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Mega-Sena acumula e paga R$ 43 milhões no próximo sorteio

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O prêmio principal da Mega-Sena acumulou mais uma vez neste sábado (19) e pagará R$ 43 milhões no sorteio da próxima quarta-feira (23) a quem acertar as seis dezenas.

O sorteio do concurso 2.301 da Mega-Sena foi realizado n no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. As dezenas sorteadas foram 17 – 18 – 35 – 36 – 47 – 52.

A quina teve 66 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 44.296,26. A quadra teve 4.333 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 963,88.

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Acre tem redução de 3% em focos de queimadas, diz Inpe

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A atualização desta sexta-feira (3) da plataforma online do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) mostra que o bioma amazônico acumula 73.789 focos de incêndio entre 1º de janeiro e 3 de dezembro de 2021.

Somente em novembro foram registrados 5.779 focos na Amazônia. O número referente ao mês de novembro indica uma queda de 50% em relação ao mês anterior, que teve 11. 549 focos, e representa o reflexo da chegada das chuvas na maior parte do país.

Entre os estados amazônicos, o Acre é o sétimo colocado no número de queimadas, com 8.827 focos, atrás do Pará, com 22.371; Mato Grosso, com 22.327; Maranhão, com 15.072; Amazonas, com 14.811; Rondônia, com 10.000; e Tocantins, com 9.965 focos.

Com relação ao ano passado, o Acre tem o registro de 3% a menos no número de focos de queimadas. Em 2020, foram 9.182 focos entre 1º de janeiro e 1º de dezembro. O estado tem um dos seus municípios, Feijó, entre os 10 do Brasil que mais acumularam focos de queimadas em 2021 – foram 1.520 focos até agora.

Neste ano, o Acre viveu o seu pior momento, quanto aos efeitos das queimadas, em setembro, quando houve o pico dos registros, fazendo com que o estado registrasse os piores índices do país por diversas vezes. A situação só começou a melhorar a partir de outubro, quando a estação chuvosa se consolidou.

As chuvas foram muito bem-vindas pela população acreana, que desde julho enfrentava os dissabores da alta temporada do fogo respirando um ar altamente poluído pela fuligem das queimadas que anualmente tomam conta de todas as regiões do estado. Neste ano, o Acre passou cerca de três meses sem o registro de chuvas efetivas.

Há cerca de uma semana, em conversa com apoiadores, o presidente Jair Bolsonaro voltou a minimizar as notificações de focos de queimadas feitas pelo INPE ao dizer que “quando acende uma fogueira de São João na Amazônia”, afirmam que a floresta “está pegando fogo”.

Posteriormente, em entrevista a uma emissora de TV, novamente Bolsonaro disse que “floresta úmida não pega fogo” e que grande parte dos focos registrados na região “é o ribeirinho, o índio, o caboclo, que tacam fogo lá”.

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Relatório diz que BR’s do Acre são ruins ou péssimas com buracos

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Divulgada nesta quinta-feira (2) pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) a Pesquisa CNT de Rodovias avalia toda a malha pavimentada das rodovias federais e principais trechos estaduais.

Em 2021, foram analisados 1.350 quilômetros no Acre, que representa 1,2% do total pesquisado no Brasil.

Constatou-se que 100,0% da malha rodoviária pavimentada avaliada no Acre apresentam algum tipo de problema, sendo consideradas regulares, ruins ou péssimas.

No pavimento, em 99,3% da extensão da malha rodoviária apresentam problemas; 0,7% estão em condição satisfatória; e 0,7% está com o pavimento totalmente destruído.

Quanto a sinalização, 99,1% da extensão da malha são consideradas regulares, ruins ou péssimas; 0,9%, ótimas ou boas; 23,3% da extensão está sem faixa central; e 43,3% não têm faixas laterais.

A CNT também avaliou a geometria da via (traçado), indicando que 97,6% da extensão da malha apresentam algum tipo de problema e 2,4% estão ótimas ou boas. As pistas simples predominam em 94,3%. Falta acostamento em 95,3% dos trechos avaliados e 74,8% dos trechos com curvas perigosas não têm sinalização.

A pesquisa identificou 173 pontos críticos no Estado (56 trechos com buracos maior que um pneu). As condições do pavimento no Estado geram um aumento de custo operacional do transporte de 71,7%. Isso reflete na competitividade do Brasil e no preço dos produtos.

Para recuperar as rodovias no Acre, com ações emergenciais, de manutenção e de reconstrução, são necessários R$ 1,5 bilhão.

