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Crack: Acre não aderiu a programa nacional; Antônia Lúcia anuncia que o PSC cobrará posição do governo

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Ray Melo,
da redação de ac24horas
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A deputada federal Antônia Lúcia (PSC-AC) vai trabalhar pela inclusão do Estado do Acre, no Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas, lançado pelo Governo Federal em 2010. De acordo com a parlamentar, o Estado ainda não teria assinado o convênio com a Secretaria Nacional de Políticas Publicas sobre Drogas (SENAD).

“Em audiência com Paulina Duarte, Secretária Nacional de Políticas sobre Drogas, fui informada que os governos dos estados devem assinar convenio para efeito de lançamento do Plano de Enfrentamento ao Crack e outras drogas. O Acre ainda não formalizou o convênio. O PSC fará a indicação ao governador, na Aleac”, disse Antônia Lúcia.

O programa criado através do decreto número 7.179-2010 seria de importância fundamental para o Acre, segundo Antônia Lúcia. “O Estado faz fronteira com países produtores de drogas, que usam o Acre como corredor de seus produtos ilícitos. É preciso lançar o plano no Acre, para que não sejamos surpreendidos com cracolândias, a exemplo de São Paulo e Rio de Janeiro”, destaca.

A parlamentar vai recorrer ao Ministério da Justiça e ao Governo do Acre, para que o termo de adesão seja assinado o mais rápido possível.

“Estamos dentro dos critérios exigidos. vivemos numa região de fronteira, onde o tráfico de drogas é a causa de todos os crimes. O acesso fácil ao crack tem criado um exercito de dependentes químicos. Por estes motivos precisamos aderir ao programa federal”, declara Antônia Lúcia.

A indicação será apresentada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), pelo deputado Denílson Segóvia (PSC). O pedido da apresentação da indicação foi feita pelo diretório regional do PSC, no Acre.

Acre

Prefeitura anuncia alteração no tráfego da rua Rio de janeiro

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A prefeitura de Rio Branco anunciou nesta semana uma alteração no tráfego da rua Rio de Janeiro na capital acreana. De acordo com o secretário Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana (Seinfra), Cid Ferreira, no sentido Rio de Janeiro/bairro, haverá mão dupla até chegar à confluência da rua Princesa Isabel, que fica próximo ao posto Shell, onde virando à esquerda irá para a rua Minas Gerais e deságua na Avenida Ceará.

“Quem vem do bairro para o centro, vai ser a mesma situação, porém, havendo uma via de mão dupla até a confluência da rua princesa Isabel”, explicou Cid Ferreira. A prefeitura informou que a obra que percorre toda a extensão da rua Rio de Janeiro e parte da Minas Gerais, está orçada em R$11 milhões, fazendo parte do pacote de obras do município, previstos para 2022-2023.

Na execução do trabalho estão previstos serviços de reestruturação de capa asfáltica, sinalização completa, bocas de lobo, sarjetas, calçamento, alargamento da via em alguns trechos, podendo haver alterações no decorrer da obra.

Até o momento, apenas os serviços de recuperação de pavimento foram liberados. De acordo com o secretário Cid Ferreira, a obra deve ser concluída até o próximo ano, sendo que esta etapa está prevista para ser executada entre 8 a 10 meses.

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Acre

Acreano é pego tentando viajar no compartimento de roda de ônibus

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Um acreano identificado como João Paulo Martins da Silva, foi pego tentando viajar em um compartimento de roda de ônibus no interior da cidade de São Paulo.

Segundo a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (Semads), o rapaz chegou a cidade paulista realizando estas viagens escondido, e está na tentativa de encontrar sua avó, que segundo ele, se chama Maria das Dores Martins e mora em Boca do Acre, município do Amazonas.

João Paulo é conhecido por realizar este tipo de ação, já que em fevereiro de 2020 foi encontrado embaixo de um coletivo, e tinha viajado cerca de 505 quilômetros, durante 8 horas, de Rio Branco, no Acre, até Rondônia.

Dois dias depois, foi encontrado pela Polícia Rodoviária Federal disfarçado de mulher, e disse que queria chegar a Manaus (AM). Com aparentes sinais de distúrbios psicológicos, o homem foi levado para a delegacia de Polícia Civil de Humaitá, e depois encaminhado para uma unidade de saúde.

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Acre

Alan se diz inocente e lembra abuso e ameaças de morte na prisão

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Alan Araújo de Lima, 22 anos, envolvido no acidente que resultou na morte de Jonhliane Paiva Sousa, em um acidente de trânsito ocorrido em agosto de 2020, foi o segundo a prestar depoimento na manhã desta quarta-feira, 18, na 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar, em Rio Branco, e fez questão de negar que tenha praticado racha com Ícaro Pinto e qualquer tipo de amizade entre ambos.

