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Quinze presidiários fazem buraco na parede e fogem de presídio improvisado em Feijó

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A fuga de 15 presidiários foi registrada pelas autoridades de segurança neste domingo. Eles fizeram um buraco na parede do presídio que funciona de forma improvisada e fugiram da unidade prisional por volta de 01h30m. Dois foram capturados pela polícia e 13 permanecem foragidos. Há informação que seis dos 13 presos que não foram capturamos são de alta periculosidade.

Segundo informações de servidores do sistema prisional que não quiseram se identificar, o presídio há muito tempo vem sendo alvo de denúncias e criticado pela população, já que fica no centro da cidade e ocupou parte do quartel da Polícia Militar. O local não oferece segurança e estrutura adequada para funcionar como presídio.

Os servidores destacam que em caso de fuga, se o presidiário conseguir sair da cela, já sai do prédio que não tem nenhuma proteção ou vigilância. O único obstáculo que separa os presos da rua é um muro. O fato de o presídio funcionar junto com o quartel da PM estaria atrapalhando os trabalhos dos policiais e causando constrangimento aos militares.

Além de prender os criminosos, os policiais militares estariam sendo obrigados a conviver com a presença dos infratores. Recentemente, um caso de expulsão de um PM foi registrado por suposto envolvimento com presos que integram facções criminosas que protagonizam uma guerra pelo controle dos pontos de vendas de drogas nos 22 municípios acreanos.

Segue abaixo a relação dos que se encontram foragidos:

Jonas de Oliveira Ferreira – “Jonas do Pascoal”

Alexandre Tavares Leone

Antonio Araújo Firmino

José Francisco Lima da Silva

Elieuson Melo de Sousa

Junior Pereira da Silva

Rangel Ranny Ferreira de Souza

Salomão Santos de Albuquerque

Juan Lima Cordeiro

Ailton Aguiar do Nascimento

André Moura da Silva

Fábio Sousa e Sousa

Castro Sousa e Sousa

Destaque 2

Bandeiras do Lula são levadas por participantes da Parada do Orgulho LGBT no Acre

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A 15° edição da Parada do Orgulho LGBT voltou a ser realizada após dois anos de pandemia e carregou tom político este ano na capital do Acre. Neste domingo, 25, várias bandeiras a favor do candidato à presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, foram levadas por participantes do evento.

Entre bandeiras coloridas e muita música, a concentração na Concha Acústica também reuniu dezenas de pessoas com faixas, adesivos e bandeiras relacionadas ao Partido dos Trabalhadores (PT).

A festividade contou com uma multidão que seguiu do Skate Parque para a Concha, no Parque da Maternidade. Teve apresentação de Sandra Melo e banda e da sensação nacional vinda do Rio de Janeiro, DJ Nanda Machado.

O secretário Geral da Associação de Homossexuais do Acre (AHAC), Germano Marino, afirma que essa é uma importante manifestação em busca dos direitos de tantas bandeiras. “É um resgate às nossas lutas e da nossa história. Estamos unindo aqui diversas pessoas e sonhos”.

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Acre

Relator decide na próxima semana se aceita denúncia contra Gerlen

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Nesta próxima semana, o desembargador Laudivon Nogueira, vai decidir se aceita ou não a denúncia de crime eleitoral supostamente praticado pelo deputado estadual Gerlen Diniz, Progressistas.

Gerlen, que é candidato a deputado federal, foi denunciado à justiça eleitoral por ter pedido voto na tribuna da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) durante discurso realizado na sessão realizada pelo parlamento estadual no último dia 13 de setembro.

Após ser alertado por outros parlamentares de que poderia estar incorrendo em possível crime eleitoral, Gerlen Diniz pediu que seu pedido de voto fosse retirado das notas taquigráficas e o vídeo da sessão foi retirado das redes sociais.

No processo enviado à justiça eleitoral, é pedido uma ação de investigação judicial eleitoral já que Gerlen teria cometido crime eleitoral ao pedir votos em um setor público, o que é vedado pela lei.

De acordo com a assessoria do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE), o desembargador Laudivon Nogueira, relator, deve manifestar seu voto em relação ao processo durante a próxima semana, ainda antes da eleição.

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Destaque 2

General do exército diz que Acre é plano B em caso de invasão ao Brasil

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O general Luiz Eduardo Rocha Paiva disse ontem (22), em entrevista ao canal Fala Glauber, no YouTube, que, em caso de invasão de forças estrangeiras ao Brasil, o Acre deve ser plano B.

