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Agrofloresta chega a render o dobro da soja no Acre, diz estudo

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Bons resultados relacionados aos sistemas agroflorestais foram obtidos na Reserva Extrativista Chico Mendes, onde o WWF-Brasil, em parceria com a Universidade Federal do Acre, Embrapa e a secretaria de Estado de Meio Ambiente do Acre, testaram dois modelos diferentes em duas áreas de solo distintas. Enquanto um deles empatou com o rendimento médio anual da soja, o outro obteve o dobro de lucratividade, comprovando que o desenvolvimento econômico no bioma, com geração de emprego e elevação de qualidade de vida, pode ser obtido com a floresta em pé.

O retorno do investimento é relativamente curto (em torno de dois anos) e a rentabilidade por hectare calculada para 20 anos é o dobro da soja, no caso de um deles, e equivalente, no outro. Em valores atualizados para hoje, o lucro por hectare verificado no SAF 01 foi R$ 22.361,83 e de R$ 52.006,12 no SAF 02. Em suma, os dois sistemas produtivos estudados se provaram não apenas viáveis técnica e financeiramente, mas também bastante atrativos como alternativa de investimento.

“Um detalhe importante: a mão de obra representa a maior parte dos custos totais das áreas avaliadas, o que indica o alto potencial de geração de trabalho e renda desses sistemas, o que possibilita remunerar a mão de obra da própria família, com oportunidade de inclusão social e produtiva das mulheres e jovens residentes na zona rural”, relata o WWF.

As duas agroflorestas analisadas foram implantadas em 2015 na Comunidade Altamira, Seringal Nova Esperança, envolvendo um grupo de 12 famílias associadas à CooperAcre (Cooperativa Central de Comercialização Agroextrativista do Acre) que participam de um projeto de fomento ao plantio de seringueira com objetivo de fornecer CVP (Cernambi Virgem Prensado) para a planta industrial da cooperativa, localizada no município de Sena Madureira.

Acesse o estudo: https://wwfbr.awsassets.panda.org/downloads/avaliacao_financeira_restauracao_saf_jun2020_v2.pdf

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Acre está em 2º na redução de mortes por Covid-19 no país

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Segundo levantamento nacional apresentado neste domingo, 24, o Acre segue em queda na média móvel de mortes por coronavírus. De acordo com os dados consolidados das secretarias estaduais de Saúde, o Acre apresenta a segunda maior taxa de redução em relação a outros estados do Brasil, ficando em primeiro lugar se comparado aos da região norte (-43%).

Os dados são obtidos por meio do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. Nas últimas duas avaliações o Acre já vinha se destacando nacionalmente por conta das reduções, confirmando que as ações do governo, realizadas por meio da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) estão corretas.

Na última coletiva de imprensa sobre a classificação de risco por meio de bandeiras, realizada na última sexta-feira, 22, o governo do Acre, por meio do Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19, revelou um avanço da pandemia em todo o estado, e para evitar o colapso do sistema público de saúde, decretou restrição de aglomeração a partir da segunda-feira, 25, das 22h às 6 horas em todos os municípios.

“Desde o início da pandemia, o governador Gladson Cameli não tem medido esforços para combater e controlar a circulação do vírus no estado. Investimos em saúde, priorizamos vidas. Temos que continuar mantendo as regras sanitárias para que reduções de casos – e de óbitos – sejam uma constância em nosso estado”, declara o secretário de Saúde, Alysson Bestene.

A média móvel é apresentada após a avaliação de um período de sete dias, que atribui a cada ponto da série de dados uma média entre o número verificado no próprio dia e os números dos seis dias anteriores.

De acordo com dados do Departamento de Vigilância em Saúde da Sesacre, apresentado neste domingo, 24, o Acre registra 46.429 casos confirmados e 850 mortes decorrentes do coronavírus. A taxa de ocupação de UTIs no Sistema Único de Saúde (SUS) do estado é de 65,3%, com 49 pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva e outros 162 em enfermarias do SUS.

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Saiba como denunciar irregularidades na campanha de vacinação contra Covid-19

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Denúncias podem ser realizadas pelo fone: (68) 3224-7546

Comprometido em garantir que toda a população acreana seja imunizada e, que não ocorram desvios, ou, o popularmente “furar fila” da vacina contra Covid-19, o governador Gladson Cameli, anunciou um disque denúncias para que sejam registradas quaisquer irregularidades referentes ao descumprimento das fases de imunização.