Em relação ao meio ambiente, o relatório diz que em 2021, estima-se que haverá um consumo desnecessário de 22,5 milhões de litros de diesel devido à má qualidade do pavimento da malha rodoviária no estado. Esse desperdício custará R$ 99,03 milhões aos transportadores.

Esse quadro é muito mais dramático que o apontados nos discursos dos deputados Jenilson Leite e Gerlen Diniz -um de oposição e outro da base aliada do governo do Estado. Ambos fizeram críticas recentementes à condição das rodovias, especialmente a BR 364, ameaçada de provocar um colapso caso não passe por uma manutenção urgente.

A pesquisa CNT pode ser acessada aqui: https://arquivos.cnt.org.br/index.php/s/6CiZGu9cVwoCcG4

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Projeto de Mailza Gomes para transformar Gleba Seringal Afluente em UC é aprovado

Localizada nos municípios de Feijó e Manoel Urbano, terreno é de propriedade da União e poderá ser doada, com encargo, ao Estado do Acre

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Foi aprovado nesta quinta-feira, 2, o projeto da senadora Mailza (Progressistas-AC) que autoriza a União doar ao Estado do Acre a área remanescente da Gleba Seringal Afluente, localizada nos municípios de Feijó e Manoel Urbano para implantação de unidade de conservação de uso sustentável (UC). Com área de 155 mil hectares, sua destinação para área de conservação coincide com o programa do Governo Federal para fortalecimento da Reforma Agrária.

“É de interesse da União de promover a melhor destinação das terras públicas federais situadas na Amazônia Legal, e do interesse coincidente do Estado do Acre de implementar unidade de conservação de uso sustentável da área em questão e só encontramos motivos para apresentação. Com a administração do estado, potencializa esse fomento produtivo, uma vez que todos os resultados socioprodutivos, ambientais e econômicos será rentável ao Estado e, especialmente, aos moradores da região”, justificou Mailza.

O Projeto de Decreto Legislativo (PDL 335/2021) da parlamentar, que teve parecer favorável do relator, senador Sérgio Petecão (PSD-AC) foi aprovado nesta quinta-feira, 02, pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária. Agora segue para análise da Câmara dos Deputados.

Após aprovação do Congresso Nacional, a Gleba Seringal Afluente poderá se transformar em uma unidade de conservação de uso sustentável, a exemplo das Resex Cazumbá-Iracema ou Chico Mendes, dentre outras existentes no Acre.

De acordo com o Instituto Chico Mendes, todas as unidades de conservação devem dispor de um Plano de Manejo, que deve abranger a área da Unidade de Conservação, sua zona de amortecimento e os corredores ecológicos, incluindo medidas com o fim de promover sua integração à vida econômica social das comunidades vizinhas e manejo dos recursos naturais.

Ainda segundo o ICMBio, o Plano de Manejo visa levar a Unidade de Conservação a cumprir com os objetivos estabelecidos na sua criação; definir objetivos específicos de manejo, orientando a gestão da Unidade de Conservação; promover o manejo da Unidade de Conservação, orientado pelo conhecimento disponível e/ou gerado.

Mailza conversa com moradores da Gleba Afluente de Manoel Urbano e Feijó

Em junho deste ano, Mailza esteve reunida na sede da Unidade de Gestão Ambiental Integrada (Ugai) do Jurupari com técnicos do Iteracre e moradores da Floresta Estadual do Afluente para ouvir reivindicações e tratar dessa proposta de doação da área ao Estado do Acre – atualmente sob domínio da União.

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Concurso do Ibama já tem edital com 15 vagas para o Acre

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O Diário Oficial da União publicou, nesta terça-feira (30), edital do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) com 568 vagas para diversos cargos.

São 432 vagas para técnico ambiental, com remuneração inicial de R$4.063,34, valor que já inclui o auxílio-alimentação de R$ 458 e a gratificação de desempenho de R$ 1.382,40; 96 vagas para analista ambiental. É necessário curso superior e os vencimentos podem chegar a R$ 8.547,64, já com o auxílio-alimentação;

40 vagas para analista administrativo. É necessário curso superior e os vencimentos podem chegar a R$ 8.547,64, já com o auxílio-alimentação.

Para o Acre são 15 vagas de analista ambiental. A banca organizadora do certame será a Cebraspe e as inscrições estarão abertas entre os dias 1 e 20 de dezembro. A aplicação das provas objetivas e discursiva está prevista para o dia 30 de janeiro de 2022.

Acesse o edital:  https://www.in.gov.br/web/dou/-/edital-n-1-de-29-de-novembro-de-2021-ibama-363376382

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