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Busca por atendimentos para Covid-19 diminui em Xapuri e saúde crê em estabilização

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A queda na busca por atendimento na unidade de referência para Covid-19 em Xapuri – o que resultou na redução de exames em análise – e a diminuição de novos casos positivos pode indicar que a curva de contágios está se aproximando da estabilização.

É nisso que acredita o enfermeiro-coordenador da Unidade de Saúde Dr. Félix Bestene, que é centro de referência para o atendimento a casos de covid-19 no município. Segundo ele, Xapuri tem feito muitos testes e a maior parte tem tido resultado negativo.

“Temos poucos casos em análise, nenhum confirmado nas últimas 24 horas, 1 internação hospitalar e 68% de altas médicas. Com a redução na procura por atendimento esses números se mostram bastante positivos e pode ser o início de uma estabilização”, disse.

É com base nesses dados que o município se recusa a aceitar estar inserido na classificação vermelha, de emergência, do Pacto Acre sem Covid, do governo do estado. Segundo o prefeito, Ubiracy Vasconcelos, o posicionamento correto seria no nível laranja.

Ocorre que os municípios não são avaliados individualmente, como deseja o gestor municipal de Xapuri, mas por regionais. O Alto Acre, onde o município está inserido, possui duas das cinco maiores incidências de Covid-19 no estado, Assis Brasil e Brasiléia.

De acordo com Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19, quase todas as regionais do estado seguem na fase vermelha, de emergência, com exceção da regional do Juruá, Tarauacá/Envira, que foi reclassificada, no último dia 6, para o nível laranja.

Voltando aos números, Xapuri teve o momento mais difícil da pandemia, até agora, na primeira quinzena do mês de junho, começando a apresentar uma redução após o dia 16/06, quando o município registrou o seu maior pico, com 26 casos em 24 horas.

Novos picos voltaram a ocorrer nos dias 23/6 (16 casos), 1/7 6 (16 casos), 6/7 6 (16 casos), 10/7 (24 casos) e 11/7 (16 casos). Nesta quinta-feira, 16/7, o município voltou a não registrar nenhum caso positivo de Covid-19 em 24 horas.

De acordo com a gerência de enfrentamento ao novo coronavírus em Xapuri, a maior parte dos picos registrados nos meses de junho e julho se deu em razão do acúmulo (represamento) de exames do município no Laboratório Central de Saúde Pública – Lacen.

Segundo os dados da última atualização do Boletim Sesacre, Xapuri 328 casos confirmados de Covid-19, 159 altas, 4 óbitos e mortalidade de 1,2%. Os números diferem do Boletim Municipal, que computa 230 altas médicas e 5 óbitos registrados.

Novo decreto

Nesta sexta, 17, a prefeitura editou o Decreto Municipal nº 663/2020, proibindo o funcionamento de academias e a realização de eventos religiosos em adequação ao Decreto Estadual nº 6.206/2020 – Pacto Acre Sem Covid.

O novo decreto tem a validade de apenas 7 dias. Isso porque o prefeito pretende entrar com uma representação junto ao governo do estado pedindo a alteração dos termos do decreto que instituiu o plano estadual de retomada das atividades.

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Cotidiano

Câmara aprova projeto que facilita compra de vacinas por União, estados e municípios

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (2) o projeto de lei que descentraliza a compra de vacinas contra a Covid-19 e facilita a aquisição dos imunizantes pela União, pelos governos estaduais e municipais e pela iniciativa privada.

O texto é de autoria do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e segue agora para sanção do presidente Jair Bolsonaro.

Segundo a proposta, enquanto durar a emergência em saúde pública causada pela Covid-19, a União, os estados e os municípios estarão autorizados a comprar vacinas e a assumir riscos relacionados a eventuais efeitos adversos pós-vacinação.

Essa regra só vale se a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tiver concedido registro ou autorização temporária de uso emergencial das vacinas adquiridas.

O texto diz ainda que os governos poderão constituir garantias ou contratar seguros para a cobertura dos eventuais efeitos adversos.

Além disso, os entes federados devem adotar medidas para dar transparência à utilização de recursos públicos para compra de doses e ao processo de distribuição de vacinas.

De acordo com o projeto, a aquisição das vacinas será feita pela União, podendo os estados, o Distrito Federal e os municípios fazer a compra em caráter suplementar com recursos “provenientes da União”.

O texto aprovado no Senado falava em “recursos federais”, mas foi modificado pelo relator da matéria na Câmara, deputado Igor Timo (Podemos-MG), para que recursos destinados ao Fundo Municipal de Saúde possam, também, ser utilizados.

O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR) pediu a retirada desse trecho durante a votação dos destaques.

“Já está autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que estados e municípios e o DF comprem a vacina, agora autorizar que comprem com recursos federais é contabilmente inviável, não tem como um município comprar com recurso federal a vacina porque não pode fazer esse empenho.”

Outra possibilidade de compra por parte dos entes federados é, excepcionalmente, com recursos próprios, no caso de descumprimento do Plano Nacional de Vacinação.

Vacina na rede privada

O projeto também prevê a possibilidade de empresas privadas comprarem diretamente dos laboratórios vacinas contra a Covid-19 que tenham autorização da Anvisa para uso emergencial ou registro concedido pela agência. A proposta, contudo, apresenta condições para essa aquisição.

