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No Judiciário, mais de 4.800 podem ter supersalário

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O Globo

Manchete: Rio vai dobrar indenização para remover mais favelas

Prefeitura aumenta tabela de valores para diminuir resistência de moradores

A prefeitura aumentou de R$ 40 mil para R$ 77 mil o teto de ajuda para a compra de uma nova moradia para as famílias que hoje vivem em áreas de risco nas favelas ou cujas casas estejam no caminho de obras. O ressarcimento foi aumentado diante da recusa a indenizações ou remoções. O decreto baixado pelo prefeito Eduardo Paes também reajusta a tabela das indenizações em dinheiro, de até R$ 600 para até R$ 7800 metro quadrado, para imóveis com benfeitorias e bem localizados. Para especialistas, a medida acompanha a valorização imobiliária nas favelas, mas é preciso mais rigor na fiscalização para evitar a reocupação desordenada. (Págs. 1, 15 e 16)

Governo negocia com Fifa criar Bolsa Torcedor na Copa (Págs. 1 e Caderno Esportes)
Um hospital tão doente quanto seus pacientes

Do diagnóstico ao tratamento, passando pelos efeitos colaterais, a Hospital do Fundão é um paciente em estado grave. Rachaduras de 8cm de largura fecharam o centro cirúrgico. Vistoria afastou desabamento, mas a unidade será monitorada. (Págs. 1 e 22)
Farra com Bolsa Pesca eleva gasto a R$ 1,3 bi

Com orçamento de R$ 1,3 bilhão este ano, o seguro-defeso é pago sem qualquer controle e fiscalização a pescadores – mas também a mortos, empresários e desempregados. Auditoria descobriu irregularidades em mais de 60 mil benefícios em apenas dois anos. O Ministério Público apura fraudes de norte a sul, inclusive o uso da chamada Bolsa Pesca – de um salário mínimo – como moeda eleitoral. (Págs. 1, 3, 4 e 9)
Brasil libera droga banida nos EUA

A Anvisa deu sinal verde para que a sibutramina, proibida nos EUA e na Europa, continue a ser vendida no país. A decisão ignorou parecer inicial da câmara técnica da Anvisa. A sibutramina eleva o risco de infarto e derrame. Três remédios emagrecedores foram proibidos. (Págs. 1 e 34)
Entrando de sola

Depois dos carros, a governo brasileiro impôs mais uma barreira contra produtos chineses. Agora é a vez dos calçados, que perderam as licenças automáticas de importação. O objetivo é barrar sapatos chineses que entrariam ilegalmente no Brasil a partir da Indonésia e do Vietnã. (Págs. 1 e 25)
Após 22 dias, Correios faz acordo e encerra greve (Págs. 1 e 31)

 

Crise do euro faz a 1ª vítima e quebra banco

Os mercados financeiros foram sacudidos ontem com a notícia de que a crise da dívida na zona do euro fez sua primeira vítima: o banco franco-belga Dexia, o 19º europeu em ativos. Com € 4,8 bilhões em títulos gregos, a Dexia quebrou e precisará de resgate. As bolsas caíram em Frankfurt (-2,98%), Paris (-2,61 %) e Londres (- 2,59%). O Dexia foi comparado ao Bear Stearns, o banco americano que estava quebrado em marco de 2008 e foi socorrido antes do agravamento da crise. (Págs. 1, 23 e 24)

Míriam Leitão

Os bancos estão desconfiando até da própria sombra e por isso os governos têm medo do pânico. (Págs. 1 e 24)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Para deputado, cada colega de SP tem um preço

Frase é de Roque Barbiere, que apontou venda de emendas na Assembleia; governo estadual diz que ele nunca denunciou

O deputado estadual Roque Barbiere (PTB) comparou a Assembleia de São Paulo a um camelódromo e disse ter alertado o governo do Estado para a existência de um esquema em que seus colegas negociariam emendas ao Orçamento com prefeitos e com empreiteiras.

“Isso é igual camelô, cada um vende de um jeito”, afirmou durante entrevista. (Págs. 1 e Poder A4)

Acusado de desviar R$ 100 milhões, ex-diretor da Assembleia do PR alega insanidade, e Justiça suspende processos contra ele. (Págs. 1 e Poder A11)

Foto Legenda: Compaixão

Uma mulher somali que, com um balde, tentava apagar o fogo dos corpos calcinados chamou atenção na cena do atentado terrorista que matou mais de 70 em Mogadício; grupo ligado à Al Qaeda assumiu o ataque. (Págs. 1 e Mundo A17)

Ciência: Estudo da expansão do Universo da Nobel a trio dos EUA (Págs. 1 e C11)

 

Anvisa proíbe anfetaminas e restringe a sibutramina

A Anvisa proibiu o uso de inibidores de apetite do tipo anfetaminas (femproporex, mazindol e anfepramona), mas manteve a sibutramina, com regras mais restritas.

Para a agência, o risco trazido pelos anfetamínicos, aliado à falta de estudos sobre sua eficácia, desaconselha o uso dessas drogas.

