Conecte-se agora

A imposição do ensino remoto na Universidade Federal do Acre

Publicado

em

Movimento por uma Universidade Popular – MUP
Universidade Federal do Acre – UFAC

O governo federal, por meio do Ministério da Educação, vem pressionando as universidades públicas para retomar as atividades de ensino. Essa pressão se faz com a ameaça da suspensão dos poucos recursos que hoje estão destinados ao ensino superior público do país.

Nesse contexto, a Universidade Federal do Acre (UFAC) vem avançando na discussão sobre a retomada das aulas em modalidade remota, mas o debate sobre isso vem sendo cerceado e o projeto desrespeita a realidade socioeconômica dos seus 8.839 alunos.

Desde março deste ano, quando foi declarada a pandemia mundial do novo coronavírus, a UFAC suspendeu o calendário acadêmico e as atividades de sala de aula foram paralisadas. No entanto, ao longo desses cinco meses, professores e estudantes se adaptaram à situação imposta e deram prosseguimento às atividades de pesquisa e extensão, orientação de trabalhos de conclusão de curso e iniciação científica. Contudo, o MEC não valoriza essas atividades e orienta que elas não poderão ser validadas.

Trata-se de uma postura injusta e equivocada do governo federal, que fere diretamente a autonomia das universidades. Por sua vez, a administração superior da UFAC vem demostrando uma atitude complacente diante dessa chantagem, mesmo sabendo da previsão de cortes do MEC, que já anunciou para o ano de 2021 a retirada de 9,7 milhões do orçamento da universidade. Isso afetará sobremaneira a assistência estudantil, que concede bolsas e auxílios aos alunos, entre outros custeios essenciais para assegurar o pleno funcionamento da UFAC.

Nas discussões promovidas junto às representações estudantis, nos conselhos e instâncias deliberativas da universidade, a administração da UFAC adota um discurso de aceitação do ensino remoto, com pouco interesse em elucidar os justos questionamentos da comunidade acadêmica.

Nesse sentido, esclarecemos que o ensino remoto precariza a atividade docente, compromete a qualidade do ensino, não garante o acesso de todos os estudantes ao processo, e destitui a educação de seu sentido pleno, qual seja, o da partilha e construção coletiva do ensino-aprendizagem.

Inúmeros dados comprovam isso. Por exemplo, na recente pesquisa realizada pela administração da universidade com seus alunos, apenas 32,4% responderam ao questionário disponibilizado eletronicamente. Destes, 52,10% declararam ser contra o ensino remoto; 45,96% afirmaram não possuir condições de pagar serviço de internet de qualidade para acompanhar as aulas; e 23,32% alegaram não possuir condições estruturais mínimas para participar do ensino remoto.

Mesmo assim, a administração da UFAC insiste em realizar reuniões setorizadas com alunos e professores para apresentar “princípios e diretrizes”, tentando articular o convencimento da comunidade sobre o ensino remoto, tema que será pauta de votação em futura reunião do Conselho Universitário.

Ao passo que não apresenta soluções efetivas para a inclusão dos alunos, vez que está com seu orçamento comprometido, a administração anuncia propostas de concessão de bolsas, equipamentos e pacotes de internet.

No estudo realizado pelo grupo de trabalho encarregado de apresentar o projeto de contingenciamento para a UFAC durante a pandemia, revelou-se que: dos seus atuais 8.839 alunos matriculados, 6.041 (67,6%) não participaram da pesquisa, ou seja, 67,6% dos estudantes não tiveram sequer a oportunidade de informar a sua realidade. Provavelmente essa maioria não conseguiu participar da pesquisa justamente por não possuir acesso à internet, e, sendo assim, não se tem uma ideia exata da demanda de alunos capazes de acessar o ensino remoto.

Diante dessa realidade e da suspensão do calendário acadêmico, consideramos que muitas outras atividades podem prosseguir no âmbito da universidade, desde que adaptadas a esse momento de pandemia.

