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Não existe uma eleição mais complicada para o PT do que em CZS

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Posar de prefeita e dona da chapa: é arrogante e perigoso
Tenho ouvido inúmeros relatos de aliados seus que, a vereadora Fernanda Hassem (PT)  adota comportamentos políticos, como se já tivesse sido eleita prefeita de Brasiléia, se dando ao luxo de escolher sem nenhuma discussão Carlinhos do Pelado (PSB) como o seu vice, com o qual roda a zona rural em campanha. O que comentam seus aliados é que a Fernanda tem todo direito de ter simpatia por algum nome para vice, mas não pode dar isso como decidido, sem antes de uma discussão com a cúpula do PT e dos partidos coligados na FPA. A política aponta dezenas de casos de candidatos que foram às urnas se sentindo vencedores e perderam a eleição. As aparências costumar enganar quando se trata de disputas majoritárias. E como diz o ditado:- humildade e caldo de galinha, não fazem mal a ninguém.

O futuro a Deus pertence
Hoje, a Fernanda enfrentar o prefeito Everaldo Gomes é relativamente fácil, pelo desgaste. Mas, se ele for condenado no processo por improbidade em vias da sair a sentença e se colocar outro nome em seu lugar como candidato, o caldo engrossa. O jogo não está definido.

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Cabe explicação mais ampla
Não importa que o empresário Hamilton Brito não apóie a reeleição do Marcus Alexandre. O presidente da Fundação Elias Mansour, Rodrigo Forneck, tem que esclarecer melhor o assunto, porque o Brito não pode ser deixado de fora do pacote do carnaval por preferência política.

Mal na eleição
E até porque, o reflexo negativo, se “perseguição” houver por parte da FEM, será político e refletirá diretamente no prefeito Marcus Alexandre, que enfrentará uma eleição difícil.

A farra do mandi
Quando me insurgi contra o Projeto de Resolução gracioso, imoral, politiqueiro, aprovado na Câmara Federal derrubando o ato de suspensão do pagamento do seguro defeso, para um recadastramento, é porque ouvi diversos relatos de troca de votos por carteiras de pescador.

Apontar as cabeças
5.700 processos para o fornecimento de carteira de pescador estão em investigação na PF e MPF, no Acre. O que se espera não é só o natural cancelamento das carteiras frias e a punição, mas, que se revelem os nomes dos que promoveram a patifaria, porque alguém intermediou.

Esclarecer de vez
É boa a investigação para se saber se são ou não verdadeiros os boatos que na última campanha houve a doação de carteiras de pescador, em troca de votos em certos candidatos.

Sem hipocrisia
Em conversa com um amigo em comum esta semana, o ex-deputado Jamil Asfury (PDT) diz que, haverá sim um trabalho do Pastor da IBB, Agostinho Gonçalves, para a recondução do deputado federal Alan Rick (PRB) e a eleição a deputado estadual do próprio Jamil, em 2018.

Chega de não me toque
Não vejo nada anormal no fato narrado pelo ex-deputado Jamil, nenhuma ilegalidade, para ficar se escondendo e se enchendo de dedos quando o assunto vem à tona. Em se tratando de política, Rio Branco é terra de muro baixo, segredo político não demora mais do que minutos.

Não pode demorar
O prefeito James Gomes (PP) está cometendo um erro político que pode lhe prejudicar se mantiver seu candidato a prefeito de Senador Guiomard, Jorge Catalan (PP), sem ele decolar nas pesquisas. Se tiver que mudar tem que ser agora, depois do carnaval a campanha começa.

Nome esquecido
Um nome esquecido ontem pela coluna entre os bons candidatos a vereador de Rio Branco: jornalista Evandro Cordeiro. Não citei o nome do bom vereador Raimundo Vaz, porque não definiu se disputa a reeleição ou se sairá candidato a prefeito de Rio Branco.

Nem discuto: é acreano
Não entro nem nesta discussão infantil, eu vou continuar escrevendo “acreano” e o “acriano” que vá para o “quinto dos infernos”, como dizem os nossos irmãos portugueses.

Estratégia para 2018
Esta movimentação que está sendo feita em torno do PR, com a filiação de prefeitos, tem como meta formar uma base sólida para eleger em 2018, Antonia Lúcia deputada federal. E é uma estratégia certa, ela troca o amadorismo de campanhas passadas pelo profissionalismo.

Gresso Sousa
 É o nome que o PT tende lançar para disputar a prefeitura de Acrelândia. Na última eleição, Gresso perdeu para o atual prefeito Jonas da Farmácia, por pouco mais de oitenta votos. Jonas, hoje no PT, não deverá ter legenda para a reeleição por sérias questões jurídicas.

