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Gladson se reúne com empresários em SP para atrair investimentos

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O governador Gladson Cameli se encontrou com jovens empresários nesta sexta-feira, 23, em São Paulo, que pretendem instalar duas plantas industriais no Acre. A reunião aconteceu no escritório da Parket que fabrica tacos e pisos de alto nível. Na conversa que durou mais de duas horas, o CEO da empresa Douglas Oliveira revelou como pretende fazer a extração de madeira certificada e o seu processamento industrial. O empresário Bruno Sonda, da Alfama Foods, também participou da conversa e mostrou o interesse em montar uma indústria de processamento de proteínas no estado.

O governador, que estava acompanhado do secretário de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), Assurbanipal Barbary, se comprometeu com os dois empresários a dar todos os incentivos estaduais para viabilizar a instalação das empresas. O projeto de produção das novas plantas industriais poderá gerar até 1.500 empregos aos acreanos num futuro próximo.

“O Acre está criando as condições para atrair novos investidores. Devido a nossa posição geográfica e as novas condições que criamos de infraestutura somados aos incentivos fiscais que o nosso governo oferece poderemos atrair novas empresas capazes de gerar emprego e renda à nossa população. Saímos dessa reunião otimistas por serem empresas com o foco de sustentabilidade que não nos trarão problemas e que querem investir no Acre. Assim poderemos promover o nosso desenvolvimento econômico respeitando as leis ambientais do nosso país”, afirmou Cameli.

O empresário Douglas Oliveira já vem estudando as condições do Acre para receber um braço da sua empresa há muito tempo. Ele faz questão de frisar que a Parket quer trabalhar só com madeira certificada dentro da legalidade.

“O governador Gladson tem agregado diversos valores que nos incentiva a montar a nossa empresa no Acre. Para quem trabalha no meu ramo o Acre é um lugar favorável. Eu acredito que com o apoio do governo poderemos gerar entre quinhentos e mil empregos diretos porque existe uma enorme demanda pelo nosso produto tanto no mercado brasileiro como no exterior. A nossa empresa, fundada pelo meu avô, tem 53 anos e nunca respondeu por nenhum crime ambiental”, salientou ele.

Douglas explicou que a extração e a industrialização madeireira pode se agregar com a produção bovina do seu sócio Bruno Sonda e vir a gerar em torno de 1.500 empregos no estado.

“Vamos colocar gado no pasto e fazer o processamento da carne para os mercados internos e externos. Mas depois de instalados e com toda a nossa cadeia produtiva em funcionamento poderemos ampliar a produção o que significará a geração de mais empregos. Uma via depende da outra e para a gente ter um melhor aproveitamento da área que pretendemos adquirir no Acre”, profetizou o empresário.

O secretário Assurbanipal saiu otimista do encontro por entender que os dois empresários demonstraram entusiasmo com o potencial do estado para investirem.

“São jovens empresários visionários que têm uma concepção de realizar os seus negócios com sustentabilidade para agregar valores financeiros e sociais. Assim, a Seict se comprometeu a dar todo apoio para que essas duas plantas industriais realmente se instalem no Acre, gerando mais empregos e oportunidades aos acreanos, que é o objetivo do governador Gladson Cameli”, destacou Assurbanipal.

Acre

Bandeira tarifária segue verde na conta de luz em dezembro

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A bandeira tarifária para o mês de dezembro segue verde, anunciou nesta sexta-feira (25) a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). A decisão confirma projeções de que não haveria custos adicionais nas contas de luz na maior parte de 2022, desde abril até o final do ano, devido às boas condições de geração de energia no País.

Com a chegada do período chuvoso, melhoram os níveis dos reservatórios e as condições de geração das usinas hidrelétricas, as quais possuem um custo mais baixo. Dessa forma, não é necessário acionar empreendimentos com energia mais cara, como é o caso das usinas termelétricas.

Lançado pela ANEEL em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias é uma importante ferramenta de transparência que permite aos consumidores acompanhar, mês a mês, as condições de geração de energia no País. Antes, esse custo era atualizado de uma única vez ao ano e os consumidores só conheciam depois, nas revisões anuais das tarifas de energia de cada distribuidora. Agora, as bandeiras sinalizam com antecedência o custo real da energia e permitem ao consumidor se programar e ter um consumo mais consciente, evitando o desperdício.

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Acre

Etanol e Diesel de Rio Branco são os mais caros entre as capitais

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A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) atualizou nesta sexta-feira (25) o Sistema de Levantamento de Preços (SLP) mostrando que o litro do etanol hidratado é encontrado a R$4,09 em Rio Branco, o maior valor entre as capitais.

O preço médio do litro do diesel comum em Rio Branco também é o maior das capitais, segundo a ANP. O combustível é vendido a R$7,46.

Já a botija de 13 quilos do gás de cozinha é vendida a R$124,15 em seu preço médio. Esse valor é o 2º mais alto do País entre as capitais, perdendo apenas para o praticado em Cuiabá (MT), onde o produto é encontrado a R$124,75.

Com valor médio de R$5,39, o litro da gasolina comum em Rio Branco segue entre os mais altos do País mas em uma posição distanciada dos preços mais elevados.

Essa tendência de alta não é tão percebida no restante do País: os preços da gasolina comum nos postos do Brasil tiveram um ligeiro recuo de 0,2% esta semana ante a anterior, após avançar por seis semanas consecutivas, segundo pesquisa da ANP.

