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Candidato Marcus Alexandre recebe o carinho dos moradores do bairro Boa União

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Stalin Melo

Caminhar pelos bairros foi a forma que Marcus Alexandre encontrou para conversar com as pessoas. Ao invés de grandes comícios, onde o candidato fica lá em cima e eleitor lá embaixo, ele prefere olhar no olho do cidadão e explicar suas propostas de trabalho, todas elas contidas no plano de governo.

Por isso, os moradores não escondem o carinho de receber Marcus Alexandre em sua rua. Fazem questão de abrir o portão de suas casas para cumprimentá-lo e manifestar o apoio nestas eleições. Eles gostam do jeito simples com que explica as propostas, da forma direta e sem mentiras, falando apenas o que realmente pode ser feito.

Enquanto os adversários de Marcus Alexandre parecem ter uma varinha de condão para resolver todos os problemas da cidade num passe de mágica, ele diz aos moradores que a única forma que existe para enfrentar os desafios e melhorar a qualidade de vida dos moradores é trabalhar muito.

“Entrei na política para trabalhar. Não acredito nas mudanças da noite para o dia. E foi com muito trabalho que ligamos Rio Branco a Cruzeiro do Sul o ano inteiro e construímos todas as pontes. E será com muito trabalho que vamos vencer os desafios que a cidade nos aponta”, afirma.

Quem faz questão de manifestar todo o seu carinho pela campanha de Marcus Alexandre é dona Raquel Cristina. Moradora do bairro Boa União há dez anos, diz que vai votar nele “porque acho ele o melhor candidato para Rio Branco. Já vi suas propostas e sei que vai trabalhar muito”, disse.

Já dona Solange Souza, moradora do Boa União há sete anos, aposta mesmo é na juventude de Marcus Alexandre para melhorar a qualidade de vida dos moradores de Rio Branco. “Ele é jovem e tem muito vigor para ajudar aqui o nosso bairro”, faz questão de dizer.

Seu Antônio Felix, morador há dois anos do bairro, também está gostando da campanha de Marcus Alexandre. Ele se sente feliz pelo fato da Frente Popular estar trabalhando pela cidade. “Ninguém fez mais do que o PT nesse município e nesse Estado, por isso esse projeto tem que continuar”, afirmou.

Mas o “serviço” de Marcus Alexandre a frente do Deracre também é lembrado pelos moradores. Dona Francisca Chagas, moradora do quilômetro 80 da Transacreana (rodovia AC 090), faz questão de dizer que “Todo mundo gosta dele e o serviço dele vai ficar muito bom na prefeitura também”.

A verdadeira casa 13

No bairro Boa União existe uma casa 13, a do seu Raimundo, onde a caminhada foi encerrada. Mas na verdade, há uma outra onde o coração dos moradores torcem por Marcus Alexandre e manifestam todo o carinho por sua candidatura.

Trata-se da casa do seu Sebastião Cardoso, morador da rua da Torre. Ao receber Marcus Alexandre em sua casa, fez questão de reunir a mulher e os seis filhos para tirar uma foto, uma imagem que possa marcar para a posteridade o carinho pela campanha mais pé no chão destas eleições.

Morador há nove anos do Boa União, seu Sebastião disse estar confiante na campanha de Marcus Alexandre. “Eu sei que ele vai trabalhar, ele é jovem a gente confia muito nele”, faz questão de afirmar.

 

Acre

“Acre é realmente deixou a esquerda para trás”, diz Bolsonaro

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Na manhã desta terça-feira, 5, o deputado federal eleito Eduardo Velloso, ao lado do senador Márcio Bittar, publicou um vídeo nas redes sociais durante encontro com o presidente Jair Bolsonaro em Brasília.

Velloso se referiu ao “pessoal do agro” e lembrou do segundo turno das eleições presidenciais, onde Bolsonaro disputa o cargo com o ex-presidente Lula.

Jair Bolsonaro parabenizou o Acre pelas escolhas nas eleições e afirmou que o estado deixou a esquerda para trás. “Um grande abraço ao pessoal do agro, parabéns pelas escolhas, o Acre é realmente um estado que deixou a esquerda para trás. Peço nesse segundo turno uma força a mais para convencer que esteve do outro lado, passe para o nosso lado”, disse Bolsonaro.

Veja o vídeo:

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Acre

Jéssica, Minoru, Antônio Pedro, Neném e Cadmiel não foram eleitos

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Todas as eleições, surge a discussão sobre o quociente eleitoral que define a quantidade de vagas de cada partido. A polêmica acontece sempre com os eleitores de candidatos que não são eleitos, apesar de terem obtido mais votos do quem acabou conquistando um mandato. Quem perde costuma dizer que o sistema político é injusto.

