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Acreano assina contrato e fará estreia em competição na Rússia

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O atleta acreano Luiz Victor Romero vai fazer sua estreia representando o Acre na organização russa Eagle Fighting Championship (EFC) e vai enfrentar o russo Uzair Abdurakov na categoria peso meio-médio até 77kg.

Romero, que assinou recentemente contrato com o evento, cujo dono é o ex-campeão do UFC, Khabib Nurmagomedov, vai lutar no dia 4 de setembro na cidade de Almetyevsk, na Rússia.

Em contato com a reportagem do ac24horas, Romero disse que o adversário é renomado, porém, está preparado para o desafio. “Ele tem 13 vitórias e uma derrota apenas. A gente lutando com os melhores, a gente fica em patamar melhor”, declarou.

O acreano, natural de Cruzeiro do Sul, relatou que o estilo de luta do oponente se encaixa com o seu jogo no octógono. Victor almeja vencer o russo no próximo fim de semana. “Eu vejo uma possibilidade grande de vencer ele dentro da casa dele. Eu vou sem responsabilidade, ele tem porque luta em casa. Esse evento está sendo considerado o maior na Rússia”, explicou.

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Acre tem preço da gasolina a quase R$ 10 após novo reajuste

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Após a Petrobrás reajustar os preços da gasolina e do diesel para as distribuidoras, alguns postos de combustíveis em Rio Branco e de alguns outros municípios do estado já aplicam o novo valor ao contribuinte na capital.

Uma publicação nas redes sociais mostra a imagem do preço da gasolina comum no município de Marechal Thaumaturgo, que está perto dos R$ 10 o valoe do litro, custando exatos R$9,50. Já o diesel ultrapassa os R$ 8 reais.

Na capital, a situação não é diferente. A reportagem do ac24horas visitou alguns postos, nessa terça-feira, 27, e no Posto Shell, localizado na Avenida Ceará, a gasolina subiu R$ 57 centavos. Antes o litro do derivado do petróleo custava R$ 6,40 centavos. Com o aumento, a gasolina aditivada está custando R$ 7,07. Já a gasolina comum o consumidor consegue obter por R$ 6,97 e o diesel está saindo por R$ 5,94.

Já em um dos Postos Petrobrás, localizado no bairro Conquista, um dos funcionários do local, que não quis se identificar, avisou que o combustível comum deverá ultrapassar os R$ 7 reais. “Estamos com o restante em estoque, mas, assim que o novo carregamento chegar, vamos ter que repassar ao consumidor”, revelou.

Com a alta, o preço médio de venda da gasolina passará de R$ 2,98 para R$ 3,19 por litro, um reajuste médio de R$ 0,21 por litro (alta de 7,04%). É o segundo reajuste no preço do combustível este mês. No último dia 9 a gasolina já havia subido 7,2%.

Diante da disparada da inflação, o preço da gasolina comum no país já supera R$ 7 reais em oito estados. Além de Acre, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul (que já tinham histórico de registro das maiores cotações), Ceará, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná e Piauí também se uniram na lista de estados com a gasolina mais cara do país.

Os dados são da pesquisa semanal de preços, realizada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) entre os dias 17 e 23 de outubro. Ao todo, foram pesquisados 4.614 postos em todo o Brasil.

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Gladson irá à COP 26 defender agronegócio sustentável no Acre

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O governador Gladson Cameli confirmou nesta segunda-feira, 26, que irá integrar a comitiva brasileira durante a 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP-26, que irá ocorrer em Glasgow, no Reino Unido, de 31 de outubro a 12 de novembro. O objetivo é discutir ao lado de lideranças mundiais estratégias para reduzir os impactos ambientais.

Cameli deve embarcar na próxima quinta-feira para a jornada que o deixará fora do estado por cerca de 10 dias junto a representantes da área ambiental do estado. O governador também irá procurar fazer uma espécie de prestação de contas quanto ao que vem desenvolvendo no estado a nível de produção e sustentabilidade.

“Vou mostrar nossa realidade, não vou fazer ensaios. Vou assumir o compromisso do que está nas nossas leis, diminuir a questão do desmatamento e reafirmar meu compromisso com o agronegócio sustentável”, declarou ao ac24horas.

Apesar de saber que o presidente da República Jair Bolsonaro deverá ser bombardeado de críticas, Gladson prefere se ater apenas a informações que competem ao estado do Acre. “Vou falar pelo Acre e falar a verdade. Meu negócio é o agronegócio, que o governo federal tem apoiado, mas não sou a favor do desmatamento”.

