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Reeleita em Brasileia, Fernanda Hassem quer fazer segundo mandato mais produtivo que o primeiro

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A prefeita Fernanda Hassem, reeleita nestas eleições municipais de Brasileia, se prepara para o segundo mandato como se fosse o primeiro, tanto é a sua empolgação: “se o primeiro foi bom, o segundo será muito melhor”, diz, mesmo sabendo da crie financeira que o setor público vive.

Revelação como gestora, Fernanda aprendeu a fazer o que se chama de mágica: realizar muito com poucos recursos. Ela tem sido exemplo de gestão e o seu jeito de gerir a coisa pública a faz admirada, tanto que se reelegeu com boa votação, mesmo tendo enfrentado dois grupos políticos poderosos: o do MDB, comandado por Aldemir Lopes e da ex-deputada e ex-prefeita Leilão Galvão.

Nessa terça-feira, Fernanda Hassem passou pelo Bar do Vaz e esbanjou otimismo.

Veja a entrevista:

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Bar do Vaz

Michele Melo, a pedra do sapato do Bocalom

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Não tão brava quanto parece e nem tão ingênua como muitos pensam. A vereadora Michele Melo (PDT) é o que se pode chamar de “política moderna” e de palavra. Faz uma atuação incontestável no parlamento municipal, sendo uma das poucas vozes que contestam a atrapalhada gestão do prefeito Tião Bocalom. Apesar da ligação familiar com o ex-deputado Ronivon Santiago, ela tem luz própria e em nada lembra a velha política.

Veja o que ela pensa sobre a política, os políticos e a vida nessa entrevista que concedeu ao jornalista Roberto Vaz, no Bar do Vaz.

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Bar do Vaz

“As pessoas levam pra internet o que elas são”, diz juiz ao explicar o ódio nas redes sociais

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O Bar do Vaz desta semana traz o juiz de Direito, Giordane Dourado, para falar de sua especialidade, que é o consumo na internet. Ao magistrado, o jornalista Roberto Vaz indaga sobre o comportamento violento e massivo de pessoas através das redes sociais, principalmente.

A pauta da conversa se concentra na intolerância, destilação gratuita de ódio e pré-julgamentos, constantemente observados em toda e qualquer publicação deparada na web.

Para Dourado, o importante é sabe o motivo de as pessoas agirem dessa forma, motivação das pessoas para tanto ódio, tanta discriminação e falta de paciência.

“As pessoas levam para a internet o que elas são”, diz o juiz, e questiona: “as pessoas são naturalmente boas ou ruins?”.

Assista a entrevista completa:

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Bar do Vaz

Nicolau Júnior faz balanço de 2021 e fala sobre presidir Aleac sendo cunhado de Gladson

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O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Acre, Nicolau Júnior (Progressistas), é o entrevistado do programa Bar do Vaz desta semana. Ao jornalista Roberto Vaz, o parlamentar ponderou as principais ações da Casa do Povo no decorrer de 2021 e quais os planos futuros.

Ano passado, os 24 deputados estaduais aprovaram mais de 180 projetos. Por esse feito e outros, Nicolau acredita que a Assembleia do Acre seja uma das mais produtivas do Brasil.

“É muito bacana ver os 24 deputados estaduais trabalhando, cada um no seu mandato, se dedicando a melhorar a vida da população acreana. E o resultado é esse”, contou.

Segundo ele, a ideia é sempre chegar num entendimento entre todos os deputados, uma vez que o objetivo maior é que cada um ofereça uma lei que alcance a população.

O presidente alerta que há momentos em que se deve deixar a burocracia de lado e focar mais na política propriamente dita. Além das ações, Nicolau ainda comentou sobre como é presidir a Assembleia sendo cunhado e amigo pessoa do governador do estado. Ele também disse que a senadora Mailza é a candidata do PP para o senado, mas adverte: “os candidatos têm que ter o bom senso do seu potencial eleitoral”

Assista:

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Bar do Vaz

Dono da nostálgica Discardoso relembra tempos áureos do mercado de LP e CD no Acre

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Durante uma década o empresário acreano Marciano Cardoso esteve na ‘crista da onda’ e agitava o comércio fonográfico de Rio Branco com uma pequena loja na entrada da Galeria Meta. Lá, era possível encontrar os últimos lançamentos de artista consagrados no Brasil. Era a época de ouro do LP – disco de longa duração – e ter um objeto como esse era sinônimo de status.

Com o passar do tempo, o LP saiu de moda e entraram os Compact Disc, popularmente conhecido como CD. No entanto, esse mercado teve vida curta, pois a tecnologia corria rapidamente e logo apareceram as mídias digitais, que acabaram facilitando a vida dos amantes da música.
Com o acesso fácil à conteúdos digitais por valores quase zero para ouvir as músicas preferidas, os poucos os compradores foram sumindo das lojas físicas. Hoje, elas já não existem mais e ficou só a saudade.

Para lembrar o tempo áureo das “discolândias”, o jornalista Roberto Vaz convidou um dos empresários mais importantes do ramo da época, Marciano Cardoso. Num bate papo de quase 40 minutos, relembraram os bons tempos dos Long Play.

Confira a entrevista AQUI.

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