“Não vou tolerar nenhum ato de desvio ou de privilégio”, disse o governador ao realizar o anúncio no último sábado, 23, após notícias que desvios das vacinas estariam ocorrendo em outros estados.

Além do disque denúncia, o secretário de Estado de Saúde, Alysson Bestene, reitera que o Acre possui um sistema que se conecta com os sistemas nacionais. “Essa distribuição aos municípios é acompanhada e monitorada por nós, como por exemplo, de quantas doses eles estão utilizando nos grupos prioritários”, explicou.

Ainda, de acordo com o secretário, as ferramentas de fiscalização “são uma parceria com o Ministério Público do Acre, que também tem acesso ao sistema para que assim não tenhamos o registro de irregularidades. Além disso, estamos em contato direto com a equipe do Programa Nacional de Imunização e realizando a organização de forma criteriosa para que as fases da vacinação sejam respeitadas”.

O Acre foi o primeiro estado a apresentar o plano de vacinação contra Covid-19, fazendo com que fosse um dos primeiros a receber as primeiras doses da vacina Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan e enviadas pelo Ministério da Saúde. Foram mais de 40 mil doses destinadas aos profissionais de saúde que trabalham na linha de frente de enfrentamento ao coronavírus, indígenas e idosos com 60 anos ou mais institucionalizados.

O estado recebeu do Ministério da Saúde, neste domingo, 24, mais um lote de vacinas, com mais de 5 mil doses, produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – a AstraZeneca/Oxford – para que sejam imunizados mais 27% do público prioritário de profissionais da Saúde da linha de frente à Covid-19.

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Distribuição de vacinas da Índia deve começar neste sábado

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Os 2 milhões de doses da AstraZeneca contra a covid-19 que devem chegar da Índia nesta sexta-feira, 22, serão distribuídas aos estados a partir da tarde de sábado (23). Segundo o presidente Jair Bolsonaro, a Força Aérea Brasileira está à disposição para agilizar a distribuição da vacina pelo país.

Bolsonaro reafirmou que a vacinação não será obrigatória e recomendou que as pessoas leiam os estudos dos imunizantes. “Ela tem que ser voluntária, afinal de contas não está nada comprovado cientificamente com essa vacina ainda. E peço que o pessoal leia o contrato com a empresa para tomar pé de onde chegaram as pesquisa e porque não se concluiu ainda dizendo que uma vacina é perfeitamente eficaz. Pelo que tudo indica, segundo a Anvisa, ela vai ajudar que casos graves não ocorram no Brasil, para quem for vacinado”, afirmou.

A carga vinda da Índia será transportada em voo comercial da companhia Emirates ao aeroporto de Guarulhos e, após os trâmites alfandegários, seguirá em aeronave da Azul para o Aeroporto internacional Tom Jobim, no Rio de janeiro.

De acordo com a Fiocruz, assim que chegarem à instituição, as vacinas passarão por checagem de qualidade e segurança, além de rotulagem, com etiquetagem das caixas com informações em português. A previsão é que esse processo seja realizado até manhã de sábado (23) por equipes treinadas em boas práticas de produção. As vacinas devem ser liberadas para distribuição no período da tarde.

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No Acre, índios aldeados são menos infectados pela Covid-19

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Foto: Divulgação

Índios aldeados tem sido menos infectados que os que vivem nos municípios do Acre, sugerem os dados da Comissão Pró-Índio (CPI). O número de infectados nas terras indígenas é de 1.218 pessoas e os que vivem nos municípios somam 1.230.

No entanto, indígenas não aldeados –aqueles que vivem fora das terras indígenas -estão fora da lista de prioridade para vacinação contra a Covid-19.

Segundo a última atualização dos dados da CPI Acre do dia 18/1, os boletins semanais dos Departamento Sanitários Indpigenas (DSEIs) Alto Rio Purus e Alto Rio Juruá não foram divulgados até o momento, e o boletim da Sesacre registrou três novos casos de indígenas contaminados no município de Santa Rosa do Purus.

“Colaboradores da CPI em Feijó informaram que no município, nas margens do rio Envira, há indígenas Madijá com Covid-19 e estamos aguardando as informações do DSEI Alto Rio Juruá para incluir os casos no monitoramento”, informa a Comissão Pró-Índio.

As vacinas já chegaram a várias comunidades no Vale do Juruá.

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