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Marina Silva aparece em 2º com 22,4% das intenções de voto, diz CNT

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Presidenta Dilma (PT) aparece com 36,4%, senador Aécio Neves (PSDB) com 15,2% e o governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) com 5,2%

A avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff registrou recuperação e passou de 31,3% em julho deste ano para 38,1%, segundo pesquisa do Instituto MDA encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). O levantamento, divulgado nesta terça-feira, ouviu 2.002 pessoas entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro. As entrevistas foram realizadas em 135 municípios de 21 unidades da federação nas cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

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De acordo com a pesquisa, 7,2% dos entrevistados disseram considerar o governo da presidente Dilma “ótimo”, enquanto 30,9% o avaliam como “bom”. A avaliação positiva considera aqueles que acharam o governo “ótimo” ou “bom”. Consideram o governo “regular” 39,7%.

O percentual dos que acham a gestão “ruim” é de 10,1%. Consideram o governo “péssimo” 11,8% dos entrevistados. Com isso, a avaliação negativa do governo da presidente Dilma é de 21,9%. Dos entrevistados, 0,3% não sabem ou não responderam.

Quando o cenário mede a aprovação pessoal de Dilma, 58% dos entrevistados aprovam o desempenho da presidente da República, enquanto 40,5% desaprovam. A satisfação do eleitorado com Dilma Rousseff também se recuperou em comparação ao último levantamento, quando o índice era de 49,3%. À época, os eleitores que desaprovavam a presidente somavam 47,3%.

Eleição presidencial
A pesquisa também aponta que, se a eleição presidencial fosse hoje, a presidente Dilma Rousseff não conseguiria vencer a disputa no primeiro turno em nenhum dos cenários formados. Segundo o levantamento, Dilma teria 36,4% dos votos na pesquisa estimulada, quando os nomes são citados aos entrevistados. A ex-senadora Marina Silva (sem partido) aparece em segundo lugar, com 22,4% das intenções de voto. O senador Aécio Neves (PSDB-MG) vem na terceira posição, com 15,2%, e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), aparece em quarto lugar, com 5,2% das intenções de voto.

Em cenários virtuais de segundo turno, Dilma venceria em todos, mas teria algumas complicações. A disputa mais acirrada seria com Marina Silva. A presidente teria 40,7% dos votos, contra 31,9% da ex-senadora. Contra Aécio Neves (24,5%), a vantagem de Dilma se ampliaria para 44%. Já se o oponente fosse Eduardo Campos, Dilma venceria com 46,7% dos votos, contra 16,8% do pernambucano.

A rejeição à presidente ainda é muito grande, segundo a pesquisa. Entre todos os nomes colocados à disposição do eleitor, Dilma é que mais recebeu indicações de entrevistados que não votariam nela de jeito nenhum. Foram 41,6%, contra 36,8% de Aécio Neves, 33,5% de Eduardo Campos e 30,8% de Marina Silva.

Ainda assim, Dilma é a que mais tem citações quando o entrevistado é questionado sobre em quem seria o único no qual votaria. Dilma foi lembrada por 20,2% dos ouvidos na pesquisa. Aécio recebeu 6,5% da intenções, Marina teve 11,1% e Campos, 2%.

Na declaração espontânea de voto, Dilma aparece com 16% das intenções de voto, seguida pelo ex-presidente Lula, com 9,7%. Marina Silva tem 5,8% das intenções, e Aécio vem com 4,7% de preferência do eleitorado. Campos foi lembrado por 1,6% dos entrevistados e apenas 1% declararam voto no ex-governador José Serra (PSDB-SP). O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, foi citado por 0,5% dos entrevistados, mesmo índice marcado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa.

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