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Policial que matou picolezeiro vai para o presídio da capital

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O policial penal Alessandro Rosas, que está preso acusado pela morte do vendedor de picolé Gilcimar da Silva Honorato em dezembro de 2020, deve mudar de presídio.


Alessandro é acusado de ter assassinado o picolezeiro pelas costas após uma discussão em um bar no Conjunto Esperança.


A transferência do policial penal, que está atualmente detido na UP4, está sendo requisitada pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) à Vara de Execuções Penais.

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De acordo com o MPAC, o pedido de transferência é baseado em relatórios da chefe de segurança que relatam um histórico de mau comportamento de Alessandro na unidade prisional. São denúncias de ameaças ao próprio chefe de segurança, tumultos, insubordinação e desavenças com outros presos.


“Baseado nesses relatórios, o Ministério Público está requerendo a transferência do Alessandro para o Antônio Amaro, que é um presídio de segurança máxima, onde ele pode ficar isolado e não causar tanto tumulto como vem ocorrendo na UP4”, afirma o promotor de justiça Tales Tranin.


Em janeiro do ano passado, na cela de Rosas no presídio onde se encontra preso, policiais penais, durante uma revista, encontraram um vídeo game e um celular dentro de sua cela.


Nos últimos dias, o juiz Alesson Braz, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, negou um pedido da defesa de Alessandro para substituir a prisão preventiva por domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica.


Além disso, o magistrado retirou a suspensão do processo, já que o laudo pericial de insanidade mental apontou que Rosas apresenta capacidade completa de entendimento e incapacidade parcial de autodeterminação.


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