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Morre Rubens Silva, comerciante que tornou símbolo o Entroncamento da BR-317

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Na semana passada, morreu Rubens Marques da Silva, aos 79 anos, vítima de complicações após a realização de uma cirurgia. Nos anos 70, ele construiu um comércio às margens da BR-317, em Xapuri, que viria se tornar um símbolo e ponto de encontro  na localidade, o chamado Entrocamento.

Há mais de 20 anos havia se mudado para Rio Branco. O comércio no Entroncamento continua firme e forte e agora tem até um posto de combustível. Uma das filhas, o genro e um neto é quem cuidam do  negócio.

Conhecido como homem simples,  Rubens comprou a propriedade e logo decidiu construir um pequeno comércio para abastecer os moradores da região, que eram poucos, e também para ajudar quem trafegava pela estrada. Naquele tempo não tinha asfalto na estrada e a viagem, principalmente na época do inverno amazônico, só tinha hora para começar.

Chegar ao Entroncamento representava matar a fome e a sede e conseguir descansar para seguir viagem. Ao longo de mais de 4 décadas, o pequeno comércio se tornou mais que um lanche para os turistas que andam pela estrada federal rumo à princesinha do Acre ou aos municípios que fazem fronteira com a Bolívia e o Peru.

Nestes 40 anos, o Entroncamento se tornou um ponto de encontro para um bom bate papo, de uma boa cerveja gelada e de ouvir as histórias dos moradores mais antigos  que vivenciaram as transformações na rodovia.

Foi com o trabalho na propriedade e com seu jeito simples de atender a todos que Rubens casou com dona Mirtes e criou as suas três filhas, Aida, Socorro e Simone e quatro netos. Para os mais antigos, fica o legado deixado por Rubens e a partir de agora, o bate papo nas mesas do Entroncamento vão ter, com certeza, como assunto, o atendimento cortês à cada viajante durante os mais de 20 anos que o comerciante atendeu quem passou pelo seu comércio às margens da BR-317.

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Miss Acre diz que título traz responsabilidade e quer dar voz às mulheres vítimas de violência

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Em uma entrevista descontraída ao CipódCast  na noite desta sexta-feira, 15, Juliana Melo, a Miss Universo Acre 2021, falou um pouco de tudo, desde política, concursos de beleza, responsabilidades que o título traz e até de relacionamentos.  Natural de Cruzeiro do Sul, a bacharel em direito foi escolhida na noite da última quinta-feira, 7, como a Miss Acre 2021, em um evento no Gran Reserva, em Rio Branco (AC). 

Apesar do título, Juliana Melo disse que está longe de se achar a mulher mais bonita do estado e salientou que a coroa traz também obrigações e responsabilidades.  “O Acre está cheio de mulheres bonitas, e cada uma com sua beleza. O legal da beleza é a singularidade, todas as outras que formam a beleza. A Miss é uma pessoa que inspira, uma mulher que dá voz às causas”, afirmou. 

Questionada se os concursos de beleza que exigem o chamado padrão fitness não acabaria reforçando o estigma do corpo perfeito, Juliana diz que nos últimos anos cada vez mais mulheres “reais”, têm participado desses concursos, mas confessa que para participar, teve que perder peso: “Eu acho que são escolhas. Eu sempre gostei de cuidar da minha alimentação, sempre gostei de praticar exercícios físicos”, salientou. 

A nova miss ainda falou de política, e apontou a união do povo brasileiro como solução dos problemas políticos que o país atravessa: “eu ia mentir se falasse que sou de esquerda ou direita. Não sou nenhum dos dois. No momento que estamos vivendo, temos que ser um só, ser povo. Tem muita gente procurando defender uma figura, um partido, e a gente já viu que isso não dá certo. Não estou me sentindo representada”, afirmou. 

Apesar da beleza, Juliana não escapou de problemas de relacionamentos comuns, diz ter sido traída muitas vezes, mas confessa que também já traiu, “fiquei me sentindo bem, vingada, sabe?”, afirmou depois de contar um dos casos de traição, e garante que em casos de traição o homem é quem sofre mais.

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Acre prevê arrecadação de 1,5 bilhão de ICMS e R$ 4,3 bilhões de FPE em 2022

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Apesar da crise causada pela covid-19, a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2022, enviada pelo governador Gladson Cameli (Progressistas) à Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac), prevê uma arrecadação maior do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e um acréscimo nos repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE).

De acordo com a proposta do executivo, a receita para 2022 é de R$ 7,8 bilhões e a despesa é de R$ 7,8 bilhões.

Segundo a LOA, o FPE tem uma previsão inicial de um pouco mais de R$ 4,3 bilhões, um aumento de aproximadamente R$ 987 milhões em relação à LOA 2021, representando 55,34% da receita total prevista.