Candidatos próprios
Assis Brasil, Brasiléia, Rio Branco, Xapuri, Bujari, Feijó, Tarauacá, Mâncio Lima, Marechal Taumaturgo, Rodrigues Alves, Acrelândia, são municípios onde o PT já tem candidatos próprios definidos para disputar as prefeituras. Nos demais municípios, o PT apoiará candidatos da FPA.

Não tem conversa
O presidente do PHS, Manoel Roque, ligou para dizer que quer deixar bem claro aos dirigentes da FPA que, em Cruzeiro do Sul o partido vai apoiar o candidato a prefeito Ideley Cordeiro (PMDB), porque existe um compromisso firmado pelo diretório municipal e irá respeitar.

Lembrança tardia
Roque diz que os representantes do PT em Cruzeiro do Sul tiveram mais de três anos para procurar a direção do PHS no município e fazer uma conversa política. “Agora, no ano eleitoral, estão chegando tarde”, enfatiza.

Principalmente se for do PSB
Manoel Roque diz que o fato do candidato a prefeito de Cruzeiro do Sul não ser do PT e vir a ser do PSB é que o deixa bem distante da aliança no município. “Candidato do PCdoB e principalmente do PSB, o PHS quer quilômetros de distância”, dispara fulminante o Roque.

Não só o PHS
O PDT, PTN, PRP, que são da FPA também estão na aliança montada pelo prefeito Vagner Sales para apoiar a candidatura de Iderley Cordeiro (PMDB) a prefeito de Cruzeiro do Sul. O que isso significa? Significa que o comando político do PT no município, não fez política, não agregou.

A mais complicada
Sem sombra de dúvida, não existe uma eleição mais complicada para o PT, para a FPA, do que a eleição para a prefeitura de Cruzeiro do Sul, por falta de um nome de densidade eleitoral.

Movimento inoportuno
Ainda não creio que o SINTEAC fará greve para não iniciar o ano letivo. A presidente Rosana Nascimento não é uma tapada, acompanha a situação econômica nacional, no fundo do poço, sabe que o Estado não pode dar um aumento, e grevar agora só prejudicaria os alunos.

Não conseguirá nada
A direção do SINTEAC pode até deflagrar uma greve para impedir o início do ano letivo, mas sabe de antemão que não conseguirá um centavo de reajuste pelo governo, por falta de caixa.

Não indica o vice
Um dos dirigentes do PT adiantou ontem à coluna que, em Senador Guiomard, o PT irá mesmo apoiar a candidatura a prefeito do Ney do Miltão (PRB), mas não indicará ninguém para a vice e deixará a cargo dos outros aliados.

Nem entre os seus
Na última segunda-feira encontrei um ocupante de cargo de confiança na prefeitura de Sena Madureira e perguntei sua opinião sobre a eleição de prefeito. Foi curto: “só não coloque meu nome para não perder o emprego, vou votar no prefeito Mano Rufino, mas ele não ganha”.

Colocado na parede
O prefeito de Xapuri, Marcinho Miranda (PSDB), será colocado hoje na parede por uma comissão do PR que vai exigir dele: ou se filia ao partido ou fica certo que o PR apoiará um adversário seu no município. Em política não deve ter meio termo é sim ou não.

Faltam votos
Um deputado com base em Xapuri com quem troquei uma idéia sobre o assunto, acha que o prefeito Marcinho Miranda (PSDB) não ganhará nada indo para o PR. E desafiou: “me aponte um filiado do PR em Xapuri, que tenha 100 votos no município”.

Pode dar acordo
A coluna tem informação que pode sair uma coligação entre o DEM e o PSDB para a disputa da prefeitura da Capital. O PSDB tem hoje como candidato a prefeito Francineudo Costa, e o DEM o Tião Bocalon.

Eleição majoritária é coisa séria
Ganhar uma eleição é um componente de uma campanha. A questão é ganhar com um nome que possa fazer uma boa administração. Neste tempo de crise, recessão econômica, com a queda real do repasse do FPM – Fundo de Participação dos Municípios – as prefeituras completamente no vermelho, vivendo de algumas emendas parlamentares, são desafios para os novos prefeitos. Não adianta se falar em novo, em mudança, tem que se discutir antes a competência de quem quer ser prefeito. Por isso, mais do que nunca, a eleição municipal deste ano é talvez uma das mais importantes da última década. Colocar na PMRB, por exemplo, um nome só para dizer que mudou, é muito perigoso. Se elegermos um prefeito desastrado, poderemos todos pagar muito caro. Ter cuidado na escolha é fundamental.

 

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