O CFM (Conselho Federal de Medicina) promete ir à Justiça contra a decisão. (Págs. 1 e Saúde C10)

Correios fazem proposta, e fim da greve deve ser votado hoje

Os Correios e representantes dos funcionários chegaram a um acordo para encerrar a greve que já dura 21 dias e provocou o atraso na entrega de 147 milhões de cartas e encomendas.

Os 35 sindicatos da categoria vão se reunir hoje para decidir se ratificam o acordo, que prevê reposição da inflação de 6,87% e um reajuste linear de R$ 80 a partir de outubro. (Págs. 1 e Mercado B1)
Fernando Rodrigues: Juiz criminoso deve ir para cadeia, não só ser aposentado

Não há como ver normalidade quando quase nunca um juiz é punido. Quem comete crime não deve só ser aposentado. Tem de ser condenado e preso. (Págs. 1 e Opinião A2)
Prefeitura de SP fechará shopping Center Norte

O shopping Center Norte será interditado hoje por tempo indeterminado. Ontem, a Justiça cassou liminar que impedia o fechamento do local, localizado em área com presença de gás metano no subsolo. Para a prefeitura, há risco de explosão.

A direção do shopping não informou se vai recorrer da decisão. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Bulgária usa visita de Dilma para fechar negócios

O governo da Bulgária acredita que a visita da presidente Dilma Rousseff, que chegou ao país, vai gerar bons negócios com o Brasil.

“A visita irá mostrar aos empresários brasileiros que a Bulgária é um bom lugar para investir”, disse o presidente Georgi Parvanov, em entrevista a Vaguinaldo Marinheiro. (Págs. 1 e Mundo A16)

Editoriais

Leia “Parceria nos trilhos”, sobre plano do governo de SP para o transporte, e “Teto para valer”, acerca de limite para salários de servidores. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: No Judiciário, mais de 4.800 podem ter supersalário

Estimativa parcial mostra quantos servidores seriam beneficiados com vencimento acima do teto

A proposta do Judiciário para elevar os vencimentos de servidores pode fazer com que o número de funcionários que recebem os chamados “supersalários” – acima do teto do funcionalismo, hoje em R$ 26.700 – salte dos atuais 512 para 4.814. O número é de levantamento da Anata (associação de funcionários do Judiciário) em 8 dos 50 tribunais do País. A proposta de reajuste consta do projeto de lei 6.613, que prevê correção média de 54% para analistas e 56% para técnicos, dependendo do estágio da carreira em que o servidor se encontra. Como o projeto eleva de forma linear o salário, os servidores que recebem os chamados “penduricalhos”, como funções comissionadas e gratificações, ultrapassariam o teto do funcionalismo. “Se esses dados forem confirmados, é absolutamente inviável aprovar esse projeto de lei”, avaliou o deputado Cláudio Puty (PT-PA), que preside a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, onde está o projeto. (Págs. 1 e Nacional A4)
Deputado diz que colegas na Assembleia de SP são “camelôs”

O deputado Roque Barbiere (PTB) disse que há colegas seus na Assembleia Legislativa paulista que são “iguais a camelô”, referindo-se à suposta venda de emendas. “Cada um tem uma maneira, cada um tem um preço”, afirmou. Ele disse que não dará nomes nem com revólver na cabeça”. (Págs. 1 e Nacional A10)
Outra agência de risco rebaixa Itália

Moody’s reduz rating da dívida, 15 dias após a Standard & Poor’s ter feito o mesmo

Após o fechamento dos mercados, a agência de risco Moody’s rebaixou ontem a nota de crédito da Itália, de Aa2 para A2. É o segundo rebaixamento em 15 dias – em 19 de setembro, foi vez da Standard & Poor’s. As bolsas europeias já haviam registrado queda com a informação de que o banco franco-belga Dexia poderia ser obrigado a fazer uma cisão, para expurgar perdas bilionárias. As autoridades anunciaram plano para socorrê-lo. (Págs. 1 e Economia B1)
Liminar cai e Prefeitura deve fechar Center Norte hoje

A Prefeitura deve fechar hoje o Shopping Center Norte. A decisão de cassar a liminar que mantinha o estabelecimento aberto foi tomada pelo mesmo juiz que a havia concedido. A justificativa é que o shopping não comprovou a inexistência do risco de explosão por acúmulo de gás. (Págs. 1 e Cidades C3)

Acordo deve encerrar greve dos Correios (Págs. 1 e Economia B9)

 

Emagrecedor é mantido pela Anvisa

Proibido em vários países, o emagrecedor sibutramina continuará sendo vendido no Brasil, mas sob novas regras, decidiu a Anvisa. Já os derivados de anfetaminas foram vetados. (Págs. 1 e Vida Al8)
Dora Kramer

Clube da luta

O PSDB hoje é uma confederação de emburrados sem rumo, cuja principal ocupação é dar vazão a ressentimentos mútuos. (Págs. 1 e Nacional A8)

Notas & Informações

A lição inoportuna de Dilma

A presidente aconselhou o premiê belga numa visita que requeria outro comportamento. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Dilma freia desmonte do BB em Brasília. Falta brecar a Caixa

