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Tenente-coronel aposentado da PM é preso ao transportar quase 70 quilos de cocaína no Acre

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Uma ação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) resultou na prisão do tenente-coronel da reserva remunerada da Polícia Militar do Acre, Moisés da Silva Araújo, e na apreensão de quase 70 kg de entorpecentes na da tarde dessa quarta-feira, 8. A prisão e apreensão das drogas aconteceu no km 40, no trecho entre os municípios de Sena Madureira e Bujari, no interior do Acre. A PRF apreendeu também 18kg de entorpecentes em outra abordagem.

A Polícia Rodoviária Federal recebeu informações de que dois veículos estariam transportando drogas da organização criminosa Comando Vermelho na BR-364, do município de Cruzeiro do Sul com destino à Capital.

A primeira apreensão de drogas aconteceu no km 160, onde um veículo Ford Ka foi abordado numa barreira policial montada na BR-364. Duas pessoas foram presas e dentro de um compartimento no carro foi encontrado 11,2 kg de pasta a base de cocaína e 6,86 kg de cocaína, totalizando 18,06 kg de entorpecentes. Os traficantes foram encaminhados a Polícia Federal em Rio Branco.

Já a segunda ocorrência aconteceu por volta das 14h, onde um veículo modelo Saveiro de cor branca foi avistado em alta velocidade. Duas pessoas se encontravam no carro, um deles o tenente-coronel Moisés Araújo. Foi dada voz de parada, porém o motorista desobedeceu. Foi feita uma perseguição e durante a ação, um dos pneus do veículo foi estourado. O carro parou e um traficante fugiu pela por uma área de mata. O major da Polícia Militar permaneceu no carro e foi preso.

Durante busca veicular, foi encontrado entorpecentes no local. O carro foi colocado em um guincho e encaminhado até a sede da Polícia Rodoviária Federal, onde os policiais fizeram uma busca mais minuciosa e encontraram no carro aproximadamente 70 kg de cocaína pura.

Foi dada voz de prisão pelo crime de tráfico de drogas e  Moisés Araújo foi encaminhado a sede da Polícia Federal em Rio Branco para os devidos procedimentos.

Moisés relatou aos Policiais Rodoviários Federais que pegou uma carona em Cruzeiro do Sul e não sabia que o veículo transportava entorpecentes.

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Bolsonaro deve aguardar polarização entre Direita e Esquerda para decidir sobre quem vai apoiar no Acre

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O presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, não deve apoiar exclusivamente apenas um candidato ao governo e ao senado nos primeiros dias de campanha nas eleições de 2022 no Acre. A expectativa é que o líder da nação apoie quem o apoiar num primeiro momento, mas sem hipotecar apoio irrestrito. A decisão final de apoio será feita em uma cenário polarizado entre a direita e a esquerda nos Estados nos últimos 20 dias de campanha.

Somente nesta semana, Bolsonaro recebeu o senador Márcio Bittar, candidato ao governo pelo União Brasil, e sua ex-esposa, Márcia Bittar (PL), candidata ao senado na chapa do MDB com Mara Rocha ao governo e Fernando Zamora (PRTB), todos bolsonaristas declarados. Após agenda com a família Bittar, nesta quinta-feira, 11, o presidente recebeu os candidatos a governadores do Partido Progressista, para um café da manhã no Palácio Alvorada, em Brasília. Na oportunidade, o Gladson Cameli, candidato à reeleição, e a senadora Mailza Gomes, candidata a vice, tiraram fotos com Bolsonaro e afirmaram trabalhar para que ele continue sendo o mais votado no Acre, assim como ocorreu em 2018.

Na disputa ao senado federal, o deputado licenciado Alan Rick (União Brasil), declara apoio a Bolsonaro à reeleição, mas ainda não se sabe se o presidente irá pedir voto para ele até as eleições. Apesar de fotos, nenhuma declaração do presidente foi tornada pública nos dois encontros com lideranças políticas do Acre.

O ac24horas questionou Bittar sobre quem o Bolsonaro deverá apoiar em 2022 no Acre, e o candidato ao governo brincou. “Vai apoiar todos que declararem apoio a ele. Calma, não estrague a surpresa”, disse o senador em tom enigmático.

