Conecte-se agora

Bar do Vaz com Joaquim Ferreira: A vida quis assim! servir ao povo e ser feliz

Publicado

em

As histórias são muitas e em todas elas fatos que muitos acreanos não sabem, mas a partir de agora vão conhecer. É um relato de um jovem do interior do Acre, que através dos imprevistos da vida*, muito esforço e, estudo, conseguiu chegar na capital e escrever o seu nome entre os grande homens desse estado.

Joaquim Ferreira. Não é um nome qualquer. Trata-se de homem que provavelmente é muito mais conhecido pelas suas eloquentes transmissões de futebol, que por mais de 25 anos embalaram imaginações a milhares de acreanos, principalmente do interior, com o seu vocabulário claro e clássico como desenhava o desenvolvimento de uma partida de futebol. “Eram 90 minutos em que eu tinha a obrigação de contar uma bonita história dos jogos que eu transmita”, conta ele, hoje aos 72 anos de idade.

E foi através do futebol, das peladas e das muitas amizades que chegou ao Exército Brasileiro. “Na verdade eu fui convocado em 1964. Não foi um alistamento voluntário, foi uma convocação. Fui convocado a servir o meu pais, ao povo e o fiz com muito prazer durante 35 anos”, explica.

Antes de seguir a carreia militar, Joaquim lembra que também foi um funcionário das Casas Pernambucanas, um das grandes redes de lojas espalhadas pelo Brasil. “Nessa época a gerente das Casas Pernambucanas era a Miraceli Lopes Borges, que depois virou juíza de direito e desembargadora. Bons tempos”, lembra ele ao dizer que durante a sua infância, Rio Branco era pacata e sem violência. “Tempo em que, as cerca de 50 residências que existiam na cidade não precisavam de policiamento e podia-se dormir de portas e janelas abertas”.

No Exercito passou por cursos e concursos de capacitação. Mas também não esqueceu da vida fora do quartel. Estudou e foi o primeiro colocado no vestibular que disputou para Matemática, na UFAC. “Tive a oportunidade de virar professor universitário, mas minha vocação era para o Exército. Servir ao País e ao povo. Esse era o nosso lema, e assim construí uma vida feliz”, conta ele.

Pela narração dos acontecimento, Joaquim diz que o Exército foi de grande importância para o desenvolvimento do Acre. Lembra que foi através do 4º Bis – Batalhão de Infantaria e Selva – que os jovens tiveram acesso a diversas modalidades de esportes, o que culminou com o sucesso de muitos. “Eu mesmo virei narrador de futebol devido os incentivos que recebi dentro do quartel”, revela. Para o 2º ten. da reserva, além do esporte, o Exército também teve papel fundamental na área social.

Depois de longa jornada, Joaquim Ferreira se aposentou, tanto do Exército quanto das salas de aula. “Resolvi tirar um tempo pra mim, pra minhas família. Hoje vivo exclusivamente para a família e para os amigos. Não tenho celular e não me envolvo com redes sociais. Não que eu não considere importante, mas porque resolvi ter uma vida extremamente de tranquilidade”, justiça ele.

* Os imprevistos da vida ao qual me referi no início deste texto, tem a ver com o fato de o jovem Joaquim Ferreira, aos 5 anos de idade, ter sido forçado a deixar Brasileia para morar em Rio Branco. Foi devido a uma doença e morte de sua mãe. Ele é o terceiro dos 13 filhos de um família incomum. Incomum porque com a morte da sua mãe [ela morreu após o quarto filho] seu pai casou-se com a irmã da falecida e teve mais 9 filhos. E por mais incrível que possa parecer, a família continuou feliz.