Para Cameli, o Acre, principalmente a região do Juruá, tem forte prospecção para o ecoturismo e é nisso que pensa em investir. “Vamos investir nisso e aproveitar as oportunidades que temos, sem ferir o meio ambiente”. O chefe do Palácio Rio Branco está em Cruzeiro do Sul e deve se dirigir ao município de Porto Walter ainda nesta segunda, onde irá inaugurar a pista de pouso do aeródromo.

Para Cameli, o Acre estar na COP 26 é uma oportunidade para apresentação de resultados e esforços pela implementação de políticas socioeconômicas e ambientais pautadas no agronegócio de baixas emissões, que tem gerado oportunidades para milhares de pequenos produtores, extrativistas, ribeirinhos e indígenas e ainda de atrair investidores e novas perspectivas de negócios para o mercado de crédito de carbono.

“Nosso desafio é seguir promovendo esses avanços com foco na implementação de políticas socioeconômicas e ambientais de baixas emissões de carbono. A participação do Acre na COP-26 será uma oportunidade gigantesca para atrair negócios que beneficiam nosso povo”, destaca Gladson Cameli.

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Com imóveis de até R$ 5 milhões, busca por moradias de luxo dispara

Demanda por imóveis de alto padrão com segurança aumentou no último estado do Brasil a aprovar lei de condomínio fechado

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Portas gigantescas, elevador panorâmico, inúmeras suítes, academia, cinema, garagem para oito carros e até Spa. Nos últimos anos, o acreano tem demonstrado que procura cada vez mais sofisticação e exclusividade em torno dos imóveis residenciais. O estado do Acre vive um verdadeiro ‘boom’ na procura por casas, lotes e apartamentos em condomínios fechados. Com isso, desencadeou uma demanda excessiva na construção civil, mesmo em tempos de pandemia. A maior parte dessas moradias ultrapassa cifras milionárias, chegando a custar até R$ 5 milhões.

A regra é clara: não basta ser exclusivo, tem que ser de alto padrão. O luxo, o requinte e qualidade tem predominado em obras de residências em espaços privados e ambientes milimetricamente personalizados. As imobiliárias têm apostado que o fator segurança é o maior convite para a clientela de altíssimo poder aquisitivo. Entretanto, a resposta para busca descomunal por condomínios fechados na capital, Rio Branco, se encontra na demanda que estava reprimida por muitas décadas no estado e na possibilidade de o proprietário agregar valor venal [estimativa sobre preço de bens] ao imóvel.

É o que esclarece o experiente corretor Tiago Mendonça, sócio da Hoouse Imóveis Únicos, imobiliária acreana referência e especializada em alto padrão e imóveis exclusivos na região. “O mercado de condomínio fechado no Acre é o mais novo do Brasil, pois o estado foi o último do país a ter a lei de condomínio fechado, que foi aprovada em 2012”. Até então, não se podia ter loteamentos fechados. “Havia uma demanda reprimida muito grande esperando por esse momento, por isso, hoje, as vendas em condomínios estão bombando”, destaca.

Em apenas nove anos, esse grupo de consumidor fez com que a situação de moradia no Acre elevasse o patamar e se tornasse apetrecho quase que involuntário na demonstração de poder. A arquiteta urbanista acreana Karine Geber, que atua há mais de 10 anos exclusivamente com elaborações de projetos residenciais e comerciais, viu esse nicho ganhar novas formas e público ao longo do tempo.

“Nos últimos sete anos, a procura constante para elaboração de projetos de casas luxuosas de alto padrão vem se tornando algo comum na dinâmica interna do nosso escritório. Cada vez mais a busca por esse tipo de projeto vem aumentando consideravelmente. Os clientes, em sua grande maioria, procuram conforto, tecnologia e funcionalidade aliadas à luxuosa beleza da construção atual”, pontua.

Perfil

Mendonça assegura que o perfil do morador de um imóvel como tal se apresenta em pessoas com média de 35 a 50 anos de idade, casadas, com filhos, bem condicionadas financeiramente e que buscam mais qualidade de vida. “Normalmente elas estão saindo de apartamento, numa cidade bem horizontal e com muitas casas, para poderem construir ou comprar um imóvel dentro desse padrão que procuram”.

Com o lema “Arquitetura para Todos”, Karine Geber destaca que sempre trabalhou de forma correta e justa com sua carta de clientes e que o perfil que mais procura seus serviços engloba os mais diversos possíveis. “São empresários, comerciantes, funcionários públicos e autônomos. Todos são tratados da melhor forma, e os serviços são entregues nos prazos combinados, participando do sonho de cada cliente, com perfis e personalidades diferentes”.