Portanto, os membros do Movimento por uma Universidade Popular (MUP) propõem à sociedade brasileira e acreana uma pauta concreta de discussão:

1. Lutar para que todas as ações da UFAC nesse momento estejam pautadas no conhecimento e atendimento das condições de trabalho e estudo que foram radicalmente afetadas durante a pandemia;

2. Exigir o mapeamento das condições de vida dos estudantes na sua totalidade, visando planejar ações que assegurem condições de estudo durante a pandemia, assim como ações futuras de retorno às atividades presenciais;

3. Resistir contra o corte e pela ampliação da assistência estudantil;

4. Exigir ações efetivas de combate ao adoecimento dos trabalhadores e dos estudantes da UFAC, considerando o agravamento da crise econômica, social e sanitária no contexto da pandemia;

5. Defender uma agenda de pesquisa pautada nas necessidades da classe trabalhadora, para enfrentar o contexto de crise nas diferentes áreas do conhecimento;

6. Amparar ações, projetos e programas de extensão popular, com objetivo de encarar as consequências da crise na vida da classe trabalhadora;

7. Estimular a reflexão nos cursos de graduação sobre iniciativas que contribuam para confrontar os problemas advindos com a pandemia, em substituição à adesão acrítica ao ensino remoto;

8. Fortalecer a relação dos cursos de graduação das diferentes áreas do conhecimento da universidade com as demandas da classe trabalhadora:

▪ Com a rede de educação básica, de modo a viabilizar uma articulação com os trabalhadores da educação que tem sofrido os ataques e a implantação do ensino remoto pelos governos estaduais e municipais de modo ainda mais precário;

▪ Com o Sistema Único de Saúde (SUS), na perspectiva de apoiar os trabalhadores da saúde que estão na linha de frente do combate à pandemia e estão sofrendo com o descaso do governo, muitas vezes sem condições mínimas de trabalho e proteção;

▪ Defender a não oferta de atividades curriculares obrigatórias, observando os casos em que haja a necessidade de atender a situações específicas (estudantes em fase de conclusão de curso, por exemplo).

Em breve, o MUP irá promover uma agenda de plenárias virtuais entre trabalhadores e estudantes das instituições de ensino superior, com objetivo de discutir o atual contexto de pandemia. Esperamos conseguir realizar um debate democrático na busca por respostas coletivas aos desafios do enfrentamento à Covid-19, contra a exclusão promovida pelo ensino remoto, e de reaproximação dos estudantes às universidades públicas.

Em nome do Movimento por Uma Universidade Popular – MUP,
Sara da Cruz (sara.lancelottix@gmail.com),
Kauana Brito Niz (kauananiz@gmail.com) e
Bruna Duarte (nunapduarte@gmail.com), estudantes da UFAC.

Anúncios

Destaque 6

Joe Biden toma posse como presidente dos Estados Unidos

Publicado

em

Joe Biden assume nesta quarta-feira (20) como o 46º presidente dos Estados Unidos em uma cerimônia com limitações provocadas pela pandemia do novo coronavírus e com segurança reforçada, após o ataque ao Capitólio no início do mês. Acompanhado pela vice-presidente Kamala Harris eles tomam posse às 12h (14h no horário de Brasilia).

Devido à pandemia, a cerimônia de posse do democrata terá poucos convidados e não terá público, ao contrário do que tradicionalmente ocorre.

A equipe de transição de Biden já previa um evento limitado devido à covid-19, que nos Estados Unidos matou mais de 400 mil pessoas, mas o ataque ao Capitólio no dia 6 de janeiro fez com que a prefeitura de Washington reforçasse a segurança da cidade. Na tarde ontem, 25 mil membros da Guarda Nacional aguardavam a chegada de Biden, mais que o dobro do efetivo de cerimônias passadas.

A posse de Biden e Kamala Harris não terá desfile, multidões ou baile, mas estão previstos atos virtuais e televisionados para compensar a falta de público. O atual presidente, Donald Trump, não vai comparecer à posse e será substituído pelo vice, Mike Pence.

