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Padre Paolino Baldassari passa bem após cirurgia

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O padre Paolino Baldassari passa bem após ser submetido a uma cirurgia de hérnia. O procedimento foi realizado ontem (7), no hospital Santa Juliana, em Rio Branco.

Os médicos que acompanham o vigário disseram que a cirurgia demorou foi tranquila e que o paciente reagiu bem.

Paolino Baldassari está em recuperação e ainda não existe previsão de alta.

Com informações de Sena em Destaque

Acre

Acreano é pego tentando viajar no compartimento de roda de ônibus

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Um acreano identificado como João Paulo Martins da Silva, foi pego tentando viajar em um compartimento de roda de ônibus no interior da cidade de São Paulo.

Segundo a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (Semads), o rapaz chegou a cidade paulista realizando estas viagens escondido, e está na tentativa de encontrar sua avó, que segundo ele, se chama Maria das Dores Martins e mora em Boca do Acre, município do Amazonas.

João Paulo é conhecido por realizar este tipo de ação, já que em fevereiro de 2020 foi encontrado embaixo de um coletivo, e tinha viajado cerca de 505 quilômetros, durante 8 horas, de Rio Branco, no Acre, até Rondônia.

Dois dias depois, foi encontrado pela Polícia Rodoviária Federal disfarçado de mulher, e disse que queria chegar a Manaus (AM). Com aparentes sinais de distúrbios psicológicos, o homem foi levado para a delegacia de Polícia Civil de Humaitá, e depois encaminhado para uma unidade de saúde.

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Acre

MP quer médicos autorizados a retirar tornozeleira para cirurgias

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O Ministério Público do Estado Do Acre (MPAC) está pedindo à Vara de Execuções Penais que os médicos tenham autorização para retirar a tornozeleira eletrônica de reeducandos em caso de cirurgias. O motivo é simples: o equipamento é incompatível com o uso de bisturi eletrônico, provocando choques em que for submetido à uma cirurgia usando o equipamento de monitoramento.

“Eu fui abordado por profissionais da área médica, os quais relataram algumas dificuldades com relação ao atendimento emergencial de pessoas privadas de liberdade, especificamente as que cumprem pena em regime semiaberto com monitoração eletrônica. De acordo com os médicos, é comum a chegada de reeducandas gestantes nos hospitais desta Capital, em condições que demandam a realização de parto cesárea, procedimento este que normalmente é feito utilizando-se de bisturi eletrônico. Porém, foi constatado que a tornozeleira utilizada pelas apenadas é incompatível com o uso da ferramenta, resultando na ocorrência de choques elétricos. Em razão disso, ainda segundo relato dos médicos, os procedimentos em reeducandas vêm sendo realizados com o bisturi convencional, que é menos preciso e, diferentemente do elétrico, não auxilia no controle de hemorragias e dificulta de maneira considerável a sutura dos cortes. O mesmo acontece com reeducandos que são submetidos a outros tipos de cirurgia, sendo que na maioria das vezes, os procedimentos são de urgência e emergência e por motivos óbvios não são agendados previamente. Necessário ponderar que o uso do bisturi elétrico é benéfico à saúde, resultando em inúmeras”, explica o promotor de justiça Tales Tranin.

Por conta desse relato, o representante do MPAC, visando facilitar a realização de procedimentos cirúrgicos em apenados, requer seja autorizado aos profissionais da área médica que atuam na Capital a retirada do equipamento de monitoração eletrônica dos presos, possibilitando o uso do bisturi elétrico, apenas em casos excepcionais, de urgência e emergência, quando não for possível requerer previamente a desinstalação do equipamento.

Caso a Vara de Execuções Penais autorize, os médicos devem informar imediatamente ao IAPEN acerca da retirada da tornozeleira, justificando a medida. Por fim, ao Diretor da Unidade de Monitoramento Eletrônico de Presos terá a obrigação de informar ao Juízo e de proceder à reinstalação do equipamento tão logo seja possível.

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Acre

Acre apresenta maior redução em mortes violentas no país em 2022

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Segundo o Monitor da Violência, o Acre apresenta em 2022 a maior queda nas mortes violentes do País até o 1º trimestre. Por outro lado, Rondônia teve o maior aumento nos crimes: 48% de crescimento no período.

O Monitor da Violência é uma plataforma do G1 e parceiros. O número calculado é parecido com o divulgado pelo Ministério Público do Acre para 1º trimestre de 2022: queda de 28,6% nas mortes violentas intencionais no Estado.

No período, segundo o MPAC, Rio Branco concentrou 49% do total de mortes violentas intencionais ocorridas em todo o Estado. No interior, os municípios de Brasiléia (4) e Cruzeiro do Sul (3) foram os que mais registraram assassinatos no 1º trimestre de 2022.

“A média mensal de mortes violentas intencionais no ano de 2021 foi de 16 assassinatos, enquanto no mês de março de 2022 foram registradas 23 mortes, ou seja, 43% a mais do que a média mensal de 2021. Em relação ao mês anterior (fevereiro), o aumento em março foi de 77%”, informa o MPAC no boletim do Observatório de Análise Criminal.

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Acre

Dependentes do Auxílio Brasil é maior que os trabalhadores no Acre

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No Acre, o número de beneficiários do Auxílio Brasil é 25% aos trabalhadores com carteira assinada. São 111.112 pessoas atendidas pelo seguro social e 85.502 empregados formais no Estado, segundo os dados mais recentes.

Um levantamento do G1 publicado nesta quarta-feira (18) mostra que essa situação não é só no Acre: quase metade das unidades da Federação do país tinha mais beneficiários do Auxílio Brasil do que trabalhadores com carteira assinada em março deste ano.

em 13 estados o número de famílias que vivem do dinheiro do Auxílio Brasil é maior que o das que vivem da renda do trabalho formal, com vínculo CLT.

Os cálculos do G1 mostram que as maiores diferenças entre o número de beneficiários do auxílio e empregados com carteira assinada estavam nos Estados do Maranhão (576.411 mais beneficiários do que CLT), Bahia (412.290), Pará (332.706), Piauí (241.874), Pernambuco (155.548), Paraíba (188.546), Alagoas (118.974) e Ceará (110.915).

Conforme já noticiou o ac24horas, o desemprego no Acre, que subiu para 14,8% em março, é o 5º maior do País e apenas 64,9% da massa de trabalhadores tem carteira assinada.

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