Esta semana, na quinta feira, 14 de dezembro de 2017, Joaquim Ferreira quebrou o silêncio e saiu do anonimato. A aceitou bater um papo no Bar do Vaz. O tempo foi curto para um homem de tanto conhecimento e bondade. ac24horas faz questão de dividir esta história que orgulha todos os acreanos. Assistam.

video

Blog do Crica

Critério da Aliança para Senado vai definir candidato a vice e apoio para candidatura a federal

Publicado

em

O PACTO entre os deputados federais Jéssica Sales (MDB), Alan Rick (DEM) e a senadora Mailza Gomes (PP), foi bem além que uma carta de princípios para regular as ações de cada um dos personagens, na disputa do Senado. 

O BLOG tem a informação que foi firmado um acordo entre os três políticos que, as pesquisas devem definir quais serão os candidatos a senador e vice. 

O melhor avaliado seria o candidato ao Senado o segundo colocado o vice, e o terceiro sairia a deputado federal com o apoio de todos os integrantes do pacto. Foi definido ainda que todos respeitarão o que for decidido. O deputado federal Alan Rick (DEM) explicou ontem ao BLOG que o grupo espera já no início do próximo ano chegar com esta decisão até ao governador Gladson Cameli. 

Segundo Alan, a iniciativa teve o aval do governador, que prometeu acatá-la. A medida, segundo ele, tem o objetivo de distensionar o debate sobre as escolhas dos candidatos a senador e a vice na chapa do governador. 

Será uma novela de muitos capítulos. A palavra fica com o protagonista da novela, o governador Gladson Cameli.

NÃO ENTRAM NO JOGO

A CANDIDATA ao Senado, Márcia Bittar (sem partido) e a deputada federal Vanda Milani (PROS) não aderiram ao pacto, que se fechado com sucesso, os exclui. Mas, Márcia e Vanda, segundo já declararam, disputarão o Senado em qualquer que sejam o cenário, e vão brigar por fora por uma indicação para ocupar a vaga de senador na chapa do governador Gladson. Estamos longe de uma definição.

AVAL ZERO

A INFORMAÇÃO de boa fonte é que Márcia Bittar (sem partido) e a deputada federal Vanda Milani (PROS), não vão aceitar colocar os seus nomes no pacto anunciado.

LONGE DE UMA SOLUÇÃO

O QUE se pode dizer de todas essas variantes da disputa do Senado é que, por mais que seja tentado, por mais fórmulas que se apresentem, o grupo palaciano não terá uma única candidatura a senador na eleição de 2022.

MEXIDA QUE VAI SACUDIR

A PRÓXIMA semana vai entrar com um anúncio de uma troca partidária que vai dar uma mexida completa no quadro político, com influência na disputa do Senado.

OUTRA MEXIDA IMPORTANTE

OUTRA mexida importante na próxima semana vai ocorrer em uma das pastas mais importantes do governo, com uma troca que até aqui não se imaginava que pudesse vir a ocorrer. Fato normal na gestão pública.

FONTE SE PRESERVA

COMO as fontes de informação das duas mudanças pediram para manter sigilo até a véspera do anúncio, o BLOG vai manter em anonimato o nome do santo e do milagre.

CANTO DO RINGUE

O MDB no entorno do deputado federal Flaviano Melo (MDB) pressiona o para que o governador Gladson indique o Flaviano como o seu vice. O grupo não tem voto, mas é quem toma as decisões dentro do MDB.

AUTORIZAÇÃO DADA

O DEPUTADO FEDERAL Flaviano Melo (MDB), que tinha declarado que estava fora deste debate e disputaria a reeleição, refluiu e deu aval à iniciativa sobre seu nome.

RASTEIRA NA JÉSSICA

CASO o grupo consiga emplacar o deputado federal Flaviano Melo (MDB) de vice, seria uma espécie de rasteira na candidatura da deputada federal Jéssica Sales (MDB) ao Senado, porque ficaria uma chapa puro-sangue do MDB. E, naturalmente, despertaria reação nos aliados.

BASTIDORES DA TABA

O SENADOR Márcio Bittar (MDB), segundo boa fonte, apoiaria neste caso a indicação do MDB, que em contrapartida anunciaria o nome de Márcia Bittar (sem partido), como candidata a senadora pelo partido. São cenários em ebulição nos bastidores da política da taba.