Quociente eleitoral é um método pelo qual se distribuem as cadeiras nas eleições pelo sistema proporcional de votos em conjunto com o quociente partidário e a distribuição das sobras.

Para descobrir quem são os deputados estaduais e federais, assim os vereadores, que vão compor o Poder Legislativo, deve-se, antes, saber quais foram os partidos políticos vitoriosos para, depois, dentro de cada agremiação partidária que conseguiu um número mínimo de votos, observar quais são os mais votados. Encontram-se, então, os eleitos. Esse, inclusive, é um dos motivos de se atribuir o mandato ao partido e não ao político.

Nas eleições deste ano não foi diferente. Para deputado estadual, por exemplo, Antônio Pedro (União) que concorria ao seu terceiro mandato foi o 15º mais votado no geral com 6.004 votos. Mesmo assim sua votação não foi suficiente para garantir uma cadeira na Aleac.

Outros parlamentares estaduais passaram pela mesma situação. Neném Almeida e Cadmiel Bonfim ficaram na 17ª e 18ª posições entre todos os candidatos e mesmo assim ficaram fora. O deputado menos votado que conquistou uma vaga na Aleac foi Eduardo Ribeiro, que teve 4.810 votos. Se fossem levado em conta apenas os votos nominais seria o 30º colocado. Os atuais deputados Marcus Cavalcante, Bestene e Daniel Zen, que não conseguiram se reeleger, também obtiveram mais votos que Ribeiro.

Na Câmara Federal quarta mais votada não se elege

A mesma situação aconteceu na eleição para Deputado Federal. A distribuição das 8 vagas para a Câmara dos Deputados foi considerada injusta pelos eleitores de quem ficou de fora, mesmo tendo mais votos de quem foi eleito.

A o caso, por exemplo de Jéssica Sales (MDB) que concorria a reeleição. Mesmo sendo a quarta mais votada do Acre com 20.500 votos, não conseguiu a vitória. Jéssica só ficou atrás dos eleitos Socorro Neri, Meire Serafim e Coronel Ulysses.

Quem também foi “vítima” do quociente eleitoral foi Minoru Kinpara. O candidato tucano obteve 19,077 votos, foi o 7º mais bem votado, mas não conseguiu uma das 8 vagas. Já a Perpétua Almeida teve 392 votos a mais que Roberto Duarte, mas não conquistou a reeleição. Duarte, inclusive, foi o que conseguiu uma vaga com menos votos, tendo sido escolhido por 14,522 eleitores.

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Acre

Na Aleac, oposição será conhecida com formação do novo governo

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A bancada governista será até maior que a atual na Assembleia Legislativa do Acre a partir de 2023, mas de acordo com o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) isso pode não se configurar exatamente em solução. “O governo fez barba, cabelo e bigode. A base governista é grande e isso pode virar um problema porque tudo demais pode virar problema na gestão dos processos”, disse ele, reeleito para novo mandato.

Nesse contexto, é previsível uma bancada de oposição pequena ou não, a depender da composição do novo mandato de Gladson Cameli no Palácio Rio Branco. Assim, as bancadas favoráveis ou contrárias a Gladson só serão dimensionadas mais para frente, observando cooptação e dissidências. “Ainda é cedo pra afirmar. Aguardar a composição do novo governo. Haverá cooptação e dissidentes”, prevê Magalhães
.
Antes, em seu discurso de agradecimento pela reeleição, Edvaldo destacou que não haverá pacto da mediocridade, não haverá ´silêncio dos cemitérios´, mas discussão sobre tudo o que interessa ao Estado -e afirmou que teme pelo segundo mandato de Gladson Cameli, salvo neste primeiro mandato pela pandemia apesar de desafiadora. “Quanto maior a vitória mais é alto o salto do sapato”, disse.

Eleitos pelos partidos que tiveram candidatos majoritários próprios, como Eduardo Ribeiro (PSD), Emerson Jarude (MDB), Antônia Sales (MDB) e Adailton Cruz (PSB) podem atuar na oposição junto com Edvaldo Magalhães.

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Acre

Bolsonaro vai tomar café com Gladson na quinta-feira

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O governador reeleito Gladson Cameli (PP) desembarcou em Brasília (DF) na manhã desta quarta-feira, 5, onde cumpre uma série de agendas institucionais nos Ministérios. Cameli deve ficar na capital do poder até quinta-feira, 6, quando participa de um café da manhã com o presidente Jair Bolsonaro (PL).

Bolsonaro reunirá os governadores eleitos que o apoiam no Palácio da Alvorada para demonstrar força neste segundo turno das eleições de 2022 contra o candidato a presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT.

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