O número de convidados será limitado. Além de congressistas e dos membros do governo, estarão presentes os ex-presidentes Barack Obama, George W. Bush e Bill Clinton, acompanhados de suas esposas, e o vice-presidente Mike Pence. Segundo os organizadores, serão colocadas 200 mil bandeiras dos estados para representar aqueles que não poderão participar do ato.

Perfil de Joe Biden

Biden fará o juramento com uma Bíblia que está com sua família desde o século 19 e o padre jesuíta Leo O’Donovan, amigo de Biden, fará a oração inaugural. O juramento à bandeira será feito por uma chefe dos bombeiros de South Fulton (Geórgia) e Lady Gaga vai cantar o Hino Nacional.

Segundo a mídia local, a poetisa Amanda Gorman lerá um poema e haverá apresentações musicais de Jennifer López e de Garth Brooks.

Na conclusão da cerimônia, Biben fará a tradicional inspeção das tropas como novo comandante-chefe do país. O desfile até a Casa Branca, no entanto, será substituído por um desfile virtual com a participação de pessoas de todo os EUA, segundo informaram os organizadores. Já o baile foi substituído por um especial de 90 minutos apresentado pelo ator Tom Hanks com a participação de vários artistas como Justin Timberlake, Bruce Springsteen, Bon Jovi e Demi Lovato. O evento será transmitido em vários canais, além das redes sociais.

Donald Trump

Ontem (19), Donald Trump exibiu um vídeo com seu discurso de despedida, divulgado no canal da Casa Branca no YouTube. Trump disse que encerra seu mandato como 45º presidente dos EUA orgulhoso de sua gestão. “Nós fizemos o que viemos aqui para fazer – e muito mais”.

Trump desejou que a administração de Joe Biden mantenha “a América a salvo e próspera”. “Nós estendemos nossos melhores desejos e também queremos que eles tenham sorte – uma palavra muito importante.”

O presidente também falou sobre o ataque ao Capitólio. “Todos os americanos ficaram horrorizados com o ataque ao nosso Capitólio. Violência política é um ataque a tudo que celebramos como americanos. Nunca pode ser tolerada.”

Invasão do Capitólio

A vitória de Biden foi confirmada pelo Congresso norte-americano no dia 7 de janeiro. Biden teve 306 votos confirmados contra 232 para Donald Trump.

No dia anterior, logo após o início da sessão para confirmação dos votos, o Capitólio, sede do Parlamento norte-americano, foi invadido por manifestantes, em uma ação que resultou na morte de cinco pessoas, sendo uma delas um policial, e mais de 50 detidos. A Guarda Nacional precisou intervir para que a sessão conjunta entre Câmara e Senado, que foi suspensa com a invasão, pudesse ser retomada. Washington declarou toque de recolher.

Donald Trump disse por meio das redes sociais que a transição desta quarta-feira será pacífica, apesar de novamente falar em fraude no processo eleitoral. No dia 13, Trump foi acusado formalmente de incitar uma insurreição contra o governo dos Estados Unidos e a Câmara dos Representantes (equivalente à Câmara dos Deputados no Brasil) abriu um processo de impeachment contra presidente sete dias antes dele deixar o cargo.

As eleições americanas ocorreram no dia 24 de outubro, mas, este ano, a disputa foi acirrada e o resultado oficial ocorreu praticamente com a confirmação do resultado pelo Congresso. Nos Estados Unidos, cada estado tem autonomia e o anúncio oficial de cada uma das unidades federativas deve ser feito até dia 14 de dezembro, quando o Colégio Eleitoral confirma um vencedor a partir da somatória do número de delegados de cada estado – que varia de 3 a 55 – são esses delegados que escolhem o vencedor do pleito. Os votos de delegados vão para o partido que receber 50% dos votos mais um.