FAZ PARTE DA POLÍTICA

O PREFEITO Tião Bocalom aceitar indicações de vereadores (desde que qualificadas) para ocupar cargos na PMRB, para a formação de uma base de apoio na Câmara Municipal de Rio Branco, faz parte da política.

PÁ DE CAL

A VOLTA das coligações proporcionais foi tirada do pacote da reforma eleitoral pelo Senado, o que já era o esperado. Os partidos corram agora para formar chapas próprias a deputado federal e deputado estadual.

CAFÉ NO BULE

SEM AS COLIGAÇÕES proporcionais o partido para eleger deputado federal ou deputado estadual, tem que se organizar, só vai eleger quem tiver café no bule.

VOLTO BISAR

COMO A ONDA DE RECLAMAÇÕES contra o péssimo atendimento nos transportes coletivos a cada dia toma corpo (as críticas pipocam nas rádios), volto a bisar que, ou o Bocalom atua firme por mais ônibus, ou vai afundar.

SEM MEDO DE CRÍTICAS

O SENADOR Márcio Bittar (MDB) vai ser o Relator da privatização dos Correios, uma matéria polêmica bombardeada pela esquerda. Bittar é fiel às pautas do Planalto, não importando que lhe rendam críticas.

FRASE MARCANTE

“Quanto mais envelheço, mais sinto necessidade do trabalho. Ele se torna, pouco a pouco, o maior dos prazeres e substitui as ilusões da vida”. Voltaire.

Continuar lendo

Destaque 2

Feijó está entre os dez municípios de intensa exploração madeireira na Amazônia

Publicado

em

Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

Com 13.037 hectares explorados, o município de Feijó ocupa a 9ª posição entre os 10 onde há mais retirada de madeira na Amazônia entre agosto de 2019 e julho de 2020.

Aripuanã, no Mato Grosso, explorou 30.666 e tem a liderança nesse ranking. Já Paragominas (PA), cortou 12.879 hectares e é o 10º mais explorado no período.

A área de exploração madeireira na Amazônia entre agosto de 2019 a julho de 2020 chegou a 464.759 hectares, sendo mais da metade (50,8%) apenas em Mato Grosso, seguido pelo Amazonas (15,3%) e Rondônia (15,0%).

Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

A maior parte ocorreu dentro de propriedades cadastradas, mas também em Terras Indígenas, Unidades de Conservação e Assentamentos Rurais. O mapeamento abrangeu sete dos nove estados da Amazônia Legal: Acre, Amazonas, Amapá, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima.

Os dados constam do último levantamento do Sistema de Monitoramento da Exploração Madeireira (Simex), uma plataforma do Imazon que conta com apoiadores.

No Acre, exploração da madeira é um negócio que não avança apenas no município de Feijó mas, segundo o Simex, ocorre fortemente em outras regiões.

A área de divisa de três Estados – Mato Grosso, Rondônia e Amazonas – está sofrendo uma pressão de desmatamento que já começa a alterar o chamado “arco do fogo” da destruição da floresta no bioma amazônico. A extração de madeira avança sobre o território da floresta.

Em relação às categorias fundiárias, os pesquisadores identificaram que a maior parte da área explorada foi em imóveis rurais cadastrados, que concentraram 362 mil hectares (78%). Já nos assentamentos rurais foram explorados 19 mil hectares (4%), nos vazios fundiários, 17 mil hectares (4%), e nas terras não destinadas, 12 mil hectares (3%).

Nas áreas protegidas, a exploração madeireira somou mais de 52 mil hectares, o que corresponde a 11% do total mapeado. Especificamente nas unidades de conservação, onde a atividade pode ser autorizada dependendo de sua categoria, foram explorados 28 mil hectares (6%). O Parna dos Campos Amazônicos (AM), unidade de conservação de proteção integral, onde a exploração é proibida, foi a que teve a maior área mapeada, de 9 mil hectares.

