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Médicos pedem permanência de policiais nos hospitais

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Depois dos socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) serem alvos de criminosos esta semana, foi a vez de pacientes e profissionais de saúde da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Baixada da Sobral, em Rio Branco, sofrer com a ação dos bandidos. Por isso, o Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) emitiu uma nota em apoio aos servidores e pacientes que foram vítimas de assaltantes nos últimos dias.

A diretoria do Sindmed destaca que houve falta de apoio do setor de segurança pública, pois “ainda não atendeu a reivindicação de melhoria no controle de acesso das unidades de saúde”.

O sindicato afirma que somente com a ampliação do serviço de vigilância e a permanência de policiais nos hospitais é que resultará em maior amparo para o cidadão que busca o serviço público de saúde.

“O ataque aos médicos e servidores demonstra a falta de atenção para o problema que há anos é alvo de denúncias”, escreve o sindicato. Na noite de ontem, dois suspeitos teriam chegado a UPA numa motocicleta e anunciado o assalto na entrada do setor de emergência. Os criminosos fugiram do local sem levar nada dos familiares e funcionários.

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Acre

Gefron fará escolta da vacina contra Covid-19 no Acre

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A escolta da vacina contra Covid-19 será realizada pelos policiais do Grupo Especial de Fronteiras (Gefron) quando o imunizante chegar ao Acre

O secretário de Justiça e Segurança Pública, Paulo Cézar Santos vê que diante da expectativa da sociedade de se vacinar há a necessidade de um envolvimento direto da segurança pública.

“Isso haja vista não o valor pecuniário da vacina e da simples possibilidade de ela ser desviada, mas no sentido de garantir a ordem, de garantir efetivamente que esse insumo chegará àqueles que mais necessitam neste momento”, disse Santos.

Ele e outros gestores debateram a questão nesta sexta-feira (15).

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Acre

Primeiro paciente com Covid-19 vindo do Amazonas chega ao Acre

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O Acre recebeu na quinta-feira, 14, o primeiro paciente com Covid-19 vindo do Amazonas. O paciente, natural de Tabatinga, chegou por meio de transporte aéreo pelo governo do Amazonas e foi internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into-AC), em Rio Branco.

O governador Gladson Cameli autorizou a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) a dar o suporte necessário a fim de preservar vidas. “Me sensibilizo com o povo amazonense que passa por um momento muito difícil por conta da pandemia da Covid-19. O governo do Estado do Acre está solidário ao governador Wilson Lima e a toda equipe governamental do Amazonas. Já sinalizamos, inclusive, a abertura de 10 novos leitos de UTI no Hospital de Campanha de Cruzeiro do Sul, para atender também casos graves de pacientes com coronavírus vindos do Amazonas, sem prejudicar o atendimento da população acreana acometida pela doença”, escreveu Cameli em pronunciamento nas redes sociais.

Para o secretário de Saúde do Estado, Alysson Bestene, o momento é de solidariedade. “Conforme determinação do nosso governador, estamos em contato com o estado do Amazonas para prestar auxílio neste momento em que a solidariedade é fundamental para salvar vidas”, pontua. O governo garante que o Acre está abastecido com oxigênio, uma vez que as principais unidades de Saúde do estado contam com sistemas de geradores de gases autônomos, ou seja, o oxigênio é gerado na própria unidade.

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Acre

Hospital, Maternidade e UPA serão gerenciados pelo Igesac

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O governo já decidiu quais as unidades de saúde do estado serão gerenciadas pelo Instituto de Gestão de Saúde do Acre (Igesac). A pactuação entre governo e o instituto definiu que o Hospital da Mulher e da Criança do Juruá, localizado em Cruzeiro do Sul, e a Maternidade Bárbara Heliodora, o Hospital da Criança e a UPA Via Verde, todas em Rio Branco vão ser administradas pelo Igesac.

De acordo com publicação na Agência de Notícias do Acre, uma das garantias é a incorporação dos mais de mil servidores públicos que trabalham atualmente nas unidades que irão sofrer mudanças na administração. Um dos temas polêmicos da criação do Igesac sempre foi o temor de mudança de local de trabalho de servidores que estão há décadas na mesma unidade de saúde e também a perda de vantagens, entre elas, o plantão extra que é um complemento importante no salário de boa parte dos funcionários da saúde.