Tradicionalmente, os principais veículos de mídia dos Estados Unidos antecipam o vencedor e, normalmente, os próprios candidatos “confiam” nesta apuração informal e “aceitam” a derrota ou “comemoram” a vitória.

Donald Trump sustentou desde a divulgação desse resultado preliminar que houve fraude nas eleições e apresentou diversos recursos e ações judiciais para recontagem em vários estados alegando, por exemplo, que os votos enviados pelo correio estariam sujeitos a adulterações. No entanto, Trump não conseguiu nem uma vitória nos tribunais.

Apioadores do presidente Donald Trump fizeram protesto em frente ao Congresso norte-americano.
Os protestos e a invasão ao Capitólio marcaram as eleições de 2020 e a história dos Estados Unidos – Reuters/Direitos Reservados©
Internacionalmente alguns chefes de Estado preferiram esperar uma definição mais clara da situação eleitoral para cumprimentar Biden, como foi o caso da China, da Rússia e do Brasil.

O comunicado do governo brasileiro foi feito um dia depois da votação do Colégio Eleitoral que confirmou a eleição do democrata como próximo presidente norte-americano. “Estarei pronto a trabalhar com vossa excelência e dar continuidade à construção de uma aliança Brasil-EUA, na defesa da soberania, da democracia e da liberdade em todo o mundo, assim como na integração econômico-comercial em benefício dos nossos povos”, disse o presidente Jair Bolsonaro na ocasião.

Relação Brasil-EUA

Para o professor de relações internacionais da Universidade de Brasília (UnB) Juliano Cortinhas, a vitória de Biden nos Estados Unidos representará mais pragmatismo na relação entre os dois países e mais cobrança em relação a temas como o meio ambiente e direitos humanos.

“O pragmatismo me parece, do lado dos Estados Unidos, que será a palavra chave para a gente entender como eles vão olhar o Brasil. O Brasil está longe de ser prioridade para os Estados Unidos e vai continuar longe de ser. E certamente haverá muito mais cobranças em relação ao meio ambiente e em relação a direitos humanos.”

Para Cortinhas, o Brasil precisa fazer a “lição de casa” para mostrar ao governo Biden que é um país importante com o qual os EUA tem interesse e legitimidade para negociar. “Hoje o que eu vejo nessa relação bilateral será muito mais [de] cobranças vindas de lá. O foco [tende a ser] nos grandes parceiros dos Estados Unidos, [como] China, União Europeia principalmente, e outros países com os quais eles têm parcerias mais estratégicas.”

Para o professor, o Brasil terá um cenário diferente e mais difícil pela frente.

* Com informações de agências internacionais

Continuar lendo

Destaque 6

ICMBio lista 7 unidades de conservação reabertas no Acre

Publicado

em

De forma gradual, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) está reabrindo as unidades de conservação federais, conforme as regras de cada estado e município, com planejamento e obedecendo todas as orientações de segurança para evitar a proliferação do Covid-19.

No Acre, de acordo com a lista atualizada dia 15 de janeiro pelo ICMbio, sete unidades de conservação estão abertas novamente: ARIE Seringal Nova Esperança, Floresta Nacional de Santa Rosa do Purus, Parque Nacional da Serra do Divisor, Reserva Extrativista Chico Mendes, Reserva Extrativista do Alto Tarauacá, Reserva Extrativista do Alto Juruá e Reserva Extrativista Riozinho da Liberdade.

Todas as UCs federais reabertas estão com redução da capacidade de público, de forma que a visitação possa ocorrer respeitando o espaçamento mínimo de 2 metros entre as pessoas. A orientação do ICMBio é que as unidades priorizem a venda de ingressos on-line, serviços ou agendamentos, para evitar filas, e marcação no piso com distanciamento de 2 metros, a partir do balcão e entre os clientes.