Já nas terras indígenas, foram mapeados 24 mil hectares (5%). Os territórios com as maiores áreas exploradas foram Tenharim Marmelos (AM), com 6 mil hectares, Batelão (MT), com 5 mil hectares, e Aripuanã (MT), com 3 mil hectares.

Continuar lendo

Destaque 2

Desemprego no Acre cai a 15,9%, mas ainda atinge 62 mil pessoas

Publicado

em

Na quinta-feira, 26/8, o Ministério da Economia, através do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego – CAGED, divulgou dados muito importantes para a geração de empregos com carteira assinada no Acre. A publicação indica que o saldo do emprego formal para o mês de julho de 2021, no Acre, foi de 806 vagas e no ano (janeiro a julho de 2021) o saldo positivo já atingiu 5.647 vagas.

Por outro lado, foi divulgada na terça-feira, dia 31/8, pelo IBGE, os dados sobre a força de trabalho de todos os Estados da federação brasileira, através da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua Trimestral, referente ao segundo trimestre de 2021. A Pnad Contínua é realizada em 211.344 casas em cerca de 3.500 municípios brasileiros. Nosso objetivo de hoje é comentar o resultado da Pnad para o Acre. Observando que existe uma diferença metodológica entre os dados do CAGED com os do IBGE.

O IBGE considera o desempregado quem não tem trabalho e procurou algum nos 30 dias anteriores à semana em que os dados foram coletados. Os dados apresentados pelo Ministério da Economia, com base no CAGED,  são mais restritos porque consideram apenas os empregos com carteira assinada. Vamos aos resultados do IBGE para o segundo trimestre de 2021.

A taxa de desemprego no Acre caiu para 15,9% no segundo trimestre, uma redução de 0,9 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre (16,8%). Na comparação com o período de abril a junho do ano passado, houve alta de 1,7 ponto percentual (14,2%).  Apesar da diminuição na taxa, o estado ainda soma 62 mil pessoas na fila em busca de um trabalho. O número representa estabilidade em relação ao primeiro trimestre do ano (61 mil pessoas), mas aumentou 29,2% (mais 14 mil pessoas) na comparação com o segundo trimestre de 2020 (48 mil pessoas).

De acordo com o IBGE, a queda na taxa de desemprego foi influenciada pelo aumento no número de pessoas ocupadas (325 mil), que avançou 7,9%, com mais 24 mil no período em relação ao trimestre anterior. Com isso, o nível de ocupação subiu 2,4 pontos percentuais para 46,4%, o que indica, contudo, que menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no estado. 

Em um ano, número de informais cresce quase 19 mil

Os trabalhadores informais, que incluem aqueles sem carteira assinada (empregados do setor privado ou trabalhadores domésticos), sem CNPJ (empregadores ou empregados por conta própria) ou trabalhadores sem remuneração, somaram 159 mil pessoas e uma taxa de 48,9%. No Brasil essa taxa é de 40,6%. No trimestre anterior, a taxa foi de 46,5%, com 140 mil informais. Há um ano esse contingente era também de 140 mil e uma taxa de 48,3%.

Desalentados são 45 mil

No caso dos desalentados (45 mil), pessoas que desistiram de procurar trabalho devido às condições estruturais do mercado, houve redução de 16,8% em relação ao primeiro trimestre. Mas esse contingente permanece estável na comparação com o segundo trimestre de 2020 (46 mil).

Trabalho por conta própria atinge recorde 

O destaque no aumento da ocupação foi o trabalho por conta própria, que atingiu o patamar recorde de 102 mil pessoas, um crescimento de 8,7% na comparação com o trimestre anterior. Em um ano, o contingente avançou 15 mil, alta de 16,3%. Inclusive, no trimestre, 92,2% dos trabalhadores por conta própria estão no setor informal, ou seja, não possuem CNPJ. 