Num encontro ontem com a bancada de senadores e deputados do Distrito Federal, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleise Hoffmann, afirmou que é inadmissível a transferência de diretorias do Banco do Brasil para São Paulo, movimento denunciado pelo Correio na semana passada. Segundo Gleisi, o esvaziamento da instituição na capital federal não será tolerado pela presidente Dilma Rousseff, que convocará o presidente do banco, Aldemir Bendine, para prestar esclarecimentos. Os parlamentares do DF também saíram do Palácio do Planalto com a garantia de que processo semelhante na Caixa Econômica Federal será contido. (Págs. 1 e 14)

Mensalidade escolar no DF subirá 12,5% (Págs. 1 e 33)

Um alerta brasileiro

Bruxelas – Guardadas as proporções, imigrantes sem teto na capital belga remetem à imagem cunhada quatro décadas atrás para descrever o Brasil de então: Belíndia, uma nação que crescia como a Bélgica, mas continuava miserável como a Índia. Ontem, Dilma fez um alerta a europeus: evitem medidas recessivas. (Págs. 1, 2 e Coluna Entrelinhas, 4)

Educação: UnB entre as melhores do continente

A Universidade de Brasília é a quarta instituição de ensino superior do país e a 11ª da América Latina, segundo pesquisa. O aumento do número de docentes e de doutores contribuiu para a melhoria da qualidade. (Págs. 1 e 31)

AGU não quer eleição com verba pública

A Advocacia-Geral da União, órgão ligado ao governo, é contrária à proposta, defendida pelo PT e por Lula. (Págs. 1 e 3)

Enem abre consulta no site sobre os locais de prova (Págs. 1 e 27)

 

Novas regras para o uso de emagrecedores

Governo cria restrições e promete ampliar a vigilância, mas permite o comércio de inibidores de apetite feitos com subitramina. As drogas que têm anfetamina na composição estão proibidas. (Págs. 1 e 9)
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Valor Econômico

Manchete: Capital externo garante o aumento de investimentos

O capital estrangeiro aumentou seus investimentos no Brasil e deve ultrapassar a fatia destinada para esse fim pelo capital nacional em 2011. Os investimentos totais anunciados no Brasil durante o primeiro semestre somaram US$ 165,6 bilhões – equivalentes a 62% do total anunciado no ano passado. Se o ritmo for mantido, os investimentos divulgados podem ultrapassar a marca de 2010. Os dados são da Rede Nacional de Informações sobre o Investimento (Renai), órgão ligado ao Ministério do Desenvolvimento (Mdic). O relatório consolida dados de novos projetos anunciados, mesmo que sejam executados ao longo de vários anos.

Em todo o ano passado, os investimentos com capital exclusivamente nacional representavam 66% do total. No primeiro semestre deste ano, essa participação caiu para 32,2%, enquanto o de origem exclusivamente estrangeira ficou em 56,1% – aumento expressivo em relação aos 23,1% registrados em 2010. A diferença, nos dois períodos, ficou com os projetos de capital misto. (Págs. 1 e A3)

Dependência do petróleo cresce no Rio

O dinheiro do petróleo permitiu que pequenas e médias empresas expandissem seus negócios na Região dos Lagos e no norte fluminense nos últimos anos. Mas tornou as economias locais, e sobretudo as prefeituras, muito dependentes do setor. No Estado do Rio, o petróleo também ganhou um peso importante nas finanças públicas (depois do ICMS, os royalties e participações especiais cobradas da atividade são a principal fonte de receita). As petroleiras consideram que o setor é hoje responsável por algo como 12% do Produto Interno Bruto (PIB). Sua fatia na Formação Bruta de Capital Fixo deve passar de 6,3% em 2001 para 14,7% em 2014, segundo André Sant’Anna, economista do BNDES. (Págs. 1 e A16)
UE prepara ação para recapitalizar bancos

O custo do seguro contra calote do sistema financeiro na zona do euro suplantou os níveis vistos à época da quebra do Lehman Brothers, em 2008, e bateu recorde, indicando que os bancos do bloco nunca estiveram tão perto de um colapso. Os ministros da Fazenda da União Europeia estão examinando formas de coordenar a recapitalização das instituições financeiras após terem concordado ser urgentemente necessárias medidas para protegê-las.

Num sinal claro de que os governos dos países da UE estão se preparando para agir, Wolfgang Schäuble, ministro das Finanças da Alemanha, disse que Berlim poderia, se necessário, reativar os mecanismos de apoio acionados em 2008 para recapitalizar os bancos. Ele informou que todos os integrantes da zona do euro apresentarão planos de proteção a seus bancos na próxima reunião de ministros no fim do mês. (Págs. 1, C1 , C2 e C8)

Bolsa perde mais valor do que na crise de 2008

Para a bolsa brasileira, a crise atual é pior que a desencadeada pela quebra do Lehman Brothers. No ano, até setembro, houve perda no valor de mercado do Ibovespa de R$ 382,2 bilhões, ante os R$ 347,8 bilhões do mesmo período de 2008. É como se o índice tivesse perdido o valor equivalente aos quatro maiores bancos do país e três gigantes da siderurgia juntos -Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil, Santander, Gerdau, CSN e Usiminas. (Págs. 1 e D3)

Infraero relicita todas as lojas de aeroportos

Sob críticas dos atuais lojistas, a Infraero mudou a estratégia de exploração comercial dos principais aeroportos do país, com novos contratos que chegam a aumentar os aluguéis em até oito vezes. À medida que expiram, 5.244 espaços comerciais estão sendo relicitados. A possibilidade de renovação automática dos contratos foi abolida.