Os projetos, segundo ela, variam desde aqueles mais simples, de pequeno porte, até projetos de grande porte, aliados à forma, função e conforto. Questionada sobre o motivo de o acreano estar investindo alto em mansões e apartamentos luxuosos no estado, Geber acredita que a procura não se limita apenas por um imóvel, mas sim pela busca do ‘algo a mais’.

“O perfil do cliente, hoje, ficou mais seletivo, buscando inovação, algo diferente que venha agregar valor venal ao imóvel. A grande maioria dos nossos clientes já fecha projeto arquitetônico, projeto de interiores e projeto de paisagismo, para tornar o imóvel pós-construção mais valorizado ainda. Na elaboração do projeto, podemos agregar valores consideráveis à construção com uso de materiais nobres de acabamento, com tecnologia de ponta, materiais naturais que são verdadeiras obras de artes, como pedras ornamentais e objetos suntuosos na parte de mobiliário”, salienta.

Grande demanda

Apesar de ser um estado com arrecadação mínima e quase insignificante, se comparado ao restante do país, o Acre tem sentido espaço e forte demanda para esse mercado específico no ramo imobiliário. A Hoouse Imóveis Únicos, por exemplo, inaugurada em 2018, já nasceu com esse propósito de proporcionar atendimento com imóveis exclusivos e atendimento único. O sócio afirma que percebeu uma movimentação positiva no mercado voltada para o alto padrão pouco antes desse período, com a instalação de alguns condomínios de grande porte.

“Na época, alguns deles ainda estavam em construção, outros sendo finalizados, e entendi lá atrás que seria esse o nosso nicho, nosso foco. Nossa proposta é muito clara. A gente vai na contramão. Enquanto todos estão vendendo o mesmo imóvel, a gente trabalha imóveis únicos e específicos, por isso nosso nome, por essa pegada de vender imóveis exclusivos que só a Hoouse oferece para fomentar esse mercado de alto padrão”, aponta Tiago.

O especialista garante que o estado já mantinha pessoas com poder aquisitivo muito alto, mas que não tinham qualidade em seus imóveis residenciais. Ou até tinham, mas faltava algo que atualmente é questão de prioridade para muitas famílias: a segurança. “Muita gente que vive em condomínio hoje morava em casas muito boas na rua e trocaram essas casas por outras também boas, ou menos, mas com características diferentes dentro de um complexo fechado por questão de segurança”.

Para Tiago, são pessoas socialmente mais expostas, empresários, políticos, policiais, que acabaram optando pelo condomínio fechado. “Às vezes a casa no condomínio é até inferior à casa em que ele morava fora, o terreno menor, o lazer, pois o condomínio tem um padrão e regras a serem cumpridas, mas as pessoas estão dispostas a cumprir essas regras para poder ter segurança”.

Alto padrão

Nesse quesito, a frase “seu bolso é o meu guia” faz todo o sentido. Os clientes de alto padrão estão dispostos a investir no melhor e mais valorizado quando o assunto é moradia. De acordo com Karine Geber, o cliente que busca um projeto de imóvel de alto padrão, geralmente está disposto a investir no que há de melhor dentro do mercado. “Tudo isso vislumbrando não só o cenário atual com algo que esteja em evidência, mas por tempo maior. Eu tenho atualmente em execução imóveis de alto padrão que já ultrapassaram a casa das cifras milionárias, uma delas por exemplo já chegou nos R$  4.500.000,00”.

Geber assegura que são casas espetaculares, dotadas com toda a comodidade possível, como solário gourmet, espaço para festas particulares, entre ambientes e objetos de desejos peculiares de cada projeto. “Cada Casa, é um caso!”, ressalta. O corretor e sócio proprietário da Hoouse pontua que construir em condomínios fechados requer alguns limites e regras, portanto, o morador acaba investindo nos detalhes. “Eles pensam da seguinte forma: já que não posso fazer a piscina do tamanho que eu quero, vou fazer a piscina com o melhor revestimento, vou fazer o maior pé-direito possível, colocar a maior porta possível para ter o conforto e o luxo que pretendo”.

