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População de Porto Acre faz protesto em frente de delegacia para agilidade nas investigações sobre jovem desaparecido

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Familiares e amigos de José Diemerson Araújo de Lima, de 29 anos, após promoverem varredura na zona urbana e rural do município de Porto Acre em busca do jovem que está desaparecido desde sábado (13), resolveram protestar em frente da delegacia do município. Desde a noite desta segunda-feira (16), parte da população portoacrense acende velas e faz orações para que a polícia tenha agilidade nas investigações. A família promete acampar no local.

José Diemerson, que possui leve problema mental, desapareceu às 17 horas do último sábado quando saiu de casa para brincar de bicicleta, como fazia praticamente todos os finais de tarde. Porém, a suspeita é de que a brincadeira tenha terminado em homicídio.

Um menor foi apreendido no domingo (14) por suspeita de participação no sumiço do jovem e dois suspeitos que seriam cúmplices, estão sob investigação. O menor foi encontrado saindo de um matagal, na área rural, onde também foi encontrada a bicicleta de José Diemerson. Na delegacia ele contou várias versões e, em uma delas, apontou que o jovem teria sido morto a golpes de facas e o corpo jogado no rio. O suspeito também sofre de problemas mentais.

Equipes do Corpo de Bombeiros fazem buscas no rio desde ontem e devem continuar durante a semana, mas em outras regiões, pois a possibilidade de o corpo do jovem ser encontrado no local indicado é mínima devido ao nível muito baixo das águas.

A cunhada de Diemerson, Luana de Lima conta que a família e várias amigos já iniciaram o mutirão para encontrar o corpo do jovem e diz que as investigações estão devagar.

“Até taxistas estão nos ajudando a procurar. Já procuramos em todos os lugares em Porto Acre. Não temos mais onde procurar. A polícia não vem fazendo muita coisa. Queremos providências. Quaremos uma solução”, disse.

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Acre

Acre tem 258 novos casos e mais duas mortes por Covid-19

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Em boletim divulgado na tarde desta sexta-feira, 22, a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), informou 258 novos casos de infecção por coronavírus no Acre. Destes, 72 casos confirmados são de exame de RT-PCR e 186 por testes rápidos. O número de infectados subiu de 45.729 para 45.987 nas últimas 24 horas.

Até o momento, o Acre registrou 130.353 notificações de contaminação pela doença, sendo que 83.098 casos foram descartados e 1.268 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 39.095 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 159 pessoas seguem internadas.

Mais dois óbitos foram notificados nesta sexta-feira, 22, sendo todos do sexo feminino, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 suba para 846 em todo o estado.

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Acre

Falta de transparência deixa Acre no fim da tabela de vacinação

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A falta de transparência das 22 prefeituras do Acre, em relação à vacinação do coronavírus, fez com que o Estado ficasse nos últimos lugares no ranking de vacinação contra à Covid-19 no Brasil.

Segundo o site Coronavírus Brasil, que monitora o número de casos, óbitos, testagem e a vacinação, o Acre vacinou desde terça-feira, 19, até esta sexta-feira, 22, somente quatro acreanos.

No entanto, esse número de vacinação é bem maior, já que na maioria dos municípios [Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Tarauacá] já começaram a vacinação contra à Covid-19.

Até esta sexta-feira, 22, o Brasil contabilizou mais de 200 mil brasileiros vacinados contra à Covid-19.

Com 41 mil doses, o Acre deu o pontapé inicial na vacinação pela manhã da última terça-feira, 19, com a vacinação do idoso José Marcelino de Oliveira, de 85 anos, que foi a primeira pessoa a receber a imunização da CoronaVac no Acre.

Além dele, outras três pessoas também receberam as primeiras doses da vacina. Foram elas: a enfermeira Maria José Monteiro, 66 anos, a enfermeira indígena Elza Severino da Silva Manchineri e a técnica em enfermagem Raimunda Gomes do Nascimento, 69 anos.

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Acre

Alto Acre volta ao Vermelho com piora dos casos de Covid-19

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A região do Alto Acre voltou ao nível de emergência na classificação de risco da pandemia do novo coronavírus. Os dados, divulgados em coletiva de imprensa nesta sexta-feira, 22, pelo Comitê Especial de Acompanhamento da pandemia no estado, apontam que do último dia 3 de janeiro ao dia 16, houve piora nos indicadores que avaliam os pacientes infectados.

Agora, os quatro municípios pertencentes à região deverão obedecer às medidas mais rígidas em vigor na pandemia, conforme Decreto 5.496, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE).

Nas duas últimas semanas, o Alto Acre piorou a situação de isolamento social, o que fez a regional regredir. “Piora em isolamento social, notificação por síndrome gripal, óbito e ocupação de leitos clínicos e Unidade de Terapia Intensiva (UTI)”, disse a coordenadora do Comitê, a farmacêutica Karolina Sabino.

Com a classificação em nível de emergência (Bandeira Vermelha), apenas as atividades comerciais consideradas essenciais deverão funcionar nesse período. O aumento de ocupação em leitos clínicos, por exemplo, subiu 450%.

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Acre

No Acre, índios aldeados são menos infectados pela Covid-19

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Foto: Divulgação

Índios aldeados tem sido menos infectados que os que vivem nos municípios do Acre, sugerem os dados da Comissão Pró-Índio (CPI). O número de infectados nas terras indígenas é de 1.218 pessoas e os que vivem nos municípios somam 1.230.

No entanto, indígenas não aldeados –aqueles que vivem fora das terras indígenas -estão fora da lista de prioridade para vacinação contra a Covid-19.

Segundo a última atualização dos dados da CPI Acre do dia 18/1, os boletins semanais dos Departamento Sanitários Indpigenas (DSEIs) Alto Rio Purus e Alto Rio Juruá não foram divulgados até o momento, e o boletim da Sesacre registrou três novos casos de indígenas contaminados no município de Santa Rosa do Purus.

“Colaboradores da CPI em Feijó informaram que no município, nas margens do rio Envira, há indígenas Madijá com Covid-19 e estamos aguardando as informações do DSEI Alto Rio Juruá para incluir os casos no monitoramento”, informa a Comissão Pró-Índio.

As vacinas já chegaram a várias comunidades no Vale do Juruá.

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