Conecte-se agora

Caminhoneiros desbloqueiam BR-364 e tráfego volta ao normal

Publicado

em

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou na tarde desta sexta-feira, 10, que os caminhoneiros liberaram o último bloqueio da BR-364, situado em Jaci-Paraná (RO). Pela manhã, a PRF tinha desmentido o governo federal que chegou a afirmar que não haveria mais bloqueio da BR-364 nesta sexta-feira, 10.

O bloqueio dos caminhoneiros começou na quarta-feira, 8, um dia após os atos antidemocráticos do dia 7 de setembro, dia da Independência do Brasil. Em um posto de combustível localizado às margens da BR-364, no município de Candeias do Jamari (RO), caminhoneiros fecharam a BR-364 em apoio ao presidente Jair Bolsonaro (Sem partido).

De quarta até esta sexta-feira, 10, em Rondônia, 13 pontos foram pelos caminhoneiros pró-Bolsonaro, dez na BR-364, outro na BR-421, outro na BR-435 e uma na RO-460.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os atos aconteceram em Porto Velho, Cacoal, Ji-Paraná, Ouro Preto, Candeias, Jaru, Cujubim e Presidente Médici.

Apesar do apelo do presidente Jair Bolsonaro em um áudio pedindo aos caminhoneiros que liberem as estradas do país, a maioria dos caminhoneiros decidiram pôr fim aos bloqueios somente nesta sexta.

Na quinta-feira, 9, o presidente Bolsonaro divulgou um áudio pedindo o fim da paralisação, afirmando que a ação “atrapalha a economia” e “prejudica todo mundo, em especial, os mais pobres”.

Nesta sexta, 10, a assessoria do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado do Acre (SINDEPAC), afirmou à reportagem do ac24horas que em Rio Branco alguns postos já começam a sentir os efeitos da paralisação dos caminhoneiros e estão sem estoque de gasolina aditivada.

O sindicato reafirmou a dificuldade dos proprietários dos postos em adquirir o derivado do petróleo e revelou que muitos dos estabelecimentos tinham garantido uma boa quantidade de combustível. “

Os postos estavam com dificuldades de comprar novos estoques em Rondônia devido esses bloqueios, mas alguns estabelecimentos do Acre tinham combustíveis disponíveis por pelo menos dois dias. Na quarta-feira mesmo alguns postos já não tinham gasolina aditivada”, informou o sindicato.

“Por enquanto, não recebemos informações sobre postos sem os outros combustíveis”, acrescentou a assessoria.

Destaque 6

Inmetro desobriga padronização na instalação de taxímetros

Publicado

em

Por

Informação importante para todos os taxistas. Já está valendo desde o começo deste mês a Portaria nº 514 do Inmetro, revogando a obrigatoriedade de padronização nas instalações dos sensores de velocidade utilizados em taxímetros.

Essa padronização estava estabelecida na Portaria nº 338/2019, que previa a utilização de sensores próprios, com o uso de cinta magnética fixada ao eixo dianteiro do veículo e ligações por meio de módulos de inspeção, em substituição às instalações utilizando sensores de rotação do ABS.

O uso das cintas magnéticas não está proibido. Assim sendo, o taxista que tenha realizado a alteração com base na Portaria nº 338 não será obrigado a se adequar, visto que as instalações já realizadas são tecnicamente viáveis, seguras e legais.

Agora o fabricante tem autonomia para escolher a melhor forma de instalar seu instrumento, desde que atenda a regulamentação técnica metrológica e, caso entenda necessário, insira o padrão de instalação nas portarias de aprovação do modelo.

“Estamos mudando nossa forma de regular orientando o que deve ser feito e não como deve ser feito”, destaca Periceles Vianna, responsável pela diretoria de metrologia legal do Inmetro.

A revogação da portaria nº 338 resulta de análises sobre os impactos nos setores regulados, feitos com ampla participação das partes interessadas: fabricantes de taxímetros, oficinas permissionárias, responsáveis pela instalação dos instrumentos, taxistas, os órgãos delegados do Inmetro que formam a Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade (RBMLQ-I) e Anfavea (Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores).

Os estudos concluíram que a padronização determinada pela Portaria nº 338 acabaria por aumentar, desnecessariamente, os custos para os taxistas. “Além disso, a padronização fere a Lei de Liberdade Econômica – Lei nº 13.874/2019 por impedir a inovação”, pondera Vianna.

Para garantir a segurança, aqueles que tenham o taxímetro instalado nos sensores de rotação do ABS serão notificados para correção. Esse tipo de instalação provoca mau funcionamento dos sistemas e põe em risco os usuários dos veículos.

Conteúdo do portal Gov.br

Continuar lendo

Destaque 6

Rússia pode atacar Ucrânia ‘a qualquer momento’, dizem EUA

Publicado

em

Os Estados Unidos advertiram nesta terça-feira (18) para “uma situação extremamente perigosa” na Ucrânia. Segundo Washington, a Rússia poderia estar preparando um ataque iminente na fronteira ucraniana.