O aumento médio tem sido de 200% nos contratos novos, diz o diretor comercial da Infraero, Geraldo Neves. O faturamento com áreas comerciais deve passar de R$ 947 milhões em 2010 para R$ 1,16 bilhão neste ano. (Págs. 1 e B1)

IOF transfere ao exterior o hedge de agropecuários

A taxação dos contratos de derivativos afetou o mercado de proteção cambial (hedge) de produtos agropecuários, transferiu ao exterior parte desses negócios e reduziu a influência do Brasil na formação dos preços internacionais de commodities agrícolas. Com esses argumentos, o Ministério da Agricultura tenta alterar, na Câmara dos Deputados, a Medida Provisória nº 539, para isentar as liquidações de câmbio de contratos agropecuários (boi, café, etanol, milho, soja) da cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A BM&FBovespa também tem atuado nos bastidores para reforçar a necessidade de modificar o texto.

O cenário começou a ganhar forma em outubro de 2009, quando o governo decidiu cobrar IOF de 2% na entrada de capital estrangeiro para investimentos em renda fixa e variável. A partir daí, a liquidação de contratos de câmbio, inclusive originária de derivativos agropecuários, começou a perder terreno. A participação dos investidores não residentes caiu de quase 25% para menos de 4% no mercado agropecuário até setembro, segundo dados da BM&FBovespa enviados reservadamente ao governo. (Págs. 1 e B14)

Só isenção fiscal é insuficiente para sucesso do carro elétrico no Brasil (Págs. 1 e A3)

 

Europeus criticam protecionismo brasileiro (Págs. 1 e A4)

 

Empreendedorismo

O Brasil já conta com mais de 1,6 milhão dos chamados empreendedores individuais (EIs) e deve chegar a pelo menos 1,8 milhão até o fim do ano. Mas só isso não basta. Depois de obter o CNPJ, “é necessário capacitação para tornar os negócios mais competitivos”, diz Luiz Barretto, presidente do Sebrae. (Págs. 1 e Especial)

Expansão das vendas diretas

O mercado de vendas diretas movimentou US$ 132 bilhões no mundo no ano passado. Excluído o mercado chinês, que movimentou US$ 12,5 bilhões, o crescimento foi de 2,1% sobre 2009. (Págs. 1 e B4)

Nafta começa a perder espaço

A nafta começa a perder espaço nos investimentos de novas petroquímicas no Brasil. Os projetos em andamento estão focados em outras matérias-primas, como o gás natural e de refinaria (“offgas”), além do etanol. (Págs. 1 e B9)
Surpresa na licitação de sondas

Mesmo sem a parceria da Sete Brasil (que tem a Petrobras como acionista), a Ocean Rig fez a melhor proposta financeira para construção, no Brasil, de 21 sondas de perfuração que serão afretadas pela estatal. (Págs. 1 e B10)

Anadarko deixa o Brasil

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) confirmou ontem que a petroleira americana Anadarko vai deixar o país. Bancos já teriam sido contratados para negociar os ativos da empresa no Brasil, avaliados entre US$ 3 bilhões e US$ 5 bilhões. (Págs. 1 e B10)

Embarques de açúcar recuam

Do início da safra de cana, em maio, até setembro, o país exportou 13 milhões de toneladas de açúcar, 7% menos do que no mesmo período de 2010, e a perspectiva para o próximo ciclo também é de produção e embarques menores. (Págs. 1 e B13)

Exportações de carne

As exportações brasileiras de carne bovina devem ultrapassar US$ 5 bilhões neste ano. O valor é cerca de 4% superior ao registrado no ano passado. Em volume, porém, a queda deverá ser expressiva, entre 15% e 20%, segundo a Abiec. (Págs. 1 e B13)
Bonduelle colhe a primeira safra

A francesa Bonduelle se prepara para comercializar sua primeira “safra” de ervilhas frescas produzidas no Brasil, produto inédito no país, onde o consumo é basicamente de ervilhas reidratadas. (Págs. 1 e B14)

Crise aperta bancos pequenos

Os bancos brasileiros de pequeno e médio portes têm US$ 10,4 bilhões em dívida no exterior e 27% desse total, ou US$ 2,8 bilhões, vencem entre este ano e 2013, segundo a Moody’s, que prevê dificuldades de financiamento para essas instituições. (Págs. 1 e C8)

BTG entra na Vivere

De olho na expansão do crédito habitacional, o BTG Pactual comprou uma participação de 30% na Vivere Brasil, empresa de gestão digital de contratos de financiamentos imobiliários. (Págs. 1 e C8)
Ideias