Pelo texto, em um primeiro momento, todas as doses adquiridas pela iniciativa privada deverão ser doadas ao SUS, a fim de uso dentro do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Ainda de acordo com a proposta, após o término da imunização dos grupos prioritários previstos no plano de vacinação, as empresas poderão comprar, distribuir e administrar vacinas, desde que 50% das doses sejam, obrigatoriamente, doadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) e as demais sejam utilizadas de forma gratuita.

Essas vacinas poderão ser aplicadas em qualquer estabelecimento ou serviço de saúde que possua sala para aplicação de autorizada pelo serviço de vigilância local para se garantir as condições adequadas para a segurança do paciente e do profissional de saúde.

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Cotidiano

Idosos acamados vacinados com 1ª dose contra a Covid-19 não precisam agendar 2ª

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Os idosos a partir dos 80 anos de idade que já tomaram a primeira dose da vacina contra Covid-19 não precisam mais ligar para o telessaúde ou para a regulação da Secretaria de Saúde porque o agendamento é automático.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Socorro Martins, informou que até o momento, 357 idosos já receberam a primeira dose da vacina e o retorno para a aplicação da segunda dose já começou. “Nós estamos com o cronograma do início da primeira dose, e a partir do 28º dia nós vamos retornar. Não exatamente no dia que completa os 28 dias, esse prazo pode-se estender por dois dias até uma semana”, disse Socorro.

Lembrando que a vacinação para esse público alvo que ainda não tomou a primeira dose continua, basta ligar para os telefones 3216-2400 e 3224-4268

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Cotidiano

Unimed diz que decisão de transferir o médico José Edson para Mossoró foi da família

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A Unimed Rio Branco se manifestou acerca do episódio envolvendo um dos seus cooperados, o clínico-geral José Edson da Silva, que foi transferido para Mossoró (RN), em Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) aérea, em decorrência da Covid-19 no último sábado (27).

Segundo a filha, a transferência ocorreu após a família ter tentado interná-lo em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), em Rio Branco, mas que não foi possível devido a falta de leitos.

Ela agradeceu o empenho dos colaboradores da Unimed, mas criticou a Unidade em razão da família ter que pagar por uma UTI aérea própria, apesar do plano do pai dá direito a uma transferência gratuita.

Em nota, a Unimed disse que logo após o médico dar entrada no Pronto-Atendimento da unidade, na última sexta-feira, 26, à tarde, o médico de plantão foi comunicado, inclusive, teria mantido conversa por telefone com o filho do cooperado que informou já haver providenciado uma UTI no ar para o pai, tendo solicitado apenas um relatório médico, cópia de exames e pediu para levá-lo ao aeroporto para embarque naquele mesmo dia pela madrugada.

“Todos os relatórios e exames solicitados, bem como a prescrição foram devidamente entregues à família! O paciente ficou na unidade semi-intensiva até a chegada de Uti no ar que a família providenciou, foi transferido até o aeroporto pela UTI móvel do PA Unimed e seguiu destino a Mossoró/RN”, afirmou.

Em outro trecho, a Unimed destaca que naquele momento, o Dr. José Edson não tinha indicação de UTI, e caso houvesse piora do quadro, existia a disponibilidade do leito de UTI no Hospital Santa Juliana.

“Por este motivo é necessário esclarecer que a remoção foi uma decisão da família. Deixamos claro que as despesas de internação na cidade de Mossoró-RN estão sendo custeadas pela Unimed Rio Branco. A família Unimed Rio Branco segue em orações por seu cooperado que tem uma longa história de vida e trabalho na cooperativa e deseja sua rápida melhora”, afirmou em nota.

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Cotidiano

Empresas de panificação doam pães para famílias que estão nos abrigos 

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Iniciativa faz parte da campanha que reúne FIEAC, Sindpan e demais sindicatos industriais em prol de famílias atingidas pelas enchentes  

Empresas de panificação, por meio do Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria do Estado do Acre (Sindpan) e FIEAC, entregaram pães na tarde desta terça-feira, 2 de março, à prefeitura de Rio Branco. Os produtos serão destinados às famílias que tiveram que deixar suas casas em virtude da alagação e que estão em abrigos públicos. 

De acordo com o presidente do Sindpan, Abrahão Felício, a mobilização faz parte da campanha Indústria Solidária SOS Enchentes. “Nós realizamos iniciativas sociais todos os anos e essa ação foi um pedido do presidente da FIEAC, José Adriano, que atendemos de imediato. É nossa obrigação ajudar neste momento tão difícil que o Acre vive. Somos muito gratos a todas as panificadoras que ajudaram e foram solidárias”, destacou o empresário. 

Representando o prefeito Tião Bocalom, o chefe da Casa Civil Municipal, Artur Neto, afirmou que a doação será muito importante para auxiliar na alimentação das quase 70 famílias que estão em abrigos públicos na capital.  “Em meio a tantas situações difíceis que ocorrem ao mesmo tempo, como dengue, pandemia e alagação, a solidariedade e apoio de instituições como o Sindpan e a FIEAC nos fortalecem e nos dão condições de enfrentar e superar tantas adversidades. O nosso sentimento é de total gratidão”, salientou Neto. 

Também participaram do ato de entrega o presidente da FIEAC, José Adriano, o assessor especial da prefeitura, Valtinho José da Silva, o presidente do Sindmóveis, Augusto Nepomucena, além de outros representantes da FIEAC. Contribuíram com doação as seguintes indústrias de panificação: Chalé do Trigo, Rosamélia, Ricca Massas Pães, Pertutti, Nossa Sra. do Rosário, Acrepan, Primícias e Boa Vista.

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