Já em relação à arrecadação própria, o ICMS tido como um dos vilões sobre os mais pobres, tem uma previsão inicial de arrecadação em torno de R$ 1,5 bilhões, um aumento de R$ 190 milhões em relação ao ano de 2021 onde a previsão inicial foi de R$ 1,3 bilhões, representando 19,94% de toda a receita prevista para o exercício financeiro de 2022.

Para o deputado estadual, Roberto Duarte (MDB), os números demonstram o quanto o Estado do Acre depende de repasse constitucional para sua atividade financeira. “Afora isso, fica evidente que a economia local não conseguiu avançar muito em ser um Estado produtivo”, afirmou.

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Acre ocupa o 12º posto no ranking de salários de todo o país para educadores, mostra pesquisa

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A plataforma Catho divulgou hoje, 15 de outubro, Dia do Professor, um levantamento com as médias salariais pagas aos professores de todo o país.

De acordo com o estudo a média salarial no país varia de R$ 1.700 a R$ 5 mil.

Além das médias salariais, foi divulgado também o ranking pago por cada estado. Segundo o levantamento, o Acre ocupa a 12ª posição entre as melhores remunerações entre os professores, com uma média salarial em torno de R$ 3.386,51. Na Região Norte, o Acre fica na frente apenas do Amazonas (R$ 2.960,57) e Amapá (R$ 2.078,36).

O levantamento aponta que a maior média de remuneração atualmente são o Distrito Federal (R$ 5.167,64), Pará (R$ 4.341,34) e Maranhão (R$ 4.223,44).

Já os três piores são o Rio Grande do Norte, que é o estado que oferece a menor remuneração para os educadores, com uma média de R$ 1.798,51, Amapá com R$ 2.078,36 e Ceará com R$ 2.496,07.

Na divisão por especialidade, os professores de ensino superior são os que recebem salário acima da média: até R$ 7.130,89. Os educadores do ensino médio vêm logo depois, com ofertas de salários de R$ 3.861,64 para práticas pedagógicas e de R$ 3.749,40 para o ensino de línguas estrangeiras.

Já os que atuam no ensino fundamental recebem entre R$ 2.941,3 e R$ 3.035,21 para ensinar educação física e matérias regulares, respectivamente.

Com informações do G1.

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Acre pode perder recursos se deputados mudarem critério de distribuição do Orçamento

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Parlamentares de Estados grandes e pequenos discutiram em audiência pública da Comissão Mista de Orçamento a forma de divisão de emendas de bancada ao projeto de lei orçamentária para o ano que vem.

Deputados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul defenderam que a distribuição dos recursos leve em conta o tamanho da população de cada Estado. Já parlamentares do Tocantins e Piauí apoiam o critério atual que reparte as emendas de bancada de forma igualitária, chegando ao valor de R$ 212,8 milhões por Estado para o ano que vem.

No total, o projeto de lei orçamentária para 2022, encaminhado pelo Poder Executivo, reserva R$ 5,7 bilhões para as emendas de bancada, que têm execução obrigatória. O prazo para apresentação de emendas ao Orçamento vai até 20 de outubro.

Distribuindo o mesmo valor para todas as bancadas, no projeto de lei orçamentária para 2022, São Paulo receberia apenas R$ 4,60 por habitante. Já Roraima ganharia R$ 351,40 por habitante.

A Consultoria do Orçamento da Câmara dos Deputados apresentou simulação em que, com a adoção do critério populacional puro, São Paulo receberia R$ 1,256 bilhão. Outras fórmulas que misturam critérios populacionais com renda per capita ou outros indicadores poderiam destinar entre R$ 268 milhões a R$ 818 milhões para São Paulo. Outros estados que poderiam ganhar mais recursos seriam o Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Pará, Ceará e Maranhão.

Já os estados menores perderiam recursos, incluindo Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rio Grande do Norte, Amazonas, Alagoas, Piauí, Sergipe, Rondônia, Tocantins, Acre, Amapá e Roraima, além do Distrito Federal. No critério populacional, estas bancadas receberiam entre R$ 16,6 milhões, no caso de Roraima, e R$ 113,4 milhões, no Amazonas.

O relator-geral do Orçamento para o ano que vem, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), lembrou que as emendas de bancada não impositivas, classificadas como RP2, já contam com critério populacional. Ele defendeu que a mesma fórmula fosse adotada para as emendas de bancada impositivas, classificadas como RP7. “Tem que haver um critério. A distribuição equânime não pode acontecer”, ponderou Hugo Leal, que já foi coordenador da bancada do Rio de Janeiro.

O senador Marcelo Castro (MDB-PI) alegou que os estados mais populosos são compensados pelos recursos das emendas individuais, já que contam com mais representantes. São Paulo, com 73 parlamentares, tem R$ 1,484 bilhão em emendas individuais e de bancada. Já Rondônia, com 11 parlamentares, dispõe de R$ 404 milhões. Marcelo Castro acusou os parlamentares de estados grandes de egoísmo. “Não é para isso que tornamos impositivas as emendas individuais e de bancada.”

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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