O momento auge do depoimento, foi em relação aos abusos, extorsões e ameaças de morte ocorridas durante os 40 dias em que esteve preso na penitenciária Francisco de Oliveira Conde. “Só eu sei o que passei naquele presídio. Tive ameaças, extorsão. Estava em cela com oito pessoas. Dormia na pedra. Fizeram ameaça em dinheiro. A intenção do meu pai era me proteger. Mas se tornou um pesadelo, eles queriam mais. Os advogados levaram R$ 500 em média. Eu pagava para estar vivo. Eu entrei em estado de depressão, perdi mais de 15 kg”, argumentou.

Preso há um ano e 9 meses, sendo que, agora, no Batalhão de Operações Especiais (BOPE), Araújo contou que não faz uso de bebida alcoólica e negou sua participação na morte de Jonhliane. “Eu não bebo, até por não sentir vontade. A bebida faz a pessoa praticar coisas erradas. Não sou santo, não sou. Não cometi crime de racha, nunca fui amigo do Ícaro, não conheço, então creio que em busca da justiça, acabaram criando injustiça comigo”, destacou.

O juiz Alesson Braz questionou se a velocidade de Alan Araújo estava superior a mais de 90 km, mas Araújo negou veementemente. “Se eu cheguei a 80 km foi muito”, afirmou.

Indagado pelo fato de não ter parado no momento exato do acidente, Alan contou que decidiu ir atrás do envolvido, porém, sem sucesso e por essa razão voltou até ao local dos fatos para auxiliar a vítima. “No trajeto estava indo deixar o Eduardo na casa dele e próximo a Assembleia de Deus aconteceu o acidente. Eu fui atrás dele, não achei e voltei ao local para saber como ela estava”, ressaltou.

Entretanto, Araújo se sentiu intimidado e decidiu sair do local do impacto fatal que matou a jovem comerciária. “Cheguei lá, fiquei parado. Me perguntaram o que tinha acontecido e as pessoas insinuaram que havia racha. Me senti mal, não me senti seguro e saí de lá”, argumentou.

O advogado Carlos Vinicius, que defende Alan nos tribunais atualmente, reforçou ao ac24horas que no episódio de dinheiro levado ao presídio, ele não advogava ainda para o réu.

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Acre

MP quer médicos autorizados a retirar tornozeleira para cirurgias

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O Ministério Público do Estado Do Acre (MPAC) está pedindo à Vara de Execuções Penais que os médicos tenham autorização para retirar a tornozeleira eletrônica de reeducandos em caso de cirurgias. O motivo é simples: o equipamento é incompatível com o uso de bisturi eletrônico, provocando choques em que for submetido à uma cirurgia usando o equipamento de monitoramento.

“Eu fui abordado por profissionais da área médica, os quais relataram algumas dificuldades com relação ao atendimento emergencial de pessoas privadas de liberdade, especificamente as que cumprem pena em regime semiaberto com monitoração eletrônica. De acordo com os médicos, é comum a chegada de reeducandas gestantes nos hospitais desta Capital, em condições que demandam a realização de parto cesárea, procedimento este que normalmente é feito utilizando-se de bisturi eletrônico. Porém, foi constatado que a tornozeleira utilizada pelas apenadas é incompatível com o uso da ferramenta, resultando na ocorrência de choques elétricos. Em razão disso, ainda segundo relato dos médicos, os procedimentos em reeducandas vêm sendo realizados com o bisturi convencional, que é menos preciso e, diferentemente do elétrico, não auxilia no controle de hemorragias e dificulta de maneira considerável a sutura dos cortes. O mesmo acontece com reeducandos que são submetidos a outros tipos de cirurgia, sendo que na maioria das vezes, os procedimentos são de urgência e emergência e por motivos óbvios não são agendados previamente. Necessário ponderar que o uso do bisturi elétrico é benéfico à saúde, resultando em inúmeras”, explica o promotor de justiça Tales Tranin.

Por conta desse relato, o representante do MPAC, visando facilitar a realização de procedimentos cirúrgicos em apenados, requer seja autorizado aos profissionais da área médica que atuam na Capital a retirada do equipamento de monitoração eletrônica dos presos, possibilitando o uso do bisturi elétrico, apenas em casos excepcionais, de urgência e emergência, quando não for possível requerer previamente a desinstalação do equipamento.

Caso a Vara de Execuções Penais autorize, os médicos devem informar imediatamente ao IAPEN acerca da retirada da tornozeleira, justificando a medida. Por fim, ao Diretor da Unidade de Monitoramento Eletrônico de Presos terá a obrigação de informar ao Juízo e de proceder à reinstalação do equipamento tão logo seja possível.

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