Veja a relação atualizada de UCs abertas no Brasil: https://www.gov.br/icmbio/pt-br/assuntos/noticias/ultimas-noticias/conheca-as-unidades-de-conservacao-que-ja-foram-reabertas

Continuar lendo

Bar do Vaz

Polícia Rodoviária Federal abre concurso para 1,5 mil vagas

Publicado

em

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) abriu concurso público para 1,5 mil vagas de policial rodoviário federal. O salário é de R$ 9.899,88.

O concurso é de abrangência nacional, sendo ofertadas aos novos policiais as oportunidades de lotação de acordo com a necessidade do serviço e o interesse público. As vagas disponíveis para lotação serão oferecidas primeiramente aos servidores já em exercício, mediante processo seletivo interno, e o saldo de vagas remanescentes será oferecido aos novos policiais.

O candidato deve ter graduação em qualquer área de formação e ter Carteira Nacional de Habilitação ou permissão para dirigir veículo automotor na categoria “B” ou superior.

As inscrições devem ser feitas de 25 de janeiro a 12 de fevereiro pelo site https://www.cebraspe.org.br/concursos/PRF_21. A taxa é de R$ 180.

Do total de vagas, 1.125 são para ampla concorrência, 300 para candidatos negros e 75 para candidatos com deficiência.

O concurso terá as seguintes fases:

Prova objetiva e prova discursiva, de caráter eliminatório e classificatório;

Exame de aptidão física, de caráter eliminatório;

Avaliação psicológica, de caráter eliminatório;

Apresentação de documentos, de caráter eliminatório;

Avaliação de saúde, de caráter eliminatório;

Avaliação de títulos, de caráter classificatório.

Investigação social, de caráter eliminatório, que se estenderá durante todo o concurso.

Curso de Formação Policial (CFP), de caráter eliminatório e classificatório, a ser realizado na Universidade Corporativa da Polícia Rodoviária Federal (UniPRF), na cidade de Florianópolis ou em outros locais indicados pela PRF, e contemplará a realização de provas teóricas e práticas.

Todas as fases, com exceção do curso de formação, serão realizadas nas capitais de todos os estados e do Distrito Federal.

As provas objetiva e discursiva serão em 28 de março. O curso de formação, após todas as etapas da seleção, começa em 10 de agosto.

VEJA O EDITAL AQUI. 

Continuar lendo

Destaque 6

Gladson Cameli volta atrás e veta reforma administrativa

Publicado

em

Um dos vetos do governador Gladson Cameli aos projetos de lei aprovados pela Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) surpreendeu nesta terça-feira, 19. É que o governador vetou o projeto de nova reforma administrativa que ele mesmo propôs aos deputados no final do ano passado.

O curioso é que Gladson chegou a mudar a reforma a pedido dos parlamentares criando cerca de 120 cargos. Pela proposta, a nova atualização criava a Secretaria de Governo (SEGOV) e também altera a nomenclatura da Secretaria de Meio Ambiente (SEMA), que passará a se chamar Secretaria de Estado do Meio Ambiente e das Políticas Indígenas (SEMAPI). Outra mudança é a criação do cargo de ouvidor na estrutura da Controladoria-Geral do Estado (CGE).

Dedicado exclusivamente ao início da vacinação contra a Covid-19 nos últimos dias, Gladson ainda não se pronunciou oficialmente sobre os vetos. A pandemia, inclusive, foi a justificativa do governador para o veto.

“A reestruturação orgânica das Secretarias de Estado, sem previsão de exceções, restou ponderado que, neste momento, a alteração dessas estruturas organizacionais poderia prejudicar a prioritária ação de governo, que é a imunização da população acreana em relação à doença COVID-19. Isso porque as referidas ações exigirão, mais do que nunca, atividades coordenadas de diversos órgãos e unidades administrativas do Poder Executivo, responsáveis não apenas pela área da saúde, mas também pela infraestrutura, logística e gestão administrativa”, afirmou o governador no texto publicado no Diário Oficial.

Continuar lendo

Bombando

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required

Recomendados da Web

Mais lidas