Segundo a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, os exercícios militares conjuntos entre a Rússia e Belarus nesta terça-feira mostram uma “nova abordagem dos russos, se decidirem realizar ações contra a Ucrânia”. Em caso de ataque, “nenhuma opção está excluída” pelos Estados Unidos, reiterou, sugerindo uma resposta de Washington.

No fim de semana passado, os Estados Unidos já haviam acusado Moscou de ter enviado à Ucrânia agentes encarregados de realizar operações de sabotagem, com o objetivo de criar um pretexto para uma invasão. O tom alarmista por parte do governo americano coincide com o lançamento de uma nova tentativa de diálogo com a Rússia.

Os chefes da diplomacia dos Estados Unidos, Antony Blinken, e da Rússia, Serguei Lavrov, planejam uma reunião em Genebra, na Suíça, na sexta-feira (21). Sob anonimato, uma autoridade americana afirmou que o objetivo de Blinken é tentar “uma saída diplomática” e encontrar “pontos em comum” para convencer o governo russo a recuar na Ucrânia.

O secretário de Estado americano embarcou nesta terça-feira rumo a Kiev, em um momento em que a Rússia já posicionou soldados na fronteira com a Ucrânia. Em seguida, Blinken irá a Berlim para diálogos com a Alemanha, a França e o Reino Unido sobre a questão.

Vários países europeus vêm expressando sua profunda preocupação com um conflito militar, apesar de Moscou recusar que haja planos de uma invasão no país vizinho.

Rússia quer “respostas concretas”

A Rússia exigiu, nesta terça-feira, “respostas concretas” antes de continuar discutindo sobre a Ucrânia. Na semana passada, três rodadas de negociações – em Genebra, Bruxelas e Viena – não trouxeram resultados concretos.

Uma das principais exigências do governo russo é que a Otan ofereça garantias de que não vai se ampliar e integrar a Ucrânia. A Rússia também exige que americanos e seus aliados desistam de fazer manobras e implantações militares na Europa do Leste.

Moscou “agora espera respostas a essas propostas, como nos prometeram, para continuar as negociações”, declarou o ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Lavrov, nesta terça-feira, durante coletiva de imprensa ao lado de sua homóloga na Alemanha, Annalena Baerbock.

Para os ocidentais, essas reivindicações são inaceitáveis, embora afirmem estarem dispostos a continuar com as negociações com o goveno russo para evitar um conflito armado. Por outro lado, o Reino Unido anunciou o envio de armamento à Ucrânia, como mísseis anti-tanques, após Kiev ter se queixado que os países ocidentais não pareciam interessados em reforçar sua ajuda militar ao país.

Após uma conversa com Blinken por telefone, Lavrov pediu que “não se propague especulações sobre uma suposta ‘invasão russa’ iminente”, segundo o ministério russo das Relações Exteriores.

No entanto, durante a entrevista coletiva junto à ministra alemã das Relações Exteriores, o chanceler russo voltou a rejeitar o apelo dos ocidentais, que querem que Moscou comece a retirar as dezenas de milhares de tropas mobilizadas na fronteira com a Ucrânia, afirmando que esses militares “não ameaçam” ninguém.

“Mais de 100 mil soldados russos, equipamentos e tanques foram mobilizados perto da Ucrânia, sem razão. Fica difícil não ver isso como uma ameaça”, respondeu Baerbock.

A preocupação também é grande com a mobilização de soldados russos em Belarus para exercícios “improvisados” de preparação ao combate. O país faz fronteira com Polônia, Lituânia e Letônia, membros da Otan e adversários da Rússia.

O vice-ministro russo da Defesa, Alexander Fomin, informou nesta semana a 98 adidos militares estrangeiros radicados em Moscou que essas manobras iriam acontecer, com o objetivo de “repelir uma agressão externa”. A primeira etapa, a da mobilização, já começou e vai durar até 9 de fevereiro. A segunda, de operação, vai acontecer de 10 a 20 de fevereiro.

Continuar lendo

Destaque 6

Covid-19: Brasil tem 23,2 milhões de casos e 621,5 mil mortes

Publicado

em

Foto: Fernando Frazão

A quantidade de pessoas que pegaram covid-19 ao longo da pandemia chegou a 23.211.894. Nas últimas 24 horas, foram registrados 137.103 casos da doença. Ontem, o sistema de informações da pandemia do Ministério da Saúde contabilizava 23.074.791 casos acumulados. Há uma semana, o número de novos diagnósticos positivos registrados foi de 70.765.

Ainda há 817.292 casos em acompanhamento, de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado. Ontem, o número estava em 749.575. Há uma semana, eram 342.075.

O total de infectados com a variante Ômicron chegou a 846. Do total registrado hoje, foram identificados 156 no Rio de Janeiro, 145 em Pernambuco e 121 em São Paulo. Foram registrados dois óbito até agora. Ainda há 1.080 potenciais casos em investigação, a maioria no Rio de Janeiro (561), Rio Grande do Sul (243) e Minas Gerais (182).