Já Gladson afirmou à reportagem que a tendência no Acre é o cenário ficar polarizado entre direita e esquerda e com isso ele contaria com o apoio de Bolsonaro. “O encontro com Bolsonaro foi bem tranquilo, acredito que nos últimos 20 dias de campanha, quando ele ver o cenário posto, polarizado, ele vai optar de ir conosco”, frisa o candidato à reeleição.

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MDB registra chapa com Mara declarando apenas R$ 183 mil em bens e vice com R$ 3 milhões

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A deputada federal Mara Rocha (MDB) pediu nesta quinta-feira (11) oficialização da candidatura ao governo do Acre na Justiça Eleitoral, e declarou ter em bens R$183.527,53.

Nas eleições passadas, quando conquistou uma cadeira na Câmara dos Deputados, a ex-tucana informou à Justiça possuir R$ 125 mil em patrimônio. Ou seja, por mais que seja menor do que o valor de outros candidatos majoritários, seu patrimônio evoluiu 46% em quatro anos.

O plano de governo de Mara Rocha tem sete grandes eixos, sendo o principal o desenvolvimento do Estado através da produção. A proposta é um Estado equilibrado, que não seja “mínimo” nem “máximo”: “Faremos um governo responsável que pensará estrategicamente, onde não se estabeleça o Estado Máximo e nem o Estado Mínimo, mas o Estado Necessário para atender às demandas da população, sem jamais renunciar à ética, respeito e transparência”, propõe a candidata.

Os dados do Tribunal Superior Eleitoral mostram que em relação aos bens o mais “pobre” entre os candidatos ao governo do Acre é David Hall e o mais “rico” é Gladson Cameli, que busca a reeleição.

O vice de Mara, o pecuarista Fernando Zamora (PRTB), declarou R$ 3.149.951,74. A vice de David Hall, empresária Jorgiene Carneiro, ainda não informou os bens à Justiça. Já a vice de Gladson, Mailza Gomes, diz ter R$11.437,42; Marcus Alexandre, vice de Jorge Viana, afirma possuir R$ 637.485,63; e a vice de Marcio Bittar, Dra. Georgia Micheletti tem R$150.000,00.

Tota Filho, o vice de Petecão, declarou R$879.000,00; e Jane Rosas, vice de Nilson Euclides, tem R$ 60.000,00 em bens informados à Justiça Eleitoral. Com isso, a senadora Mailza Gomes é a vice mais “pobre”.

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Alunos e professores da UFAC participam de ato em defesa da democracia no Brasil

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Centenas de professores e alunos da Universidade Federal do Acre (UFAC) participaram na manhã desta quinta-feira, 11, do ato em defesa do Dia Nacional em Defesa da Democracia brasileira que foi realizado em vários estados do país.

Durante o ato, foi lido um documento em defesa da democracia e do sistema eleitoral brasileiro, elaborado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e divulgado no último dia 25 de julho.

O professor João Lima, representando a Associação de Docentes da Universidade Federal do Acre (ADufac) faz a leitura pública desta, no Campus Rio Branco e Campus Floresta da Ufac.

Parte do documento demonstra a preocupação com os ataques às instituições e a ameaça de um golpe. “Ao invés de uma festa cívica, estamos passando por momento de imenso perigo para a normalidade democrática, risco às instituições da República e insinuações de desacato ao resultado das eleições. Ataques infundados e desacompanhados de provas questionam a lisura do processo eleitoral e o estado democrático de direito tão duramente conquistado pela sociedade brasileira. São intoleráveis as ameaças aos demais poderes e setores da sociedade civil e a incitação à violência e à ruptura da ordem constitucional”, afirma a carta em defesa da democracia.

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Gladson e Mailza tomam café com Bolsonaro e outros candidatos do Progressistas

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O governador Gladson Cameli e a senadora Mailza Gomes, que são pré-candidatos ao Governo do Acre, participaram nesta quinta-feira, 11, de um café da manhã oferecido pelo presidente Jair Bolsonaro.

O encontro aconteceu no Palácio da Alvorada e teve a participação de outros candidatos a governador, vice-governador e senador do Partido Progressistas.

O evento contou ainda com a presença do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PI), presidente nacional da sigla, e do presidente da Câmara, Arthur Lira (AL).

“O apoio do presidente Bolsonaro tem sido fundamental a nossa gestão. Ele é um grande parceiro do Acre e nós ajuda muito na liberação de recursos. Nossa luta será para que ele continue sendo o mais votado no Estado como em 2018”, disse Cameli em publicação.

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