Martin Wolf

Zona do euro exige ajuste crível que restaure a saúde das economias mais fracas, do contrário se desagregará. (Págs. 1 e A15)

Ideias

Fabio Giambiagi

A tese de que a economia cresceu mais com Lula porque o mínimo subiu mais implica um problema de lógica elementar. (Págs. 1 e A15)
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Estado de Minas

Manchete: Eles estão em toda parte

Cresce o número de moradores de rua na capital. Antes concentrados na área central, agora se instalam sob marquises, vãos de viadutos e cantos de praças em várias regiões da cidade. De acordo com censo de 2006 da prefeitura, eles eram 1.164. Mas a Pastoral de Rua da Arquidiocese de BH estima que já sejam cerca de 2 mil, o que significa aumento de 71%. O movimento no albergue municipal, com 1.400 pessoas atendidas por mês, é sintomático. Os especialistas são unânimes em apontar a principal razão: o avanço das drogas, sobretudo o crack, com seu devastador poder de desagregação familiar e social. Eles são vistos como estorvo ou ameaça pela população. Mas também se mostram muito vulneráveis. Pelo menos 20 foram assassinados este ano. E não parece haver interesse em apurar os crimes. Nenhum deles foi esclarecido. (Págs. 1, 21 e 23)
Proibidos três remédios para emagrecer

Anvisa vetou a venda de três inibidores de apetite à base de anfetamina – anfepramona, femproprex e mazindol –, mas liberou a sibutramina. (Págs. 1 e 9)

Efeito Grécia atinge a Itália

Piora da situação econômica grega fez nova vítima ontem: os títulos italianos de longo prazo tiveram notas rebaixadas pela agência de classificação de risco Moody’s. A alegação foi a piora da situação na comunidade europeia. No Brasil, o dólar comercial fechou em queda após quatro altas consecutivas. Pesquisa divulgada pelo IBGE mostra que a produção industrial tem andado de lado e trabalha, desde abril, com pequenos ganhos, seguidos de retrações. (Págs. 1, 15 e 17)
Na Europa: Dilma defende parceria global

Em Bruxelas, ao lado dos presidentes da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, Dilma disse que a solução para a crise europeia passa pela cooperação global. E que o Brasil quer ter atuação ativa no processo. (Págs. 1, 3 e 4)
Universidades: UFMG entre as 10 da América Latina

Universidade Federal de Minas Gerais é a 10ª melhor, segundo estudo britânico. Outras três mineiras aparecem no ranking das 100 primeiras: federais de Viçosa, de Uberlândia e de Juiz de Fora. (Págs. 1, 27 e Editorial, 10)

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Jornal do Commercio

Manchete: Dengue recua no Estado

Pernambuco entra no verão, época mais propícia à propagação da doença, com números bastante favoráveis. Houve queda de 42,62% nas notificações em relação ao ano passado e somente no Recife a redução chegou a 60%. (Págs. 1 e Cidades 1)

Preço do imóvel no Recife sobe 30%

Comparação entre setembro de 2010 e 2011 traz a segunda maior alta do País, perdendo apenas para o Rio. (Págs. 1 e Economia 1)

Paralisação dos Correios perto do fim (Págs. 1 e Economia 5)

 

Montadora está confirmada no Porto de Suape (Págs. 1 e Economia 3)

 

Anvisa mantém registro da subitramina (Págs. 1 e 7)

 

UFPE entre melhores da América Latina (Págs. 1 e Cidades 5)

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Zero Hora

Manchete: Sites municipais omitem dados de contas públicas

Ao pesquisar 990 prefeituras e câmaras, TCE descobriu que portais omitem
informações exigidas por lei, como gastos com diárias. (Págs. 1. 6 e Rosane de Oliveira)

14 horas de agonia

Agricultor de 73 anos jogado por assaltantes em poço de 10 metros, em São Pedro do Sul, foi localizado pela filha e resgatado pelos bombeiros. (Págs. 1 e 38)

Mbya-guarani: Os índios que desacataram a Funai

Conhecida pela tranquilidade, tribo de Viamão pede ampliação de demarcação de terras. (Págs.1 e 28)

Polêmica: Campeão no uso, Brasil não proíbe remédio para emagrecer

Na contramão do mundo, Anvisa decide manter venda de sibutramina.(Págs. 1, 4 e 5)

Debate no STF: A gaúcha que pautou o recálculo da aposentadoria

Caso de Lucia Costella, 65 anos, balizará decisões no país. (Págs. 1 e 16)

Universidades: Cinco gaúchas entre as melhores

UFRGS, PUCRS, UFPel, UFSM e Furg figuram em ranking da América Latina. (Págs. 1 e 30)