A média de preços cobrados por um imóvel como esse tem diversas variações. A Hoouse se orgulha por, no mercado de médio e alto padrão, principalmente no mercado de imóveis documentados, nunca ter realizado um contrato de gaveta (aqueles não registrados em cartório, sem escritura). Até hoje, os apartamentos mais baratos que a Hoouse vendeu foram a partir de R$ 100 mil. “Tem ainda os apartamentos que chamamos de ‘partida’, que variam de R$ 150 a R$ 170 mil, e os apartamentos de ‘teto’, que custam até 2,5 milhões, além das casas, que podem ter valor de R$ 3 milhões”.

Lei da oferta e demanda

O Acre evidencia que tem muito mais procura do que oferta quando diz respeito a imóveis residenciais de alto padrão, o que explica a média dos valores encontrados. Ainda assim, Tiago Mendonça discorda da teoria de que aqui o valor de um imóvel é mais caro que em outros estados brasileiros. “Não é bem assim, essa fala é muito mais teórica do que prática. Um imóvel em São Paulo custa em torno de R$ 15 a R$ 20 mil o m². No Rio de Janeiro tem bairros que custam R$ 40 mil o m². Já o nosso alto padrão, em Rio Branco, custa em torno de R$5 ou R$ 6 mil o m² num apartamento de luxo”.

Para o corretor, o preço do m² encontrado no estado não é o mais caro. “Existe uma coisa que acredito fielmente, que é a lei da oferta e da procura. Temos mais gente querendo comprar do que querendo vender, automaticamente os preços aumentam. Locação é cara por conta da oferta e da procura. Apartamentos são mais caros porque tem poucas opções”, explica.

Outro fator que contribui para inflacionar o mercado imobiliário é o desalinhamento entre imobiliárias e corretores. “Há profissionais que não se posicionam e aceitam as propostas que o proprietário quer. Se o dono diz que a casa dele vale R$ 500 mil, tem o corretor que simplesmente concorda só para poder ter o imóvel e tentar encontrar um comprador. Na maioria das vezes, ele não consegue e inflaciona o mercado”.

Mendonça destaca que esses excessos ocorrem que prejudicam o setor. “Se o cliente não tem certa noção do que está propondo, um corretor com respaldo sabe como conduzir uma situação como essa. Ou ele diz ‘não’, que não concorda com o preço e está fora, ou consegue convencer o cliente com dados, informação técnica de que o imóvel não vale os R$ 500 mil e sim R$ 300 mil, por uma questão de metodologia, mercadológica e comparativa”. Para o empresário, as pessoas possuem um defeito muito grave, que é o de precificar seus imóveis de acordo com o que o outro ao lado está pedindo.

Entraves e relacionamento com o cliente

Mesmo estando em completa ascensão, o mercado imobiliário em condomínios de luxo ainda esbarra em algumas dificuldades para se consolidar totalmente no estado, principalmente relacionada diretamente aos custos e mão de obra.

A arquiteta Karine Geber acredita que o metro quadrado da construção no Acre é um dos mais caros do Brasil. “E uma parte da mão de obra local não está qualificada para atender esse verdadeiro ‘boom’ das obras mais sofisticadas que requerem acabamento impecável. Um material nobre, mesmo que tenha um valor agregado considerável, se for instalado de forma errada, não dará o resultado final que planejamos na concepção do projeto arquitetônico”.

Na tentativa de reverter qualquer empecilho, a Hoouse se antecipou e prospectou no diferencial para atrair clientes. “Nosso objetivo como negócio é transformar o mercado imobiliário num mercado mais dinâmico, coeso, coerente e transparente. A gente vem com uma proposta muito jovem, de fugir dos padrões, quebrar alguns paradigmas”. Tais peculiaridades podem ser visualizadas no próprio escritório da empresa, que tem uma área gourmet para receber os interessados na compra.

“Temos uma recepção diferenciada, jovem, com cara de agência de publicidade. Recebemos os clientes, assamos pizza a lenha, interagimos. A gente acredita muito que o relacionamento é a base do nosso negócio e que a venda é uma consequência. Buscamos primeiramente criar um relacionamento com o cliente e, automaticamente, a venda seria uma consequência. Acreditamos na experiência do possível comprador, então, desde o primeiro momento, quando ele apenas visualiza nossas placas nas ruas, se deparam com nosso código QR Code”.

