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Ministro Tarcísio – o artilheiro do time

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Desde que me entendo por gente, como se diz por aí, vejo sucederem-se os governos municipais, estaduais e federais e, quase sempre, decisões que, contaminadas por sentimentos de vingança e pela necessidade de afirmação política, tendem a recomeçar do zero, como se governantes fossem criadores de um mundo novo e o passado pudesse ou devesse ser enterrado como imprestável. Eles parecem precisar desconstruir o antecessor para afirmarem sua engenhosidade. Com isto, o andamento de diversas obras e projetos é interrompido ou alterado em sentido diametralmente oposto, gerando prejuízos e ineficiência.

Reconheçamos, o presidente Bolsonaro, pelo menos em relação às obras que encontrou espalhadas e, por vários motivos, interrompidas aos milhares no território nacional, tomou a melhor decisão possível. Independentemente de quem as iniciou, seu governo se dedicaria a concluí-las. Para a tarefa pôs em campo o ministro Tarcísio Gomes de Freitas que em pouco tempo identificou as obras, dimensionou os custos, estabeleceu as prioridades, planejou os cronogramas e definiu os atores responsáveis por todas elas, construindo assim um mapa geral de conclusão e, consequentemente, de inauguração de obras. Gol!

Como um atacante que não se importa com quem passou a bola, nem se recebeu na pequena área, o Ministro Tarcísio destaca-se no time e vem fazendo um gol atrás do outro, apesar da pandemia e da óbvia escassez de recursos. Ao invés de dar dribles e ficar trocando passes laterais ou devolver a bola pro goleiro, seu jogo é objetivo, vertical, diria o comentarista de futebol. Interessa é marcar o gol em jogada limpa.

Apesar da goleada, de vez em quando é possível ler ou ouvir, aqui e acolá, resmungos com tons ressentidos do tipo “quem começou a transposição do Rio São Francisco foi Lula”, ou, no caso da ponte do Rio Madeira inaugurada hoje, que “Bolsonaro já estava quase pronta”. Ora, ora. Ao tempo em que foram presidentes, Lula e Dilma inauguravam até assinatura de convênio. Milhares de obras anunciadas sequer saíram do papel e outras tantas ficaram pela metade, embrulhadas em desvios, corrupção, investigações e falta de dinheiro mesmo, o que na melhor das hipóteses denota irresponsabilidade e/ou incompetência. Quem não se lembra do trem-bala da Dilma que jogou no ralo dezenas de milhões de reais?

Em 2020, com pandemia e tudo, o governo federal entregou nada menos que 86 obras de grande vulto e fez 12 concessões de infraestrutura. Apenas em duplicação de rodovias foram 1.259 quilômetros. Portos, rodovias e aeroportos foram alvos principais, alguns deles com a participação do exército brasileiro. A lista de pequenas obras concluídas é tão longa quanto aquela deixada para trás em tempos de promessas feitas como risco n’água. Muitos gols foram feitos em todo o Brasil nos últimos dois anos.

É claro que não ficamos sabendo de nada disso pela imprensa “chapa-preta”, aquela que resolveu gerar e pautar apenas notícias contrárias ao governo, como se fosse, pra aproveitar a analogia anterior, a zaga do time adversário. Para tomar conhecimento do que foi realizado, somente consultando sites ou relatórios do próprio governo. A mídia brasileira, sob aplauso de muitos jornalistas, ao invés do direito à liberdade de imprensa, exerce o deplorável e vergonhoso “direito” ao negacionismo dos fatos. Exemplo mais recente, o silêncio quase total sobre as grandes manifestações de 1º de Maio.

O ritmo do ministro Tarcísio é frenético. Segundo dados oficiais, já foram entregues 642 obras de 1.000 previstas para o ano em curso. Enquanto a grande mídia, desinformante e cega, mexe no lixo em busca de malfeitos nunca antes procurados ou percebidos, o governo federal trabalha, inicia e conclui obras deixadas para trás por outros governos.

A inauguração da ponte sobre o Rio Madeira nesta sexta-feira, 07/05, com extensão de mais de 1,5 quilômetros e fluxo diário estimado em mais de 1.000 veículos é de extremamente oportuna, e encerra um período de 40 anos de atrasos e custos imensuráveis provocados pela dependência de balsas.

Iniciada em 2014, quando a presidente Dilma perseguia o segundo mandato, a construção da ponte poderia ser mais uma obra jogada pras “calendas gregas”. Felizmente, contando com o esforço permanente de parlamentares e dos governadores dos dois estados, tomou fôlego a partir de 2019 para ser inaugurada agora pelo Governo Bolsonaro. Fundamental para este canto da Amazônia. Gol de placa!


Valterlucio Bessa Campelo escreve às sextas-feiras no ac24horas e em seu BLOG

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