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Brasil Econômico

Manchete: Hypermarcas venderá a Bozzano

Reconhecida por ser uma agressiva compradora de marcas, a companhia fundada em 2002 por João Alves de Queiroz Filho (conhecido como Júnior, ex-dono da Arisco) prepara a venda da tradicional linha de cremes de barbear. Baixa rentabilidade é a principal motivação para o grupo se desfazer do negócio. Nem mesmo um garoto-propaganda como Ronaldo Fenômeno garantiu o retorno esperado. Neste ano, a Hypermarcas foi a empresa que mais perdeu valor na Bovespa. (Págs. 1 e 4)

Crise encarece exportações

Bancos que financiam empresas de comércio exterior ficam mais conservadores aumentam as taxas cobradas dos clientes. (Págs. 1 e 34)

Bernanke faz coro a Dilma

Assim como a presidente brasileira, chefão do Fed afirma que é preciso evitar ajustes fiscais muito rigorosos que possam impedir a recuperação econômica, inclusive dos Estados Unidos. (Págs. 1 e 38)

Anvisa libera emagrecedor, com restrições

Venda de remédio liberado saltará de US$ 50 milhões para US$ 90 milhões. (Págs. 1 e 25)

Bombardier aposta no fura-fila

Receita com produção de trens monotrilho atingirá R$ 200 milhões. (Págs. 1 e 22)

Hospital na Bahia é modelo de PPP

Fórmula usada no Hospital do Subúrbio começa a ser copiada no país. (Págs. 1 e 18)

Banco belga sucumbe à tragédia grega

Banco Dexia, primeiro a quebrar com a crise da Grécia, terá ativos bons vendidos ao mercado e ruins absorvidos pelo governo. (Págs. 1 e 36)

Medida macroprudencial

Rio de Janeiro terá sistema de alarme contra catástrofes nas cidades serranas, diz o governador Sérgio Cabral. (Págs. 1 e 3)

Reserva de mercado?

OAB se arma para impedir a atuação de grandes bancas de advocacia estrangeiras no Brasil. (Págs. 1 e 32)

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Acre

Acre vacinou apenas 3,37% da população contra a Covid-19

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O Estado do Acre já aplicou cerca de 30.223 doses de vacinas contra Covid-19 até esse domingo (7). Desse total, 25.266 vacinas foram aplicadas durante a primeira dose, representando 2,82% de imunizados. Outros 4.957 vacinas foram usadas para a segunda dose, acrescentando mais 0,55%. Ao todo, os 22 municípios acreanos já imunizaram o equivalente a 3, 37% da população.

Os números foram atualizados nesse domingo pelo Consórcio de veículos de imprensa, com dados da secretaria estadual de Saúde (Sesacre). Até agora, o Acre recebeu 79.360 doses de imunizantes contra o coronavírus. O Acre registrou nesse domingo, 7, mais 218 casos de infecção por coronavírus fazendo com que o número de infectados saltasse para 60.288.

Mais 10 notificações de óbitos foram registradas, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 subisse para 1.063 em todo o estado.

Até o momento, o Acre registra 163.436 notificações de contaminação pela doença, sendo que 102.589 casos foram descartados e 559 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 51.502 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 336 pessoas seguem internadas.

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Acre

Tereza: Mulher e Nortista

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“O sertanejo é, antes de tudo, um forte”.

“Sertanejo”. Muitos tomaram essa locução de Os Sertões e, achando que podiam melhorá-la, tornando-a, assim, mais significativa daquilo, ou daqueles, de que(m) Euclides da Cunha verdadeiramente falava, comutaram o vocábulo original por “nordestino”. Não soou, mesmo, algo fora do lugar. Ora, se o todo – neste caso, o livro – é aquilo a que chamamos “obra aberta”, de apropriação coletiva e, pois, dado à mais ampla interpretação, por que não o seria também a parte, isto é, cada uma de suas sentenças?

“O nordestino é, antes de tudo, um forte”.  Quem seria capaz de o negar?

Não pesquisei, nem o farei, mas imagino que essa versão deva contar, hoje, com mais “entradas” (e talvez até “resultados”) nos mecanismos de pesquisa da Internet do que o arranjo original.

Quero, no entanto, propor um passo novo – que, por avanços que tenhamos cometido, ainda não demos –, na forma de duas alternativas: “a sertaneja é, antes de tudo, forte”.  Ou, o que também me agrada, “a nordestina é, antes de tudo, forte”. Contrario-me e vou além, numa terceira variação: “a nortista é, antes de tudo, forte”.

Penso que assim vou me aproximando, muito modestamente, do que Euclides da Cunha efetivamente quisera pronunciar. Porque ele certamente não excluiria de tão bem rematada síntese o homem nortista. Não apenas porque, na genealogia, descendente direto, e herdeiro, da fibra, da coragem e da bravura do nordestino; mas também porque as lutas do nortista se mostram ainda mais duras, pois desgraçadamente anacrônicas, em pleno século XXI, que aquelas travadas, no passado e mesmo no presente, por seus ascendentes, por assim dizer.

E tudo quanto digo sobre o homem nordestino e o homem nortista se aplicam, e se aplicam ainda mais, à mulher nortista – brava, forte, corajosa, persistente e, para usar um vocábulo da moda, “resiliente”. Penso que o autor de Os Sertões me daria sua benção.