Rocha Paiva foi manchete em todos os jornais no ano passado por ter publicado uma carta onde dizia estar chegando o “ponto de ruptura” da democracia. O fato ocorreu enquanto ele ainda integrava o governo Bolsonaro, logo após a anulação dos processos contra o ex-presidente Lula (PT) na Lava Jato de Curitiba. A carta foi interpretada como uma ameaça do governo aos ministros do STF e à democracia.

O general, que tem experiência nas áreas de Missões de Paz da ONU e Defesa Nacional e é doutor em Aplicações, Planejamento e Estudos Militares pela Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, acredita que Roraima e a foz do Rio Amazônia devem ser prioridade em questão de defesa nacional, mas uma invasão através do Acre não está completamente descartada. Segundo Rocha Paiva, para utilizar o Acre como ponto de entrada no Brasil, a força estrangeira teria de convencer os países de fronteira (Bolívia e Peru) e acessar a estrada que liga o Acre ao litoral do oceano pacífico, onde o inimigo desembarcaria seu efetivo e equipamentos.

Apesar do cenário, Rocha Paiva diz que qualquer força estrangeira teria trabalho para enfrentar as forças brasileiras que, segundo ele, tem alguns dos melhores combatentes de selva do mundo. Neste cenário, Rocha prevê um combate que duraria de 3 a 5 anos e terminaria com a vitória do Brasil. No caso de vitória inimiga, no entanto, o Brasil deveria assinar um tratado de cessão de terras amazônicas e aproveitamento de bens naturais: “assim a gente não perde um centímetro de território, mas perde soberania pra explorar o patrimônio”.

QUEM INVADIRIA O BRASIL?

“Um país, ou coalizão de países com autorização da ONU ou não. Pode ser os EUA com uma coalisão e não precisa de autorização da ONU porque se eles não derem [a autorização] vão fazer do mesmo jeito”, disse o general.

Assista ao vídeo:

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Destaque 2

Sargento do Trisal vai a júri popular por tentativa de homicídio contra estudante de medicina

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O sargento da Polícia Militar do Acre, Erisson de Melo Nery, que se tornou muito conhecido nas redes sociais por ser um dos protagonistas do “trisal acreano”, cuja rotina era compartilhada com seguidores, vai ser submetido ao conselho de sentença por ter atirado contra o estudante de medicina Flávio Endres de Jesus Ferreira.

O crime aconteceu na madrugada do dia 28 de novembro de 2021, em um bar na cidade de Epitaciolândia, no interior do estado. De acordo com denúncia do Ministério Público, o sargento estava com suas duas companheiras no espaço público, quando houve uma confusão entre a vítima e uma das duas esposas do denunciado, o que evoluiu para uma briga.

O episódio se transformou em uma grande confusão que começou dentro do estabelecimento e terminou na rua da frente, quando o sargento Nery teria sacado de uma arma de fogo, atirado e atingido o estudante pelo menos quatro vezes, tendo em seguida agredido com chutes a vítima que estava baleada no chão.

O Juízo da Vara Criminal da Comarca de Epitaciolândia determinou que o sargento Nery vai ser submetido a Júri Popular. Ele responde por tentativa de homicídio qualificado por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima, além dos crimes de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e lesão corporal grave.

A defesa, que chegou a pedir a suspeição da juíza do caso, argumentou que o suspeito agiu em legítima defesa, pedindo a desclassificação do crime para lesão corporal e ainda solicitou que não houve apreensão da arma de fogo, por isso, não sendo possível determinar a ilegalidade do porte.

Na decisão, que foi divulgada nesta segunda-feira (19) no Portal do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), a juíza Joelma Ribeiro, titular da unidade judiciária, analisou pedido preliminar de insanidade mental do militar, mas relatou que a demanda já tinha sido negada tanto pelo 1º, quanto pelo 2º grau.

A magistrada ainda verificou na decisão que existem materialidade e indícios de autoria dos crimes cometidos contra o jovem, emitindo sentença de pronúncia contra Erisson Nery. O processo está em segredo de justiça.

“Nesse diapasão, nota-se que os depoimentos produzidos à luz do contraditório indicam que o acusado, em tese, tentou ceifar a vida da vítima em decorrência de uma desentendimento banal e insignificante havido entre o réu, a vítima e o grupo de amigos da vítima, momentos antes”, assinalou a juíza na sentença que submete o réu ao julgamento pela sociedade.

O sargento Nery está preso desde o dia posterior ao crime no Batalhão de Operações Especiais (Bope) em Rio Branco. Ele também responde pela morte de um adolescente de 13 anos, crime ocorrido em novembro de 2017, na capital acreana, quando o menino tentou, junto com outros envolvidos, furtar a casa do militar.

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