explorado no período.

A área de exploração madeireira na Amazônia entre agosto de 2019 a julho de 2020 chegou a 464.759 hectares, sendo mais da metade (50,8%) apenas em Mato Grosso, seguido pelo Amazonas (15,3%) e Rondônia (15,0%).

Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

A maior parte ocorreu dentro de propriedades cadastradas, mas também em Terras Indígenas, Unidades de Conservação e Assentamentos Rurais. O mapeamento abrangeu sete dos nove estados da Amazônia Legal: Acre, Amazonas, Amapá, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima.

Os dados constam do último levantamento do Sistema de Monitoramento da Exploração Madeireira (Simex), uma plataforma do Imazon que conta com apoiadores.

No Acre, exploração da madeira é um negócio que não avança apenas no município de Feijó mas, segundo o Simex, ocorre fortemente em outras regiões.

A área de divisa de três Estados – Mato Grosso, Rondônia e Amazonas – está sofrendo uma pressão de desmatamento que já começa a alterar o chamado “arco do fogo” da destruição da floresta no bioma amazônico. A extração de madeira avança sobre o território da floresta.

Em relação às categorias fundiárias, os pesquisadores identificaram que a maior parte da área explorada foi em imóveis rurais cadastrados, que concentraram 362 mil hectares (78%). Já nos assentamentos rurais foram explorados 19 mil hectares (4%), nos vazios fundiários, 17 mil hectares (4%), e nas terras não destinadas, 12 mil hectares (3%).

Nas áreas protegidas, a exploração madeireira somou mais de 52 mil hectares, o que corresponde a 11% do total mapeado. Especificamente nas unidades de conservação, onde a atividade pode ser autorizada dependendo de sua categoria, foram explorados 28 mil hectares (6%). O Parna dos Campos Amazônicos (AM), unidade de conservação de proteção integral, onde a exploração é proibida, foi a que teve a maior área mapeada, de 9 mil hectares.

Já nas terras indígenas, foram mapeados 24 mil hectares (5%). Os territórios com as maiores áreas exploradas foram Tenharim Marmelos (AM), com 6 mil hectares, Batelão (MT), com 5 mil hectares, e Aripuanã (MT), com 3 mil hectares.

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