Boletim Epidemiológico

Boletim Ômicron – 18/01/2022/Divulgação/ Ministério da Saúde

Já as vidas perdidas para a pandemia do novo coronavírus alcançaram 621.517. Entre ontem e hoje, foram registradas 351 mortes. Ontem, o painel de informações da pandemia marcava 621.166 óbitos. Há uma semana, os novos falecimentos somaram 147.

Boletim Ômicron

Boletim Epidemiológico – 18/01/2022/Divulgação/ Ministério da Saúde

Ainda há 3.209 mortes em investigação, dados que não vêm sendo atualizados nos últimos dias. As mortes em investigação ocorrem pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandar exames e procedimentos posteriores.

Até esta terça-feira, 21.773.085 pessoas já se recuperaram da doença.

Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta terça-feira (18). A atualização reúne informações sobre casos e mortes enviadas pelas secretarias estaduais de saúde.

Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras o nos dias seguintes aos feriados em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (155.858), Rio de Janeiro (69.616), Minas Gerais (56.833), Paraná (40.951) e Rio Grande do Sul (36.552).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.854), Amapá (2.032), Roraima (2.082), Tocantins (3.976) e Sergipe (6.067).

Vacinação

Até esta terça-feira (18), foram aplicados 341 milhões de doses, sendo 162,4 milhões com a 1ª dose e 147,7 milhões com a 2ª dose ou dose única. Outros 25,7 milhões já receberam a dose de reforço.

Continuar lendo

Destaque 6

Pandemia “não está nem perto do fim”, alerta OMS

Publicado

em

O diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, advertiu sobre a ideia “enganosa” de que a Ômicron é menos agressiva. Ao fazer um balanço da evolução da pandemia, durante entrevista em Genebra, na Suíça, ele afirmou que a variante continua a varrer o planeta. “Não se enganem, a Ômicron causa hospitalizações e mortes, e mesmo os casos menos graves estão sobrecarregando as unidades de saúde” com números diários que atingem novos recordes na Europa.

A OMS prevê a possibilidade de outras variantes surgirem, provenientes do crescimento da Ômicron em nível global. “Novas variantes provavelmente surgirão, e é por isso que o rastreamento e a avaliação permanecem críticos”, afirmou Tedros Adhanom.

Ele disse que continua particularmente preocupado com muitos países que têm baixas taxas de vacinação, já que as pessoas correm muito mais risco de doenças graves e morte se não forem imunizadas.

O aumento da transmissibilidade da Ômicron terá impacto, sobretudo, em países com menor taxa de vacinação, diz Mike Ryan, responsável pela resposta de emergência em saúde pública da OMS.

“Um aumento exponencial de casos, independentemente da gravidade das variantes individuais, leva ao aumento inevitável de hospitalizações e mortes”, acrescentou Ryan.

Pico de infecções na Europa

As evidências de propagação da Ômicron por todo o continente são claras, com as autoridades de vários países europeus registrando novos recordes de infecções nos últimos dias.

A França notificou quase meio milhão de casos diários nessa terça-feira (18), quatro vezes mais que o dia anterior.

A Alemanha registrou, pela primeira vez desde o início da pandemia, mais de 100 mil novas infecções.

As autoridades dinamarquesas relataram recorde de 33,49 mil novos casos diários de covid-19 nas últimas 24 horas. A Itália registrou 228,17 mil novas infecções, contra 83,4 mil no dia anterior.

Portugal também teve novo recorde de casos ontem, com mais 43,72 mil infecções e 46 mortes, número maior desde fevereiro. As internações voltaram a aumentar, com 1,95 mil pessoas, das quais 160 em cuidados intensivos.

Na última semana, a OMS estima que a Ômicron chegou a 18 milhões de novas infecções em todo o mundo.

Indícios de abrandamento

A Irlanda informou que o número de novas infecções começou a cair nos últimos dias. O ministro da Saúde, Stephen Donnelly, disse à emissora pública RTÉ que as restrições determinadas no Natal e ano-novo podem ficar mais brandas até o fim deste mês”.

Na Espanha, a Ômicron também mostra indícios de abrandamento. Autoridades espanholas afirmaram que novas infecções começaram a diminuir

O Reino Unido também anunciou queda nos casos diários, e o governo deve rever as medidas restritivas em vigor, já que os números mais recentes são “encorajadores”.

O diretor da OMS mantém-se cauteloso e lembra que a Ômicron não é benigna. “Em alguns países, os casos de covid-19 parecem ter atingido o pico, dando esperança de que o pior da última onda já passou, mas nenhum país está fora de perigo”, concluiu Tedros Adhanom.

*Com informações da RTP – Rádio e Televisão de Portugal

Continuar lendo

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required

Leia Também

Mais lidas

error: Content is protected !!