A diretora-presidente do Igesac, Izanelda Magalhães, detalha o que falta para a conclusão do processo transitório da gestão das unidades de saúde da Sesacre para o instituto. “Essas unidades, apontadas pela Sesacre, estarão sob a gestão do Igesac. Sendo assim, junto com o Conselho Administrativo, já estamos realizando todos os trâmites para que possamos cumprir o que está na lei, que é fazer a gestão integral dessas unidades hospitalares” relata.

O governo Gladson Cameli diz que o momento é histórico, já que vai melhorar o acesso da população aos serviços de saúde. O modelo de gestão conta com autonomia financeira e ferramentas administrativas mais ágeis.

O secretário de Saúde Alysson Bestene observou: “Nesta reunião avançamos ao definirmos quais unidades de saúde o Igesac irá assumir e contratualizar com a Sesacre. Todo o Conselho Administrativo agora tem conhecimento do estudo de viabilidade técnica das unidades que já foram e continuam sendo realizadas pelo Igesac. Vamos em conjunto tendo um conhecimento mais aprofundado a respeito dessas unidades, para que possamos ajustar as perspectivas de melhorias sob gestão do Igesac”.

O Igesac é resultado da alteração da lei estadual nº 2.031, de 26 de novembro de 2008 que teve sua aprovação na Assembleia Legislativa do Estado, sendo instituída pela lei 3.636 de 15 de junho de 2020. O Igesac é um serviço social autônomo, ou seja, pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos, de interesse coletivo e de utilidade pública. O instituto possui regulamentos próprios para contratação de quadro pessoal e aquisição de bens e serviços, o que permite dar uma resposta mais diligente para a população do estado.

Desde o anúncio de sua criação, o instituto é tema de polêmica, já que no meio da saúde, existem profissionais que consideram a administração das unidades como terceirização. O Sindicato do Médicos do Acre (Sindmed) publicou nesta quinta-feira, 14, uma nota de repúdio onde afirma que a administração das unidades de saúde que não seja diretamente pelo governo vai contribuir para o aumento de gastos com o dinheiro público.

Leia a nota:

Nota de Repúdio

A diretoria do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) vem a público manifestar repúdio à terceirização do serviço de saúde e afirmar que a entidade continuará lutando pela manutenção dos serviços oferecidos de forma direta, entre o poder público e a população. O objetivo principal é a garantia da qualidade no atendimento, aliado a necessidade de garantia de emprego aos trabalhadores que todos os dias deixam suas famílias para salvar vidas.

É preciso apontar ainda que a terceirização, além de contribuir para o aumento de gastos com o dinheiro público, também foi alvo de dezenas de operações e investigações policiais, pois as próprias autoridades perdem o controle dos recursos materiais, humanos e financeiros.

Os próprios médicos de Cruzeiro do Sul estão sendo vítimas da falta de informações por parte da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), quando a própria Polícia Federal (PF) apontou o não fornecimento de dados para o controle das atividades executadas pelos profissionais no serviço público e na Associação Nossa Senhora da Saúde (Anssau), administradora do Hospital Geral do Juruá.

Para apurar toda a ameaça de terceirização da Maternidade Bárbara Heliodora e Hospital da Criança, o Sindmed-AC participará da agenda de manifesto a ser realizado na terça-feira (19) e participando das reuniões com a Sesacre e com o Ministério Público Estadual (MPE), unindo o movimento com o Sindicato do Trabalhadores de Saúde do Acre (Sintesac).

A Diretoria do Sindmed-AC

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Acre

Acre é o único do país a ter redução de óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) comemora nesta sexta-feira, 15, o fato de o estado ter sido o único do país a apresentar redução de óbitos, com um percentual de -31%, o que demonstra o cuidado e o compromisso com a saúde e a vida da população acreana.

“Estamos trabalhando para atender a todos, e muito nos alegra constatar que fomos destaque nacional na redução de óbitos”, ressalta o secretário de Saúde, Alysson Bestene.

Além disso, o Acre foi o primeiro estado a apresentar o plano de vacinação contra a Covid-19, uma iniciativa cujo objetivo tem sido a imunização e a redução de casos graves e óbitos. O governador Gladson Cameli tem atuado fortemente no combate ao vírus, inclusive buscando recursos em Brasília, garantindo a estrutura e o suporte necessário para que a população receba a devida assistência.

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