O aumento da ocupação no segundo trimestre foi gerado, principalmente, por atividades relacionadas aos Serviços domésticos (46,5%), Indústria Geral (37,8%), Construção (26,5%), Serviços de Transporte, armazenagem e correio 23%, outros serviços (12,1%), alojamento e alimentação (9,1%), construção (5,7%), agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (8,3%) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços pessoais (5,7%).

O trabalho doméstico (21 mil) teve variação significativa frente ao primeiro trimestre do ano (31,3%) e em relação ao segundo trimestre de 2020 (23,5%). A categoria dos empregadores (14 mil) aumentou 55,6% nas duas comparações. Já o setor público (77 mil) registrou um leve aumento de 5,5% (mais 4 mil pessoas) em relação ao trimestre passado.

Subocupados por insuficiência de horas atingem recorde 

A PNAD mostra ainda que os trabalhadores subocupados por insuficiência de horas trabalhadas —aqueles que trabalham menos horas do que poderiam trabalhar— chegou a um número recorde de 29 mil pessoas, um aumento de 23,3%, com mais 5 mil pessoas. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, o indicador subiu 176,5%, quando havia no estado somente 11 mil pessoas subocupadas. 

O contingente de pessoas subutilizadas —aquelas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas ou na força de trabalho potencial— foi de 173 mil, um aumento de 1,2% em relação ao primeiro trimestre (171 mil). A taxa composta de subutilização foi de 37%, enquanto no Brasil a taxa ficou em 28,6%. 

Mesmo com a redução na taxa de desemprego e o bom resultados para a geração dos empregos com carteira assinada, indicados pelos dados do CAGED, continuamos com uma alta taxa de desemprego e uma preocupante alta da inflação. É bom lembrar que o ritmo de recuperação dos postos de trabalho depende diretamente de quanto o país e o estado irão crescer este ano e nos próximos. Vamos esperar mais investimentos públicos e que os avanços na vacinação tragam alguma esperança para a recuperação do mercado de trabalho. 


Orlando Sabino escreve às quintas-feiras no ac24horas

Continuar lendo

Destaque 2

Reduto bolsonarista, Acre foi o estado que mais recebeu cloroquina da região norte

Publicado

em

Um levantamento divulgado pela revista apublica.org, nesta quinta-feira, 26, mostra que o norte do país foi a região que mais recebeu cloroquina do Exército e da Marinha em relação à sua população: 519 mil unidades do medicamento foram enviadas à secretaria de saúde estaduais e municipais dos estados da região.

A cloroquina é fortemente defendida pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para o uso da covid-19, apesar de não possuir comprovação científica no tratamento contra o novo coronavírus e é fortemente desaconselhada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para tais fins.

Segundo dados, um quinto de toda a cloroquina enviada ao norte do Brasil foi enviada ao Acre, colocando o estado no topo dentre os que mais receberam cloroquina em relação à população em todo o país. Em 2018, Jair Bolsonaro foi o candidato à Presidência da República com a maior votação histórica no Acre, com 77,22% dos votos válidos. Rio Branco, reduto do PT, foi o município com o maior percentual de votos dados ao presidente eleito: 82,81%.

Foram mais de 100 mil comprimidos despachados à Secretaria Estadual de Saúde do Acre (Sesacre). O primeiro envio ocorreu em abril, com 8 mil comprimidos, a maior parte, 94 mil unidades, foi enviada em julho, totalizando 102 mil comprimidos.

De acordo com dados, em 2020, o Governo Federal e as Forças Armadas distribuíram 2,8 milhões de comprimidos de cloroquina produzidos pelos laboratórios do Exército e Marinha à população de todos os estados.

A maior parte desses medicamentos, mais de 2,4 milhões, foi distribuída via Ministério da Saúde a secretarias de saúde de estados e municípios. O restante, cerca de 441 mil comprimidos, foi enviado pelas próprias Forças Armadas a hospitais militares, depósitos e postos de saúde ligados ao Exército, Marinha e Aeronáutica.

Continuar lendo

Bombando

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required

Leia Também

Mais lidas