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Acre

29% das acreanas tem medo de demissão após licença-maternidade

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Divulgado neste fim de novembro, o estudo feito pela Famivita, portal especializado em reprodução humana, usando entrevista com mais de 2.100 mulheres entre 12 e 20 de setembro de 2022 mostra que 29% das acreanas tem medo de demissão após licença-maternidade.

Essa taxa é a 11ª maior entre os Estados no ranking liderado por Distrito Federal, com 39% das mulheres afirmando esse temor. O último lugar é ocupado por Roraima: apenas 1% das mulheres roraimenses tem medo de perder o emprego na licença-maternidade.

Dentre as mulheres que pegaram a licença-maternidade, 46% conseguiram retornar ao trabalho após quatro meses, ou seja, tiveram uma licença de 120 dias. Outras 20% retornaram depois de seis meses, com uma licença de 180 dias do setor público e empresas do programa Empresa Cidadã.

Além disso, 34% não conseguiram voltar ao trabalho no prazo estabelecido. Assim, quando questionadas quanto ao prazo mais justo para a licença-maternidade com garantia de estabilidade do emprego, 40% das entrevistadas são favoráveis a 6 meses, 21% a 12 meses, e 15% a 9 meses.

Em Santa Catarina, 56% das mulheres conseguiram voltar ao trabalho após o período da licença-maternidade. No Distrito Federal e em Minas Gerais, pelo menos 63% das participantes retornaram da licença.

Já em São Paulo e no Rio de Janeiro, 65% e 68%, respectivamente, voltaram ao trabalho após o período da licença-maternidade.

O direito à licença-maternidade foi regulamentado no Brasil em 1943, com a criação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O período da licença-maternidade estabelecido por lei é de 120 dias e neste período todas as mulheres que possuem a carteira assinada ou contribuem para a Previdência Social, têm direito ao salário-maternidade, que é ressarcido às empresas pelo INSS. Porém, algumas empresas podem oferecer 180 dias de licença, e neste caso, encarregaram-se da totalidade dos salários nos últimos dois meses.

Desde 1988, após a criação da Constituição Brasileira, as mulheres passaram a ter garantia de estabilidade no emprego, antes e logo depois da gestação. Todavia, conforme constatamos em nosso mais recente estudo, 21% das trabalhadoras brasileiras já foram demitidas logo após voltarem da licença-maternidade, pelo fato de serem mães. Além disso, as mulheres que menos foram demitidas, após a licença, têm entre 35 e 39 anos, sendo 84% das entrevistadas.

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Acre

Áreas urbanizadas avançam no Acre, mostra estudo do IBGE

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O Estado do Acre, de acordo com o mapeamento realizado para as áreas urbanizadas do Brasil divulgado nesta última semana de novembro pelo IBGE, representou a 26ª Unidade da Federação do Brasil, em termos de somatório das áreas urbanizadas densas e poucos densas e dos loteamentos vazios -0,46% das áreas identificadas em todo o território nacional. Os dados são referentes a 2019.

Na distribuição por grandes regiões, salienta-se que a região norte abarca 8,93% as áreas urbanizadas e loteamentos vazios do Brasil.

Do total de 221,69 Km² de áreas mapeadas no Acre, 55,49% representam áreas urbanizadas densas, enquanto cerca de 40% foram identificadas como pouco densas. Essas duas categorias se diferenciam pelo grau de ocupação da mancha urbanizada por edificações, sendo a segunda caracterizada pelo maior espaçamento entre elas. O Acre também tem uma pequena porção (5,55 Km²) classificada como loteamento vazio, representando menos de 3% da área total mapeada.

“Na comparação com a edição de 2015 do mesmo mapeamento, contudo, realizado somente na Concentração Urbana de Rio Branco, a única do estado, foi identificada uma adição de 21,18 Km² em áreas urbanizadas circunscritas a esse recorte geográfico. Tal quantitativo representa a menor adição, em termos absolutos, quando analisa-se as contribuições por UF na Região Norte, sendo toda ela restrita à capital do estado. Em termos relativos, o Acre teve um crescimento dessas áreas de 31,97% em 2019, com relação à 2015, um percentual acima da média regional, que foi de 26,84% no Norte do Brasil”, diz o IBGE.

Esses quantitativos, quando expressos em termos de distribuição das áreas urbanizadas e de loteamentos vazios dentro do Estado do Acre, evidenciam o destaque de Rio Branco como responsável por mais de 50% da área total identificada entre os 10 destaques de municípios acreanos, sendo que mais de 70% das áreas urbanizadas da capital é de áreas densas. Esse padrão de concentração também pode ser observado em termos espaciais, quando nota-se a maior mancha urbanizada em extensão do estado presente no Acre em sua capital, e outros pequenos núcleos nos demais municípios.

Dentre estes, pode-se destacar, ainda, três municípios onde a área classificada como pouco densa é maior que a área densa, são eles: Mâncio Lima, Acrelândia e Bujari. E, quanto a Senador Guiomard, um outro ponto a ser enfatizado é o fato de que 10% das áreas mapeadas foi classificada como loteamentos vazios. Ambos os fenômenos identificados podem a indicar as frentes de expansão da área urbanizada recente nos locais.

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