Tive a honra de conhecer uma dessas mulheres.

Tereza Lima de Souza Barreira: mulher, esposa, viúva, mãe, trabalhadora e trabalhadeira. Nascida no seringal, sem berço e sem instrução. Se existe um chamado “Brasil profundo”, D. Tereza veio de um país ainda mais profundo e incógnito – o interior perdido do Amazonas.

Nortista. Adicionar que também “brava”, “corajosa” e “forte” soa redundante.

Muito cedo, D. Tereza se casou; muito cedo lhe rebentaram os filhos e, também muito cedo, Deus lhe recolheu o marido, deixando-a, praticamente uma menina, na casa de seus brevíssimos dezenove anos, sozinha, com quatro bocas e respectivos pandulhos para alimentar e encher.

“Tereza no velório do marido Raimundo Galdino, junto a seus 4 filhos, por volta de 1972, Vila Ivonete, Rio Branco-AC” – Foto: Arquivo

Já não estava sequer em sua terra, mas numa Rio Branco inóspita, que nada lhe devia, nem mesmo um sorriso ou um afago nas costas – para onde fora em busca de dar à prole a educação que não tivera para si.

Sem saber riscar o próprio nome, D. Tereza bem poderia ter, como a muitas ocorreu, desandado na vida. A dignidade, a fibra, enfim, a “força sertaneja e nortista” que lhe percorriam as veias, não o permitiram.

Foi trabalhar em casa de família, onde fazia de “um-tudo”; e, assim, criou, e criou muito bem, os filhos que teve. Só pôde contar, na empreitada da vida, com os próprios genitores e alguns irmãos, a dividirem com ela a pobreza que na família fartava, sobejava.

Tereza criou os filhos e fez deles gente. Souberam mais, muito mais que desenhar ou assinar nomes. Todos estudaram e, embora seja isso um “lugar comum”, venceram na vida justamente pelo estudo.

Um dos filhos tornou-se procurador de justiça do Ministério Público do Acre, feito para poucos.

“Diga-me com quem jantas e eu te direi quem tu és”.

Certa vez, tive privilégio de levar D. Tereza para um jantar em Brasília. Fomos a um restaurante da moda, com certo garbo. Chamei o garçom e lhe pedi dois cardápios. Pus um diante dela, que logo o baixou na mesa e me disse: “pode escolher por mim, meu filho. Não vou conseguir ler. Esqueci meus óculos no hotel”.

Eu então não sabia que ela, por motivo outro – a desgraça do anacronismo socioeconômico que ceifa, no nascedouro, o futuro de brilhantes nortistas, homens e, principalmente, mulheres –, não podia ler. Em sua altivez, no entanto, não me permitiu que eu o percebesse.

Não por constrangimento ou vergonha, eu sei; mas, de alguma forma, para me preservar, o que ela entendia que lhe cabia fazer.

Ao final daquele jantar, e em razão da companhia distinta que tive, senti que podia ser um pouco mais do que o pouco que me julgava. D. Tereza, mulher, nortista, brava e forte, ao cear comigo, havia conseguido me elevar.

“Pelos frutos, conhecereis a árvore”.

Basta procurar nas Escrituras que nela se encontrará – está, aliás, em dois evangelistas, Lucas e Mateus: não se deve esperar uvas de espinheiros nem figos de abrolhos.

Prefiro, porém, uma outra fonte, igualmente rica, mas mais singela, da Doutrina que acolhi e me acolheu: “Laranjeira carregada de laranjas boas; assim são algumas pessoas”.

Tereza foi essa árvore. Sei disso, entre outras coisas, porque lhe conheço, justamente, os frutos.

Além do Bojador e da dor, o repouso de uma nortista

Conheci poucas pessoas com a alegria de viver de D. Tereza. Isso estava no olhar, na escolha das palavras, no modo de enfrentar a vida, nos simples atos de cozinhar e de cuidar da casa.

Nos últimos meses, a matéria, a densa matéria, passou a lhe pesar muito sobre os ombros, cobrando-lhe um preço altíssimo para cada passo ou respiração dados. Aos poucos, foram-lhe sendo tirados a energia, a graça, os risos – que deram lugar a demasiado sofrimento. Ninguém merece passar por isso, um quase perder-se de si mesmo; merecia menos ainda D. Tereza.

Os filhos cuidaram como puderam – e mais. Um, em especial, fez tudo, ou mais, o que podia. Avançou com a medicina até onde essa foi capaz, seja como ciência, seja como arte.

Tereza precisava, no entanto, de descanso. Fora uma vida inteira de batalhas muitas. Deus o permitiu, impedindo que o suplício se prolongasse muito além do necessário. Foi-se, na última semana de fevereiro, isenta de aflição, levando consigo a certeza de que a descendência ficou muito bem encaminhada.

O legado de D. Tereza é o espólio de todas as mulheres: a bravura, a coragem e a fibra que lhes são inerentes e não podem ser tolhidas nem roubadas. Especialmente, da mulher sertaneja, da mulher nordestina e da mulher nortista, forte entre as mais fortes.