A ideia é que o cliente ligue a partir desse código para que a imobiliária comece a transformar aquela compra numa experiência. “Fazemos bom atendimento, dando todas as explicações. A gente acredita muito que nossas publicações nas redes sociais têm que ser feitas com preços. A gente não gosta de fazer pegadinha com o cliente, publicar uma casa para ele perguntar quanto custa. Nossas publicações todas tem o preço do imóvel, o cliente liga se ele quiser. Nossas placas com QR Code já direcionam para o site, onde é possível ver as fotos, preço, as características e o cliente só liga se ele quiser. Acredito muito que o cliente faz o que ele quer, e não o que eu quero. Deixamos ele muito à vontade para tomar as próprias decisões. Essa é nossa proposta como empresa”, assegura Tiago.

Expectativas do mercado

Os maiores condomínios fechados de alto valor construídos recentemente apresentam uma taxa de ocupação significativa. Um deles, com mais de 400 terrenos, situado nas proximidades do shopping da capital acreana, ocupou cerca de 25% da sua capacidade em três anos. Outro, com 200 terrenos, já se aproxima dos 50% de ocupação nesse mesmo período. “Foi muito rápida essa aceleração, mas acredito que nos próximos dois ou três anos a tendência é isso começar a se acomodar, entrar numa reta de normalidade”, garante o corretor.

Pela experiência, Mendonça acredita que o nível de procura não vai baixar, mas que também que não vai subir. “Só se houver uma redução muito grande no valor do material de construção, das taxas de juros, financiamento, inflação, mas acredito que isso não vai acontecer a curto prazo”. O sócio imobiliário acredita, sim, num crescimento do ramo sofisticado de moradias no estado, porém, menos exponencial do que ocorre atualmente.

“Vejo essa bolha que o mercado está construindo, ela era uma demanda reprimida. As pessoas já estavam na expectativa de construir sua casa num local privado e esse é o momento. Claro que isso é concomitante às taxas baratas da Caixa Econômica Federal, à viabilidade de aquisição e construção, a Caixa é a campeã de vendas no Acre”, destaca. Segundo o corretor, de 60% a 70% de todas as construções na cidade, o cliente compra o terreno e já contrata o financiamento da construção junto.

Tiago confia num crescimento ainda maior do ramo, que virão outras áreas, outros condomínios fechados, mas que a velocidade de expansão será um pouco menor. “Esse ‘boom’ da construção civil não é normal do mercado, é o anormal, e acredito que vamos estar numa velocidade mais ajustada, mais adequada, que é o normal”, conclui. Já Karine Geber observa que com o passar dos anos, as linhas de crédito imobiliário para aquisição de terreno e construção estão se encaixando na realidade do perfil dos clientes. “Atualmente nosso escritório atende muitos clientes que tem a comodidade de financiamento de terreno e obra, assim como temos na mesma proporção os que buscam financiar a apenas a obra. Como dito anteriormente, nossa arquitetura é para todos, de sonhos que se tornarão realidade através de nossas mãos, nos faz acreditar que aceitar esses desafios diários são estimulantes para que a cada dia possamos buscar fazer o melhor para cada um”, finaliza a arquiteta.

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Aeródromos de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo serão reinaugurado na segunda-feira

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O governador Gladson Cameli, que chega à Cruzeiro do Sul neste sábado, 23, vai reinaugurar na próxima segunda-feira, 25, os aeródromo de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo, onde foram  investidos mais de R$ 6,2 milhões.

Às 10 horas,  Cameli entrega o aeródromo de  Marechal Thaumaturgo. No local, foram investidos cerca de R$ 2.270.764,85 em serviços de revestimento asfáltico da pista e  sinalização horizontal. Com a revitalização do aeródromo, as atividades de pousos e decolagens durante o dia e passam a beneficiar cerca de 20 mil pessoas.

Já às 15 horas, o governador inaugura o aeródromo de Porto Walter, onde o investimento foi de R$ 4.036.961,58 em serviços de melhoria  da pista com aplicação de microrevestimento asfáltico, adequação da cerca e sinalização horizontal.

A Agência Nacional de Aviação Civil – Anac já liberou o uso do aeródromo de Porto Walter, inclusive para voos comerciais de passageiros, o que estava impedido desde 2019 devido às más condições do local. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União, nº 6060, do dia 5 de outubro deste ano.

Por anos,  a pista de pouso não recebia manutenção estruturante e vinha tendo apenas serviços de tapa-buracos. O governo Gladson apresentou um plano de recuperação para a pista e foram realizadas as correções necessárias para a volta das operações diurnas.

As obras foram feitas pelo  governo do Estado, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem do Acre – Deracre.

A agenda do governador no Vale do Juruá inclui ainda a inauguração da usina fotovoltaica da Vila Restauração, em Marechal Thaumaturgo.

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