Por Rogério de Melo Gonçalves – Consultor Legislativo do Senado Federal, Mestre em Direito do Estado.

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Acre

Gladson ainda não assinou pacto nacional para conter pandemia

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Para evitar atrito com o presidente da república Jair Messias Bolsonaro, o governador Gladson Cameli e outros quatro governadores da federação ainda não decidiram a aderir ao ‘pacto nacional’ que trata de medidas restritivas e por mais vacinas para o combate à pandemia de covid-19.

Não assinaram o documento: Gladson Cameli (Progressistas), Reinaldo Azambuja (PSDB), governador do Mato Grosso do Sul, Coronel Marcos Rocha (PSL), governador de Rondônia, Antonio Denarium (PSL), governador de Roraima e Mauro Carlesse (DEM), governador de Tocantins, o documento é puxado pelo governador petista do Piauí, Wellington Dias, presidente do Fórum Nacional de Governadores. Além de Dias, mais 20 governadores assinam o pacto e o Distrito Federal.

“Não adianta o meu estado fazer e outro não fazer. Isso é o que chamei de ‘enxugar gelo’, ou seja, a transmissibilidade tem que ser cortada nacionalmente. É claro que o ideal é como fazem outros países, o poder central estar fazendo isso. Os Estados Unidos não faziam na época do Trump, mas estão fazendo agora com o Joe Biden”, citou Wellington Dias Dias.

Ainda na carta, os governadores dizem que estão no limite de suas forças e suas possibilidades. Eles alertam que todas ações adotadas estão próximas de exaurir, sendo preciso que o governo federal apresse a vacinação no País, com a compra de mais doses da vacina anticovid. Outro objetivo é sensibilizar organizações internacionais como a OMS a priorizar o Brasil neste processo.

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Acre

Palmeiras do goleiro acreano é campeão da Copa do Brasil

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Após ser campeão da Libertadores da América, o Palmeiras do goleiro acreano Weverton se consagrou campeão da Copa do Brasil na tarde deste domingo, 07, ao derrotar novamente o Grêmio pelo placar de 2 a 0. Os gols foram de Gabriel Menino e Wesley.

No jogo de ida na Arena do Grêmio, o Palmeiras venceu com gol de Gustavo Gomez. No jogo de volta no Allianz Parque, o Palmeiras venceu por 2 a 0. No placar agregado, ficou 3 a 0 para a equipe palmeirense. Esse é o segundo título do ano que a equipe comandada por Abel Ferreira ergue uma taça.

Em campo, a final começou com tudo, com Pepê e Rony desperdiçando grandes oportunidades nos primeiros sete minutos.

A partida seguiu movimentada, e o Verdão chegou até a marcar com Raphael Veiga, aos 18, mas o lance foi anulado por impedimento de Rony na origem.

A resposta tricolor veio aos 23, quando Diego Souza cabeceou forte, mas Weverton agarrou firme, sem dar rebote.

Era lá e cá: cinco minutos depois, Veiga arriscou de fora da área e Paulo Victor pegou em dois tempos – Rony já aparecia bem para conferir a sobra.

A marcação gremista tinha dificuldades para “achar” Wesley em campo, e o atacante amarelou os dois zagueiros da equipe gaúcha em lances seguidos.

O Verdão seguiu ameaçando mais, e Zé Rafael experimentou da entrada da área, aos 40. Paulo Victor espalmou no canto e salvou.

Nos minutos finais, o Grêmio tentou ensaiar uma pressão, mas a partida foi com 0 a 0 para o intervalo.

Na volta dos vestiários, as duas equipes voltaram sem alterações, mas Renato avisou ao banco para que iniciasse aquecimento.

A 1ª boa chegada do 2º tempo foi do Palmeiras: Veiga soltou um balaço de fora da área, mas Paulo Victor fez a defesa.

O Imortal foi tendo que sair para o jogo, deixando o contra-ataque para o Verdão. E, esse tipo de lance, a equipe alviverde é mortal.

Aos 7 minutos, Raphael Veiga enfiou para Wesley, que invadiu a área e bateu no canto de Paulo Victor: 1 a 0.

Renato Gaúcho, então, teve que mexer: sacou Pepê e Alisson e colocou Ferreirinha e Guilherme Azevedo. Abel Ferreira respondeu trocando Zé Rafael por Patrick de Paula.

O tempo foi passando e o Grêmio teve que ir para cima de vez: saiu Thaciano e ingressou o talentoso Jean Pyerre.

Logo em seu 1º lance, Jean Pyerre teve grande oportunidade em ajeitada de Diego Souza, mas Patrick de Paula travou seu chute na hora H.

Abel, então, alterou o Palmeiras, com Willian, Mayke e Gabriel Menino assumindo as posições de Raphael Veiga, Luiz Adriano e Wesley.

Faltando 10 minutos para acabar, Renato foi para o tudo ou nada, colocando o atacante Churín no lugar do zagueiro Kannemann.

Mas quem fechou a conta foi o Palmeiras: em outro contra-ataque, Willian lançou Gabriel Menino, que bateu por baixo de Paulo Victor.

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